sexta-feira, 9 de abril de 2021
J&J no PS!
quinta-feira, 8 de abril de 2021
Xuxas do camano!
Ouvi, ontem à noite, esta declaração num dos noticiários da nossa TV. O primeiro pensamento que me ocorreu foi: - Senhora? Casa? Será que ele foi até à Figueira para um encontro amoroso e a temperatura subiu demais para os seus 66 anos?
quarta-feira, 7 de abril de 2021
Futebol de campeões!
Porto-Chelsea está no intervalo com um resultado de 1 a 0 desfavorável para os dragões. Os rapazes do Sérgio tem dado o corpo ao manifesto, mas nem sempre muito inspirados. Com uma série de bolas muito disputadas na grande área dos ingleses, até já poderiam ter marcado, mas por azar deles e sorte dos outros isso não aconteceu. Com a sorte do seu lado, os ingleses fizeram um golo na primeira vez que chegaram com a bola junto da baliza do Porto. Futebol é assim mesmo, não há que admirar.
Agora, foram todos para o descanso, beber uma aguinha e ouvir os conselhos do treinador para saber como enfrentar a segunda parte. Parece que estou a ouvir o Sérgio a injectar coragem na cabeça dos seus jogadores para eles correrem mais ainda do que já correram na primeira parte. Não se pode dizer que eles não se esforçaram, o que me parece é que é tudo precipitado, tipo vai ou racha, enquanto que os ingleses têm jogado com mais calma e acertado mais no passe. Acabaram até por ter mais 2 ou 3% de posse de bola.
Vou, também eu, fazer o meu intervalo e já aqui volto, logo que o jogo tenha acabado e eu saiba o resultado. Adivinho que o treinador do FCP vai meter o filho em campo, quer o Porto esteja a ganhar ou a perder. Ele não pode perder a hipótese de empurrar o filho para o sucesso e estes jogos da UEFA são o melhor palco para isso.
Não há muito a dizer sobre a segunda parte do jogo. Os jogadores do Porto continuaram a correr mais que os ingleses e os ingleses a acertar melhor os passes que os do Porto. As substituições não acrescentaram nada ao jogo, nem para um lado nem para o outro e foi um minuto depois de o Porto ter substituido 3 jogadores de uma vez que o Chelsea meteu o segundo golo e ter dado um passo de gigante para se apurar para as meias finais.
Uma coisa que não posso deixar de referir é que o Porto se esqueceu que estava a jogar numa prova internacional e o velho hábito de estar sempre a reclamar com o árbitro, por tudo e por nada, não lhe adiantou muito, pois ele não foi na conversa como acontece aqui no nosso futebol caseiro. Se fosse aqui tinham ganho 2 ou 3 penalties a seu favor, mas ali ficaram a vê-los por um canudo. A influência do Pintinho não chega tão longe e, se calhar, o árbitro tinha estudado as equipas e já lhes conhecia as manhas.
Na próxima terça-feira terão que voltar lá para tirar as teimas e pode ser que seja a vez do Porto marcar dois golos e levar o jogo para prolongamento. Se o não conseguir estará fora e pode concentrar-se na luta pelo segundo lugar do campeonato que o Benfica e o Braga ainda lhe vão tentar roubar. E campeões haverá mais para o ano!
P.S. - E, tal como eu previra, o Chiquinho entrou, jogou 10 minutos, mas não deu mais que 3 ou 4 toques na bola. O Messi ainda é o outro baixinho que joga no Barcelona.
terça-feira, 6 de abril de 2021
Hoje, desconfinei!
Já estava farto de ficar em casa!
Como estava um dia bonito, de sol radioso, peguei no carro e fui por aí fora, sem destino concreto. Ás tantas passei por um daqueles negócios de Jet Wash para lavagem de automóveis, parei e gastei vinte minutos a remover os resíduos das poeiras africanas que nos caíram em cima, na semana passada.
