quarta-feira, 18 de outubro de 2017

A beleza, o tamanho e outras coisas!

Afinal o tamanho importa ou não importa?
Tem vantagem em ser grande?
E se for pequeno?
Há ladrões que levam uma criança com eles para entrar em espaços onde eles não cabem. Aí há vantagem em ser pequeno.
Quando vemos um gajo muito alto, costumamos dizer:
- Aquele era bom para ir comigo aos figos!
O Casillas, ontem à noite, em Leipzig, ficou no banco, porque mede uns quantos centímetros a menos que o Sá. Um dia destes ainda vamos ver a Sara (esposa do dito Casillas) pedir o divórcio, alegando que ele não tem tamanho que chegue.
Ainda ontem vos falei na beleza e como ela é importante para promover qualquer coisa, uma cara bonita ajuda sempre. Lembrei-me disso logo que li a notícia da demissão da ministra Constância. Adivinham porquê?
Eu volto já a este assunto, mas deixem-me antes falar de outro caso que prova que planear bem é meio caminho andado para o sucesso. A Joana Vasconcelos é uma artista plástica. Não é que eu aprecie as suas obras por aí além, mas dizem que ela é uma artista e pronto. Aquilo que ela fez com o cacilheiro da Douro Azul para ir mostrar, em Veneza, os azulejos e têxteis portugueses deu uma enorme barraca.
Cá para mim, aquilo foi mal planeado, mostrar uma colecção de azulejos colados na estrutura de um barco não me parece uma grande ideia. Além disso a Joana é conhecida pelo tamanho das suas obras e não da sua beleza. Lembram-se do terço de Fátima? E do galo de Barcelos? E da exposição no Palácio de Versalhes? Tudo grande para entrar pelos olhos dentro.
Agora, o Mário Ferreira não sabe o que fazer ao cacilheiro dos azulejos que pertence à Douro Azul e já lhe deu um prejuízo de um milhão de euros.


Coisas mal planeadas, apostas erradas, falta de olho para adivinhar as consequências dos actos de cada um. E aqui retomo a conversa sobre a demissão da ministra Constância que é o assunto do dia. A cara dela põe uma pessoa doente. Basta vê-la para adivinhar que algo vai correr mal. E o Costa não pensou nisso quando a escolheu para fazer parte do governo?
Bem, para dizer a verdade não seria a beleza da ministra que poderia resolver o problema dos incêndios do nosso país. Nem os de Junho nem os de Outubro. Nem poupar as vidas dos pobres desgraçados que morreram nas chamas. O ordenamento da floresta é coisa muito complexa e não se resolve assim sem mais nem menos. O que o pessoal procura é mais um subsidiozito para plantar ainda mais eucaliptos e depois ir vendê-los às celuloses.
O problema é muito sério e muito difícil de resolver num país como o nosso, onde não há dinheiro, todos fogem para a beira-mar e usam o interior para aquilo que lhes convém. Os mais apressados até já falam em alterar o OE para 2018 de modo a reservas verbas para tratar da floresta , da proteção civil e dos bombeiros. Sempre o dinheiro, é só nisso que pensam.
Incendeiem tudo que sai mais barato! Mas primeiro tirem de lá as pessoas!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Hoje, foi o Porto ...!

... amanhã será o Benfica e o Sporting. Estou convencido que todos vão perder nesta eliminatória. Quanto ao Porto não há dúvidas, o jogo já acabou e os alemães da Red Bull ganharam por 3 a 2.
O Sporting está com algumas esperanças, porque o seu adversário perdeu, no passado fim de semana, na jornada para o campeonato italiano, mas eu não creio que a abordagem ao jogo seja a mesma. Aqui há milhões em jogo e eles vão dar tudo por tudo para ficar com eles.
Do lado do Benfica, veio o Zé Mourinho com palavras muito bonitas e dar moral aos adeptos, mas olhando para o jogo que o Glorioso fez contra o Olhanense, vai levar poucas, vai! Há sempre uma esperançazinha, lá muito no fundo, que nunca nos abandona, mas as possibilidades são muito reduzidas. Vamos esperar até amanhã e logo se vê.

