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domingo, 10 de julho de 2016

Depois do jogo!

Do que mais gostei na nossa vitória foi do golo marcado pelo Ederzito, o tal ponta de lança que não vale nada e que ninguém queria que o seleccionador levasse para França. Mal jogou em todas as fases deste campeonato e foi metido no jogo quando ninguém esperava por isso. É a vingança do destino, nunca ninguém sabe onde está o segredo do sucesso!


A selecção nojenta, segundo alguns comentadores franceses, mostrou que não há vitórias antecipadas e para levar o "caneco" há que provar o valor dentro das quatro linhas. Tal e qual como acabámos de fazer e como o nosso seleccionador desejou, ser a pior selecção do campeonato e levar a taça.


E não me quero alongar mais, pois o momento é de festa e não de palavras. Hoje escreveu-se, em Paris, mais um capítulo da História de Portugal, um país que já foi grande no passado e é preciso olhar com respeito.

Antes do jogo!


Ainda faltam quase 12 horas para começar o jogo e já jogadores e adeptos roem as unhas incapazes de conter a ansiedade. Alguns nem pregaram olho, durante toda a noite, a pensar nos golos que o Cristiano Ronaldo vai meter na baliza dos galarós e na festa de arromba que farão, logo à noite, se Portugal conseguir desfeitear os franceses.
Até há já quem peça que o nosso craque marque um hat-trick para ficar em primeiro lugar nos marcadores e aspirar a trazer, além do título de campeão europeu, a sua quinta bota de ouro. O mais difícil será evitar que o neto de portugueses de Paços de Ferreira que joga do outro lado, marque também, pois já leva 3 de avanço. Eu cá por mim já me contentaria com o título de campeão europeu, mas esta rapaziada quando começa a sonhar não estabelece limites.
Também há quem vaticine que o Fernando Santos vai deixar o Renato Sanches no banco e não é por causa de ele ter 24 anos, mas sim porque falhou a maioria dos passes no jogo contra o País de Gales. Eu até gosto do André Gomes, mas fico a tremer quando me lembro que a bruxa avisou que só ganharemos se estiver em campo um jogador do Benfica. Será que vai jogar o Eliseu?
Bem, não me quero alongar muito, pois é preciso injectar confiança na "cambada" e não aumentar-lhes o nível de stress. Vou passar um dia em beleza, levar a patroa a almoçar fora e depois esticar-me ao comprido e dormir a sesta para ajudar o relógio a comer as horas que faltam para o jogo começar. E, como medida de segurança, pedi a um amigo que tenho no Brasil que despache para Paris, à atenção do Fernando Santos, um URUBU bem grande para ele soltar no Stade de France, antes de o jogo começar.
Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Sobe, sobe, Cristiano!

De entre as várias fotos com mensagens humorísticas que, ontem, depois de terminado o nosso jogo com o País de Gales, começaram a encher as redes sociais, eu escolhi esta para partilhar convosco.


Em primeiro lugar, porque espelha o momento do nosso primeiro golo, momento em que todos os adeptos espalhados por esse mundo fora soltaram o ar retido nos pulmões num enormíssimo suspiro de alívio. Até que enfim que o enguiço terminou!
Em segundo lugar, porque esta foto serve na perfeição para ilustrar aquele ditado que diz:  quem com ferros mata, com ferros morre. Vejam como um jogador galês se apoia nas costas de um dos nossos avançados para chegar à bola. E depois vejam também como o Cristiano se aproveita dessa verdadeira pirâmide humana para ir lá acima cabecear a bola para golo.
Melhor que isto só o céu!
E agora que venha a França ou a Alemanha que somos capazes de envergonhar qualquer deles. A Alemanha se perde é quase como perder a III Guerra Mundial, depois da vergonha que passou com a I e a II, em 1918 e em 1945. E a França, como país organizador, depois das bocas "nojentas" que andou a espalhar sobre a nossa selecção, merecia perder para enfrentar a cólera dos seus adeptos e ver como elas doem. Isto para além da vingançazinha que nos devem.
Cenas dos próximos capítulos, logo à noite, por volta das 22.00 horas TMG.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Doze anos depois!