Depois, retomei a estrada e só parei num restaurante para aconchegar o estômago com um almoço de tempêro diferente do que tenho engolido nos últimos meses. É que isto de estar confinado também nos deixa sujeitos aos petiscos da mesma cozinheira, durante meses e meses.
Após o café da praxe, voltei a agarrar-me ao volante e passei pelo negócio do meu filho que fica a uns 30 Kms da minha casa e que preencheu o meu dia por completo. Era o meio da tarde e já vinha a caminho de casa. Trá-lá-lá, não há vida como esta!
segunda-feira, 5 de abril de 2021
Melhorou uma coisinha de nada!
Fui até Malaca!
Hoje, acordei a pensar nos holandeses. Raramente, durmo mais que 5 horas, de modo que acordo muito antes de serem horas de sair da cama. E nesse tempo morto, em que ainda não é dia, mas também já não é noite, muitos pensamentos atravessam a minha mente, como uma revoada de pássaros à procura de comida.
Durante 32 anos, trabalhei numa empresa que era detida, maioritariamente, pelo Estado Holandês. Tenho um irmão que se "mandou" para a Holanda, depois do seu regresso de uma pequena estadia em Angola, país onde se casou e criou descendência. Por essa razão nunca me vou livrar dos holandeses, pois tenho-os na família.
O período histórico, em que Portugal se viu governado pelos espanhóis (1580 a 1640) foi aproveitado pelos holandeses para nos roubar Angola e Malaca. Quando D. João VI tomou conta do poder e correu com os espanhóis, tivemos que ir a correr até Angola para reaver o que era nosso (?). Em Malaca, as coisas não correram tão bem, aquilo ficava muito longe, mesmo a partir da Índia (Goa) que era quem controlava todas as nossas possessões do Oriente e acabamos por perder aquilo para os holandeses que, anos depois, a trocaram por outras terras, em Jacarta, com os ingleses.
Como poderia Portugal, país tão pequenino, tomar conta de tantos territórios conquistados pelo mundo? O último bocado foi com a Guerra Colonial, mas, ao longo dos séculos, muitas outras parcelas foram desaparecendo, em todos os continentes, Malaca foi apenas mais uma delas.
E cá estou eu, agora completamente acordado, a relatar-vos este pedaço de História de Portugal que, na cabeça da maioria, já está mais que esquecido, tanto como está o Camões que se fartou de escrever sobre esses feitos lusitanos.domingo, 4 de abril de 2021
Abrir a porta ao «Compasso»!
É no Minho que o Compasso (visita pascal) tem maior significado, é quase como uma representação folclórica tradicional. O povinho passa um ano inteiro à espera que chegue aquele momento e depois gasta mais um ano a contar como foi e a planear o próximo.
sábado, 3 de abril de 2021
Amanhã, é domingo de Páscoa!
Com a pandemia o compasso foi proibido, o que provocou uma grande tristeza nas terras mais pequenas. Nas grandes já não se fazia, de modo que não perderam nada.
O pão-de-ló continua, desde que haja dinheiro para comprá-lo e não haja um problema de colesterol elevado que o torne desaconselhável. E acompanhado de um copinho de Vinho do Porto ... é uma maravilha!
As amêndoas já perderam a sua piada. Nos meus tempos de rapaz era uma alegria ter um saquinho de amêndoas para chupar ou oferecer à namorada. Hoje em dia, os rapazes não ligam a ponta de um corno às amêndoas, desde que tenham um bom telemóvel, eles não querem mais nada, nem namorada nem porra nenhuma.
Bem, não adianta queixar-me, para rapaz já não volto e os rapazes de hoje lá terão alguma coisa de que gostem (além do telemóvel). Mas, amanhã, vou comer uma valente fatia de pão-de-ló, ai isso é que vou e que se lixe o "castrol" (como dizem os poveiros com ar de gozo)! E o copo de vinho fino também não perdoo, está claro!
Páscoa Feliz para quem passar por aqui !!!
A coisa está preta!
sexta-feira, 2 de abril de 2021
Olá e ... adeus!
