domingo, 14 de fevereiro de 2016

Vira o disco e toca o mesmo!

Cuidado com os passeios à beira-mar! Hoje não!

Isto está a tornar-se uma diversão!
Por mais cócegas que lhe faça ele não reage!
A Elvira deixou um comentário em que dizia que não percebe o que há de errado com este blog. Eu vou tentar explicar.
Se eu estiver dentro, isto é identificado com a minha conta da Google, as coisas funcionam todas, embora haja falhas e demore a carregar alguns aplicativos, como o calendário, o feedjit e outros programas de controlo de visitas.
Se eu estiver fora, isto é, entrar de modo anónimo como qualquer outro visitante do blog, a mesma situação em que todos vocês estão, não abre nenhum desses aplicativos. O calendário e o Feedjit são os primeiros a desaparecer, como por artes de magia.
O «Mexe-Mexe» que é o meu blog de testes está igualzinho ao primeiro dia em que foi criado e funciona como um relógio suíço. Só tem uma coisa que não me permite fazer, alterar a largura da foto do cabeçalho. Se a foto tiver limites definidos, como é o caso, isso vê-se e fica feio. Mas quanto ao resto, desligado ou ligado, funciona sempre do mesmo modo.
Este marreta que deve ter nascido num dia azarado funciona lindamente enquanto não clico em «Terminar sessão», pois logo que o faço ficam as colunas laterais vazias, sem aquilo que está lá para as enfeitar e me dar as informações que preciso.
Isto é como estar enterrado no lodo da nossa Escola e por mais que esbraceje não saio do sítio. De seguida vou desligar-me, tomar o pequeno almoço que já vão sendo horas e depois entro como anónimo e conto-vos o que aconteceu enquanto mastiguei o papo seco que me calhou na rifa!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Perdi a paciência!

Acabaram-se as três colunas, acabou-se a foto a toda a largura e mais um sem número de coisas. Agora é modelo simples e ponto final!
Tenho quase a certeza que o resultado vai ser o mesmo, mas só depois de desligar isto é que vou saber. E depois só falta atirar-me ao rio! É de aproveitar agora que ele vai cheio até deitar por fora!

Nem com Viagra vai!!!

Passei a manhã (inteirinha) às voltas com esta geringonça e não me parece que a coisa esteja resolvida. Era capaz de jurar que o problema está relacionado com a fotografia que uso no cabeçalho e já tentei várias soluções, inclusivé sem fotografia. Há alturas em que me parece que funciona, depois desligo-me e volta tudo ao mesmo.
Engraçado é que o blog de testes funciona bem! E a única diferença é a fotografia do cabeçalho que é mais pequena e não está centrada. Se não fosse esse pormenor (de que não gosto) deixava este do mesmo jeito. Assim vou continuar a marrar com ele até me cansar.
Hoje fica com a brasileira de cu para o ar, amanhã talvez sem foto no cabeçalho!
P.S. - Apetecia-me apanhar uma bebedeira para esquecer o Benfica, mas não me dou bem com a ressaca!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Nem sei se fale, se fuja!

Aconteceu exactamente aquilo que eu temia que acontecesse. O Benfica ainda não aprendeu a ganhar ao Porto. Foram tantos anos de supremacia que o Benfica desenvolveu um complexo de inferioridade perante o Porto. E com o Porto aconteceu exactamente o contrário, com o hábito de ganhar desenvolveu um complexo de superioridade que fez com que hoje tenham ido à Luz fazer o melhor jogo de toda a época. Como se viu hoje, o problema do Porto não está nos jogadores nem sequer no treinador, é tudo uma questão de mentalização. O Porto entra em campo "sabendo" que é melhor que o Benfica, ao contrário do Benfica que entra em campo inferiorizado pelos resultados miseráveis conseguidos desde que o Pintinho é o presidente dos dragões. Nada técnico, nada táctico, nada físico, mas unicamente uma questão mental.
Só assim se entende que o Marítimo, o Portimonense e o Arouca ganhem ao Porto e só o Benfica o não consiga fazer. Alguma coisa tem que ser feita para alterar este estado de coisas. Vou aconselhar o Vieira a contratar aquele psicólogo de Braga, o Sequeira, que foi candidato a presidente da república e saiu derrotado. Pode ser que tenha mais futuro como conselheiro/mentalizador da equipa do Benfica. Alguém tem que combater o derrotismo que invade a equipa quando tem o Porto pela frente.
Quem se deve estar a rir (com os dentes todos) é o Jorge Jesus que continua a dizer com os seus botões:
- Sem mim o Benfica não vai a lado nenhum!

