sábado, 7 de outubro de 2017

Os capangas do diabo!


Ontem e hoje, só boas notícias!
O Luís Montenegro disse que não quer o lugar do Passos Coelho!
E o Paulo Rangel disse a mesma coisa!
Eles lá sabem porquê e eu fiquei todo satisfeito, pois não gosto deles nem com molho de tomate.
Só de pensar em ver um deles como Primeiro Ministro até sinto comichão!
Que Deus me dê melhor sorte!

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A água ou a falta dela!

Castelo do Bode, a barragem mais importante para os alfacinhas. Antes de entrar no problema da água, sim, problema e muito sério, deixem -me apresentar-vos o animal que deu o nome à barragem.


A que deve o seu nome esta barragem? Se calhar ninguém sabe ao certo. Pode ser que no vale do rio Zêzere, antes de ser construida a barragem, houvesse muitos rebanhos de cabras e algum bode famoso que era o pai daquela cabritada toda. Para quem nunca pensou nisso, o bode é o macho da cabra, cabrão é outra coisa que, agora, não vem ao caso.


Por vezes questiono-me, o que fariam os lisboetas se o rio Zêzere secasse, ou por alguma razão a sua água ficasse inquinada? Grande parte da água que se consome em Lisboa sai desta represa e seria um enorme problema se não se pudesse contar com ela.
O Zêzere que vêem na imagem a correr em direcção ao Tejo faz-me lembrar outra questão. Porque não se abastece Lisboa no Tejo?
Pensando em termos futuros e na carência de água que pode vir a afectar-nos seriamente, o Tejo seria a fonte de abastecimento mais falível. Primeiro, porque os espanhóis já estão a desviá-lo para suprir as suas próprias necessidades e depois, porque a existências de unidades de produção de energia nuclear nas suas margens não o aconselham. Aliás, basta dar uma olhadela ao Tejo, desde a confluência do Zêzere até Vila Franca de Xira, para perceber que o seu caudal não dá nem para regar uma horta de tomateiros.


No que concerne à água, Portugal pode dividir-se em duas partes. A norte do Tejo, onde a falta de água não é um grande problema e a sul do Tejo, onde a falta de água é um grande problema. Na Antiguidade houve grandes migrações do norte de África para a Europa, exactamente por causa da falta de água  e subsequente falta de recursos agrícolas para alimentar a população. O mesmo pode acontecer, no futuro, do sul para o norte de Portugal, onde, mesmo agora neste período de seca extrema, se pode ver água a escorrer pelas fragas abaixo.
Pensem nisso e tenham um bom dia de sexta-feira!

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Lá nas alturas dos Pirinéus!


Chegaram cedo os nossos rapazes a Andorra. Assim terão tempo de afeiçoar os pulmões aos ares daquelas serras que separam a França de Espanha. Dizem os entendidos que se respira mais mal quanto maior é a altitude, por haver menos oxigénio. Se calhar foi por isso que os suíços se viram à rasca para ganhar aos andorrenhos. Espero que a equipa portuguesa leve umas quantas garrafas de oxigénio na bagagem para encher os pulmões aos nossos atletas se eles começarem a abafar.
Tem-me apetecido desatar á gargalhadas quando ouço o treinador e alguns jogadores (aqueles a quem encomendam o discurso) dizerem que a equipa adversária é muito difícil e que este jogo é uma verdadeira meia-final que têm que enfrentar com o máximo cuidado, etc. e coisa e tal. Lá muito no íntimo eles estão convencidos que a selecção de Andorra não vale um chavo e que lhe vão dar uma cabazada sem grande trabalho. É assim que por vezes aconteçam os desastres. Os nossos jogadores, sentem-se os campeões da Europa e têm o rei na barriga. Entram em campo todos inchados e quando mal se apercebem já têm um frango na capoeira.
Vou fazer uso dos meus dotes de telepatia e enviar-lhes uma mensagem para se porem a pau, não se pode contar com o ovo no cu da galinha. E mesmo depois de o pôr é preciso algum cuidado para não o partir. Não podemos facilitar, pois não teremos outra oportunidade!
Força campeões!

