sábado, 11 de fevereiro de 2017

Paciência!


A ida do Soares para o FCP começa a mexer-me com os nervos. Então não é que ele voltou a marcar hoje e mantém o Porto a correr atrás do Benfica sem perder o fôlego? E eu que contava com um empatezito a zero fiquei desiludido. Parece que vamos ter que continuar a ganhar todos os jogos para não ficarmos para trás. Como é moda dizer agora ... só dependemos de nós próprios!

A despropósito!

Há neve no Alentejo
E toiros em Salvaterra
Há muito que te não vejo
Andei perdido na guerra

Andei perdido na guerra
Lá deixei a mocidade
Frio e neve só há na serra
Vida mais quente é na cidade

Vida mais quente é na cidade
Lindas pernas e mini-saias
Não te esqueças da idade
Tem juízo e não caias

Tem juízo e não caias
Na armadilha do amor
Eu também já li os Maias
E não lhe reconheço valor

Não lhe reconheço valor
Ao político que me engana
Esse é um grande estupor
E um valente sacana !

Corre a ver se me apanhas!


Isto agora vai ser assim a cada fim de semana. Se o primeiro que jogar ganha o outro tem que pedalar forte e feio para voltar a alcançá-lo. Vai ter uma certa piada assistir a essa corrida, especialmente se, como aconteceu hoje, o Benfica jogar antes e for ganhando os seus jogos.
Quanto ao jogo em si, gostei muito. Este é o Benfica do princípio da época, ou da época passada, que parte para o ataque com todos a correr ao mesmo tempo até alcançar a área adversária. Foram 3 golos e podiam ser meia dúzia se não fosse aquele acidente do Edersson a quem foi mostrado um cartão vermelho que me parece um autêntico exagero. Um amarelo ainda aceitava, mas vermelho leva-me a acreditar que aquele fiscal de linha já vinha preparado para lixar o Benfica na primeira oportunidade. Falta saber se é sportinguista ou portista, mas uma dessas duas coisas deve ser. Nem o Manel do Talho achou que era falta e vem aquele nabo e zás, cartão vermelho e guarda-redes na rua. Ah, filho da mulher da fruta!
Foi uma lição de futebol para aqueles comentadores ranhosos que já consideravam o Benfica arrumado e viam defeitos em tudo e todos. Ele era o Luisão, o Eliseu, o Carrillo, o Pizzi, o Salvio e até o Nelson Semedo que estavam todos rotos e já não podiam com uma gata pelo rabo. Viu-se!
Mostraram que estão ali de pedra e cal para qualquer adversário que lhes apareça pela frente. E bem que precisam disso, pois na próxima terça-feira têm que receber os rapazes do Dortmund e mostrar-lhes que não é qualquer alemãozito que lhes mete medo. Bem, eu estou aqui armado em forte, mas tudo o que me interessa é ganhar algum milhãozito que possa cair no saco, pois sei que mais agora ou mais logo seremos eliminados e adeus champions que já eras. Aquilo é coisa para os grandes tubarões da Europa, grupo a que o Benfica, infelizmente, ainda não pertence.
O nosso próximo jogo, para o campeonato, é com o Braga e é esse que temos que ganhar. Estudar o adversário, escolher a melhor equipa para o defrontar e motivar a equipa para enfrentar cada jornada como se fosse a última, a definitiva para garantir o título. Temos que aproveitar esta oportunidade de ouro para chegar onde o Benfica nunca chegou ainda. Estou confiante que o vamos conseguir.
Carrega Benfica!!!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Vitória, Espírito Santo!

Assim à primeira vista poderia parecer que estou a pôr em confronto os treinadores do Benfica e do Porto, mas não é disso que se trata. Eles os dois estão envolvidos numa guerra e cada um com as armas que tem à sua disposição há-de tentar, até ao fim, suplantar o outro. Boa sorte para eles e que vá ganhando o Benfica para eu ser um homem feliz.