Operações anfíbias!

Isso era o forte dos fuzileiros! Não havia água que metesse medo!
Havia sempre alguns que tinham aprendido a nadar à pressa - normalmente no malagueiro, durante a recruta e ITE - e na hora H borravam-se de medo para se atirarem à água, mas havia sempre um camarada ao seu lado para lhe dar uma mãozinha.
Quantas vezes, durante a Guerra Colonial, fomos obrigados a embarcar ou desembarcar à pressa e debaixo de fogo. Aconteceu-me a mim no meu baptismo de fogo, em 9 de Janeiro de 1965. E saímos de lá com 1 morto apenas, mas podiam ter morrido muitos mais, uma questão de sorte e má preparação militar de quem estava do outro lado. Aliás, a preparação cuidada é parte importante na chave para o sucesso. O conhecimento do inimigo e da área de actuação são outros factores importantes quando se quer ser bem sucedido na operação que temos pela frente.


Este é o terreno no qual vamos dispor as nossas tropas para receber e levar de vencida o inimigo que vem do norte. O grupo de combate que foi destacado para o enfrentar está recheado de bons profissionais e conhece bem o inimigo que tem pela frente. Um factor extra a nosso favor é a desmoralização que grassa entre as tropas inimigas, por causa das derrotas (pesadas) sofridas nos últimos embates.


Chamei-lhe operação anfíbia (e isso ajudou-me a compor este texto), porque, segundo a previsão dos meteorologistas, a batalha vai ser disputada debaixo de chuva. Qual dos dois participantes se vai dar melhor com isso, estou aqui para ver. Agora é só dominar a tremedeira atá cegar a hora de disparar o primeiro tiro.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Aquilo com que se compram os melões!

Na Marinha era o Pré e pago ao mês.
Depois disso era o ordenado, o salário, ou o que quer que lhe quisessem chamar e sempre pago ao mês, até hoje. O comentário deixado pelo Leiria fez-me escrever esta curta mensagem, só para vos contar como o meu ordenado inchou como uma carcassa atirada para dentro de água.
Em meados de Julho de 1971 fui entrevistado para ver se servia para o cargo que era preciso preencher, Chefe de Planeamento. Fui logo avisando que não aceitaria um ordenado inferior a 3.000$00 (15.00€).
Não te dê isso preocupação, disse o director. Começas com 4.000$00 (20.00€) e daqui a 6 meses logo se vê.
Meto aqui um parentesis para dizer que o salário de uma costureira rondava os 650$00 e o de um 1º Escriturário cerca de 1.500$00, mensal, é claro.
Passados os 6 meses estabelecidos como período de experiência, o director comunicou-me que o novo ordenado seria de 7.000$00 (35.00€), uma pequena fortuna para a época.
Três meses depois dessa data saiu o novo contrato de trabalho para os empregados de escritório, onde se estabelecia um salário de 4.500$00 para os 1º Escriturários. Voltei a ser chamado pelo director que me disse que, uma vez que alguns dos meus subordinados passariam a ganhar mais do que o dobro daquilo que ganhavam até ali, o meu novo ordenado seria de 12.000$00 (60.00€), a contar de Abril de 1972.
No ano seguinte tive um pequeno aumento e em 1974 aconteceu o 25 de Abril. Com a atribuição do salário mínimo de 3.300$00, as costureiras da minha empresa passaram a ganhar quatro vezes o que ganhavam até ali. Os salários dos administrativos tiveram também uma subida considerável e de um momento para o outro eu já ganhava 24.000$00 (120.00€).
A partir daí perdi o controle desse assunto, mas sempre que pensava em mudar de emprego, perguntava a mim mesmo:
- Onde raio vais encontrar um patrão que te pague um salário destes?

Os dois melhores em Manchester!

