quinta-feira, 5 de março de 2026

O alegre PM dos Países Baixos!

 

Rob Jetten na Comissão Europeia

Foi eleito PM dos Países Baixos, esteve de visita à Comissão Europeia e disse coisas que me agradaram. Dizem que ele é um rapaz alegre (gay) e ele não se importa nada que o vejam assim, ele até é casado com outro homem e todas essas modernices de agora!

Espero que ele consiga levar por diante as suas ideias de forçar uma alteração das regras de jogo!

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Assim como o Viktor Orban nos envergonha por ser amigo de Putin e sabotar todas as medidas que são tomadas pela Comissão (CE) e não lhe agradam, temos agora um alegre PM de um país da UE que joga noutro terreno e nos diz isso sem papas na língua : - Há decisões que devem ser aprovadas por maioria qualificada e defendo o fim da unanimidade!

Não é engraçado eu pensar, exactamente, o mesmo? Pois é, assim como as coisas estão, não vamos a lado nenhum. E quando as coisas estão mal, mudam-se! Somos obrigados a chegar à conclusão que os princípios que estiveram na base da formação da UE estão errados, pois põem os interesses do todo em questão para beneficiar (respeitar os interesses) de uma das partes. Era tanto o medo que a União interferisse na política de cada um dos membros que foi decidido assim e trouxe- nos até este beco sem saída.

O líder da Hungria, assim como o seu vizinho da Eslováquia estão mais interessados nos seus negócios com a Rússia, pois que peçam a saída da UE, tal como fez o Reino Unido que também se acha melhor sozinho. Embora se tenham ouvido já umas vozes de descontentamento de alguns dos arrependidos que votaram pelo Brexit, enganados por aquele radical (tipo André Ventura de Inglaterra), Nigel Farage de seu nome.

Talvez nós fiquemos melhor sem eles e eles serão uma ilha rodeada de "europeus unidos" por todos os lados. E como ainda ficam um pouco longe da Rússia, eles terão que pagar pesada portagem (tipo tarifas de Trump) para lá chegar. Se o problema é o pipe line que atravessa a Ucrânia para lhes trazer o petróleo e gás da Rússia mais barato, há uma maneira de o encarecer, obrigá-los a pagar portagem (e bem pesada) para atravessar países terceiros.

Estão presos na sua própria armadilha, digo eu, e só é preciso apontar-lhes a solução que a Ucrânia, como membro pré-aprovado da UE, estará pronta a adoptar, ou seja, uma tarifa ligeiramente superior à diferença de preço, ente o que vigora na UE e o que Putin lhes oferece. Valeu? Então vamos lá à votação para acabar com a unanimidade e ver que posição eles adoptam!

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