domingo, 30 de outubro de 2016

Um homem com eles no sítio!

Não sou muito de andar pelos cemitérios no dia de Todos-os-Santos. Há muita gente a mais, não se arranja um estacionamento a menos de 1000 metros do portão do cemitério, enfim, é uma confusão de que fujo a sete pés. Assim sendo, aproveitei o dia de hoje para ir fazer uma visita que há muito tinha na ideia, à campa do meu bisavô materno João José, falecido há cerca de cem anos. Mas deixem-me contar a história, começando pelo princípio.
Ele era filho de mãe solteira e sabe Deus quantos engulhos isso lhe teria colocado no seu caminho. Acontece que as voltas da vida fizeram com que ele tivesse engravidado uma moça menor de idade e quando o filho nasceu apresentou-se com ele na igreja para ser baptizado, coisa pouco comum naquela altura, em que havia filhos de pai incógnito ao virar de cada esquina.
Imagino a cara do pároco da freguesia perante uma situação tão pouco comum. Aquilo a que ele estava habituado era apresentar-se a mãe que, ao ser questionada sobre quem era o pai da criança, optava por dar o seu nome ou mantê-lo incógnito, coisa que o pároco mandava registar no assento de baptismo para que constasse. Pois aqui foi tudo ao contrário, apresentou-se o pai que disse quem era a mãe e assim ficou registado para chegar ao meu conhecimento, nos dias de hoje. Leiam o assento de baptismo que me dei ao trabalho de passar para um estilo capaz de ser lido por toda a gente e vejam se não tenho razão.

Clicar na imagem para ampliar

Outra coisa que eu imagino também é o sermão que o pároco da freguesia lhe deve ter dado sobre qual era a sua obrigação, o que o fez lá voltar, seis meses mais tarde, com a namorada pela mão, pedindo ao padre que os casasse. E depois das habituais palavras - eu vos abençoo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, não separe o homem aquilo que Deus uniu - ficou tudo na paz do Senhor e cada um seguiu com a sua vidinha como se nada tivesse acontecido. Dois anos depois destes acontecimentos, nasceu  um segundo filho, de seu nome António, que viria a ser o meu avô, pai da minha mãe e dela nasceu esta rica prenda que vocês já conhecem.

sábado, 29 de outubro de 2016

Duplamente feliz!

Se eu fosse brasileiro, hoje, não pararia de sambar e entornar copos até apanhar o maior pifo da minha vida. Então não é que os meus "amigos" treinadores do SCP e FCP resolveram dar uma ajudinha ao Rui Vitória para consolidar o primeiro lugar do Glorioso, na classificação geral. Talvez eu devesse enviar uma "botelha" de champanhe francês a cada um deles como agradecimento pela ajuda. Não vos parece?
Na próxima jornada temos que ir ao Dragão discutir o título com os rapazes do Nuno "Picasso". E digo discutir o título, porque caso consigamos ganhar o jogo temos quase garantido o tetra. E se a equipa do Nuno jogar tão mal como hoje, frente ao Vitória, temos boas hipóteses de ganhar o jogo.
Não quero começar já a deitar os foguetes, mas vejo a coisa muito bem encaminhada para levar a época toda a rir-me à custa dos meus infelizes adversários e acabar a festejar mais um título no Marquês.
E viva o Benfica!!!

Sou um homem feliz!