Na final de 2004 tivemos um adversário considerado fácil. Até hoje ninguém percebeu ainda como deixamos escapar aquele título. Pelo contrário, no próximo domingo, 12 anos depois, vamos ter pela frente um adversário que todos consideram favorito e talvez isso nos dê alguma vantagem. Tanto a França como a Alemanha têm sido a nossa alma negra nos europeus e mundiais, não me lembro de alguma vez lhes termos ganho. Pode ser que seja desta.
O jogo de hoje contra os galeses correu tal e qual como eu esperava que corresse. Não quis deitar muitos foguetes para não atrair mau agoiro, mas sempre estive convencido que ganharíamos sem grandes apertos. Mesmo assim, quando vi chegar o intervalo com o resultado a zeros, comecei a duvidar das minhas convicções. Aquelas arrancadas do Bale em direcção à baliza do Patrício punham-me os cabelos em pé e, mais que uma vez, vi a coisa mal parada. Felizmente, o Patrício estava num dia sim e manteve o galinheiro livre dos galináceos que são a vergonha dos guarda-redes.
Os 11 milhões de portugueses que se diz que apoiam a selecção estão em festa e assim vão ficar até domingo. É uma alegria vê-los aos pulos, nos quatro cantos do mundo. Não deve haver país que se preze que não tenha por lá um ou dois portugueses e se houver uma televisão a jeito, é mais que certo que, a esta hora, andam aos pulos, de cerveja na mão, aos gritos de apoio ao Ronaldo, ao Nani, ao Quaresma, ao Renato e aos outros todos que ajudaram à nossa vitória.
Tenho vontade de me meter no avião e ir também para Paris ajudar à festa. E só não vou porque tenho receio que não caiba lá mais ninguém. Pelo que se vê na televisão, aquilo está cheio que nem um ovo e ainda não chegaram os alemães que são aos milhões, por isso, prefiro ficar aqui quietinho no meu canto. Como diz o povo:
- Boa festa faz, quem em sua casa fica em paz!

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Enquanto houver futebol ...!

... não se fala em mais nada!
Os islandeses já regressaram à sua ilha de fogo e gelo, não sem antes mostrarem a quem foi ao Stade de France como se deve comportar um perdedor. A selecção islandesa foi a que mais alegria trouxe ao Euro 2016 e regressou a casa feliz por ter participado nesta grande festa do desporto. Nada de chorar baba e ranho por ter perdido por 5 a 2 com a França, pois reconhecem a superioridade do seu adversário. Cantaram as suas canções do costume, em frente da bancada onde estavam os seus adeptos, e disseram adeus até daqui a quatro anos, altura em que esperam estar de novo entre os grandes da Europa.


A primeira parte do meu plano está cumprida. Depois de amanhã veremos se a segunda parte corre como eu previ, com a vitória da nossa selecção. E na quinta-feira vai ser uma espécie de reedição da II Guerra Mundial, a França a ser invadida pela Alemanha. Da outra vez houve uns traidores que venderam a pátria ao inimigo, espero que desta vez isso não aconteça. Sem tiros e sem balas, eles têm apenas uma bola em quem se vão vingar dando-lhe pontapés e cabeçadas em todas as posições. Só as mãozinhas é que têm que ficar de fora, ou o árbitro apita e pára o jogo. E se for dentro da grande-área a coisa fia mais fino e pode ditar a derrota do infractor.
Ambas são grandes equipas e com provas dadas, mas um deles terá de sair derrotado, pois só pode haver um vencedor. E se a vida correr bem à nossa selecção, lá estaremos, no próximo domingo, em Paris, para receber esse vencedor, seja ele quem for, e mostrar-lhe que somos um país pequeno ao pé deles, mas temos 23 jogadores tão bons como os deles e prontos a comer a relva para trazer o troféu para cá.
Assim Deus nos ajude!

domingo, 3 de julho de 2016

Planos para o futuro!