Foi sempre assim!

Quem pensa que o Passos Coelho foi o pior Presidente do Conselho de Ministros que Portugal já teve, está muito enganado. Basta pensar no António de Santa Comba que dava pelo apelido de Salazar e que muito fez sofrer à minha geração. Mas, infelizmente, a coisa não fica por aí, pois já antes da «Implantação da República» que hoje comemoramos, a merda (para falar em português correcto) era a mesma.


Na imagem acima podem ver as caras e os nomes dos últimos sete (7) Presidentes do Conselho que, durante os reinados de D. Carlos e D. Manuel puseram este país num oito. Desde 1890 que os republicanos tentavam derrubar a monarquia e estes políticos, com a sua disputa partidária, não fizeram outra coisa a não ser acelerar o processo. Os dois partidos predominantes alternavam no poder com uma velocidade estonteante, como se depreende do quadro acima, 7 presidentes em 4 anos.
Do rei D. Carlos ninguém gostava. Acusavam-no de estar vendido aos ingleses e de os ter deixado roubar metade dos nossos territórios em Africa. Além de que só pensava em caçar, fazer belos banquetes e pintar uns quadros. Deram-lhe um tiro na mona e acabou-se. O seu filho D. Manuel nunca conseguiu ocupar o lugar a sério. Era muito novo, não tinha sido preparado para o cargo e o pessoal da Carbonária, juntamente com os republicanos, queriam o poder para eles próprios.
Tudo isto se foi agravando até chegar ao dia 3 de Outubro de 1910, dia em que rebentou a revolução que terminaria com a fuga do rei D. Manuel e a proclamação da república na varanda da Câmara Municipal de Lisboa, a mesma aonde vão, ainda hoje, todos os políticos, quando têm alguma coisa para anunciar ao país.
Já lá vão 107 anos, mas as coisas não mudaram muito!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O velho truque!

Não tenho tempo para o computador, a internet e os blogs, de modo que recorro ao velho truque do costume, deixar uma imagem para se entreterem a pensar naquilo que vos aprouver.


A rapariga é uma ginasta conhecida, tem umas belas pernocas e talvez o Leiria (que há muito não dá sinal de vida) tenha uma oportunidade de a ver actuar e nos faça uma reportagem. Sim, porque ele costuma ir para o Canadá, nesta altura, e a nossa atleta também.
Pensem nisso e desculpem a minha ausência.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Vamos fazer-lhe o enterro?


Tanto falou no diabo que ele apareceu e levou-o com ele. Eu e muita gente mais, em Portugal, ficamos muito felizes com este desenlace. Ele não sabe ainda que morreu e não está muito contente pela situação em que vive, actualmente. Alguém terá que lhe dizer que chegou a hora de estender ao comprido, dentro do caixão, para carregarmos com ele para o cemitério.
Quando alguém morre, há sempre alguém que faz o chamado «Elogio Fúnebre». Na verdade nem sempre é um elogio, depende do morto e das acções que praticou em vida. Ao fim de 53 anos e mais quase 3 meses, não são conhecidas muitas coisas que possam ser registadas na coluna do HAVER da conta do nosso ex-PM. Já na coluna do DEVE são inúmeras as parcelas a registar.
Vou poupar-me ao trabalho de enumerar todas as queixas que temos dele e desejar apenas que a sua participação na cena política portuguesa tenha ficado por aqui. Que eu saiba, ele nunca fez nada na vida para além de política. Saiu da escola directamente para as fileiras do PSD como líder da Juventude Social Democrata, chegou a líder do partido e, por essa via, a Primeiro Ministro de Portugal. Com a ajuda do pior Presidente da República que Portugal conheceu, depois do 25 de Abril, completou um mandato de 4 anos que vai ficar na História pelas piores razões.
Haverá quem goste dele e fique com saudades depois da sua partida? Talvez.
Haverá quem o deteste ainda mais que eu? Com certeza absoluta!

