sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Mueda - As verdades e as Mentiras!

Ao fim de quase 56 anos será muito difícil deslindar a história que cada um, naquela época, escreveu do modo que lhe dava mais jeito. A Frelimo nem existia ainda, mas quando pegou no assunto, anos mais tarde, convinha-lhe que os mortos fossem às centenas para denegrir tanto quanto possível a imagem dos colonizadores portugueses. Aos portugueses convinha que o caso passasse despercebido, aos olhos dos observadores internacionais que estavam de olho naquilo que Salazar fazia em África, e por isso uma dúzia de mortos já seria mais que suficiente. A fotografia que acompanha a minha mensagem de ontem, onde se vê uma dúzia de corpos caídos, se calhar, é a melhor prova de que a "tremenda mortandade" não passou disso mesmo, cerca de uma dúzia de mortos.
Entre ontem e hoje já levo umas boas 6 horas de leitura e interpretação de documentos ligados a este assunto e parece-me poder dar crédito a um moçambicano que deixou estes comentários no blog «Moçambique Terra Queimada». Vários comentadores, com opiniões diferentes e tendências politicas mais diferentes ainda, se debruçaram sobre o assunto e ao transcrever para aqui este bocadinho, eu acredito que pesquei o que de mais interessante havia no documento.


Segundo Adelino Gwambe:
Numa carta enviada à ONU, foi colocado o número de 36. Ora, à partida, esse número seria exagerado para impressionar a comunidade internacional, por questões de propaganda. A probabilidade é serem menos mortos. 
Segundo dois relatórios do exército português, um fala de 13 e outro de 14. Mas aqui também entra a questão de propaganda, para minimizar a carnificina. Erro seria confiar nos dados fornecidos pelo próprio assassino. O regime minimizou o sucedido, como reportou o Notícias de 18 de Junho e o Século de 19 de Junho de 1960 quando escreveram que:
«Durante uma banja (reunião tradicional de indígenas por convocação da autoridade administrativa), realizada em Mueda, distrito de Cabo Delgado, no dia 16 , agitadores vindos do Tanganhica apedrejaram o edifício da administração e tentaram perturbar a reunião. A força pública interveio imediatamente e obrigou a retirar os intrusos, alguns dos quais foram agredidos pelos indígenas portugueses».
Segundo Felix Joaquim, o homem que, tal como Daudo Atupali, substituiu Kibiriti quando este foi preso nesta data, numa carta dirigida ao chefe do Governo Russo, falou de mais de cem mortos, 
Chipande (que dispensa a apresentação), um dos sobreviventes falou de mais de 500 mortos, num relato que Eduardo Mondlane colocou no Lutar por Moçambique. 
Parece-me ser Yussuf Adam (não tenho a certeza) fala de 17, baseando-se na tradição oral, feita na década de 90 (1993? ou antes), tempo suficiente para muitas testemunhas terem perecido.
Do conhecimento geral, o dia 16 de Junho foi o culminar das mortes que vinham acontecendo desde Janeiro. Por enquanto deixo aqui uma parte da Carta de Adelino Gwambe, que me referi acima, onde faz referência das mortes anteriores a 16.
