Putin - um escroque do pior que há! Se não o travarem a tempo, ainda bate o de Estaline que carrega (ou carregou enquanto foi vivo) na consciência muitos milhões de mortos.
Segundo as notícias de hoje, ele viajou para a China para reunir com a maior cambada de comunistas do mundo. Se eu fosse amigo do presidente ucraniano aconselhá-lo-ia a preparar uma emboscada para o apanhar, na hora do regresso a casa.
Com tantos espiões que há por aqueles lados, não será difícil encontrar alguém que a troco de uma boa reforma (em qualquer país mais civilizado) urdisse um plano para fazer explodir o avião em que ele viaja. E como tem um mandato de captura internacional, talvez ainda fosse condecorado por esse feito. Um míssil teleguiado disparado em qualquer recanto abandonado da estepe russa, ou então uma boa dose de cianeto servida com um copo da melhor vodka que ele costume beber.
Era um grande favor que fazia ao mundo e talvez assim a Ucrânia pudesse viver em paz e começar a reconstruir o país que está mergulhado em ruínas por todo lado. Lembram-se da batalha de Mariupol? Não sobrou lá ninguém vivo nem qualquer edifício em pé! No princípio da guerra, eles limitavam-se a destruir aldeias, mas mais recentemente concentram os seus esforços em destruir Kiev e Karkiv que são só as duas maiores cidades da Ucrânia.
E se os ucranianos esperam a ajuda dos EUA para acabar com a guerra, bem podem esperar sentados para não cansar as pernas. Nem o Putin nem Trump querem acabar com a guerra, pois a sua continuação garante vendas multimilionários para um e outro lado. Fala-se em muitos milhares de milhões que a UE tem que investir em defesa para tirar a Putin as ideias de invadir outros países, como a Letónia, Lituânia ou Estónia e, se calhar, a Finlândia, países que durante muitos anos viveram na dependência da Grande Rússia.
Claro que o esforço de defesa que a UE terá que fazer será com base em armamento americano e o Mr. Trump conta com isso para fazer a América great again (MAGA)! E mesmo que a Europa decida investir forte e feio na indústria de armamento, estará sempre dependente de componentes que só os EUA podem fornecer.
Toda a gente sabe que seria melhor viver em paz e aplicar todos esses recursos para melhorar a vida dos cidadãos, na Saúde, na Educação, na qualidade de vida. Mas nem a Rússia, nem os Estados Unidos conseguiriam equilibrar os seus orçamentos sem a indústria de defesa, ou seja, a produção de armas e munições que vendem a todo bicho-careta, nos quatro cantos do planeta.
Depois da II Grande Guerra, foram as guerras da descolonização, tanto na África como na América Latina que mantiveram esse comércio e, quando esse desapareceu foi necessário fomentar outros focos de descontentamento, como acontece no mundo árabe. Empurrá-los para a guerra e vender-lhe armas. E o nosso amigo (?) Putin quis contribuir para isso, obrigando toda a Europa a armar-se até aos dentes.
Quando o avião que o levará de regresso a Moscovo, ao sobrevoar a Geórgia ou o Cazaquistão, que bem empregue seria um míssil teleguiado ou um drone daqueles baratinhos que os ucranianos são forte a desenvolver! Xau, Putin, ver-nos-emos de novo no outro mundo!
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