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terça-feira, 17 de julho de 2018

A Revolta da Rata!

Pussy Riot é um grupo de punk rock feminista russo que cruza a vertente musical com um movimento político contra o governo. A banda é composta por três mulheres: Nadejda Tolokonnikova, Ekaterina Samoutsevicth e Maria Alekhina.
O grupo nasceu em 2011, mas foi em fevereiro de 2012 que ganhou maior proeminência, após um concerto na Catedral de Cristo Salvador de Moscovo. As três mulheres, encapuçadas, improvisaram uma “oração punk” apelando à Virgem Maria para que tirasse Putin do poder. A banda acusou, ainda, a Igreja Ortodoxa de apoio ao Presidente Vladimir Putin, na altura candidato a um novo mandato como Presidente da República. Foi deste modo que a banda se tornou num símbolo anti-Putin.


Aí estão as três revoltosas que invadiram o campo, durante a final do campeonato do mundo. Pussy Riot pode traduzir-se em português por «A Revolta da Rata» o que dá logo a perceber qual a intenção das três cantoras russas. Elas não gostam da situação em que vivem as mulheres russas e, de certo modo, culpam o Putin e o seu governo por permitirem a continuação deste estado de coisas. Tanto na música como nas suas atitudes lutam pela libertação das mulheres e, depois da sua última manifestação, vão passar uns dias "à sombra".
Acho que elas vão importar-se pouco com isso, no fim acabam ainda por beneficiar da publicidade gratuita que lhes vai trazer. Conheço pouco sobre o assunto para me esticar a fazer grandes considerações, mas ouço dizer que são muito bonitas, de pele branca e delicada e enchem os prostíbulos de meia Europa, para fugir a uma vida sem perspectivas de futuro que têm no seu país. É esse tipo de "vida tradicional" que as cantoras contestam e propõem-se escolher um futuro diferente para elas próprias. Veremos, dentro de alguns anos se o conseguiram ou não. 

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Vitória molhada !

Dizem que casamento molhado é abençoado. Será que se pode dizer o mesmo de vitória?
Ontem, durante a entrega dos prémios, abateu-se sobre o estádio, onde foi disputada a final do Campeonato do Mundo, um verdadeiro dilúvio que deixou os "cabeças grandes" ensopados da cabeça aos pés.


Ao fim de muitas pingas lhe terem molhado a careca, lá apareceu o secretário/segurança/rapaz dos recados de Putin, com um guarda-chuva para abrigar o chefe. Os outros, incluindo a senhora presidente da Croácia, continuaram a levar com o aguaceiro em cima, até que a organização achou que era demais e surgiram guarda-chuvas de todo o lado para abrigarem os desgraçados que estavam já ensopados até aos ossos.
Um momento engraçado para ficar na história dos mundiais!

quarta-feira, 11 de julho de 2018

A sueca e a bisca do nove!

A sueca deve ser o jogo de cartas mais jogado em Portugal e para a jogar são precisos quatro parceiros. Já para jogar a bisca do nove são precisos apenas dois. Não parece mas há no futebol qualquer coisa que se parece com isto, as meias-finais e as finais. No primeiro há quatro parceiros, emparelhados dois a dois, em que os melhores dois põem os outros dois na rua. No segundo caso já há apenas dois contendores em campo, um ganha tudo e o outro fica sem nada.
No jogo da sueca que se disputou ontem e continua hoje, a equipa da Bélgica já foi para a rua e hoje irá a Inglaterra ou a Croácia, conforme o número de golos que cada uma marcar. A Inglaterra anda afastada destas lides, há muitos anos, mas pode ser que hoje dê uma alegria aos súbditos de Sua Majestade, embora eles não mereçam muito. Andam com aquela porra do BREXIT para cá e para lá e só fazem gastar dinheiro a quem tem pouco. Quem tem muito também gasta, é claro, mas tem tanto que não se aflige nada com isso.


Isto para dizer que daqui a uma horita vou estar em frente ao televisor a acudir pela Croácia, aquele país da costa adriática que tem uma presidente que gosta de ir para a praia em trajes reduzidíssimos e mostrar as curvas do corpinho que Deus lhe deu e assiste aos jogos da selecção e dá beijos para celebrar os golos dos "seus rapazes".
Quanto à Inglaterra, somos aliados, há centenas de anos, mas eles têm-se aproveitado bem de nós e quando calha deixam-nos entalados. É isso que nos têm ensinado e, por conseguinte, obrigam-me a torcer por aquela equipa em que todos os jogadores têm um nome terminado em "IC", como Modric, Rakitic, ou ainda Mandzukic. Assistam ao jogo e depois digam-me quantos jogadores estiveram em campo e cujo nome não termina dessa maneira.
Depois do jogo de hoje, só haverá bisca do nove!

domingo, 1 de julho de 2018

Os cromos da bola!


