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domingo, 4 de janeiro de 2026

Diáspora portuguesa na Venezuela!

Com a crise - política, económica, etc. - na Venezuela a entrar numa nova fase, com a interferência dos EUA, achei por bem dedicar algum do meu tempo a pesquisar a situação dos cidadãos do nosso país envolvidos nessa questão. Envolvidos sim, pois voluntária ou involuntariamente, a sua vida e os seus bens estarão em risco, enquanto a crise se desenvolver. E podem sair beneficiados ou prejudicados por isso, dependendo da forma como a crise se vier a resolver.

Tanto para a Venezuela como para o Brasil emigraram milhares de portugueses, na grande maioria originários do norte de Portugal, com os distritos de Aveiro e Braga a ocuparem os primeiros lugares. As duas Grandes Guerras e a crise que lhes sucedeu foram as razões primárias destas migrações. A miséria e a falta de emprego resolvia-se, ou tentava resolver-se, procurando lugares no mundo, onde era possível encontrar emprego e melhorar de vida.

Alguns dos meus antepassados, entre 1920 e 1940, seguiram esse destino e nunca mais regressaram. Alguns foram bem sucedidos e trouxeram às suas terras de origem riqueza e desenvolvimento. A agricultura foi o primeiro destino dos minhotos, a seguir foram aqueles que conheciam o ramo do pequeno comércio a escolher o Brasil e a Venezuela como destino. Até em Moçambique, durante a Guerra Colonial, eu encontrei cantineiros portugueses que tinham deixado Portugal, durante o difícil pós II Grande Guerra.

Concordo com o Trump na necessidade de mudar alguma coisa na política da Venezuela, não sei é se ele foi pelo melhor caminho ao desencadear esta operação. O período em que o Chavez tornou aquilo numa ditadura e o Maduro piorou, a cada ano que passava, a isso levaram e se ficássemos à espera que fosse a ONU a intervir para pôr ordem na casa, morreríamos sem ver isso acontecer. Então, com o "morre ao sol" do beirão António Guterres era mais que certo.

Não imagino como a coisa irá acabar. O Trump quer aquilo sob controlo americano, tanto por causa do narcotráfico como pelo interesse no negócio do petróleo. Os russos e chineses não vão ficar quietos nem calados, pois Cuba e Venezuela tinham-se transformado num feudo comunista, desde que o Che Guevara andou por lá aos tiros. Sendo o Trump amigo do Putin, eu posso imaginar que já tenham conferenciado sobre isso, através do famoso "telefone vermelho" que cada um deles tem na sua secretária de trabalho.

Se é verdade que há provas de que as últimas eleições, as quais deram o poder a Maduro, foram fraudulentas e que o candidato derrotado (Edmundo Gonzalez) foi, de facto, o vencedor, concordo que o vão buscar, onde ele estiver, e lhe entreguem o país para ele governar. Claro que há medidas que terão que ser tomadas para proteger a sua vida e disso poderão tratar os EUA, já que da ONU não se pode esperar nada.

Se ele for aceite pelo povo teremos o problema resolvido, caso contrário ele pode assumir o governo, de forma temporária, e convocar novas eleições, a breve trecho. Nessas eleições ele poderá concorrer ou não e o povo do seu país poderá votar nele de novo, se assim o quiser. Por outro lado o restabelecimento de boas relações com os EUA só lhes trarão benefícios, coisa que perderam desde que o Chavez tornou o país numa ditadura.

Do que andei a ler, esta manhã, deixo-vos aqui (abaixo) uma amostra que poderão ler ou deixar de lado se não tiverem interesse na coisa. A mim serviu-me para relembrar algumas coisas e saber pormenores que desconhecia sobre outras.

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 Com a política de imigração do general Eleazar López Contreras, Presidente entre 1836 e 1941 (???), foi aplicado um Plano Global de Modernização Económica que implicava a entrada de trabalhadores estrangeiros provenientes principalmente da Europa, com o fim de atender a procura nos sectores da agricultura e da construção com mão-de-obra especializada e com experiência nestas áreas. Mas é entre 1947 e 1957 que podemos falar de um verdadeiro boom de imigrantes.