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Boas notícias!

Nos primeiros dias de cada mês, eu leio a Revista da Armada procurando nomes de  camaradas que tenham feito comissão comigo, de filhos da minha escola ou de qualquer outro militar da Armada que se tenha cruzado comigo na minha curta passagem por essa instituição. Procuro-os na página dos falecidos, primeiro para me manter informado e segundo para vos informar a vós que não vos dais a este trabalho.
No mês de Setembro, por causa das férias, não sai a Revista e no número acabadinho de sair, referente ao mês de Outubro, não aparece o nome que qualquer marinheiro que eu conheça.
Boas notícias, portanto.
Parece um tanto ou quanto mórbido este trabalho que faço, mas alguém tem que o fazer, se é que queremos estar informados. Felizmente, algumas vezes não tenho más notícias para vos transmitir, como é o caso de hoje.

Vivam os empatas!

Se clicar na imagem já se vê melhor

Felizmente para o Benfica os outros, aqueles que disputam a liderança, resolveram empatar e assim ficou tudo na mesma até à próxima jornada. Somaram um pontinho cada um  e só o Braga saiu a ganhar, pois "afinfou" uma pesada derrota ao Estoril do Pedro Emmanuel (que adivinho está quase a dizer adeus àquelas paragens) e se aproximou dos que marcham á sua frente.
Futebolísticamente falando, espera-nos um período difícil em que vamos comemorar o acesso ou dizer adeus ao Campeonato do Mundo 2018. O embate com a Suíça é a chave do sucesso, ou lhe ganhamos ou ficamos na merda. E isso dá um certo tempo ao Rui Vitória para enviar os seus jogadores ao psicólogo e ver se descobre qual é o mal que os aflige.
Em breve teremos que enfrentar os rapazes do Mourinho e se o Benfica jogar tão mal como voltou a jogar, ontem, na Madeira, vai ser uma vergonha e eu nem quero pensar nisso. Será que não podemos desistir da prova e concentrarmos-nos na guerrinha cá de casa? Na Taça dos Campeões vai ser apenas perder tempo, correr o risco de alguma lesão e passar vergonhas. E eu bem podia passar sem isso!

domingo, 1 de outubro de 2017

Anda relógio, mexe-te!

Na Andaluzia, dão-se passos tímidos para maior autonomia. Os galegos pedem estatuto de nação. E no País Basco, berço do separatismo violento, renasce a esperança. Tudo graças ao referendo catalão.
In (O Observador)


Se eu fosse o rei de Espanha começava a ficar preocupado. Depois da Catalunha, o País Basco, a Galiza e, agora, também a Andaluzia, todos querem deixar de ser espanhóis. Que país sobra, onde ele possa reinar?
Felizmente, o meu problema é muito mais simples. Tudo o que eu quero na vida é que o Benfica ganhe, logo à noite. Podia dizer que estou "num estado de grande ansiedade" por causa desse jogo, mas para se estar ansioso tem que haver medo, ritmo cardíaco acelerado, tremores, suores e não sei quantos mais sintomas que determinam a presença dessa doença, coisa que, garanto-vos, não existem.
A única coisa que verdadeiramente sinto é impaciência. Queria ver a bola a rolar, AGORA! A espera, até que o relógio bata as 21.30 horas, é que custa a aguentar. Que raio vou eu fazer para queimar essas 5 horas que ainda faltam?
Como se pode ver, o meu problema é, infinitamente, mais pequeno que o de D. Filipe VI, El-Rei da vizinha Espanha. Ele que se cuide, senão fica apenas com Castela. E é um pau!

Filhos da escola!