Depois de um jogo mal conseguido, um prolongamento sem golos e um monte de penalties desperdiçados, a selecção da Alemanha conseguiu mandar os italianos do António Conte para casa e livrar-nos a nós de termos que os aturar lá para o fim da prova.


Acredito que, logo á noite, a França vai conseguir dar a volta aos surpreendentes islandeses que começaram por surpreender a nossa selecção, na primeira jornada, e depois provocaram maiores dores de cabeça a outros adversários que se consideravam melhores que eles. Disso resultará o confronto entre a Alemanha e a França e acredito que os «cabeças-quadradas» levem a melhor. E assim teremos a Alemanha, como já vem sendo hábito, apurada para a final e à nossa espera.
Digo à nossa espera, porque temos que ganhar o jogo contra os galeses, o que está perfeitamente ao nosso alcance, e reunir todas as energias sobrantes para ir à luta contra os rapazes da Merkel. Tenho a certeza que ela vai lá estar para apoiar a sua selecção e espero que o Costa faça outro tanto. E, no intervalo, pode aproveitar para lhe meter uma cunha para esquecerem aquela porra das sanções que o seu ministro das finanças teima em querer atirar-nos para cima. Como a ele nunca lhe falta o "paínço", não sabe o que é viver com a corda na garganta e passar a vida a fazer contas para ver se o pouco que há chega para tudo.
Desse modo, se não trouxermos o caneco, pode ser que nos livremos daquela dor de cabeça que nos pode custar 300 milhões de euros.
Boa sorte Portugal!!!

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Será que fiz bem?

Fui eu que escolhi o País de Gales para nosso adversário, mas já estou com dúvidas que tomei a melhor decisão. Claro que escolhi os galeses por me parecerem os mais fraquinhos, mas depois de os ver eliminar a Bélgica com tanta facilidade já tenho as pernas a tremer. E se eles nos dão a mesma receita que deram aos belgas? Quero dizer, os 3 a 1 que marcava o placard no fim do jogo. Que Deus nos acuda!


Eu sei que nós temos argumentos para ganhar ao Bale e aos rapazes crescidinhos que o acompanham, mas o que eu não sei é se os nossos jogadores estarão dispostos a mostrá-los, quando chegar o momento. Vou ter que rezar muito para que isso aconteça e também para que o Engenheiro não me troque as voltas. É que, por vezes, eu escolho uma equipa e ele põe outra a jogar. Mas como é ele que recebe o ordenado para fazer o trabalho, tenho que me vergar às suas escolhas.
Nos jogos que faltam, o Alemanha-Itália não me deixa grandes escolhas, entre um e outro venha o diabo e escolha. Limito-me a ficar com aquele que sobrar e que seja o que Deus quiser. Se nos couber a nós enfrentá-lo, soltamos-lhes os cães às canelas e talvez a sorte nos sorria. Quanto ao França-Islândia, o caso é muito mais sério. A França é o organizador do Campeonato e não vai querer ficar de fora por nada deste mundo. Por seu lado, a Islândia é um estreante cheio de ambição que já cometeu algumas tropelias para chegar onde chegou. Foi o nosso primeiro adversário, neste Euro 2016, e pode acontecer que seja o nosso opositor na final, tal como aconteceu com a Grécia no Euro 2004. Só espero, se isso acontecer, que não se repita o desfecho do jogo Portugal-Grécia. Isso seria mau demais!
Força Portugal!!!

Faltam os sapatos!

Sim, já temos as meias, falta-nos ganhar os sapatos, ou seja o acesso à final. Vamos tratar disso na próxima quarta-feira, contra a Bélgica ou País de Gales.


Voltamos a não entrar muito bem no jogo. Parece ser o fado desta selecção, tem que levar na mona, primeiro, para acordar e começar a jogar. Depois disso só pecámos por não marcar dois ou três golos. O Ronaldo esteve outra vez algo perdulário e o árbitro não ajudou nada. Para além de um penalty claro que não assinalou, deixou os polacos massacrar os nossos jogadores sem puxar pelos cartões.
O prolongamento e os penalties já começam a chatear, mas se não pudermos resolver de outro modo que seja assim. Gramei o prémio de melhor jogador ser atribuído, mais uma vez, ao Renato. E o Patrício defender um penalty. E o Quaresma ter marcado o penalty decisivo. Foram duas horas e picos a sofrer, mas valeu a pena, pois subimos mais um degrau na escada de acesso ao pódio.
Em frente, Portugal!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Portugal vs Polónia!