Há registo de que durante este período entraram na Venezuela perto de 800 mil imigrantes. Duas razões são apontadas: as difíceis condições de vida na Europa do pós-guerra e a política, uma vez mais favorável à imigração europeia, do novo Governo do general Marcos Pérez Jimenes, que governou o país entre 1952 e 19586.

Entre os anos 1940 e 1960 muitos portugueses refugiaram-se também na Venezuela por motivos políticos. O mais conhecido dos exilados políticos foi Henrique Galvão, um ex-capitão português que ali se fixou em Novembro de 1959. Galvão irá protagonizar o primeiro sequestro de um navio para um protesto político, contra duas ditaduras, a de Portugal e a de Espanha7 .

A afluência de emigrantes portugueses para a Venezuela inicia-se na década de 40, prolongando-se até meados dos anos 80, por diversas razões, tais como as difíceis condições socioeconómicas, a miséria e a política de emigração favorável.

De 1950 a 1969 chegaram ao território venezuelano 73 554 portugueses, dos quais 38 737 da Madeira, 17 286 do distrito de Aveiro, 7 214 do distrito do Porto e os restantes de outros distritos do país. Num primeiro momento estes emigrantes dedicavam-se, sobretudo, à agricultura. Contudo, a partir de 1948 a grande maioria dedicou-se ao comércio – essencialmente de alimentos – e rapidamente começou a diversificar-se para a pequena e média indústria, sobretudo no setor das manufaturas.

Atualmente residem na Venezuela 53 478 pessoas nascidas em Portugal, a esmagadora maioria oriunda da Madeira. Estes imigrantes encontram-se perfeitamente integrados na sociedade venezuelana.

sábado, 3 de janeiro de 2026

Que grande Trumpalhada!

 Esta noite, ninguém dormiu, em Caracas!

O Trump tentou convencer o Maduro a sair para onde lhe apetecesse e viver dos rendimentos que deve ter acumulado, desde a morte do Chavez, mas ele preferiu armar-se em herói e ficar. Talvez convencido que a amizade entre Trump e Putin jogasse a seu favor, mas com gente como esta não é de fiar esbardalhou-se e arrastou a família para o buraco.

Segundo as últimas notícias, o Maduro e a mulher foram capturados e levados para parte incerta. Logo veremos se o presidente americano fica por aqui ou se o enfia em Guantánamo, tal como fazia com os terroristas da Al Quaeda. Ele quer, em primeira mão, que haja eleições livres e democráticas na Venezuela, mas também pode acontecer que entregue o poder a quem foi oposição ao Chavismo.

Essa coisa da amizade com o Putin dá-me que pensar. Eu seria capaz de jurar que Trump faria outro tanto, em Moscovo, como fez esta noite, em Caracas, se não fosse pelas 5.500 ogivas nucleares que o seu (suposto) amigo tem espalhadas por todo o mundo. Por isso chamam às armas nucleares "armas de dissuasão" que é como quem diz, não te metas comigo senão podes sair chamuscado.

Lembram-se como ele mandou os sus bombardeiros especiais irem até à capital do Irão e despejar umas quantas ameixas na cabeça dos Aiatolas? Com as encrencas que o Putin tem arranjado por causa da Ucrânia que ele cismou que sempre foi russa e tem que voltar a ser, Trump tem motivos mais que suficientes para fazer o mesmo no Kremlin. Uma bojarda que arrasasse aquilo tudo mereceria o aplauso de meio mundo.

O outro meio encolheria os ombros, pois não partilha desse amor ou desamor pelo comunismo. E para nós, europeus, seria um alívio ver o governo russo a trabalhar em prol do seu povo, em paz e harmonia. Todos sairiam a ganhar com isso, em particular os russos que poderiam vender aquilo que têm a quem lhes oferecesse o melhor preço. Agora entregam isso a chineses e indianos, quase por favor e ao preço que os compradores estabelecem.

Quanto à Venezuela e ao seu governo vamos esperar algumas horas para ver como se portam os militares que o Chavismo sempre teve do seu lado pelas benesses que lhes oferecia. Se eles não levantarem cabelo, talvez vejamos aquela senhora que foi a Estocolmo receber o Nobel da Paz, entrar em Caracas aos ombros do povo que sempre lutou ao seu lado e contra o Maduro!

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

O catavento!