O caso de Vitória, capital do estado de Espírito Santo, no Brasil, é um assunto muito mais sério e já há mais de cem mortos a lamentar. Polícias em greve e ladrões à solta, só mesmo no Brasil é que é possível ver uma coisa destas. Em qualquer país organizado e respeitador das leis seria completamente impossível acontecer uma coisa destas.
Morte, destruição, vandalismo, pilhagens e não sei quantos mais nomes seriam precisos para descrever aquilo que se passa na capital do estado, Vitória. E que, desde ontem, já alastrou também ao Rio de Janeiro, onde as coisas podem ser muito piores devido ao número exponencial de favelados que ali vivem. E se a gente tentar encontrar uma razão para tudo isto, vai sempre parar ao mesmo sítio, à corrupção.
Um país que gera enormíssimas receitas, mas não as sabe distribuir. Prefere encher os bolsos aos políticos corruptos em vez de lutar contra a pobreza instalada em grande parte da população. Sem medo de me enganar muito, eu diria que tudo começou, no fim do Século XIX, com a abolição da escravatura, deixando milhares e milhares de negros ao abandono, sem eira nem beira, que se foram reproduzindo sem qualquer controlo, aumentando a população do Brasil e o tamanho do problema que a sua situação representava. Mais de um século depois dá nisto.
Houve o caso dos sem-terra que levou o Lula da Silva à presidência e depois veio a época da criminalidade ligada ao tráfico de droga, rapto e sequestro. Um filme que estamos fartos de ver nos noticiários a cada passo. Quem não tem meios de subsistência procura arranjá-los e o recurso ao crime é um dos caminhos mais fáceis. Como se viu, há dias, até dentro das prisões há gangs a trabalhar para levar a vida.
Problema bicudo que adivinho vai ser difícil de resolver. É como incêndio no verão, apaga-se um e surge logo outro mais ao lado.

Oremos, irmãos!

Para que Nosso Senhor Jesus Cristo tenha piedade de nós e nos mande o precioso líquido que tanta falta nos faz!
Nas notícias de ontem lá apareceu a referência ao baixo nível das nossas albufeiras - cerca de 40% da sua capacidade total - dando razão ao que venho a dizer desde o mês de Dezembro. É sempre assim quando temos um Outono seco, não chovendo a potes em Outubro nunca mais vemos as albufeiras a encher. Isto faz-me lembrar uma passagem da minha vida que aconteceu no ano em que fiz 10 anos e que passo a relatar.


A igreja que vêem na imagem foi inaugurada no ano de 1954 que foi um ano de grande secura. Não choveu coisa que se visse durante todo o inverno e seguiu-se uma primavera quentinha, bem ao gosto das gentes da cidade. Quando os calores do verão começaram a aquecer a terra e os lavradores ligaram os sistemas de rega para tentar salvar os seus campos de milho que murchavam à míngua de água, pouco durou a que havia nos poços. Sem o milho, base da alimentação das gentes do Minho, naquela altura, seria um ano de fome e de consequências imprevisíveis.
E, bem à moda portuguesa, viramos-nos para os céus pedindo ajuda, quando alguma coisa não corre ao nosso gosto na Terra. O pároco da freguesia, vendo a aflição dos seus paroquianos e aproveitando o momento de festa que era para ele ter uma igreja novinha em folha para servir as gentes daquela terra, organizou uma peregrinação especial para agradecer a Deus a prenda que lhe tinha dado e juntando uma prece para que o Pai do Céu tivesse pena dos seus filhos e não os deixasse morrer à fome. O que pediam era chuva e nada mais. Água que precisavam para que o milho enchesse as maçarocas e tivessem um ano de boas colheitas.
O padre pregava que sem sacrifício as preces não chegariam ao céu. Para o Pai nos conceder a graça havia que fazer grande sacrifício, sentir na pele como as coisas doem e dessa maneira mostrar a Deus quanto estávamos empenhados na nossa oração. Assim, em vez de andar à volta da igreja, rezando o terço e entoando ladaínhas, estudou um percurso longo e cheio de obstáculos para fazer as pessoas sofrerem a sério, durante uma hora e meia.