Só coisas boas!

Comecei o dia com uma poesia brincalhona para animar o Eduardo e fazê-lo aparecer mais que a gente sente falta dele quando fica escondido perto do rio Trancão. Agora continuamos com a prosa do costume que é onde me sinto mais à-vontade.


No próximo fim de semana vai haver vinho no Campo Pequeno. Quem puder deve lá ir, pois os vinhos portugueses não ficam atrás dos franceses e italianos e temos que ajudar a promovê-los. Com uma nota de 10€ já será possível trazer para casa duas garrafinhas e não há melhor promoção do que tocar o negócio para a frente ajudando na venda do produto. Se estivesse mais perto, eu ia com certeza, não o podendo fazer aconselho-vos a substituir-me.


O chefe da Altice esteve em Portugal e prometeu mundos e fundos para os próximos três anos. Eu quero acreditar que tudo aquilo que ele prometeu se vai realizar, desde novos postos de trabalho a novas tecnologias e sem esquecer uma grande aposta nos jovens licenciados e uma ligação estreita com as universidades. Ajudar nas exportações portuguesas e promover a marca Made in Portugal é outra das promessas a que dou mais valor. Queixam-se de que ele está a despedir pessoal da velha PT e ele afirma que já criou 2.000 postos de trabalho. Se calhar está a livrar-se dos antigos afilhados da política (que não são propriamente trabalhadores) e se assim for não o censuro. E a promessa de criar mais 4.000 faz brilhar os olhos de qualquer um. Veremos se tudo se concretiza.


Qualquer notícia atinge mais facilmente o alvo se transmitida por uma cara linda. Suponho que foi essa a ideia do jornal que publicitou o forum que está a decorrer no Estoril para a promoção da igualdade de género. As mulheres ao poder, arengam elas que se dizem fartas do machismo.
Eu sempre tomei a sigla GPL por «Gás de Petróleo Liquefeito» que foi o combustível que usei durante muitos anos, mas agora o significado é outro. Gender Parity Label é o que significa e vai fazer as mulheres iguais aos homens, mas sem tomates nem pelos no peito.
Bota p'ra lá Maria!

A amostra já caiu!

Dois relâmpagos e dois trovões
E aquela chuva abençoada
Há tanto tempo esperada
Caiu do céu aos trambolhões!

Se caísse mais não era mau
Seria uma alegria sem fim
E eu não falo só por mim
Tocava o bombo e o berimbau!

Chão molhado sol a brilhar
Foi chuva de pouca dura
Aqui e na Estremadura
O remédio é aguentar!

A mata continua a arder
Não choveu o suficiente
Quem paga é o ambiente
E os bombeiros a sofrer!

domingo, 15 de outubro de 2017

Abrir o livro da memória!

