sábado, 14 de outubro de 2017

Em busca do paraíso!


Li, hoje, em qualquer lado que Vanuatu é a terra da felicidade. Dizem que qualquer um (que tenha dinheiro, claro) pode comprar a cidadania neste país e ficar a rir-se para o resto da vida. Vou perguntar ao Valdemar se sabe mais pormenores deste negócio, pois a felicidade não tem preço. Como ele vive há bastante tempo naquela zona, pode ser que conheça e me abra a porta.


Andei pelo Google a dar uma vista de olhos às fotografias e não vi nada que me entusiasmasse muito. Muita areia, muitas praias desertas, muita natureza e ar puro. Talvez as morenas (seminuas) me ajudassem a matar o tempo. É só uma ideia que me passou pela cabeça enquanto espero que o jogo do Benfica comece!

Eu também podia ser «Sousa»!


Acho que já aqui mencionei isso, mas depois de ter lido, no Facebook, um desabafo do Valdemar (filho da escola que mora lá nas antípodas), resolvi voltar ao assunto.
Sousa foi o apelido dos meus antepassados do lado materno, durante dois séculos. Um dos meus avós, de nome Jerónimo, fazia parte dessa lista e deixou fortes referências na terra onde nasci. De tal forma que a minha mãe e avó ainda eram identificadas como fazendo parte da família desse personagem. A Maria e a Rita são do Jerónimo, ouvi eu muitas vezes dizer, quando era miúdo.
Esse facto fez-me deduzir que o tal Jerónimo que eu não sabia muito bem quem fosse, usava o apelido de Sousa, tal como a Rita e a Maria, minha mãe e avó, respectivamente. 
Pois, estava bem enganado! Depois de me meter a estudar a árvore genealógica da família, a fundo, descobri quem foi este meu antepassado, cujo apelido era, na realidade, Ferreira.
Permitam que me desvie um pouco da história da Jerónimo para vos falar da origem do apelido Ferreira. Nos velhos tempos só os homens usavam apelido, as mulheres tinham apenas nome próprio e só um, não dois como agora. Não sei como funcionava nos outros países, mas em Portugal eram os párocos das freguesias que criavam os nomes das pessoas, seguindo velhos costumes, atendendo à vontade dos pais, ou inventando algo que lhe parecesse ajustado. A maioria das mulheres chamavam-se Maria ou Anna e isso criava uma grande dificuldade ao registar as crianças, pois repetia-se muitas vezes o nome do pai e metade das vezes a mãe era Maria, o que deixava poucas alternativas ao abade que já não tinha por onde escolher para evitar a confusão.
Um dia o ferreiro da aldeia apresentou-se para baptizar o filho e o padre perguntou-lhe qual o nome da mãe da criança. Maria, respondeu o ferreiro. Maria tinha sido também o nome da mãe de boa parte das crianças que tinha baptizado nos últimos tempos e assim, para criar alguma diferenciação, registou a criança como filha de fulano de tal e de Maria Ferreira (mulher do ferreiro). Foi ela a mãe e avó de todos os Ferreiras que há pelo mundo.
Esclarecido este ponto, deixem-me regressar à história do meu avô Jerónimo que usava o apelido de Ferreira, o qual herdou do seu pai Manuel Ferreira que veio de fora da minha freguesia casar com uma menina da família Araújo, apelido primeiro dos meus antepassados mais remotos. Com esse casamento mudou para Ferreira, mas durou apenas três gerações. Um neto desse Jerónimo viria a casar-se com um senhora de apelido Souza e este foi o apelido que ela deu aos seus filhos e prevaleceu até chegar à minha mãe, cujo apelido era Alves de Sousa.
Tudo isto para dizer que eu chamava «meu avô Jerónimo» cada vez que via o Jerónimo de Sousa a falar na televisão. Quando ele herdou o lugar do Carlos Carvalhas (aquele que falava axim e parecia ter engolido uma cassete gravada pelo Álvaro Cunhal) e começou a defender o comunismo como se não houvesse outra doutrina no mundo, eu dizia assim:
- Lá está o meu avô Jerónimo a dizer asneira!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O futebol dos pobres!