Segundo li, hoje, na comunicação social, o Mourinho vai mesmo treinar o United de Manchester. Como o Guardiola já tinha assinado, na passada semana, como treinador do City, vamos ter na cidade de Manchester os dois melhores treinadores do mundo (segundo se diz por aí).
A leitura dessa notícia levou-me de volta aos primeiros anos da minha vida profissional pós-Marinha, na indústria têxtil e de confecções. Manchester é, como toda a gente sabe, a capital dos têxteis em Inglaterra, a cidade onde começou a revolução industrial. E foi a primeira cidade que tive o prazer de conhecer no Reino Unido.
No ano de 1964, andava eu aos tiros, em Moçambique, envolvido na Guerra Colonial, enquanto o Zé Mourinho andava ainda de fraldas, na cidade de Setúbal, onde nasceu. Dez anos depois, aterrava eu em Manchester tentando fazer andar o negócio do patrão holandês que me pagava o salário. Salário esse que nessa altura se considerava milionário, 35.00€, e me faz rir, hoje, quando penso nesse valor em contos de reis.


O escritório da empresa ficava nas traseiras da prisão de Manchester e os altos muros que a vedavam era tudo o que eu via quando me sentava á secretária, ao pé de uma janela, para pôr em dia o meu "paperwork", que é como quem diz, ler a correspondência chegada dos clientes e da fábrica e transmitir as ordens que tinha recebido.

Do lado direito vê-se uma pontinha do prédio onde ficava o escritório.

No tempo em que se amealhava cada tostão ganho e não havia dinheiro para luxos, usávamos um escritório de uma velha fábrica abandonada, cedido a troco de umas libras pelo judeu que a alugara para lhe servir de armazém. O que por lá mais havia eram teias de aranha, electricidade só a estritamente necessária para alumiar os pontos mais escuros. Por isso me sentava àquela janela, virada a poente, onde se conseguia ler a papelada sem grande problema.
Na década de 90, quando já o patrão era português e se gastava mais do que se ganhava, mudamos para um escritório moderno, na zona de Salford, junto ao canal, onde havia sempre um café e um uísquezinho depois de almoço e aí as coisas começaram a andar para trás até ao descalabro total. Mas isso já sou eu a desviar-me do assunto que os negócios não são para aqui chamados.
Dois egos tão grandes como os de Mourinho e Guardiola dificilmente caberão numa cidade como Manchester, mas cá estaremos para ver. Felizmente os dois estádios ficam bastante distantes um do outro, o do City a nordeste e o do United a sudoeste do centro da cidade e assim haverá menos encontros desagradáveis entre os adeptos de um e outro clube.
A nossa vida é como um filme, de vez em quando põe-se a cassete a andar e revê-se aquilo que está lá gravado. Tenham um bom dia (que já está quase no fim) e lembrem-se que faltam apenas 24 horas para começar a tremedeira. Se o jogo de amanhã correr de feição ao Benfica, podemos dizer que temos um dos candidatos apeado e meio título no bolso!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Estou numa fúria!

Ao fim de todos estes anos vejo-me obrigado a dar com os pés na Google e no seu browser Chrome, pois não abre os aplicativos do meu blog. Tive que sujeitar-me a usar o Internet Explorer da Microsoft, de que não gosto nem um bocadinho, e é com ele que vos estou a escrever esta mensagem.
Como não percebo nada disto, ando aqui às escuras sem perceber onde vou parar. Não sei de cor os endereços dos sites que costumo visitar, nem sei trabalhar com os favoritos desta merda, o que faz com que ande aqui à nora, como se tivesse começado a usar hoje a internet. E fazer pesquisas no Bing? Uma aventura!
Mas tem uma grande diferença, em relação ao malfadado Chrome, abre os aplicativos todos sem hesitação. Deus seja louvado, quando temos hipótese de escolher!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

As "Memórias" de Jesus!