Quando Gwambe escreveu a carta para a ONU e após a mesma ter sido interceptada pela PIDE, o governo de Lisboa pediu esclarecimento ao governo de Lourenço Marques sobre o que tinha acontecido em Mueda, a fim de saber defender-se na máxima «orgulhosamente sós» na Assembleia das Nações Unidade. O relatório foi, na essência, manipulado mas deixa luz sobre os antecedentes. Resumindo:
Em 18 de Fevereiro de 1960, Faustino Pereira Cesteiro Vanombe, o então presidente da Sociedade dos Africanos de Moçambique, visitou Cabo Delgado, tendo realizado diversas reuniões secretas com alguns locais. Três dias depois, foi chamado à sede da circunscrição e lá disse que queria tratar do regresso dos Macondes da Tanzania para Moçambique.
Em 23 de Fevereiro, foi mandado para regressar a aguardar pela decisão do seu pedido. Em 22 de Março, um mês depois, pela ausência de qualquer reacção de Lourenço Marques, Tiago Mula Mulombe, presidente da Tanganyika Moçambique Maconde Union, foi a Mueda para saber como é que foram acolhidas as questões de Vanombe pelas autoridades portuguesas . Pediu apoio do regime para regresso dos Macondes do Tanganyika. Foi preso, interrogado e enviado a Pemba.
Em 27 de Abril, Simão Nchucha, Lazima Ndalama, Simone Chambumba, Modesta Yosuf (rapariga de 21 anos de idade), Mariano Tumianeto, Cosmo Paulo e Titico Funde, que haviam sido aliciados em Fevereiro por Vanombe, disseram que queriam instalar a sua organização em Mueda. Foram presos e enviados para Porto Amélia (Pemba).
Em 13 de Junho, apresentaram-se em Mueda, Faustino Vanombe e Quibiriti Divane, acompanhados por uns 300 populares. Até ao final do dia, o número da população aumentou para 500. Exigiam a libertação dos presos e Quibirite disse que queria passar a residir em Mueda. Mas não foi atendido.
A 14 de Junho, regressou com cerca de mil populares que expuseram algumas das suas reivindicações. A Resposta do administrador foi que o Governador visitaria Mueda no dia 16 e que, por isso, uma ocasião para exporem as suas preocupações. Os populares concordaram.
No dia 16 já eram mais de 5000 acompanhantes de Quibiriti. Na cerimónia do içar da bandeira, a maioria ficou indiferente, sentada e com chapéus sobre as cabeças. Inconformado o governador, mandou repetir a cerimónia e no fim, chamou para a secretaria Vanombe e Quibirite bem como outros que nos dias 13 e 14 se havia revelado cabecilhas. Pouco depois, o Governador anunciou a detenção daqueles dois e foram algemados na varanda da secretaria, à vista da multidão.
O povo gritou pela libertação daqueles. Quando o governador quis sair, foi apedrejado e teve que regressar para a secretaria. No momento em que um indígena tentava apunhalar o Governador, ouviu-se um tiro. Chegou, em seguida, um pelotão de infantaria que, secundando os cipaios, pôs os amotinados em debandada.