Bandeira da Irmandade do Corpo de Deus na frente, seguida da criançada que já tinha feito a Primeira Comunhão, com a faixa da Cruzada ao peito, vindo depois o padre com a Custódia na mão e a fechar o cortejo toda a gente daquela freguesia e das que lhe ficavam em redor. Hora e meia num sobe e desce constante por carreiros de cabras que punham à prova as solas dos nossos pés. Sim, dos pés, pois sapatos era luxo que ainda não existia.
Sinceramente, não me recordo se a chuva veio ou não, mas o que posso garantir é que a fé daquela gente não era abalada por causa disso. Se Deus não atendia o seu pedido era porque tinham muitos pecados para expiar e o remédio era continuar a rezar e fazer mais sacrifícios ainda. Não acredito que os padres de hoje fossem capazes de impingir tal teoria aos seus paroquianos.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Armado em antropólogo!

Hoje andei armado em antropólogo a estudar a Póvoa do último quarto do Século XIX. Fui para o Arquivo Municipal ler as actas das reuniões da Câmara para tentar encontrar umas informações que me interessavam. Resultado, rompi as pestanas e não encontrei nada do que procurava.


Dediquei o dia à leitura pelo que tive que dar descanso à escrita. Ao passar por aqui, para ver o que os meus amigos tinham publicado, doeu-me a alma ao ver que não tinha merecido mais que uma dúzia de visitas. Como a média de visitas dos outros dias anda na casa das 150, fiquei a pensar como é que os visitantes souberam que eu não tinha publicado nada para não aparecerem por cá. Será que têm algum sistema que os avisa quando há uma publicação nova?
Ainda no âmbito do meu trabalho de hoje, ofereço-vos uma fotografia da praia dos pescadores do tempo em que não havia ainda cais de protecção, nem porto de abrigo, nem coisa nenhuma que os protegesse da fúria das ondas. A igreja da Lapa que se avista na imagem está na fronteira entre Póvoa e Vila do Conde, mas bem no centro da comunidade piscatória que sabe onde tem o seu barco, mas liga pouco a que concelho pertence o lugar onde habita.


A praia dos banhos, muito famosa desde o Século XIX, é na outra ponta da cidade, do lado norte. Cada coisa no seu lugar, como se pode ver.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

A fome e a vontade de comer!

Não há coisa pior que ter fome. Para um esfomeado ver comida a desfilar perante os seus olhos é coisa para lhe dar um xelique. Conheci alguns sítios na Europa, onde as mulheres se expõem em trajes reduzidos para tentar promover o seu negócio e testar a resistência dos "esfomeados".


O Red District de Amsterdão talvez seja o mais famoso, mas em Hamburgo ou Munique, sítios que nunca tive o prazer de visitar, diz-se serem de fazer ferver a mioleira a qualquer homem que se preze. O que eu melhor conhecia ficava na cidade de Aachen, cidade fronteiriça entre a Alemanha, Bélgica e Holanda, por ser uma zona têxtil onde eu me deslocava com frequência. Era pequeno e muito mais discreto que o grande exagero de Amsterdão.


Como eu estava a dizer, a fome até faz os olhos saltarem das órbitas. E há que ter um certo cuidado na exposição das "viandas" para não correr o risco de enlouquecer os interessados. Alguns podem até "atacar" se lhe recusarem a comida.


De vez em quando vem-me à lembrança uma coisa que o meu pai, já perto dos 90 anos de idade me costumava dizer. Quando era novo passei muita fome, começava ele, mas não podia comer, pois não tinha dinheiro. Era muito triste, continuava ele, mas muito mais triste é agora que tenho dinheiro e, por razões de saúde, não me deixarem comer aquilo que eu quero.
Eu, com os meus quase 73 anos anos de vida, também passei alguma fome, quando era novo, e continuo a passar agora ... por razões de saúde!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Turismo no Douro!

A notícia que hoje me chamou a atenção foi que a Administração do Porto de Leixões se candidatou a uma verba de 59 milhões de euros, vinda de Bruxelas, para correcção e melhoramentos do canal navegável do Douro, assim como das 5 eclusas que o servem.
Acho muito bem que alguém se preocupe com isso e mais ainda que haja em Bruxelas quem reconheça o interesse em melhorar os caminhos para levar mais turistas até ao Alto Douro. Sim, porque o tal «Portugal profundo» (leia-se abandonado) existe mesmo e se não for através do turismo nunca conseguiremos repovoá-lo e fazê-lo reviver, o que seria uma pena e uma perda irreparável.