O Benfica B veio, hoje, jogar à Póvoa e levou no pêlo. Embora eu seja da opinião que o penalty marcado contra o Benfica, e que deu a vitória ao Varzim, não foi penalty coisa nenhuma, mas isso não interessa nada, o Varzim precisa de pontos e bem jeito lhe fazem os 3 ganhos hoje.
Alinharam alguns jogadores que já vi jogar na primeira equipa do Benfica, como o Gonçalo, o João Ferreira, o Svillar e o David Tavares e outros que estão à espera de uma oportunidade, como o Morato, mas com o JJ não há chance para ninguém. Ontem, até apareceu uma lista de dez dos actuais titulares que ele quer mandar à vida (e contratar outros novos, está mais que visto). Com ele não há dinheiro que chegue, é chapa ganha e chapa batida.
Bem, isto foi só para dizer alguma coisa, á laia de "boa noite e até amanhã", antes de desligar a geringonça que me faz companhia. Sem ela e confinado não sei o que seria de mim!
Bom fim de semana e Boa Páscoa!!!
Olha que três!
Ontem, foi o «Dia das Mentiras» e optei por não publicar coisa alguma, pois poderia ser levado à conta de uma patranha. Hoje, já posso publicar o que quiser, pois ninguém duvidará da minha palavra. Ao escolher o assunto para esta publicação que eu queria que falasse de Moçambique, devido ao imbróglio que lá se vive, desde quarta-feira da semana passada, lembrei-me desta foto, dos dois amigos que posam comigo e das razões que nos juntaram, ou dito de outra forma, evitaram que nos tivéssemos separado para sempre.
O Valter (já falecido), o Licínio e eu tínhamos feito parte da CF2 que fez comissão, em Moçambique, entre Outubro de 1962 e Março de 1965. Regressámos à Escola de Fuzileiros para frequentar o Curso de 1º Grau e podermos ser promovidos a Marinheiros. Acabado este, tornava-se obrigatório pensar no futuro, pois faltavam ainda 6 meses para terminar o nosso período de serviço obrigatório e era pouco provável que nos deixassem sair da Marinha, antes de esse ter terminado.
O Valter foi o elo de ligação e o motivador de tudo. Ele tinha deixado, em Lourenço Marques, um namoro mal resolvido e queria a todo o custo regressar. Isso levou a que ele desse o seu número como voluntário para a formação da CF8 que estava em curso. E como não queria ir sozinho, vá de abordar os antigos camaradas da CF2 e convencê-los a alinhar com ele. E não fomos só os três que nos juntámos, em conjunto devem ter sido cerca de vinte que foram até á secretaria da Escola de Fuzileiros e lá deixaram o nome, esperando seguir para Moçambique e evitar serem mandados para a Guiné, onde a guerra era muito mais difícil e arriscada e para onde foi, alguns meses mais tarde, enviada a CF9.
Já tínhamos passado 30 meses juntos, uma parte no sul e outra parte no norte de Moçambique, e para lá seguimos de novo para passar outros 30 meses, ou quase, para desfrutarmos da companhia uns dos outros e gozarmos a nossa juventude tanto quanto possível. Enquanto que na primeira comissão não havia ainda guerra declarada, em Moçambique, na segunda a coisa fiou mais fino. A Marinha tinha reforçado os seus efectivos na zona de guerra e fomos também obrigados a comer o pão que o diabo amassou, nas matas do Niassa, durante o segundo ano de comissão.
No fim desta, é que não houve modo de ficarmos juntos. O Valter continuava embeiçado com a tal namorada e meteu-se-lhe na cabeça que tinha que casar com ela. O Licínio, por seu lado, não via qualquer futuro na vida civil, em Portugal, mas tinha decidido abandonar a Marinha e portanto decidiu ficar, em Moçambique, como civil, acompanhando o Valter nessa nova aventura. Eu não quis lá ficar (e ainda hoje não me arrependo disso) e voltei para a Metrópole sem eles.