E num segundo comentário, acrescentou:
Segundo os autos de Lourenço Marques, em relação aos condenados, todos os 10 ligados aos tumultos de Mueda receberam 5 anos de prisão, em 16 de Agosto de 1961. Uma vez cumpridas as penas, não podiam regressar as suas zonas de origem. Assim sendo, foram aplicadas as seguintes penas:
Simão Nchucha devia fixar residência em Lourenço Marques, numa aldeia afastada da cidade.
Simone Chmchumba e Titicó Fumbe deviam ir para Inhambane, em localidades afastadas entre si.
Lazima Dalama e Cosmo Paulo, deviam fixar residência em Gaza também afastados um do outro.
Mariano Tumianeto e Madesta Yosuf (única mulher do grupo, com 22 anos), deviam ir para o distrito de Manica e Sofala, separados entre si.
Quibirite devia ir para Inhambane, Vanome para Govuro, e Tiago para Gaza.
Vale a pena ressaltar que quase todos os presos morriam antes de cumprirem as referidas penas.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Olé, olá!

O meu dia de hoje foi mais de ler que escrever, por conseguinte não se admirem de só agora aqui chegar e, ainda por cima, ter pouco que dizer.
Ao meu pedido de localização dos visitantes, com excepção do Moisés, parece-me estar tudo correcto. E no caso do Moisés recebo os comentários e sei que ele lê o que escrevo. Além disso o repetidor de sinal de Corroios e do Seixal é activado muitas vezes e algum deles o apanha, com certeza. Da próxima vez que fizer um comentário eu confirmo e dou-lhe o nome do local que aparece no Feedjit.
Acontece ainda uma outra coisa que vos vou pedir que confirmem. É o seguinte:
Quando abro o blog, sem estar identificado com o meu nome de utilizador da Google, o calendário que aparece na coluna da esquerda, assim como o controlador de visitas «Feedjit» que aparece na coluna da direita, não abre, não se vê nada. E logo que entro na minha conta Google abrem de imediato.
Gostava de saber como reage quando são vocês a aceder. Abre, não abre, abre às vezes. É que se aquilo não cumpre a tarefa para que foi inventado, mando-o às urtigas e acabou-se.
Nas minhas leituras de hoje, entre outras coisas, andei à procura de documentos sobre o chamado «Massacre de Mueda», ocorrido no dia 16 de Junho de 1960, em Moçambique. Não conhecia a história e também não encontrei nada muito concludente a esse respeito. Nunca tinha ouvido falar de qualquer acção militar, antes de 1964, e parece não haver consenso sobre as alegadas 600 vítimas entre a população indígena. Para além do mais, nenhum dos nomes que aparece nos documentos que li me é familiar, o que acho estranho.
Como neste blog se abordam temas ligados a Moçambique, gostava de desenvolver o assunto. Se algum de vocês, meus atentos leitores, souber onde posso encontrar informação sobre isto, p.f. deixe um comentário a respeito.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Que grande trabalheira!

Nestes primeiros 13 dias do Ano Novo tenho dedicado mais tempo a este blog, filho acabado de nascer obriga a outros cuidados, e deixado os (muitos) outros à seca. Por vezes penso que devia dedicar-me apenas a um e esquecer os outros, mas não posso.
No Sapo é um blog exclusivamente familiar e obedece a outras regras. Ninguém o lê, à excepção dos meus irmãos e sobrinhos, mas isso pouco me importa. Aquilo é uma espécie de registo de ocorrências familiares, uma espécie de sebenta em que guardo os apontamentos que não quero esquecer.
No Wordpress, uma das minhas primeiras experiências na blogosfera, vou escrevinhando qualquer coisa, quando me lembra, para o manter vivo. Por acaso, hoje, deixei lá um pensamento que me ocorreu por causa das palavras do Dr. Vitor Bento ditas no programa de economia da TVI24, ontem à noite.
No Blogger tenho uma dúzia que vocês conhecem através dos links colocados na barra lateral deste e de cada um dos outros e ainda mais dois que são especialmente dedicados às gentes da minha terra natal e que não publicito.
No meio de tanta coisa alguém terá de ficar mal servido, mas não se aceitam reclamações. Ontem, reparei que um dos esquecidos, durante todo o ano de 2015, foi o «Hora da Poesia» onde eu depositava alguns dos poemas que encontrava nos blogs e que me atraíam a atenção. Para lhe dar vida, neste ano de 2016, vou copiar e colar lá um dos poemas de "Edumanes", só falta escolhê-lo.
Tenho dito!
E vou pregar para outra freguesia!
P.S. - No futebol joga-se, hoje, para a Taça de Portugal. O Benfica joga com o Sporting para disputar o último e penúltimo lugar! Vai lá vai!

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Grande rebaldaria!

As aplicações das colunas laterais ora funcionam, ora deixam de funcionar! Já não sei se sou eu que estou a ficar vesgo, se a qualidade da minha internet deixa muito a desejar, ou se há outro culpado que não conheço.
Isto parece a guerra da Síria, desde que começou rebentam com tudo e ninguém é capaz de a parar. Parece-me que o melhor é esquecer isto por uns tempos e talvez tudo volte ao normal. Vou dar uma volta pelas redondezas e amanhã volto.


Tem uns olhos lindos, não tem?

A morena!