O Benfica jogou com a cavalaria toda ao ataque, como eu gosto, e acabou por ganhar o jogo por 3 bolas a 0, sem dar quaisquer hipóteses aos homens da Serra da Agrela, também conhecidos por «Reis da Mobília». Continuamos, orgulhosamente, no comando da classificação e assistimos de camarote à perda de mais dois pontos do nosso rival que não conseguiu derrotar a equipa do Manuel Machado, no Funchal. O JJ vê-se obrigado, já não tem outra hipótese, a engolir todas as bravatas que lançou pela boca fora. Que tinha a melhor equipa, que era o melhor treinador do mundo, que cada equipa tinha o treinador que merece e não sei quantas mais coisas de que já nem me lembro. Engolir sapos tornou-se o único desporto em que ele é, realmente, o melhor. Que fique com o troféu, pois bem o mereceu.
Parece-me que, dadas as circunstâncias, tenho que começar a preocupar-me de novo com o meu velho inimigo, aquele que sempre ensombrou os meus sonhos de benfiquista sofredor nos últimos 30 anos. Uns meros 3 pontinhos nos separam e temos um longo caminho pela frente, durante o qual teremos que defender essa diferença com unhas e dentes. Terei que regressar às minhas rezas e acender velas ao meu santo da sorte para guiar o Benfica à vitória até à última jornada do campeonato.
Com todo o desportivismo do mundo, eu só quero ... é ganhar!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Nuno "Picasso"!


Isto foi o que o Nuno desenhou
e o presidente do FCP apressou-se
a dizer que ele não foi contratado
como desenhador!


Segundo as más-línguas que inundam
a internet, era isto que ele tentava
desenhar!

Os craques!

Assisti ao derby de Manchester com grande interesse por causa dos dois treinadores, considerados os melhores do mundo e arredores, que não poderiam sair ambos vencedores. Mourinho ou Guardiola? Qual dos dois ficaria a rir-se no fim?
O jogo não foi um espectáculo por aí além, tantos craques juntos e não se viu uma jogada daquelas de encher o olho. Paciência, talvez para a próxima seja melhor. E pelo menos foi o nosso treinador, o Mourinho, que saiu vitorioso.


E depois, para preencher o resto da noite, fiquei a assistir ao programa da TVI24, em que o Medina Carreira e o Tiago Caiado Guerreiro fizeram as honras da casa. A conversa do Medina é sempre (mais ou menos) a mesma e já não há paciência para ouvir aquilo. A TVI devia repensar o programa, caso contrário os clientes vão começar a debandar, a começar por mim.
Por outro lado, ouvir o Tiago a desbobinar ideias, críticas e explicações sobre tudo e mais alguma coisa é um verdadeiro espectáculo. Não há dúvida que ele sabe umas coisas sobre fiscalidade e vale a pena ouvir aquilo que ele diz.
Uma coisa que ele disse e me agradou sobremaneira foi que há uma base legal para contestar os contratos das famosas PPP's e obrigar os contratantes a uma renegociação das condições. Assim o governo esteja interessado. Pode ser que alguém o ouça.
E agora, Boa Noite que eu vou para a caminha!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

As nossas meninas!


Hoje, estive a acompanhar o jogo das nossas meninas frente à Roménia. Aquilo não é uma equipa de Ronaldos, mas tem vindo a melhorar e já se vêem algumas jogadas de encher o olho. Foi pena não terem ganho o jogo disputado em Belém, na semana passada, mas com esse empate a 0 e o empate de hoje, fora de casa, a 1 golo ficaram apuradas para o campeonato da Europa 2017. Os meus parabéns para elas que, como amadoras que são, bem o merecem.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A sentir-me ... crítico!

Já ninguém se lembra do Relvas, aquele que também era doutor sem o ser, o que foi comprando as "cadeiras" que lhe faziam falta conforme encontrava quem lhas vendesse. Há uma coisa que ele teve coragem de fazer e que só peca por não ter ido mais longe. Estou a falar da reorganização administrativa do território nacional, distritos, concelhos e freguesias.
A coisa para ser bem feita devia começar por cima. Há distritos que talvez não se justifiquem, como o de Aveiro ou Leiria, assim como também há muitos concelhos que deviam desaparecer, pois não se justifica a sua existência. Mas não é assunto fácil de pegar para os políticos, pois reduzir a existência de pólos administrativos, significa reduzir poleiros (tachos) para eles e seus amigos (camaradas).
Assim, foi decidido mexer apenas nas freguesias, acreditando que seria possível conter o coro de reclamações que surgiria pela certa de norte a sul do país. Como não foi possível pôr de acordo os autarcas envolvidos no processo, a reorganização foi feita à força. Algumas coisas ficaram bem feitas, outras nem tanto e houve algumas que ficaram uma miséria. Eu culpo os autarcas pelo mau resultado conseguido, pois nunca se mostraram prontos a colaborar para optimizar o resultado, mais preocupados com os seus interesses e pontos de vista.
O mais importante seria reorganizar os concelhos e depois disso responsabilizar os autarcas pela reorganização das suas freguesias. Mas está quieto ó mau, nisso não acredito eu que venham a mexer. A não ser que venha por aí outra troika que os obrigue e eu vou rezar para isso.