Ontem foi em Oleiros, terra do interior que só é campeã nos incêndios. Hoje é em Évora com o Lusitano a tentar dar uma coça no dragão portista. Dizem pr'aí que o jogo vai ser em Belém, uma vergonha para os alentejanos que nem na sua capital têm um estádio igual ao de Oleiros. Ou terão e alguém está interessado em transferir o jogo para Lisboa? Talvez umas centenas de adeptos encham meia dúzia de autocarros e rumem a Lisboa para ver o jogo. mas ... e o resto da população de Évora?


Amanhã será em Olhão, ou Faro, ou Loulé, que é quase a mesma coisa. O estádio é do Algarve e mais aqui ou mais acolá tanto dá. O que conta é que joga o Benfica e os benfiquistas esperam que ganhe e mostre aos seus adversários que está pronto para açambarcar mais esta taça para figurar no seu museu.
Dizem que o calendário foi assim arranjado para benefício dos mais pequenos. Será? Cada pequeno que joga com um grande fica logo fora da corrida, que grande prémio! Não seria melhor os pequenos irem jogando uns com os outros, amealhando umas coroas e dando alegrias aos seus adeptos que gostam de ver o seu clube ganhar? Na parte final jogariam com os grandes e algum deles com sorte poderia dar um desgosto ao seu oponente. Isso sim, seria uma festa, aliás, como se tem visto já.
Mas é assim a vida, cada organizador só valoriza a sua organização, a dos outros é uma boa merda! Para mim está tudo bem, só quero que o Benfica ganhe!

Salvos pelo Ofélia! Sorte ou azar?


Furacão não é boa notícia para ninguém, mas a falta de água que afecta Portugal talvez justifique alguns sacrifícios. Umas rajadas de vento, alguns telhados pelo ar, um prejuízo aqui e outro ali, mas muita chuva, água com fartura que dê para melhorar o nível nas albufeiras que estão, praticamente, secas.
Segundo os meteorologistas, a passagem do furacão ao largo da costa portuguesa vai fazer cair umas pingas. Espera-se que sejam grossas e valham a pena, já chega de seca.


Mas, vamos ao que interessa, hoje é sexta-feira, dia 13, e temos que nos debruçar sobre esse tema que ocupa a cabeça de meio mundo (o outro meio anda bêbado ou distraído). Cada povo, cada mitologia, cada religião trata este assunto como quer, ou como mais lhe convém. Assim, para os cristãos o número 13 é mau - 12 eram os apóstolos de Jesus e já estava incluído o Judas - e a sexta-feira nem se fala, pois foi o dia em que O crucificaram.
Para os egípcios era bom e para os nórdicos nem se fala. Segundo os estudiosos britânicos, a palavra friday (sexta-feira) tem origem na deusa Friga. Ora vejam o que encontrei sobre o assunto:
>>>
Alguns historiadores culpam a desconfiança dos cristãos com as sextas-feiras em oposição geral às religiões pagãs. A sexta-feira recebeu seu nome em inglês em homenagem a Frigga, a deusa nórdica do amor e do sexo. Essa forte figura feminina, de acordo com os historiadores, representava uma ameaça ao cristianismo, que era dominado por homens. Para combater sua influência, a igreja cristã a caracterizou como uma bruxa, difamando o dia que a homenageava. Essa caracterização também pode ter tido um papel no medo do número 13. Foi dito que Frigg se uniria a uma convenção de bruxas, normalmente um grupo de 12, totalizando 13. Uma tradição cristã semelhante considera o 13 amaldiçoado por significar a reunião de 12 bruxas e o diabo.
O calendário antigo representava o calendário lunar, possuindo 13 meses de 28 dias. Mas este número foi completamente renegado pelos sacerdotes das primeiras religiões patriarcais por representar o feminino nas culturas pré-históricas, já que refletia o ciclo menstrual das mulheres. Foi, então, alterado pelo Papa Gregório XIII para 12 meses, evitando que se continuasse cultuando a mulher como sagrada.
A evidência de que as culturas primitivas reverenciavam o 13 pode ser constatada por meio de vários vestígios arqueológicos, como a Vênus de Laussel, uma estatueta com mais de 27 mil anos encontrada na França, que carrega em suas mãos um chifre em forma de crescente lunar com 13 chanfros.
<<<
Portanto, chega de bruxas e gatos pretos. Frigga era uma mulher bonita que teve o dom de enfeitiçar Odin, o rei dos deuses e mantê-lo preso aos seus encantos. Doravante, sexta-feira 13 é para idolatrar as mulheres bonitas. Amor e sexo, não se esqueçam!