A história da morena nasceu apenas pela simples razão de testar o que eu estava a tentar fazer com a formatação deste blog. Tal como ela também eu não consegui excitar o malfadado Blogger e obrigá-lo a fazer o que eu queria.
Mas uma vez começada a história, mais vale que a acabe, pois pode haver gente à espera de saber o que aconteceu naquele comboio que resfolegava a caminho da Beira-Baixa. Os dois rapazes continuaram a sua viagem, sabe Deus até onde, mas a morena saltou do comboio, na estação de Constância, e foi à sua vida.
Logo que o comboio retomou a marcha, o "trolha" virou-se para o seu companheiro de viagem e gritou-lhe:
- Mas você é gay ou quê? A rapariga a abrir-se toda e você nada? Eu já estava com uma tusa que era capaz de f**** uma mosca!
O tal bem posto e perfumado rapaz que até àquela altura não emitira um som, levantou-se e girando à volta do seu parceiro de viagem, disse:
- Zzzzzzzzzzzzzz Zzzzzzzzzzzz Zzzzzzzzzzz!

Ainda a apanhar bonés!

Carreguei o contador de visitas da Feedjit (o grátis que é uma boa merda), já o vi a funcionar, mas agora apagou-se. Vou esperar que vocês apareçam por aqui para ver como ele reage. Talvez nem saiba onde fica a Póvoa de Santa Iria, a Figueira ou o Barreiro e então de pouco valerá.
E mais umas imagens na coluna da direita só para compor a fotografia. Depois tentarei melhorar a coisa.

Em fogo me consumi!

Na Europa fica o nosso Portugal
Na África fica a República do Togo
Quando lhe mexo nada fica igual
Estou rodeado de um mar de fogo!

Copiar o que vale a pena!

Nas minhas pesquisas sobre a ponte de Chaves, apareceu-me uma muito semelhante que me levou a pensar que o nosso Eng. Barbosa Carmona devia ser um homem muito viajado, pois desenhou a ponte como gémea da que foi construída, em 1923, sobre o rio Potomac, na cidade americana de Washington. Olhem para a fotografia e digam-me se não tenho razão.


Não gosto muito ...!

... mas por agora fica assim!
Não tenho paciência para mais. Trabalhei mais de uma hora a acertar o Mexe-Mexe e depois copiei para aqui, mas há coisas que o bicho não me deixa mudar, a começar pela cor da letra das hiperligações que assim ficam um tanto ou quanto diluídas no fundo.
Entretanto descobri que a maneira de ter a foto devidamente centrada no cabeçalho é redimensioná-la com a mesma largura do blog. Neste caso a largura total é 1080 e a foto é 1080x240. Sabendo isto de início já é meio caminho andado.
A porra é que cada vez que se escolhe um modelo diferente se estraga todo o resto. E se mudas a cor dos fundos (como eu fiz) e não consegues ajustar as cores das outras coisas, fica uma bela salada.
Vou incluir aqui uma fotografia da ponte nova de Chaves sobre o rio Tâmega, pois a Elvira, ontem, deixou-me com a pulga atrás da orelha, quando me disse que a ponte dela ficava muito longe de Amarante. Ora eu conheço o percurso do rio Tâmega, desde a nascente até à foz e fiquei curioso por não reconhecer aquela ponte, a do Sexta-Feira. Devo ter passado por cima dela, pelo menos, umas cem vezes, mas ao passar por cima só se vê o asfalto e pouco mais, razão pela qual a não reconheci. E vi-me obrigado a ir perguntar ao Google se aquela era a ponte de Chaves. Ele disse-me que sim, mas a nova que a romana é muito diferente e menos bonita que esta esta. Nova é como quem diz, pois já foi construída em 1949, pelo adjunto do Eng. Duarte Pacheco, o famoso ministro das Obras Públicas do governo de Salazar. Vejam a nota abaixo que foi escrita por um flaviense que não gosta que tomem o homem por parente do nosso antigo Presidente da República. 

