domingo, 5 de março de 2017

Bardamerda!

O Bruno de Carvalho, há meia dúzia de horas atrás, mandou-me bardamerda (por ser sobrinho-neto do Almirante Pinheiro de Azevedo pensa que pode dizer o que quer). Mandou-me a mim e mais sete mil e tal milhões de pessoas em todo o mundo. Sim, porque ele disse - para todos que não são sportinguistas - e como a população mundial está a chegar aos 7,5 mil milhões de pessoas e o Sporting tem apenas 45.000 sócios (que têm a cotização em dia) e, talvez, outros tantos simpatizantes, passa de 7,4 mil milhões de pessoas, entre as quais me incluo, aquelas a quem dirigiu tal insulto. É muita gente!
Bardamerda, palavra usada por muitos, mas de que poucos conhecem o significado. Fui procurar em todo o lado, desde o site Ciberdúvidas até aos dicionários mais conceituados e parece não haver ninguém capaz de estabelecer a etimologia de tal palavra. Abalizei-me a fazer as minhas próprias pesquisas e creio poder afirmar que esta palavra veio da Bélgica, antiga Flandres, nos tempos em que os portugueses deixaram de ser, por lá, bem conceituados e fizeram as malas para regressar a casa.
Desde os fins do Século XV que o rei de Portugal mandou instalar feitorias, um pouco por todo o lado, inclusivé na velha Flandres. Se bem recordo, em Bruxelas, primeiro, e em Antuérpia, depois, por tratar-se de um porto onde acostavam os navios vindos da Índia cheios de especiarias. Os feitores, nomeados pelo rei, viviam na abastança e eram, por essa razão, muito bem conceituados entre a burguesia local. Com o passar dos anos, esse negócio das especiarias deixou de dar os lucros que mantinham o nível de vida daquela gente e os portugueses passaram de gente rica a pobres desgraçados que viviam «en bas de la merde», no dizer dos habitantes locais, ou seja, uns bardamerdas.
Assim, a palavra bardamerda é um substantivo masculino (não se deixem enganar pela terminação em "a") que tem como sinónimos badameco, miserável, monte de esterco e mais uns quantos que prescindo de listar aqui, mas sei que vocês adivinham com a maior das facilidades e que, traduzido do francês, significa "aquele que vive enterrado em merda até ao pescoço".
Fiz-me entender?

Adiante!

Mais uma jornada com o coração ao pé da boca que acabou por deixar tudo na mesma. O FCP tirou a barriguinha de misérias e marcou hoje todos os golos que não tinha conseguido marcar desde o princípio da época. Bom para os dragões e uma preocupação acrescida para o Benfica que tem que preparar-se a sério para o jogo contra eles se quiser ser campeão.
O nosso jogo na Feira foi uma aflição. Não posso dizer que tenha sido tão mau como os jogos anteriores, mas os fogaceiros vinham cheios de coragem e determinação para nos levar de vencida e fizeram-nos a vida negra. Pelo menos durante a primeira parte, comecei a ver as coisas mal paradas para o nosso lado. Felizmente o golo marcado pelo Pizzi veio acalmar um pouco as coisas e o intervalo arrefeceu um pouco os ímpetos do Feirense.
Na segunda parte, o Benfica jogou muito mais e só faltaram os golos. No entanto, nos últimos quinze minutos, os rapazes da Feira voltaram a acelerar e por pouco não nos deram um desgosto. O apito para o fim do jogo foi um alívio e amealhamos os três pontos que era tudo o que interessava, ao fim e ao cabo. É melhor esquecer isso da nota artística que eram ideias do Jorge Jesus.
Quanto às eleições no Sporting ainda não se sabe o resultado, mas está todo o mundo convencido que o Bruno «Voz de bagaço» ganhou com uma vantagem muito confortável. Deixemos isso para lá, para nós benfiquistas tanto nos dá como nos deu!

sábado, 4 de março de 2017

Que rica conaça!

Santa Maria da Feira é terra de fogaceiras e as suas fogaças são famosas em todo o território nacional. No estrangeiro não sei, mas acredito que também haverá quem as conheça. Aqui, no norte de Portugal, não há festa ou romaria sem fogaças. A esta hora, enquanto esperam pelo jogo, acredito que há uns quantos benfiquistas agarrados à conaça. Não me enganei não, aqui na Póvoa trocaram o nome da fogaça por conaça e ninguém se queixa, comem-na com todo o gosto.
Além da referida conaça, há outra coisa em Santa Maria da Feira que toda a gente aprecia e visita quando lá vai, o castelo. Seguindo o costume instalado por estas bandas, já lá fui várias vezes para mostrar essas antiguidades aos meus netos. Quero ver se, depois de morrer, eles se lembram do avô por alguma razão que não seja a herança que essa para pouco mais dá do que para mandar cantar um cego.