O futebol é espectáculo. Por alguma coisa é um negócio de milhões e alimenta enormes paixões. As câmaras procuram as mulheres mais bonitas, as maquilhagens mais bem conseguidas, os corpos mais enxutos ou, indo pelo outro extremo, os mais feios e caricatos que por ali andarem. Este par de japoneses pode ser normalíssimo em Tóquio, mas na Rússia nem por isso. Foi isso que achou o fotógrafo que os apanhou com a sua objectiva, assim como eu que decidi trazê-los para aqui para que possam ser admirados por quem visitar o meu blog.
Nem só o Trump e o seu capachinho merecem aparecer em tudo o que é rede social. Eu prefiro aqui os japonezinhos (inhos é um favor meu, pois acho que têm que começar a fazer dieta e depressa) que atravessaram metade do continente asiático para ver a bola. A sua equipa vai defrontar, amanhã, a Bélgica - uma das melhores equipas deste mundial - e não os vejo nada preocupados. É assim mesmo, perder e ganhar é tudo desporto!
E agora vamos ver a Croácia que está quase a começar.

sábado, 30 de junho de 2018

Toca a arriar a bandeira ...!

... e guardá-la no fundo da gaveta até 2020!
Se calhar é minha a culpa de termos vindo de mala aviada, pois eu nunca acreditei que passássemos desta fase. Talvez mais um degrau até aos quartos, mas nunca mais que isso. E sendo assim, quanto mais cedo melhor, porque evita maior sofrimento. A nossa selecção jogou bem, jogou bonito, mas não temos ainda estofo para ombrear com os maiores do mundo. Não sei se alguma vez lá chegaremos, quem viver verá.
Em relação ao nosso jogo de hoje, devo dizer que não gostei da arbitragem. O mestre do apito, mexicano, salvo erro, apitou pouco e na maioria das vezes contra nós. Não entendo o que poderia ter contra nós, a única coisa que me lembra é que fala a mesma língua e vem do mesmo continente que os uruguaios. Se isso pesou na sua maneira de ver o jogo e beneficiar o nosso adversário, mal vai o futebol, pior do que eu pensava.
Para além disso, o Uruguai defendeu muito e bem, enquanto que Portugal atacou muito e mal. Agora não há nada a fazer, vamos ficar à espera da próxima. Que já deverá ser sem Ronaldo, acredito eu. Quem será o craque que virá a seguir?

A França já passou!

Mbappé - 2 golos

Falta Portugal fazer o mesmo para termos adversário para o próximo jogo. Com 7 golos marcados, ninguém se pode queixar de um futebol chato. Gostei muito do jogo da França e tremo só de pensar que temos que derrotá-los para seguir em frente na prova. Bons defesas, bons médios e avançados endiabrados fizeram a cabeça em água à Argentina e mandaram-nos de volta para a América do Sul. Cabe-nos a nós fazer outro tanto, daqui a duas horitas. Afinal, a Argentina e o Uruguai têm fronteiras comuns e não quero que fiquem com saudades um do outro.
Vou acender o fogareiro para grelhar um naco de vitela (é o que lhe chamam, mas não me mostraram o cartão de identidade do bicho) e reservar meia dúzia de minis da Sagres para acompanhar. Eles correm atrás da bola, mas sou eu que ganho fome ao vê-los correr tanto. E como eles não podem parar para dar uma trinca nem beber um gole, como e bebo eu à saúde deles. Espero que se aguentem nas canetas e não deixem o Cavani e o Ferradela envergonhar o nosso guardião que já sofreu o suficiente nas mãos do Bruno (ex-presidente).
Vou ali e já venho! Concentrem-se!

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Cuidado, portugas!