Ponte Barbosa Carmona, em Chaves

O eng.º Barbosa Carmona não era ministro das Obras Públicas nem, como muita gente julga, parente próximo do Marechal Carmona. Foi funcionário superior desse ministério, acompanhava o ministro Duarte Pacheco quando este perdeu a vida num desastre de automóvel.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

De regresso a casa!

Gastei o dia a criar e ajustar um blog de testes e, pelo meio, ainda tive que ir ver o jogo do Glorioso que ganhou o jogo, na Madeira, com o nevoeiro sempre a ameaçar esconder de novo o relvado. Três golos do imparável Jonas ( que pena ele estar a ficar velho) e um do Mitra e uma vitória sem discussão.
E hoje não vos chateio com mais comentários sobre o futebol. Como tem chovido "a potes", aqui no norte de Portugal, os rios transbordam por todo o lado e as barragens têm que fazer descargas por uma questão de segurança.
Em Amarante, o rio Tâmega fez das suas e nem sei como a ponte do «Sexta-Feira» escapou ilesa. O Lima, o Cávado, o Ave e até o "piqueno" Leça entraram pela sala de estar de muita gente sem pedir licença. O Mondego e o Águeda também imitaram os rios do norte e subiram as margens para dar dor de cabeça a quem lá mora.





E deixo aqui as outras fotos que trouxe de Ponte de Lima. Se me tivesse lembrado, teria feito uma foto do miserável arroz de sarrabulho que me serviram ao almoço, para vos provar o que disse!

domingo, 10 de janeiro de 2016

Não há nada que corra bem!

O Sporting ganha, o Porto ganha e quando chega a vez do Benfica ... aparece o nevoeiro e jogo de grilo!
E a luz que continua a ir abaixo de 5 em 5 minutos! Já rompi meias-solas a correr para o contador e puxar a patilha do seccionador para cima!
Ontem vi uma foto no Facebook onde se via Ponte de Lima debaixo de água. Hoje pus-me a correr para lá para ver o espectáculo e água de grilo. Aconteceu a mesma coisa que no Estádio do Nacional, não houve a aquilo que eu esperava que houvesse.


Mesmo assim não faltava água e quis trazer a prova para vos mostrar. Mas chovia tanto que fiquei com receio de afogar de afogar a máquina e mal tive tempo de carregar no botão e pôr-me a mexer.
Para cúmulo do azar, o restaurante onde costumo almoçar tinha gente até à porta e tive que recorrer a um alternativo. Nunca comi tão mal naquela terra!


Alá é grande!

O Slimani é muçulmano e deu a volta ao resultado no último minuto. O meu santo não foi capaz de se aguentar contra os filhos de Alá!
É blog que não aceita as coordenadas que lhe dou...
é o meu santo que se deixa ultrapassar...
e para piorar as coisas está um temporal do caraças...
e a luz a falhar, aqui em casa, a cada 5 minutos!
Assim não dá! Está tudo contra mim!

Continuo na luta com o bicho!

Já desisti das três colunas, já mudei de modelo, de tipo de letra, de tamanho e tudo o que consegui foi que o Montero metesse outro golo e empatasse a partida!
E agora?
Santinho, adormeceste?
Olha que ainda faltam uns minutinhos de jogo. Se o Braga não marcar, nem penses em deixá-los marcar a eles, aos seguidores desse Jesus que ... virou Judas!

Eh pá, desta não gostei!

Ao intervalo estava o Sporting a perder por 2 a 0 e eu todo contente a dar graças aos meus deuses por acederem ao pedido que lhes fiz.
Depois meti-me à bulha com o blog, a ver se o consigo domesticar, e deixei de prestar atenção ao jogo. Fui agora lá espreitar e o Adrien já tinha metido um golo. Ainda perde, mas a coisa já está mais complicada.
Santinhos, não me abandoneis agora!