Há dois anos estive em Barca de Alva e mesmo no pino do verão aquilo é um deserto. Para lá chegar é preciso percorrer quilómetros e quilómetros de más estradas e pelo rio, além de bastante caro, não são muitas as oportunidades. Poucos navios se aventuram a subir o rio até lá, suponho que pela falta de clientes para fazer uma tal viagem que além de cara é impossível de fazer, ida e regresso, num só dia.
Com melhores condições, mais navios de cruzeiro e mais clientes a seguir essa rota, poderiam construir-se pequenas unidades hoteleiras que em colaboração com os agentes turísticos dariam oportunidade aos turistas de parar, pernoitar, gozar a paisagem e gastronomia e seguir viagem quando lhes apetecesse. Do porto até à Régua já existe qualquer coisa desse género, mas da Régua para cima é um autêntico deserto.
Se algum dia me sair a taluda no Euromilhões, prometo construir um pequeno hotel na zona do Pocinho e ir viver para lá (com quem me quiser seguir). Pocinho, Foz do Sabor, Freixo de Numão até à Barragem da Valeira é zona que eu conheço relativamente bem e bem gostaria de andar por lá mais vezes, mas fica longe da Póvoa p'ra burro e nem sempre há pachorra para fazer aquela estrada.


Esta imagem poderia ter uma legenda do género - a água encontra sempre o caminho do mar - devido ao trajecto do rio Douro aqui representado. De Miranda do Douro até Barca de Alva o rio corre de norte para sul e depois vira para o poente, a 90 graus, em direcção ao Pocinho. Aí chegado vira para norte, outra vez para o poente e de novo para norte, até à Foz do Sabor. Aí consegue encontrar caminho entre montanhas para dar uma volta de 180 graus e tomar, definitivamente, o rumo do Oceano Atlântico, onde vai desaguar.
Assim como em sonhos, imagino-me a descer esse troço do rio, desde o Pocinho até à Barragem da Valeira, num pequeno barco a remos deixando-o deslizar ao sabor da corrente, enquanto deito um anzol à água para ver se algum lúcio distraído se pendura nele.
Acabou-se o sonho, está na hora de ir até à horta podar as macieiras!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

No Minho ... Alvarinho!

Não há a menor dúvida que o Alvarinho dá a volta à cabeça a qualquer um, mas não é de vinhos que vim aqui falar. A conversa é sobre o Minho, ou melhor dizendo, sobre as duas equipas (minhotas) de futebol da Liga NOS que jogaram este fim de semana com o grande objectivo de ultrapassar o Sporting, uma vez que já se esperava que este baqueasse no Estádio do Dragão. Se as coisas lhes tivessem corrido bem teriam terminado a presente jornada com 38 e 39 pontos, deixando o Sporting para trás, embora também com 38 pontos.


Mas o homem põe e Deus dispõe e assim as coisas não correram a contento dos minhotos. O Guimarães entrou em campo na sexta-feira e averbou logo uma derrota. O Braga jogou hoje e não foi além de um empate com o Estoril. Deste modo o Sporting mantém-se no 3º lugar e assim mais candidato a um lugar nas provas europeias do próximo ano. Do mal o menos, dirão os lagartos, e têm uma certa razão, mas ainda há muito campeonato pela frente e mais vale não arriscarmos muito nos prognósticos. Cada nova jornada será uma nova aventura!

Grande Angola!

João Lourenço foi esta sexta-feira, 3 de Fevereiro, indicado como o cabeça de lista do MPLA às eleições gerais em Angola que se realizam este ano, confirmando-se assim que será o sucessor de José Eduardo dos Santos na liderança do país, caso o partido vença o acto eleitoral.
A escolha de João Lourenço (na foto), actual ministro da Defesa, foi ratificada na reunião extraordinária do comité central do MPLA que está a decorrer no Futungo de Belas, em Luanda.


