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sexta-feira, 14 de julho de 2023

O que a História nos ensina!

Em 1789, França era um país falido. Gravemente atingido pela fome e farto de imensas injustiças, o povo revolta-se contra o rei e o seu poder absoluto e reivindica o fim dos privilégios do clero e da nobreza.

Ao amanhecer do dia 14 de Julho de 1789 em Paris, uma multidão de homens armados tomava posição junto da Bastilha, a fortaleza que servia de prisão aos opositores ao reinado de Luís XVI, e punha em marcha uma das maiores revoluções da história.

A queda da Bastilha significou o fim do Antigo Regime e o triunfo do povo sobre as imposições do absolutismo. A 26 de Agosto de 1789, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão viria a confirmar a vitória dos ideais do Iluminismo, assentes na célebre fórmula: Igualdade-Liberdade-Fraternidade que está na base da Revolução Francesa.

Luís XVI é julgado por traição e condenado à morte na guilhotina na “Place de la Révolution” (atual Praça da Concórdia), em Paris, no dia 21 de janeiro de 1793. No mesmo ano, no dia 16 de outubro, a sua mulher, a rainha Maria Antonieta, também é guilhotinada.


Também nós, povo português, estamos falidos e fartos do Costa e do PS e eu pergunto-me se será possível imitar os franceses, deitar-lhe a mão e cortar-lhe a cabeça, como se fosse uma cobra venenosa. Tantas nos fazem que um dia mandamos a civilidade às urtigas e voltamos ao remédio antigo, matando o bicho acaba a peçonha.

Deus criou o mundo e o Homem criou as regras que nos regem e devemos respeitar, se queremos ser gente evoluída. E se as regras forem mudadas por alguém em seu próprio benefício? Nesse caso devemos revoltar-nos e pôr fim a esse estado de coisas, tal e qual como fizeram os franceses, em 1789.

A actuação do PS e dos seus esbirros, como pudemos apreciar na CPI da Tap, está muito para lá do aceitável. E o Povo vai ficar mudo e quedo, à espera que as coisas mudem por si? Não, respondo eu, este estado de coisas não pode continuar. Ao assalto, vamos fazer a nossa «Tomada da Bastilha» e mudar o rumo da História de Portugal.

O Povo Português está que nem um bando de galinhas presas num galinheiro, à espera que venha o dono e lhes atire uma manada de milho que disputam entre si, umas comem outras não. Estou farto disto, alguém vá a Beirolas buscar as nossas velhas G3 e vamos dar cabo deles!!!