Os últimos dois dias não foram fáceis para mim. Anteontem fui ao hospital fazer uma série de exames que a minha médica (endocrinologista) achou necessários. Vim de lá todo partido e a noite foi um sofrimento. Acredito que seja contágio, uma visita ao sítio das doenças deixa vestígios. Ontem passei o dia estendido ao comprido para recuperar e ainda bem que deu certo. Esta manhã vesti a farpela e pus-me a caminho do banco para fazer a prova de vida que a companhia de seguros exige para me pagar uma reforma miserável que cai na minha conta nos fins de Abril. São ainda resquícios da minha actividade profissional ao serviço de uma grande empresa que muitos consideravam uma «fábrica de fazer dinheiro».
Logo ao sair a porta de casa fui ultrapassado por uma rapariga que não devia chegar aos 150 centímetros de altura e um cu de tamanho descomunal. Fiquei a matutar de onde será originária esta raça pequena muito comum aqui no noroeste peninsular. Na ida e vinda ao banco cruzei-me com mais uma dúzia destes espécimens, decididamente era o dia das "pequenotas". Como a moda anda pelas calças justas, é ver aqueles gigantescos cus a tentar rebentar com as costuras para se libertarem do aperto em que estão metidos.
Tenho a absoluta certeza que elas nem sonham a figura que fazem. Devem julgar-se umas sereias, mas assemelham-se mais a baleias, do tipo gordinho assim como as orcas. Perguntei ao Google se me sabia classificar este tipo de mulher e qual a sua origem, mas não obtive resposta. É assunto complicado até o Mister sabe-tudo.
E assim vai a vida !!!





