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Faça-se luz!


Faz amanhã 100 anos que aconteceu o fenómeno solar que ficou conhecido como «O Milagrs do Sol». Se foi milagre feito pela Nossa Senhora de Fátima ou um fenómeno atmosférico difícil de explicar, ninguém sabe explicar. E nestas questões de religião mais vale não insistir, quem quer acreditar acredita e quem não quer passa ao lado e não pensa mais nisso.
Parece sintomático que o processo decorrente da Operação Marquês tenha visto a luz do dia nesta mesma semana em que se comemora essa efeméride. Talvez sirva para iluminar a mente dos juízes que vão julgar este caso e do enorme emaranhado de acusações, provas e testemunhas saia alguma coisa de positivo. Depois de anos a investigar e mais anos que se adivinham nos tribunais, além do pesadíssimo custo para os contribuintes, seria um desconsolo que nada de positivo saísse disto tudo.
Se a «montanha parir um rato», como soe dizer-se, ninguém mais neste país acreditará na Justiça. E a política e os políticos que já andam pelas ruas da amargura, ficarão desacreditados para sempre. Terão que passar muitos anos sobre este caso e morrer uma geração inteira, antes que o povo português volte a acreditar.
Bem se podia aproveitar a ocasião para fazer uma reforma da Justiça que evitasse aquilo que se passa agora, com condenados que nunca mais começam a cumprir a sua pena, como é o caso do Armando Vara e quejandos. Mas enquanto isso depender dos advogados que dominam o Parlamento, bem podemos esperar sentados!

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

E o Pinóquio?

Finalmente saiu a acusação e já toda a gente, incluindo o próprio, sabe quais os crimes de que é acusado. Veremos o que os tribunais conseguirão provar, mas prevejo que vamos ter caso para uns poucos (talvez muitos) de anos. Se calhar ainda parto para o outro mundo sem ver o fim disto, o que me deixa muita pena. Eu que já o dava como culpado no caso Freeport, quando ele era secretário de estado do ambiente, muito me custa não o ver atrás das grades.


Hoje, não se podia ligar a televisão, fosse em que canal fosse, que não levássemos logo com um banho de Sócrates, Salgado & C.ia. Essa cambada embolsou uma quantidade enorme de milhões que todos teremos que pagar do nosso bolso. Entre BPN, Bes, Banif e CGD foram entre 10 e 15 mil milhões e todos nós devemos ajudar a metê-los na cadeia.
Ver políticos que elegemos para defender os nossos interesses a trabalhar para engordar as suas contas bancárias é a última coisa que se podia esperar. E não são apenas estes que aparecem no processo Marquês, eles são às dúzias e ocupam cargos nas melhores empresas de Portugal, sejam públicas ou privadas. Xadrês com eles!

Noch immer?


Quando estive na Alemanha, uma das expressões mais usadas na conversa do dia-a-dia que primeiro aprendi foi esta que vêem no título e que quer dizer "outra vez". Outra vez futebol, estarão vocês a pensar, este gajo não sabe escrever sobre outro assunto? Tenho pena daqueles que não gostam, mas lá terá que ser. O assunto não se esgota aqui, mas esta parte é só para guardar a foto dos rapazes do Fernando Santos que lhe ofereceram a prenda pelo seu 63º aniversário.


Em segundo lugar e sem fugir ao tema, eu sempre pensei que GOA era uma das antigas possessões do Império Português do Oriente. Mas parece que, agora, ganhou outro significado, em Portugal, é sinónimo de claque. O Luís Filipe Vieira e o Conselho de Disciplina, nos seus comunicados, referem-se às claques de apoio do Benfica como GOA's, ou seja «Grupo Organizado de Adeptos». Para mim tanto se me dá, chamem-lhe o que quiserem, nem sei porque perdem tempo com essas mariquices.