Como ando com falta de trabalho e necessitado de ganhar umas coroas, vou oferecer-me para escrever as memórias do Jorge Jesus. Assim como pagou 4 milhões por uma casa em Cascais, talvez se decida a gastar mais um milhão para ver o seu nome e os seus feitos preservados para a posteridade e a mim esse milhãozito dava-me um jeito que nem queiram saber.
E não seria um trabalho muito pesado, isso vos garanto. Ora vejam aqui um esboço:
- Até chegar ao Benfica a minha vida não tem muito que contar. No Benfica fiz um tremendo sucesso. Ganhei 3 campeonatos, uma ou duas Taças de Portugal - desculpem a imprecisão, mas a minha memória já não é o que era - e quase todas as edições da Taça da Liga (também chamada a Taça dos Pobres).
- Depois disso decidi trocar o Benfica pelo clube do meu coração e no primeiro mês em que o treinei, ganhei 3 vezes ao Benfica e uma delas por 3 bolas sem resposta. Sentia-me o melhor treinador do mundo, capaz de ganhar a Champions, coisa que fui gritando aos quatro ventos para ver se alguém acreditava em mim.
- Depois disso a minha sorte deu o badagaio e nunca mais ganhei nada. E nas vezes que ainda me deixam aparecer na televisão, eu falo o mais baixinho possível para ver se ninguém se lembra das minhas basofadas do início da época 2015/2016 a qual prometia levar-me aos píncaros da fama.
- Pobre de mim, se um dia me deixarem voltar ao Benfica, prometo ser mais modesto, mais humilde e com uma pontinha de sorte talvez ainda ganhe outros três campeonatos, antes de me reformar.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Foguetes!

E se o Sporting não ganhar amanhã?
O Benfica está em primeiro lugar há 48 horas e começa a habituar-se!
Vai ser uma nervoseira que nem quero pensar! É mais um aliciante para ver o jogo amanhã. Melhor do que foi hoje com o Porto a tentar dar a volta ao resultado sem o conseguir.
Peço desculpa aos meus amigos que defendem outras cores, mas tenho de aproveitar enquanto a maré está do meu lado. Andei anos a sofrer, sem direito a ver o padeiro, e agora chegou a minha vez de encher a pança. Tudo que vier é bem vindo.
Dêem-me os parabéns agora e daqui a 24 horas voltamos a falar. Pode ser que tenham que repetir a dose. Deus queira! 

Alguém sentiu a minha falta?

O tempo não estava assim tão mau como o pintaram e agarrei-me ao volante e fui almoçar a 130 kms de casa. Por razão nenhuma em especial, apenas para quebrar a rotina. O rancho estava bom, à moda de Trás-os-Montes, e a vinhaça também não era nada má, de modos que estou a chegar a casa e um pouco cansado para grandes escritas. Mais logo vou ver o Porto e se a notícia valer a pena ainda aqui volto. E para não me acusarem de ter comido tudo e não ter deixado nada para os amigos, trouxe-vos uma amostra do petisco que constava do menu.


sábado, 6 de fevereiro de 2016

S. Pedro não vai em Carnavais!

Bem vos avisei que o tempo não ia estar para festas. Não sei como a coisa está, aí para os vossos lados, mas aqui não se pode abrir a porta nem pôr um pé na rua. Chove e venta que não é brincadeira! Fico a pensar se os foliões da Figueira que o António nos prometeu têm coragem necessária para a mostrar a pele ao pessoal. É que além do mais também está frio.
Na Marinha, quando tocava a Alvorada, aparecia o sargento-dia na caserna a gritar:
- Vamos embora, toca a acordar, enrola a manta!
Se enrolar a manta significava acordar e desandar dali para fora, então, agora, eu grito:
- Desenrola a manta, oh Zé!!!

Bola e chicha!

Se me chamasse Eduardo, oferecia-vos aqui um poema e tanto. O Glorioso nunca teve tanta glória e são um milagre as goleadas do Rui Vitória. Mais uma jornada e mais 5 ameixas oferecidas ao adversário. E sem resposta. O Mitro a fazer um hat-trick e o Jonas a aumentar o seu palmarés pessoal em mais dois golos. Já nem me lembro do tempo de Jesus que era só sofrer. Não havia jornada que os benfiquistas não estivessem com o coração nas mãos à espera de mais um desgosto.
Este mês de Fevereiro vai ser da máxima exigência, com os jogos de maior dificuldade de toda a época, champions incluída, e se chegarmos ao dia 29 sem cair pelo caminho, vai ser uma época de estrondo. Com um início de época tão ruinzinho, é quase um milagre o estado actual da equipa. Só espero que assim continue para levarmos de vencida os nossos adversários.
E agora vou desejar-vos um bom fim de semana, deixar-vos a minha oferta do costume e com um conselho especial. Verifiquem o estado do vosso guarda-chuva, pois o tempo será molhado nos próximos dez dias. Não se arrisquem a apanhar uma "gripázia", agora que a época está quase passada. E depois desta primeira quinzena de Fevereiro, bem regada como os meteorologistas nos anunciam, pode ser que venha aí a Primavera e a nossa vida nos apareça mais risonha.