Em homenagem a - Ludgero dos Santos Silva
Anteontem, faleceu o um fuzileiro com quem me cruzei na Escola de Fuzileiros, no longínquo ano de 1962. Eu acabadinho de chegar, com o cabelo rapado à máquina zero e metido numa farda de alumínio em que cabiam dois como eu. Ele acabadinho de ser promovido a sargento, depois de ter ingressado no quadro de fuzileiros, após ter frequentado o curso dos Royal Marines, em Inglaterra. Eu a aprender a marcar passo, às ordens do sargento Bicho. Ele a dar instrução ao 2º Curso de Fuzileiros Especiais que uns meses depois partiriam com ele para a Guiné, no DFE2.
Nós, os recrutas, olhávamos para os "especiais" com olhos de admiração. Eles eram uma espécie de heróis que andavam a treinar-se, afincadamente, para seguir para África defender a nossa pátria dos terroristas que na primavera de 1961 tinham feito, em Angola, aquelas barbaridades que todos sabemos. Nessa altura ainda não percebíamos muito bem o que tudo isso queria dizer, mas olhávamos para eles como se fossem, realmente, "especiais".
Ao receber a notícia do seu falecimento, amplamente publicitada no Facebook, vi abrir-se o livro das minhas memórias e essas cenas, velhinhas de 55 anos, passarem à frente dos meus olhos como se de um filme se tratasse. O Ludgero, conhecido pela alcunha de Piçarra por imitar o cantor Luís Piçarra, teria cerca de 10 anos a mais que eu e já estava na Guiné, há um mês, quando eu jurei bandeira.
Ele fez uma longa carreira na Marinha e como um bom fuzileiro ficou a viver no Barreiro depois de reformado. Da capela mortuária da Quinta da Lomba seguiu para o cemitério, viagem em que não o pude acompanhar por morar tão longe, mas tenho a certeza que a nossa grande família "fuzileira" o não abandonou nessa última viagem.
Até sempre, fuzileiro Piçarra!

Uma por dia!


Ontem, escrevi várias coisas e mais uma vez ficou provado que a maioria dos leitores só deixam um comentário na última que leram. Fico sem saber se leram todas, mas quero crer que sim, caso contrário estaria a escrever para o boneco.
Hoje, andei todo o dia fora de casa e não tive tempo para o computas. Cheguei agora e pensei que os meus leitores habituais iam ficar desiludidos se entrassem aqui e não encontrassem nada de novo. Vai daí decidi procurar uma imagem que me ajudasse a ultrapassar essa dificuldade e encontrei esta.
De que estaria a falar quem escreveu esta frase?
Soltem a vossa imaginação e digam coisas.

sábado, 14 de outubro de 2017

Ora porra!


Se calhar teria seria melhor eu ter ficado em Vanuatu a divertir-me com aquela malta, em vez de ir para Faro ver o jogo do Benfica que foi mais um desastre a juntar aos últimos que foram a mesma coisa. A técnica usada foi outra vez a do «avanço lateral» que parece ter-se tornado a preferida do Rui Vitória. O segredo reside em avançar em direcção às linhas laterais, em vez de o fazer em direcção à baliza. Funciona bem, os adversários não incomodam muito, mas tem um inconveniente, não dá golos.
Os comentadores da nossa televisão já não sabem que volta dar à conversa. Pegam-lhe por um lado, pegam-lhe pelo outro, mas nunca chegam a lado nenhum, o Benfica não rende e pronto. Será culpa do treinador ou dos jogadores? Já há quem opte por dizer que a culpa é do Vieira, porque devia ter investido no plantel em vez de reduzir a dívida. Eu não vou por esse caminho, o segredo está em espicaçar os jogadores e obrigá-los a correr para justificar o ordenado que o Benfica lhes paga.
Estou já a prever que vai ser um autêntico desastre, na próxima quarta-feira, contra a equipa do Mourinho. E a mim, como benfiquista ferrenho custa-me a engolir essa vergonha.
Acho melhor não começar já a pensar nisso, senão estraga-me o domingo!

Em busca do paraíso!


Li, hoje, em qualquer lado que Vanuatu é a terra da felicidade. Dizem que qualquer um (que tenha dinheiro, claro) pode comprar a cidadania neste país e ficar a rir-se para o resto da vida. Vou perguntar ao Valdemar se sabe mais pormenores deste negócio, pois a felicidade não tem preço. Como ele vive há bastante tempo naquela zona, pode ser que conheça e me abra a porta.


Andei pelo Google a dar uma vista de olhos às fotografias e não vi nada que me entusiasmasse muito. Muita areia, muitas praias desertas, muita natureza e ar puro. Talvez as morenas (seminuas) me ajudassem a matar o tempo. É só uma ideia que me passou pela cabeça enquanto espero que o jogo do Benfica comece!