Se há alguém que merece ser campeão mundial é o Uruguai, por grande infelicidade nossa o adversário que nos calhou na rifa. Ele fez um percurso irrepreensível, até agora, só conta com vitórias e não sofreu um único golo. Além disso, tem dois artilheiros de se lhe tirar o chapéu, Suarez e Cavani (por esta ordem ou por qualquer outra). A única coisa boa que vejo nisso, é que pode dar ao nosso capitão a possibilidade de bater mais um record, ser o único a marcar um golo contra esta fenomenal equipa. Faço votos para que o consiga.
Não quero parecer negativo, mas espera-nos uma tarefa hercúlea. Amanhã, será para a nossa selecção o maior e mais difícil de todos os jogos, passado esse teremos uma auto-estrada aberta até ao título (isto digo eu que não percebo nada de futebol, mas oiço com atenção aqueles que debitam teorias sobre essa matéria). Estou mortinho por chegar ao fim desta prova, para me dedicar a 100% ao meu clube do coração, mas não quer isso dizer que tenha abandonado o sonho de subir os degraus do pódio. Aliás, cantar de galo, em Moscovo, capital de um país de tanto poder (até sobre as almas de alguns), deve ter um sabor para lá de especial.
Todos nós que nos orgulhamos de pertencer a esta "Nação Tuga" vamos dar o litro, amanhã à noite, para que os nossos atletas levem a melhor sobre os adversários da "Alviceleste". Aquilo que se diz e eu acredito, é que quanto mais árdua a luta, mais saborosa a vitória.
Por isso ... sebo nas canelas, cambada!

terça-feira, 26 de junho de 2018

Engenheiro não sabe o que fazer!

Estava a evitar fazer isto, mas agora não há outro remédio, tenho que fazê-lo. Vou ligar ao Fernando Santos e expor a minha teoria sobre o modo como deve enfrentar o jogo com o Uruguai, usando o 3x3x4 como organização da equipa em campo. Isto pela simples razão de que temos avançados a mais e defesas a menos.
O nosso engenheiro tem dois problemas. O primeiro é ter avançados a mais e não saber como fazê-los render em campo. O segundo é ter medo de apostar nos jovens. Vou tentar convencê-lo a dar o salto e usar a minha táctica, a de reforçar a avançada e meio campo, em detrimento da defesa e aproveitando o sangue novo que tem na equipa.
A primeira ideia é usar 3 centrais na defesa e um deles tem que ser o Ruben. Na frente uma linha de 4 com o Ronaldo, Guedes, André e Bernardo. Nos 3 do meio campo tem que haver 2 com propensão defensiva, para serem capazes de recuar, rapidamente, em caso de contra-ataque. Entre todos os médios que tem à sua disposição, o engenheiro não deve ter grande dificuldade em encontrar a solução, mas eu gostava de ver o Manuel Fernandes em acção, ou o Ricardo Pereira. Vai ser preciso muito músculo para travar os avançados uruguaios a meio campo, pois deixá-los chegar até à nossa área é um perigo. Talvez William à esquerda e Ricardo à direita, mais recuados e Manuel Fernandes ao centro, mais avançado no terreno para apoiar o ataque.
Está na hora de pôr à prova aquela teoria de que a melhor defesa é o ataque. Máxima pressão sobre o adversário, no primeiro terço do terreno, para matar à nascença qualquer tentativa de ataque. E contar com 5 bons postes na defesa se a bola passar do meio campo. Se não for assim não vejo como vamos evitar o regresso a Lisboa, na madrugada de domingo.
Espero convencer o engenheiro desta minha táctica e, o mais importante de tudo, que ele seja capaz de incutir nos jogadores mais energia e vontade de vencer.
Vamos lá, cambada!

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Jose Estebes - Bamos la Cambada

O Xá!

O Xá e sua mulher Soraya

A Língua Portuguesa é muito traiçoeira. Chá e Xá escreve-se de maneira diferente, mas pronuncia-se da mesma maneira (antigamente chamavam-se palavras homófonas) e pode levar as pessoas ao engano se não estiverem atentas à conversa.
Estava eu na Alemanha, nos idos de 1970, quando o Xá da Pérsia visitou esse país e deu mostra daquilo que era a sua maneira de ver o mundo e, em especial, as mulheres. Achava-se com direito a ter um harém (dizia-se que tinha 400 mulheres) enquanto assistia a um espectáculo em que aparecia a cantora mais em voga, naquele tempo, apaixonou-se por ela e enviou-lhe, acto contínuo, um pedido de casamento. Para que ela aceitasse o seu pedido oferecia-lhe, como prenda de noivado, uma parelha de cavalos brancos que valiam uma fortuna. Claro que a cantora o mandou passear e ele lá ficou com os cavalos, as 400 mulheres e tudo o resto, mas não por muito tempo.

