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domingo, 23 de maio de 2021

Os adversários regionais!

 Hoje temos mais um embate entre o norte, representado pelo Sporting de Braga e o sul, representado pelo Benfica. Uma luta entre um grande e um outro, não tão grande assim, mas que há anos vem batendo o pé para mostrar que têm que contar com ele.


No Estádio Cidade de Coimbra, logo a seguir ao Telejornal, vão discutir quem leva para o seu museu mais um troféu para mostrar aos sócios. Eu sou do norte, mas antes de mais sou do Benfica e quero que o meu clube ganhe. Com transmissão na TVI é garantia de que a maioria dos portugueses poderão assistir ao jogo e apoiar o seu preferido.

Espero que seja um bom jogo de futebol, antes de qualquer outra coisa. Que haja desportivismo, fair play e essas coisas todas que dão brilho ao Futebol (assim escrito com letra maiúscula), como desporto mais popular. O que está em jogo, materialmente falando, não justifica que se esqueçam os valores mais primários e os princípios da sã convivência entre as pessoas.

Portanto ... vamos lá a portarmo-nos todos bem e provar que somos gente civilizada!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Tão mal te tratam, Benfica !

Se há alguém relacionado com o Benfica de quem eu não gosto nem um bocadinho ... é o Pedro Guerra. Não me revejo naquela figura, no seu penteado, na maneira de falar e nem sequer naquilo que não conheço dele mas adivinho.
Tenho o presidente do Benfica como um homem sério e que sabe o que faz em cada momento da sua vida. Não entendo o que o leva a tolerar uma avantesma deste tamanho ao serviço do nosso clube. Será que não há maneira de se livrar dele? Estará comprometido de alguma maneira?
Ele é pior que o emplastro que, ultimamente, tem aparecido em frente às câmaras de televisão, em todo o lado. Anteontem, em Leiria, teve direito a "botar faladura" e tudo. O repórter estendeu-lhe o microfone, perguntou-lhe o que esperava do jogo da selecção e ele não se fez rogado, respondeu logo. Este é um pobre de espírito, o outro é um espírito pobre.
Este caso que levou ao pedido de demissão do Periquito, dos quadros da FPF, é mais uma nódoa negra na nossa folha de serviço. Pode até não ter importância de maior aquilo que os dois trocaram entre si, mas é uma daquelas coisas que faz lembrar o ditado que diz:
- À mulher de César não basta ser séria, também tem de o parecer.
E aqui o "amigo" Periquito não parece nada sério, mesmo que o seja. E de quem é a culpa? Do Pedro Guerra, claro. Fazia «inside trading» para se dar ares de grande conhecedor do seu métier e vê-se no que deu. Agora é o nome do Glorioso arrastado pela lama. Se vivêssemos ainda nos tempos do Al Capone, o que ele merecia eram uns sapatos de cimento e repousar no fundo do Tejo, debaixo da Ponte Salazar.
Vêm aí três jogos, quase seguidos, contra o Vitória de Setúbal, o tal clube que mais pontos roubou ao Benfica na época passada. O Zé Couceiro, treinador da equipa sadina, está com a corda no pescoço e até já se falou que tem a porta de saída aberta de par em par. Se depender do resultado desses três jogos a sua permanência, acho que está condenado a ir á procura de novo emprego, pois quero ganhar os três jogos. Eu não lhe quero mal nenhum (but Benfica comes first, como diz o Trump), mas o Benfica tem preferência nessa escolha.
O jogo do próximo sábado, às 18.15 horas, é para a Taça de Portugal e, nem por sombras, o Benfica pode admitir a derrota, ainda para mais jogando em casa. O Couceiro e os seus rapazes, se não quiserem jantar um menu de carapau grelhado e choco frito, é melhor encomendar uns frangos ao seu guarda-redes (que já não é o Varela que, no ano passado, defendeu tudo e mais alguma coisa).
A águia continua a voar altaneira!

domingo, 28 de maio de 2017

Que Bela A Vida!