Eu também podia ser «Sousa»!


Acho que já aqui mencionei isso, mas depois de ter lido, no Facebook, um desabafo do Valdemar (filho da escola que mora lá nas antípodas), resolvi voltar ao assunto.
Sousa foi o apelido dos meus antepassados do lado materno, durante dois séculos. Um dos meus avós, de nome Jerónimo, fazia parte dessa lista e deixou fortes referências na terra onde nasci. De tal forma que a minha mãe e avó ainda eram identificadas como fazendo parte da família desse personagem. A Maria e a Rita são do Jerónimo, ouvi eu muitas vezes dizer, quando era miúdo.
Esse facto fez-me deduzir que o tal Jerónimo que eu não sabia muito bem quem fosse, usava o apelido de Sousa, tal como a Rita e a Maria, minha mãe e avó, respectivamente. 
Pois, estava bem enganado! Depois de me meter a estudar a árvore genealógica da família, a fundo, descobri quem foi este meu antepassado, cujo apelido era, na realidade, Ferreira.
Permitam que me desvie um pouco da história da Jerónimo para vos falar da origem do apelido Ferreira. Nos velhos tempos só os homens usavam apelido, as mulheres tinham apenas nome próprio e só um, não dois como agora. Não sei como funcionava nos outros países, mas em Portugal eram os párocos das freguesias que criavam os nomes das pessoas, seguindo velhos costumes, atendendo à vontade dos pais, ou inventando algo que lhe parecesse ajustado. A maioria das mulheres chamavam-se Maria ou Anna e isso criava uma grande dificuldade ao registar as crianças, pois repetia-se muitas vezes o nome do pai e metade das vezes a mãe era Maria, o que deixava poucas alternativas ao abade que já não tinha por onde escolher para evitar a confusão.
Um dia o ferreiro da aldeia apresentou-se para baptizar o filho e o padre perguntou-lhe qual o nome da mãe da criança. Maria, respondeu o ferreiro. Maria tinha sido também o nome da mãe de boa parte das crianças que tinha baptizado nos últimos tempos e assim, para criar alguma diferenciação, registou a criança como filha de fulano de tal e de Maria Ferreira (mulher do ferreiro). Foi ela a mãe e avó de todos os Ferreiras que há pelo mundo.
Esclarecido este ponto, deixem-me regressar à história do meu avô Jerónimo que usava o apelido de Ferreira, o qual herdou do seu pai Manuel Ferreira que veio de fora da minha freguesia casar com uma menina da família Araújo, apelido primeiro dos meus antepassados mais remotos. Com esse casamento mudou para Ferreira, mas durou apenas três gerações. Um neto desse Jerónimo viria a casar-se com um senhora de apelido Souza e este foi o apelido que ela deu aos seus filhos e prevaleceu até chegar à minha mãe, cujo apelido era Alves de Sousa.
Tudo isto para dizer que eu chamava «meu avô Jerónimo» cada vez que via o Jerónimo de Sousa a falar na televisão. Quando ele herdou o lugar do Carlos Carvalhas (aquele que falava axim e parecia ter engolido uma cassete gravada pelo Álvaro Cunhal) e começou a defender o comunismo como se não houvesse outra doutrina no mundo, eu dizia assim:
- Lá está o meu avô Jerónimo a dizer asneira!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O futebol dos pobres!

Ontem foi em Oleiros, terra do interior que só é campeã nos incêndios. Hoje é em Évora com o Lusitano a tentar dar uma coça no dragão portista. Dizem pr'aí que o jogo vai ser em Belém, uma vergonha para os alentejanos que nem na sua capital têm um estádio igual ao de Oleiros. Ou terão e alguém está interessado em transferir o jogo para Lisboa? Talvez umas centenas de adeptos encham meia dúzia de autocarros e rumem a Lisboa para ver o jogo. mas ... e o resto da população de Évora?