Falando em mariquices, há uma coisa que me preocupa e muito, o decréscimo da natalidade. Vocês já pararam para pensar qual a razão para isso acontecer? Será que os homens de hoje perderam o interesse pelo sexo? Pois eu acho que as mulheres nunca estiveram tão sexy como agora. Elas esfarrapam-se todas para chamar a atenção dos "machos" (olhem bem para a imagem acima) e porque será que eles não respondem ao apelo? É público e notório que a mariquice tem aumentado a olhos vistos, em todo o mundo. Será essa a grande razão do problema?
Já são perguntas a mais, fico-me por aqui e deixo-vos a "magicar" sobre o assunto.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Abre a porta, Putin!


Cá vamos nós mais uma vez!
A rapaziada, hoje, jogou como eu gosto. O Bernardo pôs os olhos em bico àqueles suíços que só se conseguiram vingar a dar pau nos nossos artistas. O William, o Moutinho, o André e o João Mário deram um show de bola. O Ronaldo, o Cedric e os outros todos mostraram como se joga à campeão.
Se jogássemos sempre assim não teríamos tantas dores de cabeça como tivemos no ano passado a disputar o acesso ao campeonato da Europa 2016, em que fomos apurados quase por milagre. E como diz aquele ditado - não é como começa, mas como acaba - lá fomos campeões.
Veremos como será na Rússia, no próximo verão!

Segredo por desvendar!


Milhares de carros vão passar, durante o dia de hoje, ao lado do Estádio da Luz e os seus ocupantes farão a pergunta a que ninguém sabe responder - qual será o resultado do jogo entre Portugal e a Suíça?
Vai ser preciso esperar até às 22.00 horas para conhecer a resposta. O que ganhar vai fazer uma festa, o que perder ganha uma dor de cabeça, pois terá que disputar um jogo mais, com um novo adversário que quer também ir à Rússia, em 2018. E novamente a terrível dicotomia, para um ganhar tem o outro que perder, um ficará contente, o outro triste.
E no próximo sábado temos o Benfica de volta à luta, procurando, também ele, uma vitória na corrida pela Taça de Portugal. O sorteio enviou-nos de novo para o Algarve, até acusam o Benfica de ser o único patrocinador do Estádio do Algarve, pois sem os nossos jogos aquilo estaria sempre às moscas.
Os internacionais que têm estado ao serviço das suas selecções regressam amanhã, com mais ou menos mazelas contraídas por lá, e terão dois dias para engraxar as chuteiras e passar a ferro o equipamento para se apresentarem ao serviço. Espero que nenhum apareça de muletas para dar mais uma dor de cabeça ao treinador, que é o que ele menos precisa. O Seferovic (a quem o pessoal já crismou de "esferovite") joga hoje no seu estádio, com as cores da Suíça, e já lá pode ficar para amanhã, poupa nas viagens.
E é assim a vida, começa o dia com a cabeça na bola! Podia ser pior!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Amanhã é que é!


O jogo com Andorra dava para fazer um filme. A viagem num avião da Força Aérea fez dos jogadores autênticos guerreiros que foram ao meio das montanhas pirenaicas lutar contra os andorrenhos e conquistar o troféu em disputa.
O jogo, propriamente dito, foi um tanto ou quanto pasmacento e chegou ao intervalo empatado a zero. Foi preciso recorrer à cavalaria (que estava sossegadamente sentada no banco a ver o jogo) para virar a coisa a nosso favor. E lá surgiram os dois golos que fizeram a diferença, marcados pelos supeitos do costume. Ganhámos e isso é que interessa e assim podemos discutir o assunto com o primeiro classificado que, até agora, ainda não perderam um jogo.
Por isso, alugamos a Catedral da Luz para impressionar os suíços, amanhã à noite, e virar o jogo a nosso favor. Espero que os nossos rapazes não me deixem ficar mal e façam a festa no fim do jogo, pois o local onde vão disputar o jogo é sagrado e só está habituado a grandes vitórias.
Ao ataque, campeões!!!

Auf wiedersehen Herr Schäuble!