A título de exemplo, daquilo que, hoje, me leva a sentir crítico, vou mostrar-vos aqui uma imagem do concelho de Guimarães que me caiu debaixo dos olhos por acaso e que é um bom exemplo daquilo que deve ser corrigido.
Vêem aquele pingarelho lá em cima, no canto superior direito do mapa? Pois aquilo eram duas freguesias, antes de o Relvas atacar. Depois do ataque transformaram-se numa só, mas o que devia ter acontecido era serem anexadas pelas freguesias do sul do concelho da Póvoa de Lanhoso. Reparem no mapa abaixo e vejam lá se não se nota a falta daquela fatia que ficou em Guimarães.


E é assim a vida, sobra a uns o que falta a outros e não há quem ponha ordem nesta bagunça. Ah troika, troika, por onde andas tu que tanta falta fazes aqui!

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

domingo, 23 de outubro de 2016

Somos os primeiros!


Como dizia o outro:
- É muito bom olhar para baixo e ver quem vem atrás de nós!

Lourinhã, a capital da abóbora!

O texto que podem ler abaixo não é da minha autoria, mas resolvi trazê-lo aqui por duas razões. A primeira para corrigir a data do evento que não corresponde ao que publiquei no post de ontem. A segunda para mostrar que a Lourinhã é, sem sombra de dúvida, a capital da abóbora.


A Lourinhã produz mais de metade da produção nacional de abóbora. De acordo com António Gomes, presidente da Associação Inter-profissional de Horticultura do Oeste, em 2015, o concelho produziu 54% da produção total do país, que foi de 73 mil toneladas e 74% da produção da região Oeste.
A produção de abóbora, que também é exportada para França e Inglaterra, tem um impacto de 10 milhões de euros na economia local. E isto só pode ser motivo de orgulho para o concelho que, de 28 a 30 de Outubro, realiza a III edição do Festival da Abóbora no Pavilhão Multiusos da Atalaia.
O Festival espera receber este ano dez mil visitantes, mais três mil que na edição do ano anterior, que apresentou o hambúrguer de abóbora e a sopa de peixe com abóbora. Em cada edição, o evento apresenta uma nova iguaria. Se em 2015, nasceu o hambúrguer de abóbora e a sopa de peixe com abóbora, este ano será apresentada a cerveja de abóbora. Na primeira edição, realizada em 2014, foram as pizzas de abóbora.

O meu presidente pediu para só falarmos do Benfica e esquecermos os outros. Tenho muita pena, mas hoje tenho que falar no Sporting e, em especial, do seu treinador. Depois de ver o jogo "miserável" que fez o Sporting, fico a pensar como é que o Jesus é capaz de dizer que é o melhor treinador português e que os jogadores do Sporting são os melhores, uma vez que são treinados por ele.
Cada clube tem o treinador que merece, disse ele. Não tinha percebido a razão de tal afirmação, mas lentamente vou começando a concordar com ele. Ele e o clube dos lagartos estão bem um para o outro. Feliz de mim que me vi livre dele e na hora certa.
O Porto já garantiu o segundo lugar da classificação e ao Benfica não resta outra opção a não ser ganhar o jogo de amanhã, em Belém, para se manter no primeiro lugar. O JJ e as suas manias de grandeza ficam lá para trás, para discutir com o Braga, o Guimarães e os outros quem deve ocupar o terceiro lugar.
Viva o Benfica!!!

sábado, 22 de outubro de 2016

Eu não sou da Lourinhã!