Chegou o dia do tira-teimas. Acabou-se a conversa e dentro das quatro linhas é que se vai ver quem é melhor, ou quem é o protegido da sorte. Um dos dois dá um passo em frente, em direcção às meias-finais e o outro faz uma viagem até ao aeroporto para apanhar o avião de regresso a casa. Espero que Portugal perca o avião e fique em terra.

Isto é uma imagem didáctica, nada de maus pensamentos! 

Entretanto, enquanto esperamos pela hora da verdade, vou ensinar-vos algumas noções de geografia e anatomia, pois o saber não ocupa lugar e às vezes faz jeito.
1) A linha que separa as duas nádegas chama-se ... Meridiano de Greenwich.
2) No sítio diametralmente oposto está a ... Linha Internacional da Mudança de Data.
3) Portugal e a Polónia ficam em campos opostos, não só em relação à «Linha de Meio Campo», mas também em relação ao referido Meridiano de Greenwich.
4) Numa descrição muito especial, à moda do Minho, analisando esta imagem que alguém me enviou por e.mail, sem saber o uso que eu lhe daria, eu diria que o Meridiano de Greenwich desce, em direcção a sul, desliza por entre as nádegas, passa pelo «Souto dos Apupos», flecte para norte a 180º, cruzando o «Prado do Regadio» e mudando o nome para Linha Internacional da Mudança de Data, regressa ao Polo Norte, de onde saiu há uns instantes atrás.
Viva Portugal!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Falemos de futebol!

O que é que a equipa da Bélgica tem mais que a de Portugal? Porque é que eles deram 4 a 0 à Hungria e nós nos vimos gregos para sair de campo com um empate?
E a Polónia? Como vai ser o jogo contra eles? A Suíça que tem fama de fraquinha, aguentou-se num empate e só caíu nos penalties. Nos sorteios, sempre rezamos para nos sair a Suíça, pois tínhamos quase a certeza de lhes ganhar. Pensando dessa maneira não deve ser difícil ganhar aos polacos, pelo menos tem lógica. Não sei dizer porquê, mas estou convencido que vamos ganhar à Polónia, é apenas um feeling e Deus queira que não me engane.
Voltando ao jogo da Bélgica, três momentos houve que me ficaram na memória. Em primeiro lugar a escorregadela do Courtois que, se estivesse em frente à baliza, teria sofrido um golo de envergonhar a cara a qualquer guarda-redes que se preze. Em segundo, a entrada fulgurante do jogador que meteu o segundo golo que saltou do banco de suplentes e um minuto depois já estava a festejar. E em terceiro e muito mais doloroso, a bolada que o ex-benfiquista Witsel levou nas "miudezas" que até a mim me fez encolher na cadeira onde estava sentado.
No jogo da França foi um Deus nos acuda, primeiro para empatar, depois de ter estado a perder durante toda a primeira parte, e depois para conseguir um segundo golo que lhes dá o acesso aos quartos e mandou os pobres/alegres jogadores e adeptos irlandeses de volta á sua ilha. Valeu aos franceses a habilidade de um Griezman que até é neto de um português, o Sr. Amaro Lopes. Se ele se zangar com o Dechamps pode ser que jogue por nós no próximo campeonato do mundo. E se a França for campeã da Europa, também Portugal fica com um pouquinho do mérito.
Mas a grande barraca estava guardada para a madrugada desta segunda-feira. O melhor jogador do mundo, segundo os detractores do nosso Cristiano Ronaldo, perdeu a Copa América mais uma vez. E para a vergonha ser completa, depois de não ter sido capaz de meter um único golo, ainda falhou um penalty e entregou a taça ao Chile. No Barcelona, o Messi faz o que quer, mas fora de Barcelona é um jogador como qualquer outro. Pelo menos assim parece!

terça-feira, 21 de junho de 2016

Amanhã é que vai ser!