É ou não é Chicha Boa?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Semelhanças e diferenças!

Uma notícia que li, esta manhã, no Económico, fez-me voar até Tabatinga, no alto Amazonas. A empresa Douro Azul vai mandar construir mais três navios e um deles destina-se ao Amazonas. Dependendo do formato e do calado do navio talvez consiga navegar até Tabatinga, cidade que tem uma fronteira tripartida, entre o Brasil, a Colômbia e o Peru. Do oceano Atlântico até Manaus e dali até Tabatinga são muitos quilómetros rio acima e farão, com certeza, as delícias dos turistas que a Douro Azul espera conseguir levar até lá.


Infelizmente a beleza daquela região é estragada pela presença de contrabandistas de droga que são mais que as mães. Exército e polícia dos três países, em operações combinadas, bem procuram dar-lhes luta, mas é uma guerra que não terá fim, por causa da verdadeira fortuna que rende esse tráfico e terá sempre quem esteja disposto a continuá-la.


Embora perdida no interior da zona amazónica, Tabatinga ganha importância por ser um posto fronteiriço de três países diferentes. Com o nome de Santa Rosa, do lado do Peru, ou Letícia, do lado da Colômbia, é como Tabatinga que é mais conhecida. E depois o rio Amazonas, a maior autoestrada fluvial do mundo, acrescenta-lhe indiscutível valor. É aqui que reside o interesse da Douro Azul, levar os turístas da costa atlântica até ao Peru, um país virado para o outro lado, para o oceano Pacífico.


Nas minhas andanças pela Europa, conheci uma cidade que funciona também como entreposto entre três países. Do lado suíço, o que eu conheci melhor, chama-se Basileia, mas num passo para a direita está-se dentro da Alemanha e num outro para a esquerda está-se logo em França.
Aconteceu-me a mim, mais que uma vez, estar a trabalhar na Suíça, ir almoçar a França e depois tomar um cafezinho na Alemanha. Também o aeroporto, onde embarquei e desembarquei várias vezes, serve os três países, há muitos anos (desde antes destas modernices da União Europeia) e com grande sucesso.
Vão até lá e divirtam-se! Basileia ou Tabatinga, tanto dá!

O engatatão!


O que tem que ser tem muita força!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Afinal, estava enganado!


Eu a pensar que só havia «maximbombos» em Lourenço Marques e afinal, há séculos que se arrastavam pesados e barulhentos pela cidade de Lisboa!
Desde o Camões, pela Calçada do Combro, até à Estrela, ele transportou milhares de alfacinhas, e não só, para lhes poupar as "canetas" naquela íngreme subida.
Cheguei a Lourenço Marques com 18 anos, acabadinhos de fazer, e foi nessa data que para mim nasceram os maximbombos. No dialecto falado no sul de Moçambique a palavra "maximba" quer dizer "merda", em português bem falado. Imaginem portanto o que eu pensei ao descobrir que chamavam maximbombos a uma camioneta carregada de gente (nem sempre bem cheirosa). Cabecinha pensadora!
E para hoje está feito.
É quinta-feira, está um dia de sol radioso, embora se anuncie chuva para amanhã. Cada vez acredito menos nos gajos da meteorologia!
Bom dia alegria!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Rir é bom, muito bom!


Não me perguntem o porquê destes sorrisos de orelha a orelha, pois não vos sei responder. Se é por comungarem da mesma paixão pelo Benfica têm razão para isso, pois levam no coração o maior clube do mundo (e arredores) e isso faz feliz qualquer mortal.
O Zé Veiga (à esquerda) foi hoje preso pela PJ e vai ser apresentado ao juiz para ver o que acha das suspeitas das autoridades portuguesas. Enquanto vai zanzando pelos corredores da PJ, à espera que chegue a hora de ver o juiz, tenho a certeza que não leva este sorriso estampado na cara.
Os outros dois, seleccionador nacional e presidente do Benfica, não têm nada a ver com a história e foram apenas usados para valorizar a notícia.
O Zé Veiga é um homem que sabe andar pelo mundo e que se dá muito bem com o dinheiro. Com isso tem montes de amigos e um número razoável de inimigos. Não sei dizer se ele é um homem honesto ou desonesto, mas aprecio a sua capacidade de sobrevivência.
E por agora é tudo, vamos esperar com calma que a Justiça faça o seu caminho!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Viver segundo os ditados!