Não se admirem de eu trazer aqui este assunto no dia de hoje, pois estou aqui sentado à espera que o jogo comece, jogo que põe frente a frente o clube desta terra e o meu grande e glorioso Benfica. Com a diferença que os simpatizantes e adeptos dos dois clubes estão lá fora ao frio e eu estou aqui confortavelmente instalado a meter o dente na conaça e afogá-la com um copo de Mateus Rosé que é o mais indicado para o caso.


Ainda faltam quase três horas para o jogo começar, mas, como acabo de vos confidenciar, estou bem acompanhado e não me custa nada esperar. Confesso que uma segunda razão para esta minha publicação, a primeira já vocês conhecem, é uma homenagem e agradecimento a um dos comentadores deste blog que, desde há algum tempo, nos vem acompanhando e honrando com os seus comentários, por ser ele um habitante desta terra fogaceira.


Quanto ao jogo em si estou um pouco preocupado. É que além das más exibições com que a equipa me tem brindado nos últimos tempos, temo que o Rui Vitória se lembre de começar com as poupanças do costume, a pensar no jogo da próxima quarta-feira com o Dortmund (que por mero acaso espetou, esta tarde, com 6 a 2 ao Leverkusen) para a Liga dos Campeões. Mas há uma segunda razão para as minhas preocupações. Já viram quem o treinador do Feirense, o incomparável Manta, trouxe para o ajudar a bater o Benfica? Já estou cheio de medo!

Assunto: Eleições no Sporting!

Já todos sabemos que na política só há mentirosos. Para conseguirem ser eleitos eles dizem o que não devem e prometem aquilo que não podem cumprir. O povo já devia saber isso e também devia começar a chamar-lhes mentirosos, mal eles abrem a boca para falar. Mas não, ouve tudo com a maior atenção e depois nunca pede contas a quem o enganou.
O que eu não esperava ver era essa mesma atitude transportada para o futebol. De acordo com a maioria dos comentadores desportivos o Bruno de Carvalho é bem capaz de ganhar as eleições que se disputam hoje. E, como diz o Sousa Cintra, meu ilustre camarada na Marinha, até pode ser de goleada. Mas isso não lhe dá o direito de começar a fanfarronear, dizendo que durante o seu próximo mandato garante que o Sporting vai ser campeão e não uma única vez. Só por isso já merecia perder as eleições. Ele ainda não aprendeu que não se pode prometer aquilo que não está ao nosso alcance. Para ele ganhar dois campeonatos em quatro anos, o que seria do Benfica e Porto? Deixavam-se ultrapassar sem dar luta? Não, isso não vai acontecer!
O que ele poderia dizer é que vai fazer os possíveis por continuar com a recuperação financeira do clube, o que pode conseguir vendendo mais duas ou três pérolas do plantel. E logo que tivesse as finanças sob controlo se veria como atacar a questão dos títulos. Sim, porque as duas coisas ao mesmo tempo é pouco menos que impossível. Ou se mantêm os jogadores que ganham títulos e as finanças afundam, ou se salvam as finanças e se esquecem os resultados desportivos. Isso é o que ele devia explicar, muito bem explicadinho, aos adeptos antes de eles irem votar. Senão, como poderá enfrentá-los depois na falta dos prometidos títulos?


O futebol transformou-se num negócio de milhões com escolas e academias um pouco por todo lado, onde se plantam jovens atletas como se fossem árvores à espera que cresçam e dêem fruto. E quando isso dá certo podem ganhar milhões. E são esses milhões e a esperança de viver na sombra deles, tirando daí algum proveito, que os faz concorrer às eleições e dizer as mentiras que atrás referi.
Mas ninguém pode garantir que as academias dêem sempre fruto, ou que esse fruto se consiga vender pelo preço que o clube quer. E é desse pequeno pormenor que o "mentiroso" candidato se esquece. O que ele devia dizer era que promete fazer todos os possíveis para que isso seja possível. E, com um pouco de sorte à mistura, o título de campeão pode aparecer. Esse pouquinho de sorte pressupõe que a vida tem que correr mal ao Benfica e Porto, seus mais directos competidores, ao mesmo tempo, o que não é muito de esperar.
Grande carga de trabalhos que o Bruno está a pôr às suas costas para carregar durante os próximos quatro anos. Mas isto é se ele ganhar as eleições, o que só saberemos logo à noite. Se ele perder ... o filme será outro e com outros actores em palco!

sexta-feira, 3 de março de 2017

Toma que já almoçaste!