Hoje e amanhã, reúnem-se no Luxemburgo os ministros das finanças da União Europeia. O nosso não vai poder estar presente e manda o Mourinho em sua representação. Não, não é esse que estão a pensar, mas o Mourinho Félix que é secretário de estado das finanças. Será este que terá o prazer de apertar a mão ao Sr. Wolfgang Schäuble em sinal de despedida, pois é a última vez que o veremos participar numa cena destas.
Nas últimas eleições ele foi escolhido para presidir ao Bundestag (o parlamento alemão) e estamos livres de o aturar. Espero que aquele que o vier substituir não seja pior que ele, pois aquela veia nazista que ele mostrou ao tratar os "pobres" da Europa não agradou a ninguém. Gregos e portugueses e, se calhar, mais alguns não ficam com pena nenhuma da sua saída do ministério das finanças alemão.
No título desta publicação escrevi "auf wiedersehen" que significa "até à vista", mas espero não voltar a pôr-lhe a vista em cima. Já bastou o que tivemos que lhe aturar. Ele que vá lá para o Bundestag chatear os filhos da ... sua pátria!

domingo, 8 de outubro de 2017

O «Belo Feminino»!


Tanto trabalho, tanta canseira e tanto dinheiro gasto para criar uma colecção de roupa e depois os/as modelos aparecem todos descascados. Especialmente elas. E eu gosto!


Outro caso que me deu que pensar. Será uma surfista? Talvez uma ginasta? A fazer publicidade à prancha? Ou só a armar aos cágados?
Tudo isso pouco importa, quem fixa os olhos na imagem só pensa na mulher, nas suas curvas e naquilo que não vê, mas consegue adivinhar!
Como a chuva não quer nada connosco, vão apreciando este sol de domingo o melhor que puderem!

sábado, 7 de outubro de 2017

Os craques da bola!

Hoje é dia de jogo da selecção nacional. As televisões não falam noutra coisa a não ser no futebol. Acordado ou a dormir eu vivo para o futebol, se os artistas que dele vivem são verdadeiras estrelas.


No fim do almoço, sentei-me no sofá da sala a ouvir o que dizia o Fernando Santos sobre o jogo de logo à noite. Nada de novo, pois já o ouvi anteontem, ontem e hoje de manhã repetir vezes sem conta a mesma ladainha. Não admira, portanto, que ao fim de poucos minutos estivesse a ressonar perdido no mundo dos sonhos, deixando a televisão a falar para o boneco.
Quando acordei estava a dar o filme da vida deste rapaz que nasceu nos Estados Unidos, tem nome eslavo e joga no Borussia Dortmund. Diz que percebe dessas coisas que tem pinta para suceder aos Messis e Ronaldos desta era. Não teremos que esperar muito para ver isso confirmado ou desmentido.

«Quando era pequeno chamava-lhe Figo, pois víamos muito o Real Madrid. Gostava da forma de jogar do Figo e comprei-lhe uma camisola dele», revelou o pai do jogador, Mark, em entrevista ao Goal.
Quanto ao futuro do avançado, que nesta terça-feira defronta precisamente o Real Madrid, Mark Pulisic diz que o filho «está contente no Dortmund», clube com o qual renovou recentemente.

Estas são palavras do seu pai que está todo orgulhoso por ver o seu rapaz a caminho do estrelato. Os grandes clubes ingleses já o quiseram levar para a Premier League, mas ele deu-lhes uma nega e acho que fez bem. O Dortmund é um bom clube para ele evoluir e se as coisas correrem bem o valor dele aumentará a cada ano que passe.
Era de um rapaz assim que precisava o meu Benfica para sair do buraco onde se encontra!

Os capangas do diabo!


Ontem e hoje, só boas notícias!
O Luís Montenegro disse que não quer o lugar do Passos Coelho!
E o Paulo Rangel disse a mesma coisa!
Eles lá sabem porquê e eu fiquei todo satisfeito, pois não gosto deles nem com molho de tomate.
Só de pensar em ver um deles como Primeiro Ministro até sinto comichão!
Que Deus me dê melhor sorte!

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A água ou a falta dela!