Só na Marinha se usa a expressão «Filho da Escola» e isso tem uma explicação simples. Antes de abrir a Escola de Fuzileiros, em 1961, em Vale de Zebro, havia apenas uma escola por onde passava todo e qualquer marinheiro que se alistava na Armada. Era a Escola de Alunos Marinheiros, em Vila Franca de Xira. À beira-rio, como convinha a quem tinha que se formar nas artes nauticas. Portanto, e muito simplesmente, filho da escola queria dizer marinheiro e é assim que continua a ser entendido. É ou foi marinheiro? É um «Filho da Escola».


Pensei nisto ao ver esta fotografia que me fez lembrar uma visita que fiz à cidade de Alpalhão (Alto Alentejo), no ano de 2013. Terminado o convívio que organizei e se realizou em Pernes, Santarém, parti rumo ao Alentejo para matar saudades. Alpalhão não era o meu destino, mas ao passar por lá lembrei-me de um filho da escola que lá reside e não pôde ir ao convívio por razões de saúde. Quis visitá-lo para dar-lhe um abraço e desejar-lhe as melhoras.
Saquei da lista que trago sempre comigo (quando ando nessas organizações), verifiquei a morada e para lá me dirigi. Bati à porta e apareceram-me duas mulheres, a esposa e a filha do fuzileiro que eu procurava.
- Então, o Jaquim não está em casa?
- Não, foi dar a voltinha do costume.
- E vai demorar muito?
- Pelo costume deve demorar aí uma horinha.
- Oh, diabo, e eu que vim de tão longe para o ver.
- Se quiser encontrá-lo não é difícil.
- Então diga-me lá onde devo procurar.
- Ele faz sempre o mesmo trajecto. Vai pela estrada de Castelo de Vide até ultrapassar o cemitério, dá meia-volta e regressa a casa. Basta meter por essa estrada que o encontra de certeza, ele ainda não deve ter chegado ao cemitério.
Permitam-me interromper aqui este diálogo para lhes contar outra coisa que a senhora mais velha me confidenciou. Disse-me ela que o marido sofria de um cancro na próstata, já tinha sido operado duas vezes, não conseguia reter as urinas e andava muito desanimado. Mais uma razão para eu o ver, pensei eu, e abalei a caminho cemitério de Alpalhão.
A imagem que vos mostro acima dá uma ideia do que eu vi quando o avistei, naquele dia. E ao pensar nisto veio-me à ideia que ele bem pode ter já partido a caminho do cemitério, naquela viagem em que vamos deitados e com os pés para a frente. Com a doença que o afligia pode muito bem ter acontecido!

Está na hora!

De ir para a caminha e sonhar com os candidatos que se querem agarrar à gamela. Talvez, em sonhos, alguém me diga qual é o melhor candidato, aquele em quem devo votar. Sim, porque se isso não acontecer, eu não sei onde pôr a cruzinha, amanhã. Em partidos não voto, mas sim em pessoas. Mas para além do actual presidente (que se recandidatou ao lugar) não conheço nenhum dos candidatos. Não faço a menor ideia de quais são as suas qualidades e capacidade para desempenhar o cargo a que se candidatam. Se calhar a culpa é minha, não fui a nenhum comício ouvir o que disseram.
Enfim, mais vale não pensar nisso, vou mas é dormir!

sábado, 30 de setembro de 2017

Campanha com mais pinta!


Estava aqui a pensar no que havia de abordar esta manhã para manter o vosso interesse e como hoje é o dia da reflexão pré-eleitoral nada melhor que uma "palhaçada" à moda do Brasil. Se a campanha aqui fosse feita nestes moldes talvez gerasse mais interesse do que as intermináveis peregrinações dos candidatos através de Portugal, espalhando abraços e beijos a torto e a direito.
Bom dia, bom fim de semana, boa escolha de candidato e, principalmente, divirtam-se que a vida são dois dias e este já vai a meio!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Fim de semana especial!

É especial porque o Benfica vai jogar á Madeira e ... ou ganha ou está o caldo entornado. Já não há folga para mais escorregadelas!
É também especial porque todos os homens da Póvoa decidiram que vão votar no PAN. E tudo porque a representante desse partido usa um soutien nº 42.