Não podia ser de outro modo, sou um consumidor compulsivo de televisão. Uma vez que passo a maior parte do dia sentado ou deitado, sempre que não estou a teclar no computador estou a olhar para a televisão. Vejo notícias repetidas vezes sem conta, faço zapping como um drogado que procura desesperadamente aquilo de que sente falta. Vejo tudo, o que gosto e o que não gosto, o que devia e aquilo a que devia fechar os olhos. Vejo os programas de futebol (uma autêntica chachada), vejo as discussões no Parlamento (um autêntico folclore), passam-me pela frente dos olhos programas de culinária, telenovelas e outras coisas similares que já me dão vómitos.
Mas ... não tenho outro remédio senão continuar. De vez em quando vejo um filme, mas falta-me a paciência para estar uma hora e meia sem mexer no comando da televisão. Cada vez que disparam um daqueles blocos publicitários que duram para lá de 15 minutos, salto para outro canal qualquer para não os ouvir. Nesse incessante saltitar, ontem à tarde, fui parar ao canal 12 da NOS. E vi um concorrente do novo «Love on Top» da TVI mergulhado numa banheira de massagem com uma loiraça "popozuda" que se esforçava (muito a sério) em levantar-lhe o ... "toninho" (só depois de se espreguiçar e assumir o seu tamanho máximo lhe poderia chamar "antónio"), esfregando-se nele de todas as formas e feitios.

Apresento-vos a massagista

Bem, eu queria explicar-vos mais em pormenor tudo o que ela fez, mas aquilo só visto. Houve alturas em que me pareceu que eles estavam a fornicar a sério, tal era a posição dela, mas olhando para a cara dele, percebi que o que ele estava a sentir era como se lhe estivessem a dar com uma posta de bacalhau demolhado nas trombas. Sem hipótese, o toninho não deitava a cabeça de fora nem um milímetro.
Hoje, caiu-me debaixo dos olhos a notícia do lamento da Fátima Lopes por terem encerrado a Academia de Dança, pela fraca audiência conseguida, programa dos sábados à noite de que ela era a "mui digna apresentadora", Que é que esperavam com uma apresentadora deste calibre? Desde que a conheço só faz programas para pôr velhinhas a chorar! Lembram~se do «Perdoa-me»? Eu lembro-me e de outros ainda piores. Abre os olhos TVI! Já não há quem engula isso!
Pois é, a quinta alugada para instalar os bailarinos do Let's Dance fazia falta para instalar os concorrentes do Love on Top 4 e por isso foi esvaziada à pressa para proceder às alterações necessárias. E foi aí que instalaram a tal banheira de massagem que eu ontem vi em funcionamento. E que massagem! Até eu fiquei com os miolos a arder e não era nada comigo!

quinta-feira, 2 de março de 2017

O Panama!

Eu (de panamá na cabeça), o Cabo Silva, o Peniche
e o Chico Veiga a tocar o acordeão do Silvério

Antes dos 18 anos de idade, o nome do Panama deve ter-me passado por baixo dos olhos apenas durante as aulas e os estudos de Geografia. Depois dos 18, passei a andar com ele, todos os dias, em cima da tola. E ai de mim se me esquecesse, pois vinha logo alguém importante a ameaçar que me punha no «Livro» e ficava detido no fim de semana seguinte. O «panamá» (chapéu de marujo) foi, por conseguinte, uma coisa marcante na minha vida e não há como esquecê-lo.
Anos mais tarde, comecei a ouvir falar no Panama (país da América Central) por causa do canal que liga o Oceano Pacífico ao Atlântico e que é uma obra de engenharia de se lhe tirar o chapéu. Ainda recentemente sofreu um melhoramento que aumentou em muito a sua capacidade de tráfego marítimo, especialmente ao nível dos grandes porta-contentores, com reflexos importantes no nosso porto de Sines, no impacto sobre a nossa economia e no aumento do PIB. Uma mão-cheia de notícias boas, como se pode ver e mais fácil de recordar do que as famosas lições de Geografia do meu passado já muito remoto.
Mas, nos últimos dias, o Panama veio de novo à baila e por razões que podem pôr à prova a capacidade dos nossos inspectores da Judiciária e das Finanças para ver se são capazes de traçar o rasto dos "habilidosos" que fizeram emigrar daqui para lá 10 milhões de notas das grandes. Houve, ontem, quem dissesse, no Parlamento, que não era um submarino mas um porta-aviões que carregou toda essa massa daqui até ao Panama. E eu lembro-lhes que com os enormíssimos porta-contentores em trânsito diário, entre Sines e o Panama, há capacidade para levar muito mais. Portanto, abram os olhos se não quiserem ficar sem o resto das notas!

quarta-feira, 1 de março de 2017

Melhores dias virão!

Tenho que acreditar nisso, senão teria que atirar-me da ponte abaixo!
Outro jogo seguido sem a mínima qualidade já começa a ser demais. E ouvir os chatos do lado a dizer que o Benfica voltou a ganhar com um golo irregular, deixa-me ainda pior.
E no próximo sábado temos que ir jogar à Vila da Feira, onde há um treinador que dizem que faz milagres. Só me faltava mais essa, não quero ouvir falar de futebol até ao próximo domingo. E só se o Benfica ganhar!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Benfica em acção!