Família do Xá antes da revolução

Com a revolução muçulmana de 1979, ele perdeu o harém, os cavalos, a mulher e asilou-se nos Estados Unidos, enquanto os aiatolas tomavam conta do país e lhe mudavam o nome para Irão, tal o conhecemos hoje. E o Irão é o nosso adversário de hoje que temos que enfrentar e vencer por grosso resultado, esperando que a Espanha não faça o mesmo aos marroquinos (também eles muçulmanos). Até parece uma guerra entre católicos e islamitas!
Para as coisas ficarem como eu gosto, o nosso capitão devia marcar mais um hat-trick e assim garantir um lugar na história dos mundiais e dar um passo de gigante em direcção a uma nova bola de ouro.

CR17 em 2006

Escreveram-se livros, fizeram-se filmes e falou-se, durante o último meio século, de Eusébio e Pelé. Cristiano Ronaldo será o ídolo do Século XXI, pois é improvável que apareça alguém capaz de bater todos os recordes e prémios conseguidos por ele.
O seu primeiro golo marcado num mundial foi em Frankfurt, de penalty e contra o Irão, no mundial de 2006. Ele era ainda um rapaz de 20 anos e longe de imaginar o que seria o seu futuro. Hoje, 12 anos depois, quero vê-lo marcar outro penalty como aquele, para mais tarde recordar.
Bem, não se esqueçam, logo à tardinha, pelas 19.00 horas, quero todos em frente do televisor a torcer pela nossa Selecção e por um resultado à minha medida. Com 4 ou cinco golos já fico satisfeito. E os persas também podem marcar quantos quiserem, desde que seja menos um do que aqueles que nós marcarmos.
FORÇA PORTUGAL !!!

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Cala-te boca!


Já são tantos a falar mal da nossa selecção que eu prefiro ficar calado. Aliás, eu não sou assim tão especialista nessas coisas da bola para ver que todos os jogadores, menos o Patrício e o Ronaldo, jogaram mal que se fartaram. E os dois que escaparam à crítica foi apenas porque o primeiro não sofreu nenhum golo e o segundo marcou o único que vimos entrar na baliza dos marroquinos e nos deu a vitória. Talvez os restantes tenham feito alguma asneira, mas sinceramente não me apercebi. Também reservar um jogo destes para a altura do dia em que tenho mais sono não é nada boa ideia. Se não fosse a minha mulher e o cão passarem o tempo todo a abanar-me, eu não tinha visto nada, nem os que jogaram bem nem os outros. O golo sim que esse já tinha entrado, logo no início, quando ainda estava a meter umas garfadas do almoço pela goela abaixo.
Agora estamos empatados com a Espanha, em pontos e em golos, e o último jogo tem contornos muito diferentes para cada um de nós. A Espanha vai jogar com Marrocos que já está fora da corrida e, de certeza, não se vai matar a defender o resultado. Nós vamos enfrentar os iranianos do Carlos Queirós que ainda sonham chegar aos 6 pontos e ao possível do 2º lugar. E para o conseguirem terá que ser à nossa custa que dessa maneira ficaríamos fora da corrida com uns miseráveis 4 pontos.
Isso é uma possibilidade, mas seria a maior vergonha do século com a equipa que temos sermos empurrados pela porta fora, além do mais por uma equipa asiática treinada por um português.
E, para terminar a minha publicação de hoje, vejam o Ti Jaquim das Berças que foi mostrar Moscovo à filha e logo houve um fotógrafo estrangeiro que os encaixotou. Felizmente, eu encontrei-os e tratei de os desencaixotar, para não ficarem desaparecidos para sempre. Digam lá se não fiz bem?

quarta-feira, 20 de junho de 2018

À conquista de Marrocos!