Não sei se será boa ideia, pois tê-la à frente da Câmara, durante 4 anos, a mostrar as maminhas aos eleitores pode dar em enjoo e eles passarem a gostar de outras coisas. Eu não decidi ainda, tenho todo o dia de amanhã para assentar ideias e quando acordar, no domingo, já devo saber o que fazer.


Mas o fim de semana é mais especial ainda porque são os últimos dias da festa da cerveja, na Alemanha. Todos os anos costumo falar nisso e sonhar em juntar-me a eles para empinar a caneca, mas este ano passou-me despercebida a data. Começou no da 16, deste mês de Setembro, e termina na próxima terça-feira, quem quiser lá ir tem que apressar-se e é preciso ter em conta que a Ryanair está a deixar muitos passageiros em terra.


A coisa mais bonita que tem na festa, além das canecas da cerveja, claro, são as mamocas das raparigas que elas tentam pôr em evidência o mais que podem. Loiras ou morenas, umas mais bonitas que outras, vestidas com os trajes tradicionais da Baviera e ... com as maminhas a entrarem-nos pelos olhos adentro.
Digam lá não é uma grande festa!

Ah, coisinhas lindas!


Desculpem lá, mas não consigo deixar de pensar nessa mulherada toda que agora não tem quem a "ajude". Ele bem que podia ter-me deixado a chave da casa em herança!
Ouvi dizer que ele pensou em montar o negócio, lá em cima, já apresentou a proposta ao S. Pedro, mas esbarrou numa grande dificuldade, elas andam todas de branco e não usam lingerie. Por mais que se esforcem não conseguem ser sexys, nem um bocadinho. Acho que vai ficar-se pelas intenções.
Para dizer a verdade, também não sei se o mundo masculino que emigrou para aquelas paragens tem tanto interesse na coisa como os que ficaram cá em baixo. Desses, o melhor exemplo é o Jorge Nuno que pôs uma a correr na semana passada e já tem outra debaixo de olho. Esse gosta pouco, gosta!
Bem, chega de andar nas nuvens, deixem-me descer à terra que tenho que ir trabalhar!

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Lá se foi o «Coelho-Mor»!

Entre os mil e um assuntos importantes que enchem os sites de notícias de todo o mundo, escolhi falar do Sr. Hugh, o dono da maior coelheira do mundo, que ontem bateu as botas e foi fazer as contas com o S. Pedro. Aquilo funciona como um entreposto e o mais certo é ter sido recambiado para o condomínio fechado do Sr. Lúcifer em menos de um fósforo. Isto, se metade daquilo que se diz a seu respeito for verdade.


Como homem sempre o invejei. Rodeado das mais belas mulheres, o dono da Playboy deve ter enchido o seu álbum de recordações de belos nacos femininos. A menos que ele não fosse apreciador desse petisco. Hoje em dia, nunca se sabe, ele há gente para tudo.
As suas coelhinhas, ansiosas de fama e sucesso rápidos, não recusavam uma dentadinha se ele lhes prometesse abrir a porta. E ele fez-lhes esse favor, durante anos a fio. Ainda eu era um rapazinho com os três intactos e já ele se dedicava ao negócio. Se aquilo se desgastasse com o uso, já estaria mais pequeno que um prego nº 4.
Entre mortes naturais, doenças súbitas, suicídios e outras desgraças, muitas das coelhinhas que lhe passaram pelas mãos (e pela cama) já devem estar no inferno e imagino a recepção que lhe devem ter feito, ontem, quando ele lá apareceu. Muitas delas tiveram a fama e o proveito proporcionados por este grande benfeitor da humanidade. Merece um lugar de destaque. Até o diabo deve estar com ciúmes do seu sucesso.
E agora, quem vai tratar das coelhinhas?

Quem vai à guerra ...!