O Glorioso S.L.B. é assim uma espécie de Hollywood, onde se encontra uma estrela ao virar de qualquer esquina. Hoje, à noite, pelas 20.15 horas, vai haver espectáculo no estádio António Coimbra da Mota e o Benfica vai apresentar uma das muitas estrelas da sua constelação, Hermes, o brasileiro de 22 anos que desde o início deste ano se juntou a nós para dar mais brilho e fama ao nosso clube.


Isto podia ser o tema de uma campanha publicitária para lançar o jogador, ou seja, para convencer os adeptos da águia que temos ali um craque que vai dar que falar. Mas não é, trata-se apenas de vos comunicar que o Rui Vitória decidiu levar com ele este defesa esquerdo para ver se ganha coragem e deixa o Eliseu, gordo e cansado açoriano, sentado no banco. Não é a primeira vez que o faz, mas na hora H falta-lhe a coragem. Se não for pedir de mais, talvez o deixe jogar 20 minutos, se perto do fim do jogo estiver a ganhar por 2 a 0. Assim nunca mais descobre se o rapaz serve para substituir o Grimaldo ou não.
Isto é para resolver já, disse ele na conferência de imprensa, e eu espero bem que sim. Mas que seja um jogo para nos encher de vaidade e não uma daquelas exibiçõezinhas envergonhadas que temos visto ultimamente. É preciso impor um pouco de respeito aos morcões das Antas que no último jogo foram uma nódoa no Estádio do Bessa e ainda se dão ao luxo de mandar bocas à nossa exibição.
Carrega Benfica!!!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O Futebol é um mundo aparte!


O Leicester foi campeão do Reino Unido, na época passada. Este ano luta para não descer de divisão. O seu treinador, Claudio Ranieri recebeu, no passado mês de Janeiro, o título de melhor treinador do mundo, deixando para trás o Mourinho, o Zidane e até o nosso Fernando Santos. Na semana passada foi despedido, suscitando as mais díspares reacções na terra de Sua Majestade a rainha há mais tempo no trono.
O Liverpool que discute um dos primeiros 5 lugares da classificação deslocou-se hoje a Leicester para defrontar a equipa desmoralizada que luta para não descer e nem treinador tem. E sabem qual foi o resultado? O Leicester ganhou por 3 bolas a 1 e dedicou a vitória ao treinador despedido.


Antes do jogo começar já tinham feito o funeral ao futebol inglês, como crítica ao despedimento do Ranieri. E agora querem um treinador português para tomar conta da situação.
Portugal é mesmo demais!!!

Palhaços!


O culpado sou eu, disse ele!
E agora? Ele diz que assume as consequências políticas. E quais são essas consequências? Perde o direito à reforma antecipada, à subvenção vitalícia, fica proibido de voltar a ocupar qualquer cargo público? Não, não, tenho a certeza que isso de assumir as consequências é só conversa mole para boi dormir. Vai tudo continuar na mesma, sempre no bem-bom e a desfrutar de todas as regalias conseguidas pela participação na vida política. 


O país deve-lhe muito, disse ela!
Pois deve, deve! A ele, a ela, ao Paulo Portas e a muitos outros figurões que têm vivido à grande e à "portuguesa" e amealhado pequenas fortunas à custa do Zé Povinho. A arraia miúda vai pagando sem refilar, ou refilando pouco, todos os impostos que os sucessivos governos vão inventando e para eles, estes e os outros políticos, é só vida boa.
Não deve haver no mundo um país como este. O povo vive na miséria, passa fome, a terceira idade nem para medicamentos tem o suficiente, jovens acabadinhos de sair da universidade só têm direito a empregos com salário mínimo, mas os detentores de cargos públicos têm direito a tudo e mais alguma coisa, desde carro e motorista particular a cartão de crédito sem limite, sem esquecer a reforma por inteiro ao fim de 12 anos de serviço.
Bem faz o Tino de Rans que continua a candidatar-se a tudo que é cargo público. Presidente da Junta, da Câmara ou da República, tudo lhe serve, o que é preciso é completar os tais doze anos. Chamem-lhe parvo!

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Mundo de loucos!


Achei piada à capa do jornal SOL que junta os craques da PT com o nosso amigo Vara que é um grande amigo seja de quem for desde que nade em dinheiro. Em português popular podemos chamar-lhe «Os Figurões», aqueles que encheram os bolsos à custa da melhor empresa pública portuguesa que acabou falida.
Mas o que me faz trazer aqui a imagem da capa deste jornal é a coincidência de aparecer ao lado destes figurões a cara do Proença de Carvalho, político, gestor e advogado que tem ganho rios de dinheiro a defender (leia-se, livrar da cadeia) os mais famosos corruptos que este país viu nascer. A começar pelo Zé Pinóquio, está visto. E a continuar com o Ricardo Salgado, mas com outros mais pelo meio.
Vivemos num país fantástico em que os «grandes trafulhas» vivem de cara descoberta, fazem todo o tipo de tropelias disfarçadas de legalidade e riem-se na nossa cara. Pode dizer-se que vivemos num Carnaval permanente, 365 dias por ano.
Viva o Carnaval!!!

