Mas não é, aconteceu mesmo!
Um camionista tinha parado para almoçar e quando acabou e se dirigiu à viatura para prosseguir a viagem foi abordado por outro homem do mesmo ofício que lhe perguntou:
- Vais para o norte?
- Vou, respondeu o primeiro.
- Podias dar uma boleia a esta catraia que veio cá visitar o pai e agora quer regressar ao Porto.
- Ok, disse ele, sem problema.
Fez sentar a miúda ao seu lado e pôs o motor em marcha, iniciando o regresso a casa, no Minho. De vez em quando, lançava um olhar de soslaio à miúda (que já era bem crescidinha) e, às tantas dispara-lhe uma pergunta:
- Tu ainda és virgem?
- Não, respondeu ela.
- E já fizeste sexo muitas vezes, insistiu ele?
- Já, disse ela com os olhos fixos no alcatrão da estrada que corria ao seu encontro, como se lhe quisesse entrar pelos olhos dentro.
- E também fazias comigo se eu te pedisse?
- Claro, sem problema!
A meio da tarde, uma pausa para descansar um pouco a vista e esticar os músculos das pernas. O parque de descanso, ao lado da estrada, tinha um renque de mimosas que serviram de cortina para quem passava na estrada e escondeu o parzinho que, durante alguns (não muitos) minutos se dedicou a uma série de flexões tratando de apagar o fogo que os consumia. É que para isso não é preciso tirar o curso de bombeiro, embora o camionista fizesse parte da corporação de bombeiros lá da sua terra!