A Língua Portuguesa (ou o pessoal que a utiliza) é cheia de expressões com duplo significado que a tornam mais rica ainda. Quando afirmo que não sou da Lourinhã (nasci em Barcelos e moro na Póvoa) quero apenas dizer que não sou nenhum tolo, tenho todos os parafusos bem apertados na minha mona. Tu és da Lourinhã é o mesmo que dizer, tu és um parvo.
Da mesma maneira se chama cabeça de abóbora a um gajo desmiolado que não funciona com os parafusos todos. Seu cabeça de abóbora!
Está aí a chegar o «Dia das Bruxas», efeméride muito festejada nos Estados Unidos, mas não entre nós, e as abóboras recortadas em forma de caveira e com uma velinha acesa lá dentro fazem a alegria da pequenada. Mas esquecendo a palermice a que as abóboras, sem culpa nenhuma, andam ligadas, é bom não esquecer que são importantes para a nossa alimentação, produto de fina pastelaria e, em última análise, uma fonte importante de alimento para os nossos animais domésticos, como a vaca ou o porco, que nos põem a carne na mesa.


Vem tudo isto a propósito da feira da abóbora que começa hoje e dura uma semana, na Lourinhã. Como não poderia deixar de ser, a gastronomia estará em primeiro lugar nesta feira e desde uma suculenta sopa até uma bela torta de abóbora, passando por muitas outras variantes desse produto, tudo estará ao alcance de quem quiser dar um saltinho até lá.
Aquilo não vai ser parvoíce nenhuma, vai ser uma coisa mesmo a sério!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Repetir a dose!

Comecei o dia com a Katie e vou acabar com ela também. Ela merece.


E com isto me vou, desejando a todos um bom fim de semana.
Fujam do frio e da chuva para evitar as constipações!

Escolha difícil!

Podia falar dos ordenados chorudos que o nosso governo decidiu pagar aos administradores da Caixa Geral de Depósitos. Seria um bom assunto, mas ainda deixaria os meus leitores mais predispostos a um fim de semana mais triste do que aquele que têm pela frente, por causa da previsão meteorológica.
Também podia optar pelos milhões que ficam reservados para gastar no BPN, durante o próximo ano de 2017, mas não teria mais sucesso do que com o primeiro tema. Neste assunto só há uma coisa que me deixa cheio de dúvidas e que tem a ver com a necessidade de continuar a alimentar um morto que já se finou há tantos anos. Desconfio que anda alguém a aproveitar-se da situação para ir mantendo a mama na boca.
Ou talvez comentar a evolução da campanha eleitoral nos Estados Unidos, pois aquilo está a ferver. Há um meio-irmão do Obama que apoia o Trump. E há a Madonna que apareceu estes dias num comício de apoio a Hilary Clinton e prometeu sexo oral a quem votasse na sua candidata. E garante que é boa nisso. Que pena eu não ser cidadão daquele país! Punha-me já na fila!
Outra hipótese a considerar seria a saga do "Piloto" de Arouca que não encontrou um avião para fugir dali para longe, mas encontrou maneira de deixar a nossa GNR, além da Polícia Judiciária, com cara de otários. Só que teria que competir com todos os canais de televisão nacionais, liderados pelo Correio da Manhã, que decidiram transmitir aquilo como se se tratasse de uma novela da vida real, com flashes informativos de hora a hora. Não, não quero pegar neste assunto, há-de haver algo melhor que justifique o meu rico tempinho que é de borla, mas tem um valor especial para mim.