Futebol erótico!

O meu dia de futebol, ontem, foi muito especial. Vinte e cinco mulheres a correr de um lado para o outro, a dar à perna e baloiçar as maminhas é coisa para encantar qualquer um, desde que goste dessas coisas. Sei que tenho que ter cuidado com os excessos de linguagem, mas não consigo transmitir-vos a minha mensagem sem mencionar os atributos das atletas.


De um lado as leoas do Bruno de Carvalho que apareceu no estádio e teve que acudir a uma bronca nas bancadas e separar uns rapazes que, para mostrar às raparigas que não deixam os seus créditos por mãos alheias, se propunham esmurrar a focinheira de quem aplaudia uma equipa diferente da sua. A afluência de adeptos foi maior que o esperado e uma bancada só não foi suficiente e tornou-se necessário abrir uma segunda para acondicionar os que estavam ainda à porta meia hora depois de começar o jogo. Uma loucura leonina!


Do outro lado as guerreiras do António Salvador que vieram de Braga para mostrar que não é apenas na capital que se vê uma mulher a correr atrás da bola. E não o fazem nada mal, não senhor, eu gostei do que vi. O último jogo de futebol feminino que vi foi da selecção nacional, numa prova qualquer disputada no ano passado, mas acho que o nível do jogo de ontem, em Alvalade, foi muito superior. Já se vêem dribles, passes, remates e centros com conta, peso e medida que até parece futebol de alta competição.
As duas equipas bateram-se bem durante os 90 minutos e foi preciso um penalty, para lá do tempo regulamentar, para decidir a favor de uma delas. Se estivéssemos a falar da equipa dos rapazes de Jesus, já iam surgir umas bocas afirmando que o penalty tinha sido "fabricado". No caso em análise, se a senhora árbitro não tivesse apitado e apontado para a marca de penalty, também não seria vergonha nenhuma, pois a falta não foi mais que um tropeção da atleta leonina, entalada entre duas guerreiras do Braga. Ok, marcou está marcado e não se discute mais isso.


Para além do futebol, o assunto este fim de semana é o Carnaval. Onde ir, o que ver, meter-se na confusão ou ficar quietinho num canto a ver os outros dar barraca? Cada um que decida o que lhe agrada mais que eu, o mais certo é ficar em casa e seguir a coisa pela televisão. É mais cómodo e assim dispenso-me de andar com o guarda-chuva debaixo do braço com medo que desate a chover a qualquer momento. Tinham dito que só era esperada chuva na terça-feira, mas, pelo que se vê na imagem acima, a coisa antecipou-se, pelo menos aqui pelos meus lados.


Chuva e frio significa menos pele exposta para a gente ver. Que se há-de fazer, nuazinhas em pêlo só no Brasil!

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Três duma vez!

Tenho uma tarefa a cumprir e resta-me pouco tempo para alinhavar aqui duas ou três ideias, antes de me pôr a bulir. No título já escrevi que são três, pois que sejam.


A primeira tem a ver com a qualidade dos políticos que servem o nosso país, uns no governo, outros no Parlamento, ainda outros nos diversos ministérios e secretarias de estado e, por último, espalhados por todas as autarquias deste nosso (mas pouco) Portugal. Eu sou do tempo em que os políticos eram homens de cabelos brancos e cheios de experiência de uma vida de trabalho e conquistas que aceitavam o cargo a título honorífico e serviam o país o melhor que sabiam e podiam, enquanto tinham saúde para isso e não precisavam de roubar, pois já tinham a sua vida devidamente organizada. Não havia rapazes e raparigas na política que nunca tinham feito mais nada na vida nem faziam a mínima ideia do que custa dirigir meia dúzia de pés-descalços. Agora saem da faculdade para a política e tudo o que sabem é falar, o mesmo que é dizer, "enrolar" o parceiro para levar a vidinha. Três bons exemplos são os líderes da bancada do CDS e PSD, mas há-os um pouco por todo o lado e já chegam até ao Parlamento Europeu. Isto não vai dar bom resultado!


