Fui eu que escolhi o País de Gales para nosso adversário, mas já estou com dúvidas que tomei a melhor decisão. Claro que escolhi os galeses por me parecerem os mais fraquinhos, mas depois de os ver eliminar a Bélgica com tanta facilidade já tenho as pernas a tremer. E se eles nos dão a mesma receita que deram aos belgas? Quero dizer, os 3 a 1 que marcava o placard no fim do jogo. Que Deus nos acuda!
Eu sei que nós temos argumentos para ganhar ao Bale e aos rapazes crescidinhos que o acompanham, mas o que eu não sei é se os nossos jogadores estarão dispostos a mostrá-los, quando chegar o momento. Vou ter que rezar muito para que isso aconteça e também para que o Engenheiro não me troque as voltas. É que, por vezes, eu escolho uma equipa e ele põe outra a jogar. Mas como é ele que recebe o ordenado para fazer o trabalho, tenho que me vergar às suas escolhas.
Nos jogos que faltam, o Alemanha-Itália não me deixa grandes escolhas, entre um e outro venha o diabo e escolha. Limito-me a ficar com aquele que sobrar e que seja o que Deus quiser. Se nos couber a nós enfrentá-lo, soltamos-lhes os cães às canelas e talvez a sorte nos sorria. Quanto ao França-Islândia, o caso é muito mais sério. A França é o organizador do Campeonato e não vai querer ficar de fora por nada deste mundo. Por seu lado, a Islândia é um estreante cheio de ambição que já cometeu algumas tropelias para chegar onde chegou. Foi o nosso primeiro adversário, neste Euro 2016, e pode acontecer que seja o nosso opositor na final, tal como aconteceu com a Grécia no Euro 2004. Só espero, se isso acontecer, que não se repita o desfecho do jogo Portugal-Grécia. Isso seria mau demais!
Força Portugal!!!