 

Quando era ainda criança, admirava os cataventos que povo gostava de colocar nos telhados e chaminés das suas casas, Hoje, já não há esse costume, nos prédios grandes não serve para nada e nas moradias unifamiliares talvez prejudique a estética do conjunto. Ou então, pode ser que o dito povo já não tenha o mínimo interesse na direcção que o vento toma. 

Muitas e boas coisas de antigamente se perderam, uma delas a vergonha na cara. Digo isto em relação às atitudes que toma o presidente do país mais poderoso (?) do mundo, Sua Ex.cia Mr. Donald Trump. Ele funciona, exactamente, como os velhos cataventos que eu recordo da minha infância, o bico do galo apontando a barlavento e a cauda a sotavento! Se vê o Wolodomir na sua frente afirma que vai enviar os mísseis de longo alcance, mas se o dito está ausente do seu olhar ... não há mísseis para ninguém. O cromo não quer que o seu amigo Vladimir se zangue por tão pouca coisa, os ucranianos arranjarão outra forma de conter os russos.

Se já não fosse suficiente o granel causado pelo não pagamento de salários da "função pública" - impressionante ver cidadãos americanos a alinhar na "sopa dos Pobres", tal e qual como os palestinos de Gaza - um muçulmano ganhou, ontem, as eleições para a Câmara de Nova Iorque. E agora, Trump, que vais fazer para calar o povo que cada vez gosta menos de ti? Os que te deram a vitória nas eleições presidenciais devem estar bem arrependidos!

O modo como a cabeça de Trump funciona é um quebra-cabeças para as pessoas normais. Foi eleito aos berros de que iria fazer a América ser grande de novo, mas o que conseguiu foi pôr o mundo inteiro a rir-se à sua custa. Levou alguns meses a impor tarifas a todo o mundo do comércio e está quase a completar a volta para desfazer tudo o que tinha feito. As terras raras da China ou a soja americana não se compadecem com as loucuras desse gringo.

Ver o Lula (que manda no Brasil) ao lado de Trump (que desmanda nos EUA) trocando sorrisos de ocasião, como se fossem os maiores amigos, no recente encontro da ASEAN, deu-me volta ao estômago. Que será que ele quer do Brasil? Refinar o petróleo da Bacia de Santos? A Petrobrás já foi a desgraça do Lula, no passado, levando-o à prisão! Seria por isso o sorrisinho de Trump? Meter-lhe uns dólares na mão para arrumar com ele?

Isso não sei, mas sei que o Islamismo está a ganhar terreno, perigosamente, na Europa, e pelo que vi nas eleições autárquicas dos Estados Unidos está a começar também, na terra do Tio Sam!

E agora, catavento, para onde sopra o vento que ditará o teu futuro?

O Mayor de New York
com a sua mulher modernaça, sem burka

domingo, 19 de outubro de 2025

O Trampolineiro!

O significado de "trampolineiro" pode ser, literalmente, uma pessoa que pratica saltos em trampolins, ou, mais comummente, um sinónimo de trapaceiro, embusteiro ou enganador. O termo é usado para descrever alguém que salta de uma situação para outra de forma desonesta ou oportunista.

Isto que acabaram de ler foi a definição fornecida pela IA, quando perguntei o que significava a palavra trampolineiro, palavra que ouvi pronunciar muitas vezes ao longo dos muitos anos que já vivi. Assim sendo, acho que não posso ser condenado por chamar isso ao presidente dos EUA, porque ele é tudo isso e mais ainda aquilo que cada um de nós possa imaginar ao analisar o seu comportamento.

Ora promete enviar os mísseis de grande alcance para a Ucrânia, ora diz que isso seria uma grande asneira, pois poderia causar a morte a milhares de russos e ucranianos. E, com o meu bestunto a funcionar na perfeição, eu pergunto: - Mas não foi para isso que eles foram fabricados?

Combinou um encontro com o presidente da Ucrânia para sexta-feira passada, mas fez questão de telefonar ao Putin (?), na quinta-feira à noite, para lhe perguntar o que achava de ele enviar ou não os mísseis. Claro que o russo achou muito mal, imaginem uma bojarda daquelas a cair sobre os telhados do Kremlin!