Não temos outro remédio senão acreditar que amanhã vamos ganhar à Hungria e seguir em frente nesta prova. Se assim não fosse seríamos masoquistas que gostam de sofrer por antecipação. E se isso não acontecer ... paciência, teremos que procurar outras alegrias que nos encham a vida, pois nem só de futebol é feita a nossa felicidade.
Cair agora ou na próxima fase pouca diferença faz, pois não creio que a nossa selecção tenha estofo para ganhar aos tubarões do futebol como a Alemanha, a França, a Itália ou a França e está portanto condenada a encetar o regresso a casa mais dia menos dia. Todo o mal fosse esse, há coisas que me preocupam bem mais.
Dá-me mais pica seguir o Benfica e estou morto que a próxima época comece. Ver o que o Porto é capaz de fazer para se endireitar, ou se o Jesus vai continuar com a sua língua de trapos a cuspir asneiras pela boca fora. Esse sim é o nosso futebol, o que nos faz vibrar todos os fins de semana. Os mundiais e europeus são grandes negócios que mexem com muitos milhões, mas infelizmente não nos cabe grande coisa desse bolo, apenas algumas migalhas.
Mesmo assim, lá estarei amanhã a torcer como todos os outros 10.999.999 portugueses que comigo perfazem os tais 11 milhões. E à hora do jantar já saberemos qual o nosso destino e não correremos o perigo de uma indigestão. E espero que o Renato Sanches entre de início.
Allez Portugal, allez!!!!!!!!!!!!!!!! 

terça-feira, 14 de junho de 2016

Não começou bem!

Estou desiludido!
O meu prognóstico era 4 a 0 para Portugal e quando o primeiro golo só entrou aos 30 minutos, comecei logo a desconfiar que tinha sido optimista demais.
Dos três jogos, este era, em teoria, o mais fácil de todos. Nos meus planos estava uma vitória folgada neste jogo e talvez um empate no próximo, com a Áustria. Assim, depois de termos empatado este, só nos resta ganhar o próximo. Se Deus quiser!


Que raio de sorte a nossa, nunca começamos da melhor maneira e acabamos sempre de calculadora na mão a ver se os pontos chegam para nos apurarmos. Eu sei que ainda faltam dois jogos e até podemos acabar em primeiro lugar do grupo, mas ... não era assim que esperava começar. Ficou toda a gente de orelha murcha e depois de três dias a dar vivas aos nossos atletas, o empate a uma bola sabe a pouco. Ficou a festa adiada para o próximo sábado, se conseguirmos ganhar à Áustria. Caso contrário, o primeiro lugar foi-se e quanto ao segundo ... veremos como corre o jogo entre a Islândia e a Hungria.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Euro 2016!


Foi hoje dado o pontapé de saída no Campeonato da Europa 2016, em que jogou a equipa anfitriã, a França, contra a Roménia que costuma criar grandes dificuldades aos franceses. E hoje não foi diferente, tendo mantido o jogo empatado até aos minutos finais. Com alguma sorte a França consegui marcar o tento da vitória, praticamente em cima do minuto 90, mantendo-se assim candidata a disputar a final que muitos desejam que seja frente a Portugal. Alguns portugueses emigrados em França pediram para que isso aconteça e no fim saia Portugal vencedor. Estou pronto para aceitar esse resultado, até porque isso seria a nossa vingançazinha por aquela vez em que fomos eliminados pela França, quando estávamos tão perto do objectivo.
Mas na prática, desde que cheguemos à final, tanto se me dá que o adversário seja a França ou outro qualquer. Chegar à final já é uma grande vitória, ao alcance de poucos, mas se conseguirmos ganhar será uma dupla e saborosa vitória. Em teoria temos jogadores para isso, mas sem uma pontinha de sorte, nem nós nem qualquer outra equipa será capaz de sagrar-se campeã. Por essa razão, vamos rezar para que a deusa da Fortuna esteja do nosso lado, quando a hora chegar.