Enquanto os ecos do Seixal vão repetindo as palavras do JJ por esse país fora ( ia escrevendo mundo, mas não acredito que a coisa passe para lá das nossas fronteiras), vamos falar de algo mais real e que eu tinha prometido não esquecer, a Covid-19 e as vítimas dessa doença oriunda da China (eu sou como o Trump, não perco uma oportunidade de enfatizar a origem do mal). Pela primeira vez, desde o início da pandemia, o relatório da DGS apresenta 0 mortes, o número tão desejado e que custava a aparecer. Espero que, a partir de hoje, se vá repetindo com alguma frequência.
As notícias são como são, dependem muito de quem as escreve. Ontem voltou a falar-se que é possível que nunca surja uma vacina, nem tão pouco um tratamento eficaz para esta doença. Oh, gente de pouca fé! Então o Homem, ao longo de toda a História, não conseguiu sempre resolver os problemas de saúde que foram surgindo? Pode demorar algum tempo, mas acaba por acontecer, mais cedo ou mais tarde. Quem não estiver de acordo que me dê um exemplo que prove o contrário.
A descoberta da penicilina, a descoberta da vacina contra a raiva, os antibióticos e muitas outras descobertas estão aí para mostrar o que valem os nossos cientistas. O cancro é talvez a doença que nos vai dar mais dores de cabeça, mas os tratamentos existentes são cada vez mais eficazes e há uma pequena verdade de que não podemos esquecer-nos, quando chegar a nossa hora de partir não haverá como a evitar. Tudo tem um fim (mais cedo ou mais tarde).
O gráfico acima mostra a evolução diária dos óbitos, em Portugal. Tanto se falou na "curva" e no "planalto" e ao olhar para a imagem não me parece uma coisa nem outra. E isso de achatar a curva foi outra história só para encher telejornais!