Se eles se atrevessem a disparar um desses mísseis contra nós, deve ter dito o presidente russo, ainda lhes despejo em cima uma bomba atómica, pois as tenho de sobra nos silos espalhados ao longo da (antiga) Cortina de Ferro, desde os tempos da outra senhora. E era muito capaz de o fazer, digo eu, ele já provou que não tem o mínimo respeito pela vida humana, seja dos seus ou dos outros.

Desculpa lá, oh Zelensky, afinal decidi que não enviarei os mísseis tomahauk para te ajudar na guerra, pois isso iria acirrar os ânimos dos russos e descambar numa enorme mortandade para os dois lados. Como sabes, eu defendo a paz e não a guerra, por conseguinte acho que vocês deviam depor as armas e falarem. Mais um terreno para cá, ou outro para lá, isso não te afectará assim tanto e poderias ir para casa em paz.

Claro que a ele, Trump, isso não afecta nada, ou melhor dito, afectar afecta, mas para o que lhe interessa, os minerais contidos nas tais terras raras, tanto podem ser negociados com a Ucrânia como com a Rússia e talvez o negócio até seja mais fácil com a Rússia, pois ele e Putin já são parceiros de negócios, há muitos anos.

A bem dizer, o Zelensky viveria melhor se pudesse cortar relações com os dois, mas a dependência das armas e munições obriga-o a escolher um lado. Na opinião de Trump (o trampolineiro) a Ucrânia ficaria muito melhor se fosse governada por um amigo de Putin que desenvolvesse políticas de entre-ajuda que servissem os dois países. Mas quem é que quer viver debaixo de um jugo como aquele que Putin usa para pôr em prática as suas políticas?

Se concordas comigo e fazes o que eu mando, muito bem, caso contrário marca uma entrevista com o S. Pedro que é para lá que te vou enviar, não tardará muito!

O famoso tomahauk a caminho do alvo

terça-feira, 12 de agosto de 2025

Curiosidades!

 Há dois assuntos que despertaram a minha curiosidade e que tenho estado à espera de poder desenvolver. O primeiro tem a ver com a Língua Portuguesa e o segundo com aquilo que motiva o Trump a ir ao Alaska falar com o Putin. Como preciso de fazer algumas pesquisas e consultar estatísticas para falar do primeiro, vou concentrar-me no segundo.

Aliás, o tempo urge e se não me apresso o homem mais discutido da actualidade chega lá e lá se vai a novidade da minha publicação. O que eu quero dizer é que não vejo o que vá Trump discutir com Putin sobre a Ucrânia, quando Zelensky já avisou que não aceita que andem a discutir o futuro do seu país sem ele estar presente.

E tem muita razão, ou bem que mostra que é ele quem manda naquele país, ou Trump e Putin tomam o freio nos dentes e ninguém mais os apanha. É que se um é "passado dos carretos", o outro é ambicioso que se farta e se vir uma oportunidade de acrescentar mais uns hectarezitos ao seu território ficará feliz da vida. E não é um pedaço de terreno qualquer, antes é o mais cobiçado por muita gente que vive com falta de matérias primas para as suas indústrias.

 

Traçando uma linha vertical de Karkiv em direcção a sul, a parte que fica a leste é o que mais interessa a Putin. E a Trump também, pois tenho quase a certeza que ele estaria aberto a uma parceria de negócios com a Rússia para explorar as jazidas de minérios existentes naquela zona. Desconfio que este encontro a dois servirá para estabelecer um princípio de acordo sobre esse assunto.

E, é claro que a presença de Zelensky só iria atrapalhar, por isso nem um nem o outro o quere lá. Os líderes europeus, sozinhos ou em representação da União Europeia, também não têm tido grande vontade de se juntar à festa, pois, quase de certeza, sabem o que ali se vai discutir e que não é um ultimato dado ao presidente russo para parar a guerra. Assim do género, ou paras agora ou estás feito ao bife comigo.


O Trump já lhe marcou várias datas limite, ameaçando com o estrangulamento económico se o Putin não o ouvir. Mas o urso da Sibéria só tem uma coisa em mente, isolar por completo a Ucrânia, cortando-lhe o acesso ao mar. O mapa que vêm acima é o que está na cabeça de Putin e que leva para a discussão com Trump. Chegar até à Roménia, país da UE e NATO, e reduzir a Ucrânia a metade do seu território actual.