Castelo do Bode, a barragem mais importante para os alfacinhas. Antes de entrar no problema da água, sim, problema e muito sério, deixem -me apresentar-vos o animal que deu o nome à barragem.


A que deve o seu nome esta barragem? Se calhar ninguém sabe ao certo. Pode ser que no vale do rio Zêzere, antes de ser construida a barragem, houvesse muitos rebanhos de cabras e algum bode famoso que era o pai daquela cabritada toda. Para quem nunca pensou nisso, o bode é o macho da cabra, cabrão é outra coisa que, agora, não vem ao caso.


Por vezes questiono-me, o que fariam os lisboetas se o rio Zêzere secasse, ou por alguma razão a sua água ficasse inquinada? Grande parte da água que se consome em Lisboa sai desta represa e seria um enorme problema se não se pudesse contar com ela.
O Zêzere que vêem na imagem a correr em direcção ao Tejo faz-me lembrar outra questão. Porque não se abastece Lisboa no Tejo?
Pensando em termos futuros e na carência de água que pode vir a afectar-nos seriamente, o Tejo seria a fonte de abastecimento mais falível. Primeiro, porque os espanhóis já estão a desviá-lo para suprir as suas próprias necessidades e depois, porque a existências de unidades de produção de energia nuclear nas suas margens não o aconselham. Aliás, basta dar uma olhadela ao Tejo, desde a confluência do Zêzere até Vila Franca de Xira, para perceber que o seu caudal não dá nem para regar uma horta de tomateiros.


No que concerne à água, Portugal pode dividir-se em duas partes. A norte do Tejo, onde a falta de água não é um grande problema e a sul do Tejo, onde a falta de água é um grande problema. Na Antiguidade houve grandes migrações do norte de África para a Europa, exactamente por causa da falta de água  e subsequente falta de recursos agrícolas para alimentar a população. O mesmo pode acontecer, no futuro, do sul para o norte de Portugal, onde, mesmo agora neste período de seca extrema, se pode ver água a escorrer pelas fragas abaixo.
Pensem nisso e tenham um bom dia de sexta-feira!

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Lá nas alturas dos Pirinéus!


Chegaram cedo os nossos rapazes a Andorra. Assim terão tempo de afeiçoar os pulmões aos ares daquelas serras que separam a França de Espanha. Dizem os entendidos que se respira mais mal quanto maior é a altitude, por haver menos oxigénio. Se calhar foi por isso que os suíços se viram à rasca para ganhar aos andorrenhos. Espero que a equipa portuguesa leve umas quantas garrafas de oxigénio na bagagem para encher os pulmões aos nossos atletas se eles começarem a abafar.
Tem-me apetecido desatar á gargalhadas quando ouço o treinador e alguns jogadores (aqueles a quem encomendam o discurso) dizerem que a equipa adversária é muito difícil e que este jogo é uma verdadeira meia-final que têm que enfrentar com o máximo cuidado, etc. e coisa e tal. Lá muito no íntimo eles estão convencidos que a selecção de Andorra não vale um chavo e que lhe vão dar uma cabazada sem grande trabalho. É assim que por vezes aconteçam os desastres. Os nossos jogadores, sentem-se os campeões da Europa e têm o rei na barriga. Entram em campo todos inchados e quando mal se apercebem já têm um frango na capoeira.
Vou fazer uso dos meus dotes de telepatia e enviar-lhes uma mensagem para se porem a pau, não se pode contar com o ovo no cu da galinha. E mesmo depois de o pôr é preciso algum cuidado para não o partir. Não podemos facilitar, pois não teremos outra oportunidade!
Força campeões!

Foi sempre assim!

Quem pensa que o Passos Coelho foi o pior Presidente do Conselho de Ministros que Portugal já teve, está muito enganado. Basta pensar no António de Santa Comba que dava pelo apelido de Salazar e que muito fez sofrer à minha geração. Mas, infelizmente, a coisa não fica por aí, pois já antes da «Implantação da República» que hoje comemoramos, a merda (para falar em português correcto) era a mesma.