Amanhã será em Olhão, ou Faro, ou Loulé, que é quase a mesma coisa. O estádio é do Algarve e mais aqui ou mais acolá tanto dá. O que conta é que joga o Benfica e os benfiquistas esperam que ganhe e mostre aos seus adversários que está pronto para açambarcar mais esta taça para figurar no seu museu.
Dizem que o calendário foi assim arranjado para benefício dos mais pequenos. Será? Cada pequeno que joga com um grande fica logo fora da corrida, que grande prémio! Não seria melhor os pequenos irem jogando uns com os outros, amealhando umas coroas e dando alegrias aos seus adeptos que gostam de ver o seu clube ganhar? Na parte final jogariam com os grandes e algum deles com sorte poderia dar um desgosto ao seu oponente. Isso sim, seria uma festa, aliás, como se tem visto já.
Mas é assim a vida, cada organizador só valoriza a sua organização, a dos outros é uma boa merda! Para mim está tudo bem, só quero que o Benfica ganhe!

Salvos pelo Ofélia! Sorte ou azar?


Furacão não é boa notícia para ninguém, mas a falta de água que afecta Portugal talvez justifique alguns sacrifícios. Umas rajadas de vento, alguns telhados pelo ar, um prejuízo aqui e outro ali, mas muita chuva, água com fartura que dê para melhorar o nível nas albufeiras que estão, praticamente, secas.
Segundo os meteorologistas, a passagem do furacão ao largo da costa portuguesa vai fazer cair umas pingas. Espera-se que sejam grossas e valham a pena, já chega de seca.


Mas, vamos ao que interessa, hoje é sexta-feira, dia 13, e temos que nos debruçar sobre esse tema que ocupa a cabeça de meio mundo (o outro meio anda bêbado ou distraído). Cada povo, cada mitologia, cada religião trata este assunto como quer, ou como mais lhe convém. Assim, para os cristãos o número 13 é mau - 12 eram os apóstolos de Jesus e já estava incluído o Judas - e a sexta-feira nem se fala, pois foi o dia em que O crucificaram.
Para os egípcios era bom e para os nórdicos nem se fala. Segundo os estudiosos britânicos, a palavra friday (sexta-feira) tem origem na deusa Friga. Ora vejam o que encontrei sobre o assunto:
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Alguns historiadores culpam a desconfiança dos cristãos com as sextas-feiras em oposição geral às religiões pagãs. A sexta-feira recebeu seu nome em inglês em homenagem a Frigga, a deusa nórdica do amor e do sexo. Essa forte figura feminina, de acordo com os historiadores, representava uma ameaça ao cristianismo, que era dominado por homens. Para combater sua influência, a igreja cristã a caracterizou como uma bruxa, difamando o dia que a homenageava. Essa caracterização também pode ter tido um papel no medo do número 13. Foi dito que Frigg se uniria a uma convenção de bruxas, normalmente um grupo de 12, totalizando 13. Uma tradição cristã semelhante considera o 13 amaldiçoado por significar a reunião de 12 bruxas e o diabo.
O calendário antigo representava o calendário lunar, possuindo 13 meses de 28 dias. Mas este número foi completamente renegado pelos sacerdotes das primeiras religiões patriarcais por representar o feminino nas culturas pré-históricas, já que refletia o ciclo menstrual das mulheres. Foi, então, alterado pelo Papa Gregório XIII para 12 meses, evitando que se continuasse cultuando a mulher como sagrada.
A evidência de que as culturas primitivas reverenciavam o 13 pode ser constatada por meio de vários vestígios arqueológicos, como a Vênus de Laussel, uma estatueta com mais de 27 mil anos encontrada na França, que carrega em suas mãos um chifre em forma de crescente lunar com 13 chanfros.
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Portanto, chega de bruxas e gatos pretos. Frigga era uma mulher bonita que teve o dom de enfeitiçar Odin, o rei dos deuses e mantê-lo preso aos seus encantos. Doravante, sexta-feira 13 é para idolatrar as mulheres bonitas. Amor e sexo, não se esqueçam!