Nos primeiros minutos de jogo, os conquistadores ainda assustaram os nossos rapazes, mas com o decorrer do tempo as coisas foram entrando nos eixos e o Benfica começou a deitar água fria na fervura da equipa adversária. Mau foi a lesão de Fejsa aos 22 minutos de jogo, fruto da impetuosidade dos jogadores vimaranenses que o árbitro tentou refrear com uns amarelos bem mostrados.
Também do lado do Guimarães houve uma lesão muscular que obrigou a substituição, ainda antes do intervalo, mas este chegou com o resultado a zeros. A coisa mais inesperada que veio trazer ao jogo algo que ninguém previra foi a chuva que começou a cair, copiosamente, sobre as cabeças de quem foi ao Jamor. Deixa cair, penso eu cá com os meus botões, que bem falta faz.
Depois do intervalo, o jogo recomeçou de melhor feição para os benfiquistas. Depois de uma intervenção defeituosa do Miguel, guarda-redes dos conquistadores, o Raúl aproveitou e com um toque habilidoso enfiou a bola no fundo da baliza, pondo o Benfica na frente do marcador. Pouco depois, o Salvio tirou um coelho da sua cartola e num cabeceamento fenomenal fez rodar, de novo, o marcador. A vencer por dois, o jogo do Benfica entrou num rame-rame mais lento que indiciava que nada mais iria acontecer a não ser assistirmos à defesa do resultado.
Só que os rapazes do Guimarães não estiveram pelos ajustes e na marcação de um canto marcaram o seu golo de honra, numa bela antecipação de um dos avançados ao nosso guarda-redes. O resto do jogo decorreu sem grandes incidências, fizeram-se as substituições da praxe, houve muitas mais oportunidades de golo, especialmente, para o nosso lado, mas o resultado manteve-se inalterado até ao fim. Do famoso video-árbitro que foi estreado, hoje, em Portugal, não ouvi uma palavra, o que quer dizer que deve ter corrido tudo a contento de quem estava aos comandos.
E acabou, a TAÇA DE PORTUGAL é nossa!

Ele há dias e ... dias!


Estou muito curioso para ver como correm as coisas, logo á tarde. Se alguém me conseguisse explicar o porquê de o Benfica ter feito um dos melhores jogos, senão mesmo o melhor, de toda a época contra o Guimarães, ganhando por 5 a 0 e no passado mês de Janeiro tinha feito um jogo miserável contra o Moreirense e perdido por 3 a 1, eu ficaria muito mais descansado. Em futebol as coisas são como são, há quem diga, mas eu não concordo com essa maneira de fugir do problema.
Uma equipa que tem os seus jogadores em boa forma física e motivados para dar o litro sabe o que fazer para não ficar dependente da sorte ou de um acaso fortuito que faça entrar a bola na sua baliza. No caso do Benfica os artistas estão lá e, descontando o cansaço de uma época que já chegou ao fim, estão em boa forma. A questão da motivação já é outra coisa. Há jogadores que já se consideram vendidos a outros clubes e não vão meter o pé e correr o risco de se aleijar numa hora tão delicada. Isso, por si só, já é suficiente para reduzir a força de choque que o Benfica precisa para travar os "conquistadores" que, tal como o fez D.Afonso Henriques, no século XII, vêm a Lisboa com vontade de tratar da saúde aos mouros.
Por outro lado, há jogadores que vêem nesta Taça de Portugal a glória que ainda não alcançaram e precisam para provar o seu valor, assim como há outros que estão no fim da sua carreira e também precisam dela para mostrar que ainda há que contar com eles. O treinador do Benfica tem também muita coisa em jogo, ou prova que é, de facto, um grande líder e consegue manter as suas tropas focadas no objectivo que é a conquista da Taça de Portugal, ou dá razão às vozes críticas que  vão afirmando, por vezes às escondidas, que ele não vale grande coisa e tem tido é muita sorte. Se as coisas lhe corressem mal, seria como os outros e armava barraca, costumam dizer.
A mim, o Rui Vitória parece-me bom rapaz e vou acreditar nisso enquanto não houver prova em contrário. Não é fala-barato, não promete impossíveis, não o vejo todo inchado com os triunfos que já conseguiu na sua carreira de treinador e tem a sorte de estar num clube que tem a sua vida completamente estabilizada. Nada que se pareça com os seus colegas dos clubes rivais que vivem no fio da navalha, ou ganham ou vão para a rua. A tarefa que ele tem pela frente, a partir de amanhã, é preparar um plantel capaz de entrar na próxima época com o pé direito. Que se venda quem tem que se vender e que se compre quem faz falta para substituir (e com vantagem, espero eu) aqueles que saírem.
E a taça? A taça também é importante, mas, logo à noite, falaremos nisso!