sábado, 7 de fevereiro de 2026

Escolher o mal menor!

 Numa situação em que não podemos escolher a melhor solução, teremos que optar pelo mal menor, segundo reza o ditado. E na situação em que nem o mal menor nos agrada fazemos o quê?

Quem está mal muda-se, diz outro ditado. Mas nem essa solução temos ao nosso alcance, pois não somos nós (este nós refere-se aos que pensam como eu) que temos que mudar. No caso presente trata-se de escolher quem nos vai governar nos próximos 5 anos e é isso que temos que mudar. O bom senso aconselha que não votemos nas mesmas forças políticas que têm ocupado esse cargo, nos últimos 50 anos, alternadamente, o PS (de Ramalho Eanes, Mário Soares e Sampaio) e o PSD (de Cavaco e Marcelo).

Votar no Tozé significa criar uma repetição dos 30 anos de governo socialista que provou ser uma escolha errada que nos manteve numa estagnação social e económica, enquanto todos os membros da europa comunitária foram sempre melhorando, sendo o maior exemplo a Irlanda que ia atrás de nós e hoje comanda o grupo da frente.

Votar no André, barulhento, refilão, benfiquista, é um risco, mas quem não arrisca não petisca, afirma um outro ditado. A sabedoria popular diz também que se o partido que te governou no último ciclo não aprovou deves votar no outro. Isto visto à luz dos EUA ou do Reino Unido, em que só há dois partidos a concorrer, é fácil, pois se o último não aprovou vira-se para o outro e está o problema resolvido (pelo menos adiado). No caso português é um pouco mais arriscado, pois o André não é carne nem é peixe, antes uma iguaria da qual desconhecemos o paladar.

Mas se os portugueses não quiserem regressar ao pântano do socialismo (dos tempos de Guterres) ou à loucura social (dos tempos de Sócrates) ou ao cinzentismo (dos tempos de Costa), mais vale dar um salto para a outra margem da ribeira e ver onde nos leva o caminho do André. Sabemos todos que quem vai a leme da Nau portuguesa é o PSD de Montenegro, mas se a coisa não agradar ao Povo (assim escrito com letra maiúscula) o PR pode sempre demiti-lo ou mesmo dissolver o Parlamento, no caso mais extremo.

Portanto, não vale a pena vir com aquele discurso de que o nosso PR é uma espécie de Rainha de Inglaterra que não manda em nada, pois ele está na posse da bomba atómica que serve para enviar o governo para o brejo, se e quando ele começar a mijar para fora do caco. Em caso de desgoverno, o PR chama o PM a Belém e tenta chama-lo à razão. No caso de ele ser cabeça dura e insistir no erro ... a porta da rua é a serventia da casa!

Isto tudo para dizer que amanhã temos que mostrar o que valemos e ir às urnas fazer a nossa escolha. Isto não é como no Benfica, ou no mundo dos Mosqueteiros do rei de França, um por todos e todos por um), cada português tem que escolher o candidato em quem acredita e depois viver com o resultado da sua escolha. Se der para o torto só lhe resta torcer a orelha e esperar por outro ano de eleições!

Só um pode ganhar!!!

4 comentários:

  1. Penso, exactamente, o mesmo!
    Vamos lá dar o salto para a outra margem, a ver se está mais sequinha e isenta!

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  2. Acho que há algo que não é correto: nós não estamos a eleger um "Governo". Estamos a eleger um Presidente da República. Apesar dos debates parecem para um Governo, os poderes do PR são muito limitados. De um PR espero um fiel da balança, nunca um adversário ao Governo. Para isso há a oposição no Parlamento. De André Ventura, vejo-o como uma sereia que canta aos marinheiros famintos. Já temos muitos exemplos das ultimas semanas como o Chega apregoa uma coisa e faz o seu contrário quando chega ao poder (Câmara de Albufeira, os tachos na Camara de Lisboa, as criticas ao Presidente da CM Leiria ao chamar "boneco" nesta situação de desespero - são estas pessoas que queremos dar poder?)

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    1. Nao sei quem e este comentador , nem me intereça . Masm tenho a certeza que e do sistema dos 50 .

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  3. Nao sei quem e este comentador , nem me intereço ; mas tenho a certeza
    que e a favor do sistema dos 50 !

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