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Faça-se luz!


Faz amanhã 100 anos que aconteceu o fenómeno solar que ficou conhecido como «O Milagrs do Sol». Se foi milagre feito pela Nossa Senhora de Fátima ou um fenómeno atmosférico difícil de explicar, ninguém sabe explicar. E nestas questões de religião mais vale não insistir, quem quer acreditar acredita e quem não quer passa ao lado e não pensa mais nisso.
Parece sintomático que o processo decorrente da Operação Marquês tenha visto a luz do dia nesta mesma semana em que se comemora essa efeméride. Talvez sirva para iluminar a mente dos juízes que vão julgar este caso e do enorme emaranhado de acusações, provas e testemunhas saia alguma coisa de positivo. Depois de anos a investigar e mais anos que se adivinham nos tribunais, além do pesadíssimo custo para os contribuintes, seria um desconsolo que nada de positivo saísse disto tudo.
Se a «montanha parir um rato», como soe dizer-se, ninguém mais neste país acreditará na Justiça. E a política e os políticos que já andam pelas ruas da amargura, ficarão desacreditados para sempre. Terão que passar muitos anos sobre este caso e morrer uma geração inteira, antes que o povo português volte a acreditar.
Bem se podia aproveitar a ocasião para fazer uma reforma da Justiça que evitasse aquilo que se passa agora, com condenados que nunca mais começam a cumprir a sua pena, como é o caso do Armando Vara e quejandos. Mas enquanto isso depender dos advogados que dominam o Parlamento, bem podemos esperar sentados!

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

E o Pinóquio?

Finalmente saiu a acusação e já toda a gente, incluindo o próprio, sabe quais os crimes de que é acusado. Veremos o que os tribunais conseguirão provar, mas prevejo que vamos ter caso para uns poucos (talvez muitos) de anos. Se calhar ainda parto para o outro mundo sem ver o fim disto, o que me deixa muita pena. Eu que já o dava como culpado no caso Freeport, quando ele era secretário de estado do ambiente, muito me custa não o ver atrás das grades.


Hoje, não se podia ligar a televisão, fosse em que canal fosse, que não levássemos logo com um banho de Sócrates, Salgado & C.ia. Essa cambada embolsou uma quantidade enorme de milhões que todos teremos que pagar do nosso bolso. Entre BPN, Bes, Banif e CGD foram entre 10 e 15 mil milhões e todos nós devemos ajudar a metê-los na cadeia.
Ver políticos que elegemos para defender os nossos interesses a trabalhar para engordar as suas contas bancárias é a última coisa que se podia esperar. E não são apenas estes que aparecem no processo Marquês, eles são às dúzias e ocupam cargos nas melhores empresas de Portugal, sejam públicas ou privadas. Xadrês com eles!

Noch immer?


Quando estive na Alemanha, uma das expressões mais usadas na conversa do dia-a-dia que primeiro aprendi foi esta que vêem no título e que quer dizer "outra vez". Outra vez futebol, estarão vocês a pensar, este gajo não sabe escrever sobre outro assunto? Tenho pena daqueles que não gostam, mas lá terá que ser. O assunto não se esgota aqui, mas esta parte é só para guardar a foto dos rapazes do Fernando Santos que lhe ofereceram a prenda pelo seu 63º aniversário.


Em segundo lugar e sem fugir ao tema, eu sempre pensei que GOA era uma das antigas possessões do Império Português do Oriente. Mas parece que, agora, ganhou outro significado, em Portugal, é sinónimo de claque. O Luís Filipe Vieira e o Conselho de Disciplina, nos seus comunicados, referem-se às claques de apoio do Benfica como GOA's, ou seja «Grupo Organizado de Adeptos». Para mim tanto se me dá, chamem-lhe o que quiserem, nem sei porque perdem tempo com essas mariquices.