E sem direito a uma milha de costa marítima, onde pudesse criar um porto para exportar os seus cereais. Odessa é, de momento, esse porto, mas por causa das ambições de Putin e ainda por causa da Transnístria, território que deverá pertencer à Moldova ou Ucrânia, onde a Rússia mantêm um contingente militar de prevenção.

A montanha pariu um rato, é o que a imprensa internacional dirá logo que acabe a dita reunião. E eu estarei cá, pronto para fazer a minha análise que pode ou não coincidir com a dos outros!

terça-feira, 5 de novembro de 2024

O Troll americano!

 Fui espreitar o que sabe a Wikipédia sobre "trolls", mas não fiquei esclarecido!

Na literatura nórdica, o trol aparece em várias formas, uma das mais recorrentes tem orelhas e narizes enormes. Nesses contos também lhe foram atribuídas várias características, tais como a sua transformação em pedra quando exposto à luz solar, e ainda a sua perda de poder ao ouvir o badalar de sinos de igrejas.

O típico TROLL é a cara chapada do Donald Trump, não há outro como ele (que eu conheça). Estão quase a abrir as urnas de voto, na costa leste dos Estados Unidos. A esta hora, já há homens a barbear-se e mulheres a maquilhar-se para ficarem bem nas fotos e nas câmaras de TV que os vão transportar até aos 4 cantos do mundo (se dizem que ele é redondo, perdoem-me a incongruência).

Vai ser uma paranoia se ele perder, pois já afirmou, para quem o quis ouvir, que não aceita o resultado se isso vier a acontecer. A Kamala ainda tem idade para voltar a concorrer, se não ganhar deste vez, mas ele não, tudo o que se refere à política para ele termina hoje à noite, ou seja, logo que os resultados sejam conhecidos, pois a coisa pode demorar um pouco.

Tirando o tempo dedicado ao Sporting que joga, logo à noite, uma boa parte do seu futuro, vou passar o tempo a saltitar de um canal para o outro, procurando o programa mais apelativo e menos chato, porque isso depende dos meninos e meninas envolvidos na transmissão e alguns deles não têm jeito nenhum, melhor fossem para padeiros (que também trabalham de noite) que a vida de trolha é um pouco mais pesada e obriga-os a saltar cedo da cama.

A China, a Rússia e a Índia, além de outros actores mais humildes, como o Maduro da Venezuela, vão estar tão atentos como eu e muitos deles a rezar que o Troll ganhe, pois com ele esperam encontrar mais buracos na muralha americana por onde consigam ir tratando dos seus interesses. Aquela sua promessa de taxar as importações que ameaçam os empregos dos americanos pode tornar-se um caso sério, até para nós europeus que estamos a viver uma situação aflitiva com a desindustrialização.


Desde o ano 2000 que a palavra de ordem era comprar onde for mais barato, o que levou as nossas indústrias à falência com a transferência das unidades de produção para o Extremo Oriente. Agora é tempo de torcer a orelha pelo erro cometido, mas mesmo com a orelha torcida não vai ser nada fácil reverter a situação. Na minha óptica terá que passar por taxar as importações e ajudar as empresas europeias que queiram investir de novo na indústria, mas é um caminho difícil de trilhar.

Não copiar o exemplo de Trump, radical demais, mas procurar um caminho alternativo que nos ponha no rumo certo. A Alemanha vai despedir 10 mil trabalhadores das fábricas da VW e isso tem que ser tomado como um sinal de alarme para nós que adormecemos à sombra da bananeira e reagimos tarde demais. Atenção, Frau Úrsula von der Leyen, contamos consigo para nos livrar do desastre!

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Comigo na Casa Branca ...!

 ... isto nunca teria acontecido!


O Putin é muito esperto! E os restantes lideres mundiais muito burros! A começar pelo Biden que ganhou as eleições com trafulhices e não sabe o que fazer na actual situação.

Isto é o que afirma o inesquecível Trump sobre a invasão russa da Ucrânia. Talvez nós devêssemos imitá-lo e fazer o mesmo na nossa fronteira sul!

