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quarta-feira, 1 de março de 2023

Inclinações!

 Tinha pensado em escrever qualquer coisa sobre os nevões que estão a assolar o mundo ou, em alternativa, sobre os 50% do gelo polar, na Antártida, que se perdeu num ano (apenas). Tudo notícias preocupantes que nos deveriam pôr à defesa, pois o planeta está deveras zangado e pode pregar-nos uma partida de morte.

Mas em vez disso, decidi falar de política. De política e do BE (Bloco de Esquerda), partido criado pelo Trotzkista Francisco Louçã - um comunista que não alinhava com o Álvaro Cunhal e ambicionava ser diferente, mais moderno - e hoje está entregue a um grupo de jovens mulheres que tentam manter viva a ideia do Louçã. Embora muito mais "comunistas" do que ele foi, talvez influência do papá Mortágua, o famoso Camilo, que participou no sequestro do Santa Maria, ainda eu era um rapazinho imberbe e estudante de liceu.

Depois da morte do Semedo, não apareceu nenhum homem que conseguisse suplantar as raparigas do BE. A Marisa, entachado na Europa, desde há séculos, a Catarina dos olhinhos redondinhos a fazer lembrar um passarito no ninho e as duas filhas do Camilo são as figuras do partido. A melhor bloquista de todos os tempos foi a ANA DRAGO, cuja imagem aqui vos mostro, mas, há anos que desistiu do partido. A Catarina decidiu fazer o mesmo, este ano. Eu acredito que ambas o fizeram depois de chegar à conclusão que estar sempre no contra cansa e não leva a lado nenhum, pois em Portugal há cada vez menos comunistas e, em morrendo meia dúzia de milhares de velhos alentejanos que só são comunistas por causa do Salazar que lhes infernizou a vida, o partido tenderá em desaparecer.

Aliás, em vez de se candidatar à liderança do BE, a Mariana Mortágua deveria seguir os conselhos do velho Camilo e, em conjunto com a sua irmã Joana, ingressar no PCP. Partido que agora é liderado por outro Camilo, o que lhes conferiria uma maior afinidade e facilidade em se fundirem com todos aqueles Marxistas de pacotilha.

O BLOCO, a ter continuidade, deveria convidar a Ana Drago para Coordenadora, sob a eterna chefia do Francisco Louçã, tal e qual como era nos velhos tempos. Com ela à frente do partido eu teria em quem votar, para fugir da Direita e da Esquerda, indo pelo meio e lutando contra maiorias que, como está mais que provado, só servem para nos lixar a vida.

Com esta minha publicação pretendo criar um movimento que convença a Ana a candidatar-se contra a Mariana que eu não acredito consiga tirar o partido do buraco onde se enterrou nas últimas eleições. Uma esquerda moderna, como a moderna direita do André Ventura, poderiam prometer aos portugueses uma vida mais auspiciosa e começar a corrigir o erro criado pelo Marocas, no 25 de Abril. Nessa altura, o povo queria escolher um partido que rompesse com o antigo sistema e todo aquele que não quisesse ser comunista só tinha uma solução, alinhar pelo Marocas. O Povo Português, entretanto, amadureceu e é altura de corrigir esse passo.

Quero a Ana Drago de volta e pronta para liderar uma nova geringonça contra o Socialismo do Costa!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Falar (mal) de política!

 


Vem de longe o hábito de dizermos mal da política e dos políticos que nos governam. Sempre haverá quem discorde das políticas seguidas, mas há alturas em que os políticos são de qualidade tão baixa que o POVO não consegue ficar calado. Aconteceu na mudanças da Monarquia para a República, situação que só foi corrigida com a subida do Salazar ao poder. Foram os anos passando e as coisas piorando até que foi preciso um 25 de Abril para pôr cobro ao descalabro.

Este novo período da nossa História, de 1974 até hoje, começou a entrar pelo cano, de novo, e alguém ou alguma coisa terá que acontecer para mudar este estado de coisas. Nos tempos da Monarquia, os nobres viviam num constante forrobodó, enquanto o Povo penava numa infinita miséria. Actualmente, vivemos o tempo do Socialismo, trazido de França pelo Dr, Mário (Bochechas) Soares, em que a classe governante nos esmifra com impostos que depois gasta e rouba da maneira mais escandalosa, deixando os pobres a morrer à míngua e os remediados enterrados em dívidas e créditos que não conseguem pagar de forma nenhuma.