Falando em mariquices, há uma coisa que me preocupa e muito, o decréscimo da natalidade. Vocês já pararam para pensar qual a razão para isso acontecer? Será que os homens de hoje perderam o interesse pelo sexo? Pois eu acho que as mulheres nunca estiveram tão sexy como agora. Elas esfarrapam-se todas para chamar a atenção dos "machos" (olhem bem para a imagem acima) e porque será que eles não respondem ao apelo? É público e notório que a mariquice tem aumentado a olhos vistos, em todo o mundo. Será essa a grande razão do problema?
Já são perguntas a mais, fico-me por aqui e deixo-vos a "magicar" sobre o assunto.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Abre a porta, Putin!


Cá vamos nós mais uma vez!
A rapaziada, hoje, jogou como eu gosto. O Bernardo pôs os olhos em bico àqueles suíços que só se conseguiram vingar a dar pau nos nossos artistas. O William, o Moutinho, o André e o João Mário deram um show de bola. O Ronaldo, o Cedric e os outros todos mostraram como se joga à campeão.
Se jogássemos sempre assim não teríamos tantas dores de cabeça como tivemos no ano passado a disputar o acesso ao campeonato da Europa 2016, em que fomos apurados quase por milagre. E como diz aquele ditado - não é como começa, mas como acaba - lá fomos campeões.
Veremos como será na Rússia, no próximo verão!

Segredo por desvendar!


Milhares de carros vão passar, durante o dia de hoje, ao lado do Estádio da Luz e os seus ocupantes farão a pergunta a que ninguém sabe responder - qual será o resultado do jogo entre Portugal e a Suíça?
Vai ser preciso esperar até às 22.00 horas para conhecer a resposta. O que ganhar vai fazer uma festa, o que perder ganha uma dor de cabeça, pois terá que disputar um jogo mais, com um novo adversário que quer também ir à Rússia, em 2018. E novamente a terrível dicotomia, para um ganhar tem o outro que perder, um ficará contente, o outro triste.
E no próximo sábado temos o Benfica de volta à luta, procurando, também ele, uma vitória na corrida pela Taça de Portugal. O sorteio enviou-nos de novo para o Algarve, até acusam o Benfica de ser o único patrocinador do Estádio do Algarve, pois sem os nossos jogos aquilo estaria sempre às moscas.
Os internacionais que têm estado ao serviço das suas selecções regressam amanhã, com mais ou menos mazelas contraídas por lá, e terão dois dias para engraxar as chuteiras e passar a ferro o equipamento para se apresentarem ao serviço. Espero que nenhum apareça de muletas para dar mais uma dor de cabeça ao treinador, que é o que ele menos precisa. O Seferovic (a quem o pessoal já crismou de "esferovite") joga hoje no seu estádio, com as cores da Suíça, e já lá pode ficar para amanhã, poupa nas viagens.
E é assim a vida, começa o dia com a cabeça na bola! Podia ser pior!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Amanhã é que é!


O jogo com Andorra dava para fazer um filme. A viagem num avião da Força Aérea fez dos jogadores autênticos guerreiros que foram ao meio das montanhas pirenaicas lutar contra os andorrenhos e conquistar o troféu em disputa.
O jogo, propriamente dito, foi um tanto ou quanto pasmacento e chegou ao intervalo empatado a zero. Foi preciso recorrer à cavalaria (que estava sossegadamente sentada no banco a ver o jogo) para virar a coisa a nosso favor. E lá surgiram os dois golos que fizeram a diferença, marcados pelos supeitos do costume. Ganhámos e isso é que interessa e assim podemos discutir o assunto com o primeiro classificado que, até agora, ainda não perderam um jogo.
Por isso, alugamos a Catedral da Luz para impressionar os suíços, amanhã à noite, e virar o jogo a nosso favor. Espero que os nossos rapazes não me deixem ficar mal e façam a festa no fim do jogo, pois o local onde vão disputar o jogo é sagrado e só está habituado a grandes vitórias.
Ao ataque, campeões!!!