Não há pai para o Trump, não perde uma oportunidade para pisar os calos do Biden. Eles invadem e nós respondemos com sanções. Com a guerra o petróleo e o gás sobem de preço e o Putin fica cada vez mais rico. Digam lá se ele não é esperto!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

E agora, Trump?

 Aquilo, ontem, em Washington, foi o fim da macacada. Dizem que foi o Trump a pedir ao povo para invadir o Congresso e evitar a nomeação do novo presidente. Uma espécie de revolução popular que faz lembrar os países africanos!

Como resultado, uns quantos mortos e muitos presos. E se o Trump é, de facto, o culpado, que lhe vai acontecer? Como presidente ele está protegido, ninguém lhe pode tocar. E só faltam duas semanas para ele acabar o mandato. O mais prático será esperar que decorra esse tempo e, entretanto, manter as tropas de prevenção para evitar qualquer desvario.

À moda do Far-West, a lei da bala é remédio santo, quanto tudo o resto falha!



quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Não acham que ele tem razão?

“O que vamos fazer é encontrar as pessoas que são criminosas ou têm registo criminal, membros de gangues, traficantes de drogas – provavelmente dois milhões, até podem chegar a três milhões – e vamos expulsá-las do nosso país ou encarcerá-las”, disse Trump numa entrevista à CBS.
A organização indicou ainda que há outro grupo de mais de um milhão (1.080.000) de imigrantes que podem ser deportados, já que têm algum antecedente criminal, mas que estão de forma legal no país, seja com vistos temporários ou com cartão de residência, conhecido como “green card”.
Os dados da “população estrangeira criminosa”, como lhe chama o Departamento de Segurança Nacional, foram calculados pelo MPI com base num total de 11 milhões de indocumentados que vivem no país.


O novo presidente do país mais poderoso do mundo quer pôr a mexer  a escumalha que vive mais ou menos ligada ao crime e não contribui para o engrandecimento do país. Espero que não haja muitos portugueses metidos aí pelo meio, pois já não temos cá lugar para mais ninguém, nem sequer nas cadeias que já estão superlotadas.
Há também muitos indocumentados que suam as estopinhas para ganhar a vida, de forma honesta, e poderão ser apanhados nesta onda. E neste grupo acredito que haja muitos portugueses. Só espero que haja uma oportunidade para se legalizaram, quando começar a bronca. No início de 2015, a minha irmã mais nova foi para lá como turista, tentar a sorte e ver se arranjava um empreguito que lhe rendesse mais que a pré-reforma de 320€ de que vive aqui em Portugal. Por lá ficou até ao Natal, mas depois disso decidiu regressar, por não ver futuro naquela vida de ilegalidade. Mas diz ela que são aos montes os portugueses que por lá andam nessas condições e há muitos anos.
Mostro-vos aqui o tamanho das máquinas voadoras que o Trump terá à sua disposição, se e quando decidir dar início à deportação dessa gente de que fala na notícia acima transcrita por mim. Se ele decide começar a enchê-las e despejar o conteúdo nos Açores, em Cuba, no Brasil ou noutros países pobres como estes, vai ser bonito, miséria em cima de miséria. Mas ele, o "mauzão" do Trump não tem culpa nenhuma, ele quer apenas zelar pelo bem estar dos seus governados. E tem esse direito!

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Um balde de trampa no focinho da Clinton!

Eu que sou um tanto ou quanto contestatário não fiquei triste com a vitória do Trump. Ele é o representante do anti-sistema, do poder instituído que já deu provas de não ir a lado nenhum. E depois, as suspeitas à volta de Hillary Clinton são mais que muitas e as ligações ao poder económico dominante levaram os "pobres" a votar contra ela. Quando algo cheira mal na política torna-se necessário dar uma vassourada para permitir a mudança. E é apenas isso que os desencantados com o Obama, em particular, e os democratas, em geral, esperam que o novo presidente faça.
Viva o novo Presidente dos Estados Unidos da América! Que tenha uma vida longa e muito sucesso, para bem do seu país e do mundo, são os meus votos!

Quem sabe, sabe! Ele previu e acertou no vencedor!

Vitória garantida com o apoio dos portugueses de New Jersey!

Aí está o 45º Presidente dos Estados Unidos e arredores!

Ele sempre contou com os eleitores da Pensilvânia
e eles não o deixaram ficar mal!