A segunda tem a ver com o Sporting, o Jorge Jesus e as eleições da próxima semana. Eu tenho quase a certeza que o Bruno, voz de bagaço, vai ganhar e, por conseguinte toda a saliva que se gastou e a tinta espalhada sobre imensas folhas de jornal não serviu para nada. Os portugueses são assim, pouco atreitos a mudanças. Imagino que possa ser pelo receio de mudar para pior e não lhes quero mal por isso. Mas no meio de tanta conversa foram feitas algumas insinuações que me deixaram a pensar. Que o JJ vai sair pelo próprio pé e sem um cêntimo de indemnização foi a que gostei mais. E dar a entender que há alguém, para lá do Sporting, que é responsável pelo investimento no treinador é uma estocada de mestre. O Ricciardi picou-se e já ameaçou com um processo em tribunal. Isso é bom, pois quando se zangam as comadres descobrem-se as verdades,


A terceira é mais uma piada que outra coisa. Obiang, o ditador da Guiné Equatorial, quer portugueses a tratar da sua agricultura. Que são bons nisso, diz ele e tem razão. E que o seu país é uma maravilha para cultivar ananases e ervas medicinais. Eu até nem duvido, mas e o resto? Que condições pode ele garantir aos novos "colonos"? A riqueza total do país circula pelas mãos dele, dos seus familiares e alguns amigos. E quem não fizer as coisas como ele gosta, o mais certo é acabar na pildra. Será que vai haver alguém que queira arriscar? África por África mais vale ir para Angola!

O que conta é o resultado!

Duas ou três jogadas melhorzitas, três golos marcados com alguma sorte à mistura e pouco mais se pode dizer do jogo do Benfica. Cumpriu calendário, amealhou os 3 pontos e siga o baile. Se bem me lembro, era o JJ que gostava, e passava a vida a falar nisso, da nota artística, mas eu também gosto de ver o Benfica jogar bem. Gosto de gritar aos quatro ventos que o Benfica ganhou e mereceu ganhar, pois jogou melhor que o adversário.
No jogo desta noite, sou obrigado a reconhecer que foi o Chaves que, a espaços, fez algumas jogadas que me deixaram os cabelos em pé. O azar deles, e a nossa sorte, é que só meteram um golo. Não sei onde está o defeito, mas a ligação entre defesa e ataque não funcionou. O Rafa não jogou a ponta dum corno, mas meteu um golo e já está perdoado. O Pizzi jogou pouco, tal como o Salvio e o Nelson Semedo deixou de correr até à linha de fundo, como era seu hábito nos tempos em que eu gostava das exibições do Benfica. E o Cervi, já conhecido pela alcunha de formiguinha argentina, que metia uma velocidade no jogo que até dava vertigens, deixou de jogar. Porquê?
O que nos vai valendo é o desastrado do Mitroglou que faz que chuta com um pé e remata com o outro enganando o guarda-redes e tem uma cabeça que consegue dar a direcção que quer às bolas que passam ao seu alcance. Totalmente ao contrário do Luisão que é o maior especialista que conheço a falhar remates de cabeça. Um gajo daquela altura e com um melão daqueles devia meter meia dúzia de golos (no mínimo) em cada época. Perguntem-me quantos meteu nas 14 épocas que leva no Benfica. Dois ou três que eu me lembre.
Vamos ver como o Rui Vitória monta a equipa para o jogo de terça-feira, mas espero que haja algumas novidades que me dêem alguma esperança de ver o Benfica fazer melhores exibições, no futuro. E tentar ganhar ao Dortmund para meter mais uns milhões no cofre e poder reduzir o défice.
Vamos lá, cambada!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Eu cá sou desconfiado!

A história de um novo aeroporto para aumentar a capacidade da Portela já custou aos contribuintes portugueses muitos milhões de euros. Desde a OTA ao MONTIJO passando pela carreira de tiro de ALCOCHETE eu já perdi a conta ao número de estudos que foram feitos, ou mandados fazer, o que não é a mesma coisa. Os estudos são o meio mais prático para transferir dinheiro (em grandes quantidades) do erário público para o bolso de privados. Se houver alguém que saiba quem foram as empresas e quanto lucraram com estes estudos que fale para ficarmos todos a saber. E já agora acrescentem também as do TGV. E são livres de perguntar ao Sócrates que ele deve estar bem informado a esse respeito.


Vem isto a propósito do preço e prazo de execução de que se fala para a adaptação do Montijo como aeroporto comercial, virado para voos de pequeno curso e companhias low cost. A ANA diz que são 250 milhões de euros e perto de 4 anos para ter aquilo a funcionar. E começa por dizer que são precisos estudos, ou seja, já tem uma lista de hipotéticos beneficiários à espera de «mungir a teta do costume».
Em contrapartida, o grande chefe da maior low cost a operar em Portugal, a Ryan Air, que esteve esta semana em Lisboa, diz que é possível fazer a coisa em 12 meses e por 10% daquilo que é anunciado pela ANA. Ora, não me consta que este senhor tenha qualquer vantagem em afirmar tais coisas e se eu estivesse no lugar dos responsáveis pelas nossas finanças públicas punha já a "polícia" em campo para descobrir se anda mouro na costa. Que é como quem diz, se há algum político a apadrinhar esta operação «aviões pr'ó Montijo já». E garantir que quaisquer estudos que se façam sejam a custo zero, pois temos suficientes organismos do Estado capazes de fazer isso e cujos salários já estão pagos.
Ah, e se fosse eu, ainda fazia mais uma coisa, convidava o Sr. Michael O'Leary para almoçar e no fim do repasto, entre o café e o conhaque pedia-lhe para me ensinar como fazer a obra por 25 milhões em 12 meses. Isto para ter munições suficientes para responder ao fogo cerrado que virá do lado daqueles que se sentirem "desmamados", quando ficarem a ver navios.
Bom fim de semana e portem-se tão mal quanto puderem, pois é Carnaval e ninguém leva a mal!!!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

É muita massaroca!


