terça-feira, 10 de março de 2020

E agora?


O homem morreu sem pagar a dívida que tinha para com a sociedade!
E a dívida que tinha connosco, os contribuintes portugueses, quem a paga?
A minha pergunta é:
- Ele tem herdeiros?
- E algumas riquezas para herdar?
É tudo nosso, espero que a Justiça tome as devidas providências para não deixar o que é nosso cair nas mãos erradas!
Vou ficar de olho !!!

3 comentários:

  1. Se moreu enterra-se. Se não for cremado. Se em vida não pagaou as dividas. Não se espera que as vá pagar depois de morto. Se fosse só esse, seria um mal menor. O pior é que como esse há muitos outros mais...

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  2. Não vale a pena bater neste defunto ; logo, desejar que descanse em Paz . No entanto, talvez valha a pena lembrar que foi alguém de confiança do ex- Primeiro-Ministro Cavaco, nomeado seu Secretário de Estado para os Assuntos Fiscais e, em especial, com a missão de remodelar o quadro dos Impostos em Portugal e a supervisionar a introdução do IRS, IRC e o IVA . Nessa sequência, por volta de 1990, descobre-se, através duma investigação da PJ aos chamados perdões fiscais, um célebre Despacho seu a conferir um perdão que, actualmente, contabilizado em euros se situava nos 2.100 milhões, a uma cerâmica da sua terra - Aveiro . Sai do governo e entra no BPN e funda a SLN, vindo a ser detido em finais de Novembro de 2008 e deixado um buraco financeiro no montante de 4,6 mil milhões de euros, acabando julgado e condenado em 15 anos de prisão ; todavia, acerca da justeza da pena aplicada e do seu cumprimento ou não, nem vale a pena falar ! Também havia sido colega do Senhor Cavaco no Banco de Portugal mas, quanto ao dinheiro em causa, esfumou-se ... e aqueles que consigo colaboraram e beneficiaram, ajudando à destruição do BPN, andam por aí ... Na verdade foi com este banqueiro e outros semelhantes, sem esquecer o americano bem conhecido e que - 2007/2008 - fez tremer mercados financeiros a nível internacional e originado crise sistémica, que também se reflectiu em Portugal e onde se agravou com o inicio e continuidade do descalabro económico provocado por banqueiros e outros de condição idêntica, levando o País à ruína financeira que teve de enfrentar e a exigir sacrifícios àqueles que em nada beneficiaram com tais falcatruas . Tudo isto não constitui especial novidade, uma vez que se tornou público ; somente, importa não esquecer quem contribuiu decisivamente para o sucedido e que, lamentavelmente, vão desaparecendo ou andando à solta sem prestar as contas que se exigem ... Um abraço .


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