... dá e leva!
Eu que sou grande apreciador de ditados populares e acredito que traduzem situações da vida real não vi nada disso no estádio do Basileia. O Benfica fartou-se de levar e não deu nada. Levar 5 sem resposta nem ao diabo lembra!
Vá lá que eu sou um dos que não acredita nas competições europeias, aquilo não é para nós, não pertencemos ao mesmo mundo dos grandes tubarões europeus. De vez em quando metemos uma, trazemos uns milhõezitos no bolso e hibernamos até ao próximo ano. Por isso não regressei a casa muito chateado, dois jogos, duas derrotas, estamos arrumados e o melhor é concentramos-nos no campeonato que está mais ao nosso alcance.
E nesse aspecto, cuidado com o Porto e o Sporting que ontem e hoje, frente a equipas como o Mónaco e Barcelona, não se deram nada mal. Por comparação com eles o Benfica tem que sentir-se envergonhado pelo resultado, já nem falo do espectáculo, conseguido frente a uma equipa da segunda divisão europeia, como é o Basileia. Se calhar, este jogo de hoje fez com que se iniciasse a contagem decrescente da vida de Rui Vitória no Benfica. Eu veria o assunto dessa maneira se estivesse no lugar do Vieira.
Mas, sobre esse assunto teremos tempo de decidir, conforme os resultados que forem alcançados nas próximas jornadas. A equipa não está a funcionar, a táctica parece estar errada e ou algo muda ou a escorregadela vai continuar. Não me cabe a mim decidir, mas vou ficar atento, pois não gosto nada de ver o Glorioso a arrastar-se pelas ruas da amargura.


Gosto de Basileia, a cidade das três fronteiras. A última vez que lá estive, trabalhei toda a manhã na Suíça, fui almoçar á Alemanha e tomar a bica à França, tudo sem sair da mesma cidade. Só não gostei do rio Reno, parecia um canal de esgoto. Espero que as coisas tenham melhorado desde então, com tantos programas de despoluição de que se tem falado.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

De Meda a Meca!

Ontem, falei-vos de Meda, terra da Beira Alta onde não passa ninguém a não ser por acidente. Hoje vou falar-vos de Meca (apenas uma letrinha as faz diferentes), onde passam milhões de crentes no profeta Maomé. Os católicos riem-se da história de Maomé, os muçulmanos fazem exactamente o mesmo a respeito de Jesus Cristo. Quando eu morrer, porque vou morrer como toda a gente, e chegar lá acima, onde apenas cabe um dos dois, vou tirar isso a limpo.


Quem escreveu o Corão devia ser saudita e prever que o turismo seria o negócio do futuro, pois ao determinar que todo o muçulmano é obrigado a peregrinar a Meca, pelo menos uma vez na vida, estava a lançar as bases do maior negócio alguma vez imaginado.
Se nós, os portugueses, nos admiramos com a afluência de peregrinos a Fátima, o que diríamos se a coisa tomasse as proporções de Meca. Lá os visitantes medem-se aos milhões, uma loucura que transforma Meca num pandemónio, por altura das peregrinações. Basta olhar para a imagem acima para perceber isso.


Resolvi abordar este assunto por causa da notícia que acabei de ler (em vários jornais) sobre a nova lei que autoriza as mulheres sauditas a conduzir automóvel. Parece que algumas já o faziam ás escondidas, mas a partir do próximo ano, vão poder fazê-lo às claras. Não é grande coisa, mas já é um sinalzinho de que aquelas cabeças não têm só areia lá dentro. Como na Arábia Saudita só há petróleo, areia e camelos, não admira que os homens se portem assim. Mas um dia hão-de mudar!

Há dias assim!


O presidente Marcelo foi até Angola assistir à tomada de posse do novo presidente da república, mas as coisas não correram muito bem. Os processos contra angolanos em tribunais portugueses não lhes agradam e não o escondem. Na hora de mencionar os nomes dos países com quem pensam continuar a desenvolver relações de comércio e parcerias estratégicas, deixaram de fora o nome de Portugal. A única manifestação favorável foi a salva de palmas que o povo que assistia à cerimónia lhe dispensou quando foi mencionado o seu nome.
Isso e o banho na praia da Ilha!
Mal agradecidos, diria eu!
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P.S. - O FCP fez um grande jogo contra o Mónaco. E ganhou por 3 a 0. É obra!!!