O Século XV já vai longe. Ninguém se lembra já dos bravos portugueses (alguns não tão bravos assim, pois eram prisioneiros que em troca da comutação da pena aceitaram empunhar a espada pelo rei) que atacaram as costas africanas e conquistaram Ceuta e Tânger. Se não fossem os historiadores a relatar esses acontecimentos e, mais tarde, os escultores a imortalizar as suas imagens nos monumentos que podemos ver por aí, ninguém recordaria os seus nomes.
Como o Infante D. Fernando (que na imagem se vê ajoelhado, abraçando a sua espada) que ficou cativo e pagou com a vida a aventura em que se meteu. Pediu ao rei que entregasse Ceuta em troca da sua libertação, mas não foi atendido e andou de prisão em prisão até que a vida o abandonou. Esse ainda ficou na História porque era nobre e filho do rei, os milhares de outros lutadores anónimos não tiveram direito a tanto.
Vivemos, hoje, no Século XXI, mais precisamente no ano da graça de 2018 e partimos de novo à conquista de Marrocos, capitaneados por D. Cristiano Aveiro, Marquês do Funchal. Que Deus nos ajude e o proteja para que regresse vitorioso da empresa a que meteu ombros. Isso honrará o Reino de Portugal e trará ao seu capitão de armas mais riquezas, talvez uma bola de ouro mais para expor no seu museu, na Ilha da madeira. E assim perpetuar a sua memória e ser reconhecido por aqueles que ainda hão-de nascer. 

sábado, 16 de junho de 2018

Ele é o maior!


Já são tantos a falar mal da nossa selecção que eu prefiro ficar calado. Aliás, eu não sou assim tão especialista nessas coisas da bola para ver que todos os jogadores, menos o Patrício e o Ronaldo, jogaram mal que se fartaram. E os dois que escaparam à crítica foi apenas porque o primeiro não sofreu nenhum golo e o segundo marcou o único que vimos entrar na baliza dos marroquinos e nos deu a vitória. Talvez os restantes tenham feito alguma asneira, mas sinceramente não me apercebi. Também reservar um jogo destes para a altura do dia em que tenho mais sono não é nada boa ideia. Se não fosse a minha mulher e o cão passarem o tempo todo a abanar-me, eu não tinha visto nada, nem os que jogaram bem nem os outros. O golo sim que esse já tinha entrado, logo no início, quando ainda estava a meter umas garfadas do almoço pela goela abaixo.
Agora estamos empatados com a Espanha, em pontos e em golos, e o último jogo tem contornos muito diferentes para cada um de nós. A Espanha vai jogar com Marrocos que já está fora da corrida e, de certeza, não se vai matar a defender o resultado. Nós vamos enfrentar os iranianos do Carlos Queirós que ainda sonham chegar aos 6 pontos e ao possível do 2º lugar. E para o conseguirem terá que ser à nossa custa que dessa maneira ficaríamos fora da corrida com uns miseráveis 4 pontos.
Isso é uma possibilidade, mas seria a maior vergonha do século com a equipa que temos sermos empurrados pela porta fora, além do mais por uma equipa asiática treinada por um português.
E, para terminar a minha publicação de hoje, vejam o Ti Jaquim das Berças que foi mostrar Moscovo à filha e logo houve um fotógrafo estrangeiro que os encaixotou. Felizmente, eu encontrei-os e tratei de os desencaixotar, para não ficarem desaparecidos para sempre. Digam lá se não fiz bem?

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Futebol é isto!

Querem que vos fale do futebol ou ... de futebol?
A diferença é o futebol nacional, por outras palavras a tragicomédia do Sporting, ou o internacional que, a partir de hoje, se joga na Rússia.
No que respeita ao nosso triste futebol, só se fala no Sporting, há já nem sei quantos dias. O Bruno de Carvalho está cada vez mais entalado e hoje sofreu mais uma derrota de peso. Se fosse homem de vergonha, agora é que ele se ia embora e não dizia mais uma palavra sobre o assunto. E eu, como benfiquista, ficaria muito feliz, pois desde que se começou a ouvir aquela voz de bagaço, sofri uma quantidade de desgostos. Mas ele é teimoso como uma mula, ou então não tem onde ir buscar o graveto ao fim do mês e não vê outra solução a não ser continuar. E aguentar as consequências, claro.

Iker Casillas e Natália Vodiónova apresentam a taça

Quanto ao futebol da Rússia vai de vento em popa, a cerimónia de abertura correu muito bem e o jogo de apresentação que está quase a acabar, frente à Arábia Saudita, vai num sossegado 4 a 0 e tanto uma como outra equipa jogaram que se fartaram. Palavra que não estava à espera disso. Pensei que seria um jogo morno, com os adversários a estudarem-se mutuamente e sem grandes lances para fazer levantar as bancadas. Muito pelo contrário, foi um jogo muito acelerado e a Rússia deu tudo por tudo para entrar a ganhar.
Amanhã seremos nós a mostrar a vontade que temos!