Dez mil milhões é muita massa!
Não quer dizer, no entanto, que seja dinheiro sujo. É preciso entender que não é proibido depositar dinheiro em offshores e se for dinheiro limpo, com os devidos impostos já pagos, é o mesmo que depositá-lo no Montepio da Rua do Ouro.
Aqueles que não gramam o Passos Coelho ficaram logo delirantes quando ouviram dizer que aquilo aconteceu entre 2011 e 2014, no tempo do seu governo. E já começaram a afiar as facas para desossar o borrego. Eu cá por mim não digo nada até saber de quem é o dinheiro.
Uma coisa que é verdade e faz desconfiar, é não se saber nada dessas operações. Tanto dinheiro a sair pela porta fora, de um país como o nosso que vive na miséria, devia chamar a atenção de toda a gente. Então porque é que não se soube nada?
Se se tratar de lucros de investimentos estrangeiros que estão a tentar exportar daqui para fora, há regras muito claras quanto a isso e impostos a pagar. Pior é se se trata de dinheiro escuro e se aparece o nome de algum político pelo meio, então vai ser o bom e o bonito. Vou ficar a assistir ao baile e bater palmas no fim!

Golos, muitos e bons!

Depois de mais uma jornada da Liga dos Campeões, parece-me oportuno abordar, de novo, o tema futebol. Além do mais, houve ainda um jogo da Liga Europa que também a minha atenção por envolver o melhor treinador português de todos os tempos, o Mourinho. Que ele é bom ninguém põe em dúvida, mas tem que o provar em campo e foi isso que ele fez, ontem, em França, ganhando ao Saint Étienne.
Na terça-feira foi uma noite de loucos no jogo entre o Manchester City e o Mónaco, onde outro treinador nosso conterrâneo poderia ter feito história. Já em vantagem sobre o adversário, se o "fenomenal" Falcão que bem conhecemos dos tempos do Porto, não tem falhado aquele penalty e, logo a seguir, o frangueiro do guarda-redes do Mónaco não tivesse ensacado aquele monumental peru, a vitória dos monegascos seria mais que certa e uma alegria para nós portugueses, por causa dos nossos futebolistas que lá dão o seu contributo. O resultado final de 5 a 3, a favor dos da casa, não é impossível de reverter na segunda mão, mas vai ser muito difícil. É quase impossível evitar que o City meta um ou dois golitos e, a partir daí, tinha o Mónaco que meter cinco, o que não me parece fácil. Daqui a quinze dias tiramos as dúvidas.
O jogo, disputado em Leverkusen, entre o Atlético de Madrid e os rapazes das aspirinas, foi também um bom jogo e com o resultado a pingar para o lado que me interessava. Eu só não gosto do Atlético quando ele defronta o seu vizinho Real, em todas as outras circunstâncias sou um torcedor incondicional. Os alemães jogaram menos do que eu esperava, o que foi bom, houve um auto-golo metido à joelhada por um defesa do Atlético e um golo, ao cair do pano, do "el niño" Torres, de quem sou fã, sem falar em todo o resto que foi muito bom. Um grande espectáculo para os amantes de bom futebol, especialmente depois daquele derby madeirense, de segunda-feira à noite, que foi pior que cuspir na sopa.
Dos jogos disputados ontem, eu não esperava grande coisa. Apostava dobrado contra singelo que a Juventus ganharia ao Porto e no Sevilha contra o Leicester também esperava que fossem os da casa a marcar pontos. Esta época, a carreira do Sevilha tem sido sempre a subir e, em contrapartida, a do Leicester tem sido sempre a descer. O ponta de lança inglês Vardy que no ano passado garantiu o título de campeão ao Leicester, ainda fez o gosto ao pé, marcando o tento da sua equipa, mas isso foi insuficiente para evitar que os espanhóis ganhassem o jogo.
No outro jogo, mais importante para nós por muitas e variadas razões, fui assistindo com curiosidade, à espera de ver como os alunos do Espírito Santo lidariam com os craques transalpinos. Cedo se compreendeu que a Juventus não vinha pronta para atacar, mas sim dominar o jogo e comtemporizar à espera que algo acontecesse que fizesse inclinar o terreno de jogo para um dos lados. E aconteceu. Com jogadores como o Alex Telles, que foi expulso, o Herrera, o Maxi e outros do género, eu já esperava um festival de cartões amarelos e/ou pior que isso. Chegar ao intervalo empatados a zero, deve-se apenas ao facto de os italianos não terem qualquer pressa. Eles nem se importavam muito de regressar a casa com um empate a zeros, sabendo que lhes seria fácil impor o seu jogo, em casa, e resolver a eliminatória a seu favor.