Tamanho de letra - Teste!

Coitada da minha avózinha
morreu triste e abandonada
Quem a deixaria sozinha?
E eu que não soube de nada!

sábado, 9 de janeiro de 2016

Sábado à noite!

Esta vê-se bem!
Nem preciso de preocupar-me com o tamanho da letra!

Desisto!

Estou aqui a perder tempo e não chego a lado nenhum!
Voltei a mudar um monte de coisas, desde o modelo às larguras, tipo e cor da letra e no fim de tudo volta sempre ao mesmo. Estou convencido que é por causa das 3 colunas, mas disso não estou disposto a abdicar.
Este pequeno texto é mais um teste!

A morena no comboio!

Linha da Beira Baixa. Estação do Entroncamento. Uma morena de meia idade, muito bem posta, entrou no comboio e sentou-se num compartimento onde já viajavam dois homens. Um deles tinha aspecto de trabalhador braçal, talvez da construção civil, em linguagem mais terra-a-terra poderíamos dizer, um trolha. No banco em frente um jovem muito bem vestido, de aspecto distinto e que usava um perfume muito ténue, mas que se sentia ao fim de alguns minutos de permanência no compartimento. A morena sentou-se em frente a este último passageiro e de soslaio, por baixo das pestanas, começou a medi-lo de cima abaixo. Os seus pensamentos devem ter andado por sítios pouco recomendáveis, pois em breve começou a sentir-se excitada. Mexia-se no banco, como se estivesse sentada sobre algo que a magoava.
Alguns minutos depois já fixava o seu companheiro de viagem directamente nos olhos, tentando transmitir-lhe a mensagem do seu corpo ofegante. Do lado dele nenhuma reacção. Ela puxou a saia ligeiramente para cima e desapertou dois botões da sua blusa imaculadamente branca. A sua respiração tinha acelerado e o seu peito subia e descia lentamente, acompanhando a cadência do seu coração. E o seu perfumado companheiro não dava sinal de perceber o que se estava ali a passar. Não tugia nem mugia, era como se não estivesse ali.
Bem, a exemplo do que faz a nossa amiga Elvira, esta é a primeira parte do conto e talvez um dia vos conte o resto. O que acima acabei de escrever serve apenas para ilustrar os meus esforços, desta manhã, para alterar as formatações deste blog. Pois tal como o passageiro bem apessoado e perfumado que seguia no comboio, em frente da morena excitada, ele não se mexeu um milímetro. Mudei-lhe as larguras, como recomendou o Eduardo, fiz trinta por uma linha e nada aconteceu. O que ele quer é que eu mude de modelo e opte por um que me deixe fazer o que quero. Mas este é tão bonitinho, tão elegante, centra a fotografia do cabeçalho e tudo, o que faz com que eu prefira ficar com ele. Só tem um defeito, é como o gajo do comboio que não vai à bola com morenas!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Acabar em beleza!

Erica Fontes!
Uma pornstar portuguesa de que eu nunca tinha ouvido falar. Um restaurante de Matosinhos fez um spot publicitário onde aparecia um naco de carne de vaca com uma legenda que dizia mais ou menos isto:
- Podia ser um naco da Érica Fontes, mas não é!
Foi o fim da macacada no Facebook, no Twitter, etc.! Uns acharam-lhe um piadão, outros nem tanto. Como não conhecia a artista fui dar uma volta e informar-me para vos poder falar do assunto. Mas, como devem compreender, não posso abrir aqui o livro e mostrar-vos aquilo que vi. Vou limitar-me a deixar-vos uma fotografia da "menina", talvez a única em que ela está apresentável.
E com os meus desejos de um bom fim de semana!

Ler tudo, p.f.!

Hoje já escrevi mais que a conta. Recomendo que vão por aí abaixo e leiam tudo. Não se fiquem pela primeira mensagem, senão perdem o melhor!