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sábado, 4 de abril de 2026

E ao 3º dia ressuscitou!

 É verdade que domingo é o 3º dia depois da sexta-feira, mas sempre me fez confusão, porque é uma forma arrevesada de pôr as coisas. De sexta à tarde até domingo à tarde vão apenas 48 horas, ou seja, dois dias e fazia-me uma enorme confusão ver os padres a celebrar a Missa da Ressureição no sábado à noite. Cristo morreu às 3 da tarde de sexta, ainda mal arrefeceu o corpo, pensava eu, e já o querem ressuscitado!

Coisas da infância, pois claro, tempo em que não ligava grande coisa aos pormenores, pois domingo é de facto o 3º dia, depois de sexta-feira! E ao terceiro dia não é a mesma coisa que 3 dias depois. Este ano, por causa da guerra contra o Irão, a Páscoa não será como as anteriores. O profeta de uns não é o profeta dos outros e cada um dos povos acha que o seu é que é o verdadeiro e o melhor dos dois.

O mais antigo patriarca do povo judeu foi Abraão e, praticamente, começa aí a religião católica e o seu misticismo. Desde esse tempo que Deus (Jeová) prometia enviar um mensageiro do céu para guiar o seu povo pelos escabrosos atalhos da vida. Mas passaram-se muitos anos antes que isso acontecesse. Ainda sobreveio uma grande fome que levou os filhos de Jacob para o Egipto, de onde regressaram, muitos anos depois, guiados por Moisés.

E muitos mais anos passaram ainda, desde essa viagem através do deserto do Sinai até Jesus nascer, em Belém por obra e graça do Divino Espírito Santo. E outros 600 anos passaram também até ao nascimento de Maomé, o "cromo" muçulmano que veio a este mundo para azarar a vida dos cristãos. Ele nasceu em má altura, aos 6 anos de idade já era órfão de pai e mãe e sabe Deus o que terá sofrido para chegar à idade adulta e encontrar o seu próprio caminho.

Nessa altura já o Judaísmo e o Cristianismo estavam espalhados um pouco por todo o mundo e ele nunca contestou essas religiões, limitou-se a dizer (para quem o quis ouvir) que essas duas religiões tinham sido corrompidas e Alá, o único e verdadeiro Deus, o tinha enviado para corrigir esse desvio. Em vez disso, só fez piorar as coisas, espalhou o ódio contra quem não aceitasse a sua palavra e a razão por que tinha vindo ao mundo.

E assim continuam as coisas na presente data. Os maometanos (ou muçulmanos) continuam a gritar "morte aos infiéis" e em vez de os convencer que vão pelo caminho errado preferem degolá-los. O Irão é, hoje, o berço do Islamismo, embora seja Meca o sítio das peregrinações que um bom muçulmano deve fazer, pelo menos, uma vez na vida. Mas uma vez mais, como já aconteceu várias vezes ao longo da História, os sauditas desviaram-se do bom caminho e os iranianos assumiram o papel de guias do povo que adora e venera o profeta.

E estamos nessa, eles enfrentam-se e matam-se como se não houvesse amanhã. E o Irão que tem muito dinheiro, vindo do negócio do petróleo, paga aos seu vizinhos mais pobres para infernizar a vida dos judeus e outros seguidores de Cristo que se deixou imolar na cruz para remissão dos nossos pecados. Netanyahu e Trump personificam, na actualidade, esse inimigo que nega a veracidade do seu profeta que dizem ser o único e verdadeiro.

Os cristãos reaparecerão amanhã com a alma lavada e prontos a espalhar o amor por esse mundo fora, enquanto que os maometanos que não celebram a Páscoa continuarão com a sua alma mais negra que nunca e a espalhar o terror nas terras em que vivem e na dos seus vizinhos! 



quarta-feira, 28 de agosto de 2024

O Povo Judeu!