E foi então que me lembrei que às sextas-feiras é dia de carne e nada melhor do que contar-vos a história de uma catraia que fez "içar a bandeira" a milhares de homens (se não milhões) por esse mundo fora. Katie May, coelhinha da Playboy e, entre outras coisas menos apelativas, modelo fotográfico de grande sucesso. Muitas e muitas fotografias publicadas no Instagram e milhões de seguidores sempre ansiosos pela próxima e com menos roupa se possível.
Enquanto universitária foi cheerleader na sua escola, no interior dos Estados Unidos. Depois de adulta mudou-se para Los Angeles à procura de fama e fortuna. Trabalhou por conta de outrem, foi empreendedora e montou o seu próprio negócio, passou pelo desemprego, vendeu roupa e quejandos pela internet, enfim, tentou de tudo para singrar na vida.
Dona de uma juventude, saúde e beleza invejáveis acabou por descobrir na fotografia artística o modo de pagar as suas despesas. A passagem pela Playboy ofereceu-lhe aquele pedacinho de publicidade que a projectou para o sucesso. Entretanto, nas curvas da estrada da vida aconteceu ser mãe solteira e mais teve que aplicar-se para garantir o sustento da menina, sua única descendente.
Em Janeiro último, durante uma sessão fotográfica, deu uma queda que lhe afectou o pescoço. Depois de uma passagem pelo hospital que não detectou qualquer lesão grave, decidiu recorrer a um quiroprático (especialista em corrigir desvios da coluna vertebral) para ver se lhe tirava as dores que a afligiam. Um ou dois dias depois teve que regressar ao hospital, pois sentia-se tonta e com a vista turvada. Em pouco tempo caiu em coma e quatro dias depois o hospital decidiu desligar o suporte de vida, por morte cerebral.
Esta semana saiu a informação de que a morte se ficou a dever a uma artéria vertebral que o quiroprático, acidentalmente, esmagou, interronpemdo o fluxo de sangue para o cérebro. Triste fim para uma "raparigona" que fez sonhar tanta gente!

O Dia sem escritos!


Ontem, dia 20 de Outubro, não houve qualquer publicação da minha parte. Foi um dia reservado à luta contra a água da chuva que teima em entrar em minha casa sem autorização. E a pior coisa do mundo é não conseguir descobrir por onde ela entra, aparece cá dentro e pronto. Por isso esteve cá um especialista que se prontificou a resolver o problema.
Eu limitei-me a andar atrás dele a ver o que fazia e no fim do dia pagar-lhe 315€ que foi o que disse que eu lhe devia. Se o problema ficou resolvido ou não veremos quando começar a chover de novo. Parece que ter uma casa própria foi a pior coisa que eu poderia ter desejado. Há obras a pagar, a cada passo, do IMI não me livro e não consigo mudá-la de lugar ou virá-la para o sol. Poderia, agora, ir viver para o Algarve ou outro lugar qualquer.
Sobrou-me tempo para ver o jogo do Braga e, depois do jantar, o do Mourinho. O «Pé-Frio» Peseiro continua cheio de azar e foi à Turquia empatar com uma das equipas mais fraquinhas daquele país. Equipa que até nem jogou nada mal, devo dizer. E ao José Mourinho, hoje, correu tudo de feição. Em 3 minutos teve direito a dois penalties que deram dois golos e depois ainda marcou outros dois, acabando com uma vitória que ainda não tinha conseguido nesta época. Que bom para ele.
Daqui a pouco, quando acordar, vou ver se arranjo algo com mais piada para vos ajudar a passar o dia de sexta-feira e no fim ... desejar-vos um bom fim de semana.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Surpresa em Nápoles!