Na imagem acima podem ver as caras e os nomes dos últimos sete (7) Presidentes do Conselho que, durante os reinados de D. Carlos e D. Manuel puseram este país num oito. Desde 1890 que os republicanos tentavam derrubar a monarquia e estes políticos, com a sua disputa partidária, não fizeram outra coisa a não ser acelerar o processo. Os dois partidos predominantes alternavam no poder com uma velocidade estonteante, como se depreende do quadro acima, 7 presidentes em 4 anos.
Do rei D. Carlos ninguém gostava. Acusavam-no de estar vendido aos ingleses e de os ter deixado roubar metade dos nossos territórios em Africa. Além de que só pensava em caçar, fazer belos banquetes e pintar uns quadros. Deram-lhe um tiro na mona e acabou-se. O seu filho D. Manuel nunca conseguiu ocupar o lugar a sério. Era muito novo, não tinha sido preparado para o cargo e o pessoal da Carbonária, juntamente com os republicanos, queriam o poder para eles próprios.
Tudo isto se foi agravando até chegar ao dia 3 de Outubro de 1910, dia em que rebentou a revolução que terminaria com a fuga do rei D. Manuel e a proclamação da república na varanda da Câmara Municipal de Lisboa, a mesma aonde vão, ainda hoje, todos os políticos, quando têm alguma coisa para anunciar ao país.
Já lá vão 107 anos, mas as coisas não mudaram muito!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O velho truque!

Não tenho tempo para o computador, a internet e os blogs, de modo que recorro ao velho truque do costume, deixar uma imagem para se entreterem a pensar naquilo que vos aprouver.


A rapariga é uma ginasta conhecida, tem umas belas pernocas e talvez o Leiria (que há muito não dá sinal de vida) tenha uma oportunidade de a ver actuar e nos faça uma reportagem. Sim, porque ele costuma ir para o Canadá, nesta altura, e a nossa atleta também.
Pensem nisso e desculpem a minha ausência.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Vamos fazer-lhe o enterro?


Tanto falou no diabo que ele apareceu e levou-o com ele. Eu e muita gente mais, em Portugal, ficamos muito felizes com este desenlace. Ele não sabe ainda que morreu e não está muito contente pela situação em que vive, actualmente. Alguém terá que lhe dizer que chegou a hora de estender ao comprido, dentro do caixão, para carregarmos com ele para o cemitério.
Quando alguém morre, há sempre alguém que faz o chamado «Elogio Fúnebre». Na verdade nem sempre é um elogio, depende do morto e das acções que praticou em vida. Ao fim de 53 anos e mais quase 3 meses, não são conhecidas muitas coisas que possam ser registadas na coluna do HAVER da conta do nosso ex-PM. Já na coluna do DEVE são inúmeras as parcelas a registar.
Vou poupar-me ao trabalho de enumerar todas as queixas que temos dele e desejar apenas que a sua participação na cena política portuguesa tenha ficado por aqui. Que eu saiba, ele nunca fez nada na vida para além de política. Saiu da escola directamente para as fileiras do PSD como líder da Juventude Social Democrata, chegou a líder do partido e, por essa via, a Primeiro Ministro de Portugal. Com a ajuda do pior Presidente da República que Portugal conheceu, depois do 25 de Abril, completou um mandato de 4 anos que vai ficar na História pelas piores razões.
Haverá quem goste dele e fique com saudades depois da sua partida? Talvez.
Haverá quem o deteste ainda mais que eu? Com certeza absoluta!

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Boas notícias!

Nos primeiros dias de cada mês, eu leio a Revista da Armada procurando nomes de  camaradas que tenham feito comissão comigo, de filhos da minha escola ou de qualquer outro militar da Armada que se tenha cruzado comigo na minha curta passagem por essa instituição. Procuro-os na página dos falecidos, primeiro para me manter informado e segundo para vos informar a vós que não vos dais a este trabalho.
No mês de Setembro, por causa das férias, não sai a Revista e no número acabadinho de sair, referente ao mês de Outubro, não aparece o nome que qualquer marinheiro que eu conheça.
Boas notícias, portanto.
Parece um tanto ou quanto mórbido este trabalho que faço, mas alguém tem que o fazer, se é que queremos estar informados. Felizmente, algumas vezes não tenho más notícias para vos transmitir, como é o caso de hoje.