A eleição do actual presidente da Síria, ou da Coreia do Norte, não difere muito daquilo que está a passar-se em Angola. com a "escolha" de João Lourenço para suceder a José Eduardo dos Santos. Passar a coroa de pai para filho é coisa da monarquia, na república terá que haver outro critério de escolha. E não estou a dizer com isto que o João Lourenço não mereça ocupar o cargo para que está a ser indigitado.
O grande problema está em que o povo de Angola, aquele que vai votar e confirmar a eleição do seu presidente, não tem o mínimo conhecimento das pessoas que lhe são propostas, nem tão pouco da situação política, económica e financeira do seu país, ou das ideias que vão na cabeça de cada um dos candidatos. E o MPLA, comunista como é na sua génese, não tem o menor interesse em transmitir-lhes esse conhecimento, protegendo assim a sua continuação como partido único (maioritário) no país.
Angola tem a sorte de ser um dos países mais ricos do mundo e é uma pena que os seus habitantes não consigam tirar qualquer partido dessa riqueza. Até agora, a riqueza advinda do petróleo e dos diamantes tem bastado para encher os bolsos aos políticos e amigos do partido que domina o país. A capacidade agrícola e agro-pecuária do país está perto do zero, desde a saída dos portugueses e a única actividade que tem mantido a economia do país a andar é a construção civil dominada pelos chineses.
Faço votos para que o novo presidente, seja ele quem for, saiba imprimir um novo rumo à economia do país e preocupar-se um pouco mais com o bem-estar do seu povo.

Deixa-me rir!


domingo, 5 de fevereiro de 2017

No fio da navalha!

Doravante o Benfica vai caminhar como um equilibrista em cima do arame. Se escorregar bate com os cornos no chão e não vai haver uma alma caridosa que o ampare na queda. Passou com distinção na prova de hoje e reconquistou a posição de primeiro classificado que tinha ficado com o FCP nas últimas 24 horas. Mas vai ter uma repetição do que se passou hoje a cada fim de semana e não sei se vai sair sempre vencedor. A única coisa que me anima é que outro tanto vai acontecer ao FCP, o adversário que nos persegue a um ponto de distância. E, como diz o ditado, candeia que vai à frente alumia duas vezes, o mesmo é dizer que acredito que podemos cortar a meta em primeiro lugar.
Quanto ao que se passou no jogo de hoje não estou totalmente satisfeito. A espaços o Benfica jogou bem e fez-me recordar o velho Benfica da primeira volta, mas na maior parte do tempo embrulhou-se naquele esquema de passes para trás e para o lado que demonstra falta de confiança e serve apenas para perder/queimar tempo. O segredo do sucesso está na velocidade imprimida ao jogo e na qualidade dos passes. E ainda não percebi se os jogadores se retraem por falta de preparação física ou por instruções do treinador que prefere jogar na retranca.
Nos primeiros vinte minutos, em que o Nacional chegou a incomodar a nossa defesa e pôr em risco a nossa baliza, senti a falta do Cervi na ala esquerda. Durante esse tempo, o Jonas e o Mitroglou não chegaram a pôr o pé na bola e isto pela simples razão de que não havia quem a fizesse chegar até eles. Não digo que o Zivkovic seja mau jogador, mas como flanqueador prefiro o Cervi, por causa da tal velocidade que ele imprime ao jogo.
A fartura de opções à disposição do Rui Vitória é capaz de estar-lhe a complicar a vida, tanto experimenta que se perde. Não tarda vêm aí os jogos da Champions e aí é que vamos ver como a porca torce o rabo. Aí vai poder testar e usar quem ele quiser, pois o mais certo é não passar desta fase e por mais um ou dois milhões de euros arriscamos-nos a descarrilar nas provas internas. E a última coisa que quero é seguir na Taça de Portugal o mesmo caminho da Taça da Liga. Essa é que é a nossa praia, a Champions é para os tubarões da Europa.
Tenho dito!

Só para meter nojo!


Uma pista!



Esta pista é falsa!
Leiam a mensagem anterior.
E perdoem a brincadeira de domingo ...
... que o pessoal da CHICHA  agradece!

Soares é fixe!