Aquilo que nenhum comentador desportivo da nossa praça foi capaz de prever acabou por acontecer em Nápoles. Refiro-me à vitória do Besiktas, para quem não acompanhou as notícias desta noite. Todos pensavam que o Besiktas seria derrotado e acabaria esta jornada com apenas 2 pontos, ficando o Nápoles em 1º lugar com 9 e o Benfica em 2º lugar com 4 pontos. Pois, aconteceu exactamente aquilo que se afirma no ditado que diz - o homem põe e Deus dispõe - tendo o Besiktas ganho o seu jogo e ficado à frente do Benfica com 5 pontos.
E agora? Agora temos que ganhar ao Nápoles e ao Besiktas se queremos seguir em frente. Como diz o Rui Vitória, faltam 3 finais que temos que ganhar. Que Deus o ouça e dê pernas aos nossos rapazes para o conseguir. Sem pensar muito no futuro, hoje ganhámos e temos o direito de festejar. Tirando o grego "Mitrogolos" que não tocou na bola, os nossos jogadores portaram-se muito bem e trouxeram mais dois milhõezitos para a Luz que era aquilo que o LFV mais queria para ajudar a reduzir o passivo.
Viva o Benfica!

Agora nós!

Hoje é dia de o Benfica entrar em campo e espero, sinceramente, que não passe pelo mesmo aperto que passaram, ontem à noite, os nossos congéneres lusitanos. O Porto quase que dava um desgosto ao Pinto da Costa num momento em que ele tanto precisa de dinheiro, fama e glória. Estás a ver como eu te trago sorte, deve ter-lhe dito a nova namorada ao telefone, mal o jogo terminou. Por seu lado, o Sporting teve a paga daquilo que merece, por ter um presidente e um treinador que se preocupam mais com o que se passa no Bairro de Benfica do que na Charneca do Lumiar. Tantas vão levar que hão-de aprender!


Mas, voltando à vaca fria que é como quem diz àquilo que me interessa, a jogar bem ou ao pé coxinho, o Benfica tem que ganhar o jogo de hoje, na Ucrânia, senão vai parar à Liga dos pobres e vê os milhões a voar pela janela fora. Alguns reforços do mês de Outubro, como o treinador chama aos lesionados acabados de regressar aos treinos sem limitações, já viajaram para Kiev, mas o mais certo é ficarem a coçar o cu no banco de suplentes, pois não têm ritmo competitivo aceitável. E lá terá que ser, outra vez, o velho Luisão a capitanear as hostes encarnadas para conquistar os dois milhões de euros que são precisos como pão para a boca na Luz. É que a despesa está feita e é preciso pagá-la.


E em dia de Benfica faz-nos bem à alma recordar as coisas boas que têm acontecido nos últimos tempos. Os milhões são importantes e os troféus conquistados ficam muito bem no Museu do Benfica, mas há também as pessoas que são a coisa mais importante de todas. Temos vindo a pagar o devido tributo aos mortos, como o Eusébio, Coluna, Mário Wilson e outros, mas é, principalmente, nos vivos que nos devemos concentrar. E é por isso que quero, aqui e agora, recordar a carreira fulgurante do puto maravilha que no espaço de seis meses deu o salto da equipa B do Benfica para um dos maiores e mais ricos clubes de futebol do mundo, deixando, como recordação da sua "muito curta" passagem pela equipa principal do Glorioso, uma verba de 45 milhões de euros para "aquecer as contas" do seu clube do coração. Estou a falar do Renato Sanches, está claro.
Só falta alguém lembrar-se de onde ele veio e dar uma ajudinha ao Águias da Musgueira que vive mergulhado em dificuldades. O exercício da época passada terminou com um saldo negativo de 8.500 Euros que pouco significado teriam para o Benfica (um almocito a menos para os administradores) e eu só espero que alguém se lembre de lá ir levar o cheque. Haja alguém que passe a mensagem ao Nuno Gomes para ele tratar disso!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Futebol? Sim ou talvez não!

