Não, JB são as iniciais de James Bond, o espião inglês ao serviço de Sua Majestade!
Ontem, estava eu a ouvir o Putin deitar aquelas barbaridades pela boca fora e a pensar que já não se fazem espiões como dantes. Nos bons velhos tempos, ele já teria sido chamado e munido de todas aquelas armas secretas que ele usava, sempre que se via aflito, estaria a caminho de Moscovo para meter algum juízo na cabeça dura daquele ditadorzinhjo que pensa estar a viver nos idos de 1917.
Lá diz o ditado que "para grandes males grandes remédios" e em última análise uma bala no meio dos cornos seria o remédio ideal para curar a doença de que ele padece.
Até o Jimping, na reunião da ONU, convocada à pressa, pediu a todos para terem calma, pois não é boa altura para meter a pata na poça. Com as economias debilitadas pela pandemia, a inflação a galopar e o petróleo a correr atrás dela, todos os países têm as suas contas pela rua da amargura. E alinhar numa guerra que só serve os interesses do Sr. Vladimir parece ser uma estupidez de todo o tamanho. É assim a modos que, usando outro ditado popular, saltar da panela para a fogueira. Acautele-se quem não quer ficar chamuscado.
Mas, voltando ao James Bond, o presidente dos Estados Unidos podia juntar-se ao loiro Boris - se fosse o Trump já o teria feito - e arranjar alguém que pudesse viajar para a Rússia e tratar deste assunto que tira o sono a tanta gente. Haverá, com toda a certeza, uma boa meia dúzia de russos que não vão à bola com o seu chefe e poderiam dar uma mãozinha. É para isso que serve a espionagem que tantos recursos consome ao erário público. Vamos lá, toca a mostrar serviço!