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Tudo pelo povo!

Na volta que dei pelas notícias, esta manhã, houve duas que me chamaram a atenção, uma de âmbito nacional e a outra internacional. Ora, vamos lá falar um pouco sobre isso.
A primeira dizia assim - A Meda é um jardim - e eu fui a correr ler o que se escrevia sobre o assunto, pois tenho uma ligação umbilical à Meda. Se vos disser que é umas das poucas terras do interior que tem uma associação de fuzileiros, já começaram a perceber. Além disso, tem também um parque de campismo, para onde foram alguns familiares meus, neste verão. Eu fiquei em casa, mas a minha carrinha Ford foi no embrulho, por lá avariou e foi reparada para poder regressar a casa.


Se o Relvas olhar para esta notícia ainda faz uma lei para mudar a Meda de cidade para freguesia. Ele que lutou com todas as suas forças para que não houvesse freguesias com menos de 2.000 pessoas que diria ele a cidades com pouco mais de 5.000, divididas por 11 freguesias?
Eu sei muito bem onde fica a Meda, mas nunca por lá passei. Já transitei pelas estradas nacionais que passam a norte e a sul, a este e oeste, mas naquele reduto histórico nunca entrei. Andei lá perto, quando, em 2008, corri aquela zona, a sul do rio Douro, à procura do Marlon, aquele filho da minha escola que fugiu da Escola de Fuzileiros, no verão de 1965, e mais ninguém lhe pôs a vista em cima. Nessa altura encontrei-me com um fuzo de Foz Coa que pertencia à associação da Meda e que tentou ajudar-me na minha missão, mas sem resultado. Voltei a encontrá-lo, dois ou três anos depois, na Escola de Fuzileiros.
Ia-me esquecendo de dizer que na notícia que li se falava de tudo e mais alguma coisa, desde economia a política sem esquecer as eleições, mas de jardim que era o título da notícia, nada, nem uma palavra.


No plano internacional foi o Curdistão que decidi comentar, por estar em curso um referendo no Iraque, tal como na Catalunha, pedindo a independência do seu território.
A Catalunha é uma coisa pequenina, se comparada com o Curdistão. Olhando para o mapa acima, percebe-se a imensidão de gente e território envolvido neste problema. Mais de metade do território e população curda vive na Turquia e o Primeiro Ministro já foi avisando que não contem com ele para alinhar nessa loucura. Desde os tempos de Oçalan, lider do PKK, que a Turquia tem feito fel e vinagre ao povo curdo e tudo por causa do petróleo. Se bem entendo essa questão, a Turquia nunca vai ceder. Ontem como hoje, o que conta é o poder dos dólares, neste caso petrodólares.


A Bolsa de New York andou, ontem, aos solavancos por causa disto e o petróleo subiu, de imediato, 3 a 4%. Alheio a isso, ou talvez não, o povo do norte do Iraque vai continuar a luta pela auto-determinação. Eles não são xiitas nem sunitas em querem ver-se envolvidos na guerra que eles travam entre si. Tudo o que pretendem é ser donos da sua própria vontade e viver segundo as suas tradições. E estão dispostos a lutar por isso, basta ver a atitude das mulheres, na imagem acima.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A coisa complicou-se com a perda de votos!


A Merkel (cor negra) não quer alianças com os roxos (comunistas) nem azuis (nazis) e os vermelhos (socialistas) não querem nada com ela. O que é que lhe sobra para formar a geringonça?
O FDP (que Deus me perdoe, mas  essa sigla lembra-me os "filhos da puta") já esteve na coligação, há dois mandatos, mas saltou fora. Sobram os Verdes que não vão dizer que não, mas está muito curto para ela formar governo. Que solução será melhor para dar algumas esperanças ao resto da Europa?