Estatisticamente falando o Porto é a equipa da Champions que tem a vida mais facilitada. Isto porque o clube treinado pelo antigo guarda-redes do Benfica, Michel Preud'Homme, da histórica cidade de Bruges, não tem pergaminhos à altura do FCP. Mas a verdade verdadinha vamos vê-la logo à noite quando o árbitro apitar para começar o jogo e a bola começar a rolar. As estatísticas têm o valor que têm, mas a realidade é que conta e não falta muito para ficarmos a saber se o F.C. Bruges tem ou não estofo para alinhar junto dos grandes da Europa.
Pelo seu lado, o Sporting tem pela frente um jogo complicado com os alemães do Dortmund que vieram a Lisboa com a intenção clara de levar os 3 pontos e os 2 milhões de euros. O JJ está a rezar para que seja verdade aquilo que se diz a respeito das lesões do adversário e do favoritismo que daí lhe pode advir. Ele vai tentar tudo por tudo para que o jogo chegue ao nível daquele que aconteceu no Santiago Bernabéu, no passado mês de Setembro. Se o vai conseguir ou não veremos logo à noite e não arrisco qualquer prognóstico. Como já sabem, eu gostaria que o Sporting ganhasse e o seu treinador perdesse, mas isso é assim ... a modos que impossível.
Mas, em abono da verdade, não foi isso que me fez ligar o computador e dar início a esta crónica antecipada. Esta manhã, quando fui ler as actualidades que os jornalistas da nossa praça põem à minha disposição, fiquei de queixo caído com a novidade. O Jorge Nuno, rapaz já entradote na idade, que andava a dormir com uma febra 48 anos mais nova que ele (devia levantar as mãos aos céus e dar graças a Deus pelo presente recebido) arranjou outra namorada e mandou a Fernandinha pastar para outros brejos. Por aquilo que dizem arranjou uma melhor que ela, eu fico à espera para ver se isso é verdade, pois a brasileirinha não era nada de se jogar fora.
Se eu me sentisse tão poeta como o meu amigo Eduardo, sairia já daqui um poema para fazer rir Portugal inteiro, mas como não é o caso, aqui vai o que a minha pobre veia poética conseguiu arranjar para a ocasião.

Fernanda de apelido Miranda
A mama por aqui se acabou
Vai pastar para a outra banda
Pois o Pintinho te dispensou!

Hora do descanso!


Chegou a hora de ir para a caminha descansar o esqueleto e não me importava nada de ir nesta companhia! Quem sabe amanhã acordava curado de todas as maleitas que me afligem!
Sonhar não paga imposto!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A «Idade do Condor»!

Estou certo que vocês já ouviram falar naquela história da idade dos homens com representação animal. Em Portugal não é tão comprida nem complicada, mas só encontrei uma imagem da versão brasileira e aqui a trago para ilustrar as minhas palavras de hoje.
Pois é, eu já atingi o penúltimo estágio deste quadro, estou na idade do condor. Gemo de manhã à noite com dor nos joelhos e apetece-me chorar, por causa da dor nos pés, quando caminho. Queixo-me de uma hérnia que, às vezes me obriga a mancar. Com a limitação de movimentos os músculos foram para o maneta e ficaram apenas as dores musculares para me lembrar da importância que eles tinham para suportar e fazer deslocar os meus 110 Kgs. Dores de estômago ou de barriga, de vez em quando, como toda o ser vivente que respira à face da terra.
Mas, esta manhã, acordei com dores nas costas, pela primeira vez na minha vida. Uma daquelas dores que obriga um cristão a torcer a coluna para um lado para conseguir caminhar. Doloroso e incómodo, garanto-vos eu que estou aqui a teclar e tenho o ombro direito mais levantado que o esquerdo aí uns 15 centímetros. Estou definitivamente na «Idade do Condor»!
Com as primeiras chuvas do Outono a terra da minha horta está macia como veludo, mesmo a pedir para ser cavada. Cavas tu que eu não posso, disse eu para a minha mulher. Olha do que tu estás livre, respondeu-me ela de pronto. À falta de melhor solução resolvi desafiar uma vizinha que é maníaca do exercício físico para me vir dar uma ajuda. Ela cava e eu sento-me a elogiar-lhe os músculos.
Não acham uma boa ideia?