Não respeitar a regra de aumentar os salários (obrigatoriamente para públicos e privados) pelo valor da inflação, de modo a manter o poder de compra é um crime que merece castigo. Deixar os bancos em roda livre, cobrando os juros que mais lhe convêm e não pagando na mesma moeda a quem lhes confia as suas economias é outro caso que atesta bem a capacidade de desgovernar o país. Um terceiro caso que merece todas as críticas é o preço da habitação. Pagar uma renda de casa maior que o salário mínimo, onde está encostada uma grande maioria dos nossos trabalhadores, é de bradar aos céus. E isso só se resolve com uma legislação apertada que não prejudique os senhorios, mas não caia também sobre os arrendatários. Uns 30% do rendimento líquido do agregado deveria ser o máximo exigível às famílias para pagar a renda e quem caísse fora desses parâmetros teria que entrar num confronto entre senhorio e inquilino para ver quem estava a proceder mal.

Esta greve dos professores é um bom exemplo de como o nosso país vai à deriva, parece a Jangada de Pedra do Saramago. Há professores "estacionados" na mesma posição e salário, há anos, e há novos professores recém-admitidos que lhes passam por cima sem que haja a menor explicação para tal incongruência. E já nem falo do meu caso particular que me reformei em 2001 e recebo, hoje, menos 200€ do que a reforma que me foi atribuída nessa altura. Quanto subiu o custo de vida nestes últimos 22 anos?

Rua com o Socialismo, venha outra política que corrija o que está mal neste país !!!

quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Zangam-se as comadres ...!

Desde o dia em que foi pré-publicado o capítulo sobre o caso das pressões de António Costa, sucederam-se reações, quase todas contra o antigo governador, desde logo do primeiro-ministro e do PS. Várias personalidades surgiram na defesa de António Costa, nomeadamente Centeno e até António Lobo Xavier, advogado e administrador não executivo do BPI, mas há também críticas, como do lado de Luís Marques Mendes, que apresentou o livro e sugeriu que o Ministério Público deveria investigar a resolução do Banif.


As opiniões do (Ganda Noia) Marques Mendes causam-me erisipela! Basta ouvi-lo e logo se me eriça a pele e se põem os cabelos em pé. Lembro-me dele ser o rapaz do Cavaco (moço de recados para qualquer serviço) e que, à conta disso, ganhou o direito à subvenção vitalícia, antes dos 50 anos e se retirou da política, juntando-se à corja de ladrões (entende-se, advogados) da sua firma de advocacia.
A História dos bancos portugueses, BES, Banif, BPP; BPN - desculpem se esqueci algum - está ligada ao Socialismo, como unha com a carne. Milhares de milhões a voar, ninguém sabe para onde, o contribuinte a pagar a factura de tantos desmandos e culpados ... nem vê-los!
O Ganda Noia talvez esteja ressabiado por não ter deitado a boca a qualquer dos processos que ainda correm nos tribunais. Os casos do BPN e BES, pelo menos esses dois, deram muito dinheirinho a ganhar aos advogados mais caros da nação. Todos aprenderam a lição com o processo da Casa Pia e daí em diante foi um fartar vilanagem!
Na altura falou-se que o cargo de Governador do Banco de Portugal deveria ser de mandato único e nunca ser preciso discutir a sua substituição, como aconteceu neste caso. O Costa já tinha prometido o lugar ao Centeno e se a lei lhe permite isso, o outro Costa não tem razão de vir agora «botar a boca no trombone», fez a comissão dele e só lhe restaria dizer, "obrigado e atá à próxima". Conclusão, não soube agradecer a quem lhe deu a mão e fica para a posteridade marcado como "pobre e mal agradecido".
Não posso esquecer a história de outro socialista que, com a ajuda e influência de Mário Soares, se enfiou no Banco de Portugal e lá permaneceu durante 10 anos, com grandes culpas em muitos casos de corrupção e desmando que foram acontecendo. Ele teria uma pensão de reforma bem alta, mas ainda arranjou maneira de ingressar no BCE, de modo a triplicar o valor dessa pensão a que terá direito, até ao dia em que o Criador o chame à sua presença para prestar contas pelo que fez e pelo que deixou de fazer. Grande economista Vitor Constâncio, quem mais poderia ser?
Arrota pelintra!!!