Cada um de nós os três teve a sua vida de maiores ou menores sucessos. Eu passei pela emigração, durante um curto período, até encontrar um emprego estável que me levou até à reforma. Eles regressaram a Portugal, depois de Moçambique se tornar independente e continuaram a sua história. O Licínio já casado e pai de filhos, enquanto que o Valter já divorciado da tal namoradinha com quem acabou por casar, mas cujo casamento não deu certo. Entretanto, o Valter, já encerrou o capítulo da sua passagem por este planeta e e já fez as contas com o Criador, há cerca de 2 anos. Nós, os restantes do grupinho de três, por cá continuamos a dar luta, a doenças de vária ordem, além da Covid-19, para nos mantermos de pé por mais alguns anos.
quarta-feira, 31 de março de 2021
Crise séria em Cabo Delgado!
Ainda não foi desta!
terça-feira, 30 de março de 2021
R.I.R.!
Em face daquilo que, nos últimos dias, se tem passado no norte de Moçambique, eu tenho uma teoria que pode não andar muito longe da realidade. Não podemos esquecer dois pormenores importantes. O primeiro é que, desde que morreu Dhlakama, a Renamo perdeu importância, mas não desapareceu. O segundo é que além da Renamo há muito boa gente que não se sente representada pela Frelimo de Nyusi e os seus cães de fila. Ou seja, há em Moçambique um terceiro poder, mais social que político, que acha chegada a hora de se afirmar no terreno.
Por outro lado e não menos importante, aquele cantinho de Moçambique sempre foi dominado pelos árabes, muito antes de Portugal ter imposto a sua presença como colonizador. O tráfico de escravos e de marfim foi o motivo da vinda e permanência dos árabes no norte de Moçambique, assim como no litoral da Tanzânia, e a sua influência, através da religião, mantêm-se até hoje. As muitas missões católicas fizeram o seu trabalho, mas a grande maioria da população das províncias do Niassa e Cabo Delgado continua a seguir o Islão.
Aproveitando todos estes elementos para pôr num dos pratos da balança, tendo no outro apenas a miséria ea fome do povo moçambicano, é fácil perceber para que lado se inclina o fiel dessa balança. A maneira de cativar a juventude para a sua causa é tão só prometer-lhes que os vão livrar da Frelimo e dos corruptos bem instalados na capital que nunca moveram um dedo para o desenvolvimento de Moçambique. A Frelimo e os seus caciques têm tudo e o povo, especialmente o do norte, não tem nada. Nem emprego para ganhar a vida, nem casa para morar, nem escolas ou hospitais dignos desse nome.
E depois não falta no mundo quem esteja de olho nos lucros da exploração do petróleo e gás que está quase a jorrar e transformar-se em dólares. Isto quer dizer que estão reunidas todas as condições para unir os descontentes e formar um novo país, usando uma fatia de Moçambique e outra, mais pequena, da Tanzânia, com a desculpa que é tudo por Alá e pelo sagrado Islão. A este novo país, cuja capital foi já declarada, ontem, Palma, dei eu o nome de R.I.R., como podem ver no mapa acima. São as iniciais de República Islâmica do Rovuma que terá uma fatia na margem norte e outra na margem sul deste rio, nos últimos 100 quilómetros, antes de desaguar no Índico.
Para quem quer apenas colher os lucros do petróleo, gás e pedras preciosas, aquele pedaço de terreno chega e sobra, ambicionar mais só lhes traria problemas. A nível turístico, aquele pedaço de costa marítima é o melhor que Moçambique tem e quando houver dinheiro para investir em infraestruturas, poderá nascer ali uma nova Flórida.
Sou eu que o digo e penso não andar muito longe da verdade. Fiquem atentos!
O futuro à vista!
segunda-feira, 29 de março de 2021
Um problema com 400 M de comprido!
Ever Given, o monstruoso porta-contentores entalado no Suez já flutua! Dizem os especialistas que por volta das 10.30 horas (de Lisboa), com um pouquinho de sorte, começará a movimentar-se e poderemos passar o problema para trás das costas.