- Como seria o Porto sem Soares?
- Jamais o saberemos.
- Como será o Porto daqui em diante?
- É só esperar para ver.
O que nós ficamos a saber e sem sombra para dúvidas é que ele fez, ontem, o seu primeiro jogo pelos dragões, marcou dois golos que catapultaram o seu clube para o 1º lugar da classificação e deixou os adeptos portistas em delírio. Está pago e com juros o custo da sua contratação. Pelo menos é o que dizem os adeptos portistas embalados pela euforia desta vitória contra o Sporting.
E enquanto se faz a festa no reino do dragão, acumulam-se as desgraças e rasgam-se as vestes no reino do leão. Com as eleições marcadas para daqui a um mês, o Bruno de Carvalho não tem mais que desgraças para oferecer aos adeptos sportinguistas e vai ser difícil convencê-los a votar na sua continuidade à frente dos destinos do clube. Do lado financeiro as coisas parecem ter entrado nos eixos, mas do lado desportivo foi um verdadeiro desastre e todos sabemos que uma coisa depende fortemente da outra.
Com as novas contratações, renovações e aumentos de salários as despesas do SCP subiram imenso. Em sentido contrário projectam-se as receitas, uma vez que sem qualquer conquista desportiva e sem acesso a qualquer prova internacional tudo aponta para o descalabro. Se calhar não vai restar outra solução senão vender os Adriens e os Williams que ainda restam e que já não são muitos. Muito sinceramente não compreendo como ainda há quem queira roubar o lugar ao Bruno de Carvalho.
Enquanto isso, do lado oposto da 2ª Circular (curioso, ainda ninguém me soube dizer onde fica a 1ª) roem-se as unhas enquanto se espera para saber se a equipa do Glorioso terá competência para reconquistar o 1º lugar que o "malandro" do Jesus entregou, ontem à noite, aos portistas. Os oráculos que consultei garantem-me que as possibilidades estão todas a meu favor, mas já fui enganado vezes demais para acreditar nessas coisas. O melhor que tenho a fazer é esperar para ver.
Até logo e vão à bola que hoje não vai chover!

sábado, 4 de fevereiro de 2017

A hortaliça!

O dia vai ser longo, muito longo, enquanto não soa o apito para dar início ao jogo. Se há coisa que me entusiasma, neste jogo que todos esperam com a maior ansiedade, é ver o Jesus a trabalhar para o Benfica. Ele vai fazer tudo quanto estiver ao seu alcance para o Benfica recuperar os 4 pontos de avanço sobre o FCP e só por isso já gosto dele outra vez.
Mas vamos ao que interessa, o título desta publicação (sugiro que nunca usem a palavra post que é inglesa e muito menos postagem que é brasileira e não consta de qualquer dicionário) fala de hortaliça e é disso que escolhi falar-vos.


Olhem bem para esta fotografia e digam-me o que acham da hortaliça. Não se precipitem a dizer que não vêem tomates, pepinos, melões ou qualquer coisa que a isso se assemelhe. Há uma relação directa entre esta imagem e a hortaliça e se ainda a não descortinaram eu digo-vos qual é. O guarda-chuva, pois claro. Há um mês que ando a alertar que a falta de chuva viria a provocar grandes problemas no abastecimento de frutas e legumes. Pois aí estão eles a pôr a cabeça em água aos nossos eternos aliados, os súbditos de Sua Majestade a rainha Isabel II.
A notícia que hoje podem encontrar nos jornais diários publicados em Inglaterra (ver aqui) fala de racionamento e aumentos de 1000% em alguns produtos desta família. E como os grandes fornecedores deste tipo de produtos são os países mediterrânicos, a começar pela Espanha e Itália, apetecia-me mandar-lhes um recado. Ai quiseram votar a favor do Brexit e separar-se da Europa? Então agora comam calhaus que há muitos na Cornualha!


Fartura como esta (regalem-se com esta imagem) é só para os amigos que nos querem bem e nunca votarão para se separar de nós. As terras mais férteis de Portugal estão aqui perto de mim, entre a foz do Cávado e Ave, e sei bem do que falo. Tomates, nabos e grelos é a minha especialidade, mas também me perco por melões e nunca esqueço as melancias que são verdes por fora, mas vermelhinhas por dentro que me fazem lembrar o GLORIOSO. Sempre ele, à frente de tudo o resto.
Uma pergunta para terminar. Já se cansaram de olhar para a mulher do guarda-chuva?
Bom fim de semana!!!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Antevisão da jornada!

