quinta-feira, 12 de março de 2026

As guerras que nos afligem!

 Há guerras um pouco por todo o mundo! Na América do Sul são os narcotraficantes que se matam uns aos outros pelo domínio do mercado da droga. Na América do Norte matam-se uns aos outros pela liberdade de possuir uma arma de guerra em casa. Na África ainda não se habituaram às independências e matam-se aos milhões por razões étnicas ou religiosas. Na Ásia há gente muito pacífica, mas também há gente que se rendeu ao Marxismo e em nome dessa doutrina esmagam os seus irmãos como se fossem simples piolhos.

Nós, os europeus, que já pensávamos serem as guerras coisa do passado e que teríamos aprendido, com os erros desse passado, a viver em paz, eis que vemos a Rússia invadir a Ucrânia e chacinar muitos milhares de cidadãos, de um e do outro país, sem sentir o mínimo rebate de consciência. Os católicos, desde o Papa até ao clérigo mais humilde do interior do nosso país, afirmam que Deus é justo, mas ao ver o que ele deixa os seus filhos degenerados, como Putin, Trump ou o rapazote norte-coreano, fazerem leva-me a duvidar dessa classificação.

Não me quero envolver numa discussão filosófica e defender o livre arbítrio que Deus nos garantiu para decidirmos fazer aquilo que acharmos melhor para nós. Isto é como educar um filho rebelde, sempre que ele pisa o risco, ele merece e fica de castigo. Não mereceriam, esses rapazes maus que acima mencionei, um castigo exemplar? Lembram-se do que aconteceu ao líder o grupo Wagner, o Prigozin? Esse sim, teve o castigo merecido!

E o ódio de morte que separa chineses dos japoneses? Por agora têm o machado de guerra enterrado, mas nada nos garante que a China, depois de anexar a ilha Formosa, não se virará para os ilhéus que vivem mais a norte e lhe faça a vida negra? Na parte restante do continente asiático, já sabemos que são os seguidores de Maomé a criar problemas. Eles podiam ler o Corão em paz e sossego, mas os ensinamentos do profeta-pedófilo não os deixam sossegados. Morte aos infiéis gritam os caracteres do livro sagrado e isso não os deixa dormir em paz.

Para ganhar o paraíso e terem direito às suas 7 virgens, eles têm que lutar com quem não seguir a mesma doutrina. Mas se não for por isso, eles arranjarão outra desculpa. Os sunitas guerreiam os xiitas, os curdos e os otomanos ou ainda qualquer outro que os contrarie ou lhe queira roubar o direito a fazerem aquilo que acham justo para eles, embora isso seja injusto para os outros. Isso da tua liberdade terminar onde começa a minha é um princípio que não aceitam.

E, depois de todo o resto, temos ainda os judeus que, além de viverem ou defenderem que Israel é a sua pátria, adoram o poder do dinheiro. Porque acham que o Adolf Hitler lhes moveu uma guerra de morte? Porque eles, devagarinho e caladinhos como ratos, já eram detentores das maiores fortunas na zona de influência do Império Austro-Húngaro. E, como quem tem dinheiro tem poder, era mister acabar com eles para não fazerem sombra ao novo imperador do mundo.

Como se explica a protecção que os EUA dão a Israel, não só no tempo de Trump, mas há já muitos anos? Questão de fácil resposta, quem manda no dinheiro americano são judeus e por isso há sempre muitos milhões disponíveis para ajudar o povo judeu a esquecer o que Hitler lhes fez e evitar que os muçulmanos, seus vizinhos do Médio Oriente repitam a mesma gracinha. É comum ver grandes figuras da sociedade americana aparecerem em público com o famoso kippah a cobrir-lhes a cabeça o que prova a sua humildade e reverência ao seu Deus.

Em boa verdade, o Deus que uns e outros seguem é o petróleo ou o dinheiro que ele lhes rende ao vendê-lo a terceiros. Tanto Putin, como Trump, assim como muitos outros líderes mundiais, adoram o poder do dinheiro e em nome desse Deus que lhes garante poder e influência, eles mostram-se dispostos a tudo, até provocar um conflito nuclear se a tanto forem obrigados, para se manterem na crista da onda. CUIDADO COM ELES !!!

Assim como os egípcios adoravam o sol!

1 comentário:

  1. Um artigo muitíssimo bem conseguido. Cheio de verdades e zero de dúvidas.
    Há muito que defendo o facto da existência de guerras. Principalmente quando ouço dizer que 'estamos no fim do mundo'.
    Caro Tintinaine, a caminho de uma consulta de Cirurgia Vascular, deixo-lhe um abraço.

    ResponderEliminar