Pode parecer que não, à primeira vista, mas é um problema de todos nós. A primeira contrariedade será o aumento do preço dos combustíveis, mas há mais, muito mais. Aqueles 20.000 contentores que estão a bordo carregam muitas toneladas de componentes automóveis fabricados no Oriente e que se destinam às linhas de montagem, na Europa.
O Canal do Suez - que liga o Mar Vermelho ao Mar Mediterrâneo - foi uma enorme conquista para o mundo ao encurtar a viagem para o Médio e Extremo Oriente em cerca de 10 dias. Tudo aquilo que é fabricado nas costas marítimas do continente asiático, na China, Índia, Indonésia, Japão, etc., só para falar nos maiores, é exportado para a Europa via Suez. Entende-se, por conseguinte, a importância do canal e a preocupação de todos por vê-lo entupido, nos últimos dias.
Felizmente, segundo as últimas notícias, ele já flutua e precisa apenas de um pouquinho de sorte (e um valente empurrão dos rebocadores) para começar a navegar e seguir o seu destino. Como aquilo, por lá, entre as areias dos desertos da Líbia e da Arábia, é tudo muçulmano, só me resta desejar que Alá lhes dê uma mãozinha!
domingo, 28 de março de 2021
sábado, 27 de março de 2021
Eles mereciam empatar, mas...!
... quando a bola entra é golo!
Não foi muito bonito de se ver, mas o Ronaldo não esteve com meias medidas. Ai, não é golo? Pois recuso-me a continuar em campo e vão lá roubar outro! E braçadeira no chão e lá vai ele a caminho do balneário.
Acredito que até o árbitro, quando vir as imagens tantas vezes já repetidas na televisão, vai ficar admirado com o seu erro. O pobre (?!?) rapaz tanto precisava daquele golo para perseguir o tal recorde que ainda lhe falta e vai o árbitro e toma, não é golo!
Não quero gastar muito do meu latim a falar no jogo, pois sei que todos viram o mesmo que eu. Portugal jogou bem na primeira parte e teve um avançado inspirado que foi lá duas vezes, à cabeçada, e marcou dois golos. Depois foram para o intervalo e ao regressarem ao relvado vinham fraquinhos, qual Sansão com os cabelos cortados, e não deram uma para a caixa.
Pelo contrário, os sérvios esfarraparam-se todos, meteram dois golos e mereciam o empate (como digo no título) que o árbitro fez questão de lhes oferecer. Pode ser que ele não tenha visto a bola dentro da baliza, mas quero acreditar noutra coisa, ele achou que a Sérvia não merecia sair de campo derrotada e ofereceu-lhes o empate. Assim a modos que uma justiça divina que tudo vê e tudo regula. E mais nada!
A americana e a portuguesa!
Podiam começar por copiar receitas de culinária, tipo «Bacalhau à Brás» ou «Cozido à Portuguesa», já que na terra do Tio Sam só sabem comer Beef que é como quem diz, carne de vaca, de preferência já moída, mastigada e cheia de temperos de toda a espécie que criam gordinhos por todo o lado. Há tanta coisa boa que podiam copiar e ninguém os censuraria por isso, mas o comércio de têxteis e utilidades para o lar desafiam mais depressa a loucura das compras das donas de casa.
A arte de ganhar dinheiro é mais usada por quem não gosta de vergar a mola e trabalhar no duro. Hoje, foi notícia a exploração do homem pelo homem, na China, o maior país do mundo que prega a doutrina comunista, a da igualdade. Empresas de pronto-a-vestir, como a Zara ou Hennes & Mauritz, usam esse mercado de trabalho escravo para marcar as suas roupas com 100% de lucro sobre o preço de custo. Tanto um como outro foram clientes da Maconde, durante o tempo que lá trabalhei, e conheço o seu "modus operandi", esmagar ao máximo o preço de compra e aumentar o preço de venda ao mázimo que o mercado aguente. Não é por milagre que o Señor Ortega, dono da Inditex, é um dos homens mais ricos de Espanha.


