Os ditados populares estão para mim como o Corão para os muçulmanos. E há um de que me lembrei agora mesmo, depois de escrever um curto comentário no poema publicado pelo Eduardo. E que reza assim:
- Não há bem que sempre dure, nem mal que não acabe!
Vale isto para dizer que nunca devemos esquecer-nos que a nossa felicidade está sempre por um fio. A qualquer momento, quando menos o esperarmos, pode acontecer uma viragem de 180 graus e acabamos na fossa. Mas também é verdadeira a segunda parte do ditado, aquela que nos promete que de um momento para o outro o nosso azar, ou aquilo que nos aflige, se desvanece como uma neblina em dia de verão.
Como já tive oportunidade de vos contar, o mês de Janeiro não me correu nada bem. Mas é passado, já entramos em Fevereiro e tenho uma fezada que este vai ser muito melhor que o anterior.
Palavra de Tintinaine!


E uma coisinha linda para animar a malta!

Homem dos sete instrumentos!

Como devem ter reparado pelo tamanho das minhas publicações dos últimos dias, eu tenho andado por outros lados e envolvido noutros trabalhos. Principalmente, a genealogia ocupa-me muito tempo e, por agora, não quero abandoná-la. Por vezes encontra-se uma pequena pista e são precisas muitas horas até se determinar a sua consistência. E não raras vezes tem que se abandonar essa pista sem ter chegado a lado algum.
Depois de um fim de semana inteirinho á bulha com um parente meu de quem não conseguia provar a relação com a minha família, encontrei finalmente os documentos que provam que era irmão da minha trisavó materna, primo direito (irmão) da minha bisavó. Uma vitória em toda a linha, tal e qual como o Benfica conseguiu também nesta jornada.
E assim vai a vida. O meu primeiro trabalho deste dia 1 de Fevereiro, em que o meu pai completaria 104 anos, se fosse vivo, foi apresentar uma reclamação à Revista da Armada por não ter publicado a notícia do falecimento do Sargento Dias, da Companhia de Fuzileiros Nº 2. Que não tenha saído no número de Novembro eu até compreendo, pois tendo morrido no dia 20 de Outubro, seria difícil a notícia chegar à redacção a tempo de ser incluída. Mas não ter saído em Dezembro, nem tão pouco em Janeiro e, hoje, ao abrir a Revista de Fevereiro, verificar que também desta vez ali não aparecia, fez-me saltar a tampa e redigir um mail que enviei a reclamar a falha.
Abrir e fechar a boca, inspirar e expirar o ar que oxigena o nosso sangue e nos mantém vivos é coisa que recomendo vivamente continuem a fazer para se manterem por cá mais algum tempo. E para ajudar os amigos a ocupar o seu tempo com alguma coisa de que gostem, continuem a escrever nos vossos blogs ... aquilo que vos vier à cabeça!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Soma e segue!

Mais uma jornada bem conseguida.
Não me vou alongar em comentários, pois o jogo não foi tão espectacular como da última vez. Valeu pela vitória, pelos dois golos do Jonas e mais duas ou três coisas de que gostei. Mas também houve uma série de coisas de que não gostei muito, a começar pela lesão do Lisandro. Os passes do Renato nunca encontram destinatário e o nosso artista Gaitan arriscou-se (por estupidez pura) a levar um cartão vermelho. Vá lá que meteu mais um golo, daqueles que ficam para a história.
O Rui Vitória ainda tem muito que trabalhar para ensinar-lhes coisas que eles já deviam saber. E o tempo começa a ser pouco para isso. Estou ansioso para ver como corre o jogo com o Zenit que se avizinha, é já no dia 16 de Fevereiro. E antes disso ainda temos que enfrentar os rapazes do Peseiro, no dia 14, à tarde. Não percebo como estão marcados dois jogos com um intervalo de apenas 48 horas, pensei que isso não era permitido. O jogo com o Porto devia ser no sábado e não no domingo.
Enfim, depois desses dois jogos já poderemos adivinhar qual será o nosso futuro para esta época.
O remédio é esperar até lá!