A fotografia do pé de Herrera (na foto) suturado com 17 pontos, segundo afirmou o Pinto da Costa, não me parece razão suficiente para considerar criticável a actuação do árbitro. Se ficou com o pé naquele estado aos 50 minutos de jogo, devia ter sido substituído e mais nada, acidentes acontecem. Faltou, como falta sempre, humildade ao Porto para reconhecer o mérito do adversário e enquanto isso acontecer o Porto não vale nada.
E o pobre do André Silva não conseguiu concretizar o sonho de marcar um golo ao Buffon. Em breve terá outra oportunidade, em Turim, mas será a última, porque a seguir o grande guarda-redes italiano vai para a reforma. Eu vou ficar a torcer por ele para que o consiga.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Geringonça!


O Carnaval está aí à porta e de certeza que a geringonça vai ser o bombo da festa. O Paulo Portas que foi quem deu o nome à criança vai aparecer em tudo que é cortejo por esse Portugal fora. E. é claro, o Costa, a Catarina e o Jerónimo são as rodas dentadas que movem a geringonça não vão faltar pela certa. Não sei se vá a Ovar, à Mealhada, a Torre Vedras ou a Loulé ver o Carnaval, pois queria ver a melhor de todas as geringonças. Se souberem onde é que ela vai aparecer digam-me para eu me dirigir para lá.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Todo nu, com uma faca na algibeira!

Já a tarde vai perto do fim e ainda não fiz o meu dever habitual de vos brindar com qualquer escrito que vos ajude a passar o tempo. Estava aqui a pensar nisso e sem um pingo de inspiração, vazio como um balão sem ar ou um corpo despido sem um único farrapo em cima. Depois lembrei-me dessa velha frase que serve de título a esta publicação. E de pensamento em pensamento, acabei a pensar que a maior parte dos portugueses nem sequer sabe o que é uma algibeira. E que talvez tivesse aqui o assunto que me faltava.
Bem, comecemos pelo princípio. A minha mãe era costureira. Numa certa altura da sua vida começou a fazer a feira de Barcelos, às quintas-feiras, vendendo roupas, farrapos de toda a espécie e quaisquer outras coisas ligadas ao negócio, como linhas, botões, elásticos e coisas assim. E como é lógico que acontecesse acabou por começar a fazer roupa de propósito para vender na feira. A partir daí, a rotina lá de casa passou a ser dividida em dois períodos distintos. Quinta-feira, todo o dia fora de casa. Sexta e sábado acabar as roupas encomendadas pelas clientes lá da freguesia que queriam estreá-las na missa do domingo. Segunda, terça e quarta trabalhar a toda a força para fazer roupa para vender na feira. E no último dia era um autêntico corre-corre para ter tudo pronto antes de ir para a cama.
Nessas alturas todos tinham que ajudar e cada um fazia aquilo de que era capaz. Chulear, casear, rematar e pregar botões foram operações que a minha mãe me obrigou a aprender e não lhe quero mal por isso, pois bom jeito me tem feito. Aventais e algibeiras tornou-se o meu prato forte. Rematar e cortar pontas para "a obra" ter um aspecto apresentável eram o meu prato forte.
A algibeira não é mais que uma pequena sacola que as mulheres usavam por baixo do avental, presa à cinta por duas fitas do próprio tecido ou de nastro. Servia para guardar tudo, desde as chaves de casa (ou do cofre) ao lenço da mão e sem esquecer umas moedinhas (ou notas) para pagar aquilo que lhes aprouvesse comprar. Nos tempos modernos o avental caiu em desuso e a algibeira que se escondia debaixo dele seguiu o mesmo destino.
Agora já podem imaginar um homem todo nu, sem qualquer peça de roupa digna desse nome, mas com uma algibeira amarrada à volta da cinta e uma faca lá dentro. Assim já a frase não parece tão parva, não é verdade?

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Rua Escura!


Encontrei isto na net dizendo que é alusivo à
Rua Escura, Centro  Histórico do Porto.
Será que antigamente se chamava
Rua de D. Afonso V?


Não sei como estará hoje, mas nos velhos tempos
não era lugar muito recomendável.
Miséria, prostituição e droga era o que por lá
se encontrava com mais frequência.


Quis imitar o Eduardo e fui buscar uma Rua Escura
que se chama assim por ser tão estreitinha que o sol
raramente consegue lá entrar.