Auf wiedersehen Herr Schäuble!


Hoje e amanhã, reúnem-se no Luxemburgo os ministros das finanças da União Europeia. O nosso não vai poder estar presente e manda o Mourinho em sua representação. Não, não é esse que estão a pensar, mas o Mourinho Félix que é secretário de estado das finanças. Será este que terá o prazer de apertar a mão ao Sr. Wolfgang Schäuble em sinal de despedida, pois é a última vez que o veremos participar numa cena destas.
Nas últimas eleições ele foi escolhido para presidir ao Bundestag (o parlamento alemão) e estamos livres de o aturar. Espero que aquele que o vier substituir não seja pior que ele, pois aquela veia nazista que ele mostrou ao tratar os "pobres" da Europa não agradou a ninguém. Gregos e portugueses e, se calhar, mais alguns não ficam com pena nenhuma da sua saída do ministério das finanças alemão.
No título desta publicação escrevi "auf wiedersehen" que significa "até à vista", mas espero não voltar a pôr-lhe a vista em cima. Já bastou o que tivemos que lhe aturar. Ele que vá lá para o Bundestag chatear os filhos da ... sua pátria!

domingo, 8 de outubro de 2017

O «Belo Feminino»!


Tanto trabalho, tanta canseira e tanto dinheiro gasto para criar uma colecção de roupa e depois os/as modelos aparecem todos descascados. Especialmente elas. E eu gosto!


Outro caso que me deu que pensar. Será uma surfista? Talvez uma ginasta? A fazer publicidade à prancha? Ou só a armar aos cágados?
Tudo isso pouco importa, quem fixa os olhos na imagem só pensa na mulher, nas suas curvas e naquilo que não vê, mas consegue adivinhar!
Como a chuva não quer nada connosco, vão apreciando este sol de domingo o melhor que puderem!

sábado, 7 de outubro de 2017

Os craques da bola!

Hoje é dia de jogo da selecção nacional. As televisões não falam noutra coisa a não ser no futebol. Acordado ou a dormir eu vivo para o futebol, se os artistas que dele vivem são verdadeiras estrelas.


No fim do almoço, sentei-me no sofá da sala a ouvir o que dizia o Fernando Santos sobre o jogo de logo à noite. Nada de novo, pois já o ouvi anteontem, ontem e hoje de manhã repetir vezes sem conta a mesma ladainha. Não admira, portanto, que ao fim de poucos minutos estivesse a ressonar perdido no mundo dos sonhos, deixando a televisão a falar para o boneco.
Quando acordei estava a dar o filme da vida deste rapaz que nasceu nos Estados Unidos, tem nome eslavo e joga no Borussia Dortmund. Diz que percebe dessas coisas que tem pinta para suceder aos Messis e Ronaldos desta era. Não teremos que esperar muito para ver isso confirmado ou desmentido.

«Quando era pequeno chamava-lhe Figo, pois víamos muito o Real Madrid. Gostava da forma de jogar do Figo e comprei-lhe uma camisola dele», revelou o pai do jogador, Mark, em entrevista ao Goal.
Quanto ao futuro do avançado, que nesta terça-feira defronta precisamente o Real Madrid, Mark Pulisic diz que o filho «está contente no Dortmund», clube com o qual renovou recentemente.

Estas são palavras do seu pai que está todo orgulhoso por ver o seu rapaz a caminho do estrelato. Os grandes clubes ingleses já o quiseram levar para a Premier League, mas ele deu-lhes uma nega e acho que fez bem. O Dortmund é um bom clube para ele evoluir e se as coisas correrem bem o valor dele aumentará a cada ano que passe.
Era de um rapaz assim que precisava o meu Benfica para sair do buraco onde se encontra!