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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Ai que fome!

Continuo fiel à dieta que o meu nutricionista estipulou. Como tantas saladas e vegetais que qualquer dia acordo a cantar à grilo. A fome é um estado de alma, não tem nada de físico, portanto basta não pensar nela que a vontade de comer vai p'ró brejo. Pelo menos é o que dizem.


Há dias, quando abordei este assunto, enumerei uma série de pratos que fazem parte das minhas preferências, mas acho que me esqueci do bacalhau. Ora não há quem dispense uma boa posta de bacalhau se cozinhada a preceito. Esta que vêem na imagem é a minha receita preferida, «Bacalhau à Narcisa» que era uma senhora de Braga que ficou famosa à custa deste prato.


A segunda receita de bacalhau que consta da minha curta lista é assado na brasa e lascado sobre uma cama de batata cozida, cebola e ovo. Alguma vez se pode comparar isto ao fast-food com que os americanos estão a encharcar o mundo inteiro? O que eles querem é vender os bois que criam naquelas imensas pradarias, onde, antigamente, pastavam os bisontes dos índios peles-vermelhas. Pobres índios que levaram com uma bala no corpo e nós somos condenados a comer hamburgers para o resto da vida. É mais uma fonte de poluição de que raramente se fala. Morte aos hamburgers, já!


Outra receita, mais portuguesa que qualquer outra, é a do bacalhau com grão. Havia um restaurante, em Lisboa, na zona da Praça da Figueira, que se chamava «João do Grão». Fui lá algumas vezes saborear este petisco. Também há quem não goste, preferem-no à Lagareiro, ou à Zé do Pipo, mas cada coisa no seu lugar. Eu ponho este prato de bacalhau em terceiro na minha lista.
E por hoje, já chega, está quase a chegar a hora do jantar e basta-me fechar os olhos e sonhar com isto, enquanto mastigo a sande de peru feita com pão integral !!!

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

As minhas receitas!


Ontem, foi dia de ir ao controlo nutricional. Resultado, menos 3 Kgs de peso total e menos 3 centímetros no perímetro abdominal. Podia ser melhor, mas também podia ser pior.
Com tanta limitação/proibição daquilo que posso mastigar e engolir, começo a pensar a sério em transformar este blog num blog de receitas culinárias. Talvez fique saciado, enquanto escrevo, escolho as fotos e vou passando a coisa a terceiros, mas sem sentir o cheiro e o paladar da comida tenho grandes dúvidas.
Vou começar por seleccionar os meus 10 pratos preferidos, tentar ordená-los de 1 a 10, por ordem de preferência, mas antevejo grande dificuldade nessa tarefa. Lembro-me mais depressa daquilo que não me agrada, do que o contrário.
Tinha pensado não incluir qualquer prato de marisco, mas vou fazer uma excepção para um prato de camarões tigres grelhados com molho de manteiga. Nas carnes vermelhas, começando pela vaca (ou boi), não posso esquecer o bife com ovo a cavalo, a posta à Mirandesa e o rodízio brasileiro, mas, em primeiro lugar, o cozido à portuguesa. Nas carnes de porco, começo com chispe de porco, cozido com batatas e legumes, continuo com rojões à moda do Minho, e ... é pá, já estou a ficar cheio de fome, por isso fico-me por aqui. Quando o meu estômago parar de reclamar, eu volto ao assunto.
Prometo!!!