Terminada que está a 19ª jornada da Liga Nós e depois do mergulho a pique da equipa encarnada, a classificação geral apresenta-se como podem ver na imagem aqui ao lado.
Como ficará ela, na próxima segunda-feira é o que eu gostava de saber, mas não sou bruxo. Resta-me, portanto, esperar até lá para saber.
Mas há uma coisa que eu posso fazer que é desejar que as coisas corram de modo a beneficiar o meu clube. E assim teríamos:
1º - O Benfica a ganhar, como não podia deixar de ser, ficando em primeiro lugar com 48 pontos.
2º - O Sporting a ganhar ao morcões do PC ficando no terceiro lugar com 41 pontos.
3º - Com a derrota sofrida o FCP manteria o 2º lugar com os mesmos 44 pontos e a uma distância segura de 4 pontos do Benfica.
4º - O Braga que recebe o Estoril, na segunda-feira às 21 horas e encerra a jornada, espera-se que, depois de tantas derrotas, consiga ganhar, terminando assim na 4ª posição com 39 pntos.
Portanto, 48-44-41-39 para os quatro primeiros seria uma rica classificação, vista pelo prisma de um benfiquista ferrenho que vai apostar todas as fichas nestes resultados. E, claro está, rezar e acender velas a todos os santos em quem tem fé e o apoiam nas suas loucuras futebolísticas.
No meio disto tudo, eu espero que o Jesus e os seu rapazes cumpram a sua parte, senão ver-se-ão relegados para a 4ª posição e nunca se sabe se ficarão por aí. Eles continuam a dizer, tentando convencer-se a eles próprios, que o título ainda é possível, mas para tanto têm que provar que têm fôlego para o conseguir. E o primeiro passo é ganhar amanhã.
Os benfiquistas agradecem e eu talvez perdoe ao JJ todo o mal que me fez no passado, libertando-o da praga que o persegue para onde quer que ele se vire.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Futebol à quinta!


Para não variar fui ver o futebol!
O Moreirense, carrasco do Benfica na Taça, não conseguiu ganhar ao Feirense. Ficou o resultado em 1 golo para cada lado e foi-se embora o Feirense todo contente por não ter perdido.
O Braga, batido pelo Moreirense na Taça, veio jogar aqui ao lado, ao Estádio dos Arcos, e pressionou tudo quanto pôde, mas acabou por perder por 1 a 0. Pouca sorte para o novo treinador do Braga que soma duas derrotas seguidas e perde a hipótese de discutir o 3º lugar com o Sporting. Haverá outras oportunidades no futuro com toda a certeza.

Surpresa!

Fui à procura de notícias sobre o ciclone que traz toda a gente assustada e olhem o que me saiu na rifa.


Estou bem preparado e não creio que "este ciclone" me possa fazer algum mal. No entanto o que se passou é que me esqueci do que andava a procurar com a pressa de vos comunicar a ocorrência. Assim, cada um que tome os cuidados que achar mais adequados que eu por aqui me fico, ciente de ter cumprido o meu dever de cidadania.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Já estamos em Fevereiro!!!

Ora bem! Tinha prometido regressar em Fevereiro e cá estou eu a cumprir a promessa.
No mês de Janeiro as coisas não podiam ter corrido pior ao Benfica. Espero, sinceramente, que neste mês de Fevereiro ocorra uma inversão dessa tendência negativa.
Não é que as contratações de Janeiro me levem a acreditar que vem daí a solução, mas acredito que a estrutura do Benfica (no seu total) saberá identificar e resolver o problema que tem afectado a equipa.
Este rapazinho que vêem aqui ao lado deixou boas indicações em Itália. Espero que o Rui Vitória faça com que ele renda mais ainda na Luz. Jonas, Pizzi, Mitroglou, Luisão, Eliseu - só para citar alguns - estão velhos, cansados e fora de forma e é de sangue novo que o Benfica precisa. Vou ficar de olho no Pedrinho.