A maioria dos países do Oriente Médio (13 de 18) faz parte do mundo árabe. Os países mais populosos da região são Egito, Turquia e Irã, enquanto a Arábia Saudita é o maior país do Oriente Médio em área. A história do Oriente Médio remonta a tempos remotos, sendo reconhecida há milênios a importância geopolítica da região. Várias religiões importantes têm suas origens no Oriente Médio, incluindo o judaísmo, cristianismo e islão.

Os árabes constituem o principal grupo étnico da região, seguidos pelos turcos, persas, curdos, azeris, coptas, judeus, assírios, turcomanos iraquianos, yazidis e cipriotas gregos.

O Oriente Médio geralmente tem um clima quente e árido, especialmente nas regiões árabe e egípcia. Vários rios importantes fornecem irrigação para apoiar a agricultura em áreas limitadas aqui, como o Delta do Nilo no Egito, as bacias hidrográficas do Tigre e do Eufrates na Mesopotâmia e a bacia do rio Jordão que abrange a maior parte do Levante. Essas regiões são conhecidas coletivamente como o Crescente Fértil e compreendem o núcleo do que os historiadores há muito chamam de berço da civilização.

Pois é, não admira que os judeus não tenham descanso e os árabes teimem em acabar com eles, foi assim ao longo dos séculos e só Deus saberá como isso vai terminar.

Neste texto, copiado da Wikipédia, escreve-se, no segundo parágrafo, que os árabes constituem o principal grupo étnico. Quem escreveu isto deveria ter usado a palavra "islamitas", em vez de árabes. Árabes são todos os habitantes da Península Arábica, além de serem islamitas também.

Ou seja, árabes já eles eram desde a criação do mundo, islamitas passaram a ser depois da criação do Islão, facto ocorrido já no 6º século da nossa era. Isto quer dizer que os árabes e todos os outros povos mencionados acima seguiam outras religiões, como o Cristianismo, derivado do Judaísmo, mas em larga medida eram idólatras.

O Cristianismo nasceu com a vinda de Jesus à Terra - para quem acredita nessa teoria - e o Islamismo 6 séculos mais tarde com a morte do profeta Maomé que não foi mais que um dissidente da família dos cristãos. Uns 14 séculos mais tarde, mais precisamente em 1917, criou-se uma nova cisão entre os povos, com o advento do Comunismo, como "modo de vida" mais realista do que o seguido pela maioria cristã. Foi um movimento mais político que social ou religioso, mas os comunistas, desde sempre, se dizem não cristãos.

Estes acontecimentos, no século 1, 6 e 20 da nossa era, podem parecer desligados da História dos Judeus e nada ter a ver com o actual conflito que se vive na Terra Prometida, mas não é assim, é uma guerra dos Islamitas contra o resto do mundo, a quem se referem como «Os Infiéis», esquecendo que já foram cristãos, antes de se tornarem islamitas. O movimento iniciado por Maomé, na Península Arábica, estendeu-se a todo o Oriente Médio e a uma boa parte da África, por conta da colonização desta pelos povos árabes.

Durante a Idade Média, ainda ocuparam a quase totalidade da Península Ibérica, mas foram obrigados a regressar às suas origens pelos reis católicos de Espanha e Portugal. Para oeste encontraram o Mar Mediterrâneo como limite e para norte o Mar Negro. Fechados a sul pelo grande Oceano Índico e também pelo povo hindu, assim como pela cordilheira dos Himalaias, a leste, restava-lhe guerrear os judeus, único povo habitando este grande espaço que se recusava a aceitar o Corão como lei.

E transformou-se numa guerra religiosa, coisa nunca vista nos tempos antigos. Guerrear os vizinhos por melhores terras, pela água, por coutos de caça ou zonas de pesca, era a sina nos povos, antes de Cristo vir ao mundo. Depois desta, já houve guerras religiosas, em Itália, em França e Inglaterra, motivadas pelo advento do Protestantismo, mas  os judeus, povo nascido na Judeia, são os mais antigos a lutar pela sua Fé. Hoje, mais o dinheiro que a Fé, é o que mantém viva a vontade de resistir ao opressor. E os judeus são o povo mais rico deste planeta!