Milhões de muçulmanos que foram cidadãos britânicos, durante muitos anos, e, em 1947, se separaram do Reino Unido e também dos seus vizinhos hindús, com quem não quiseram partilhar um novo país nascido da independência. Muçulmanos para um lado e hindús para o outro, pois com muçulmanos nem para o céu. São muitos e são pobres, mas aspiram a ser alguém no mundo moderno e, no presente momento da História, estão a tentar mediar o conflito que meteu o vizinho Irão numa guerra com os americanos que está a complicar a vida a meio mundo.
Neste preciso momento devem estar reunidos, em Islamabad, representantes de vários países que tentam convencer o Irão, assim como os EUA, a pôr fim a uma guerra que está a deixar o mundo ocidental, e não só, à beira de uma crise sem precedentes. A indústria petroquímica enfrenta um problema de difícil solução com a falta de crude que está a ser retido no Golfo Pérsico pelos iranianos que não deixam os navios petroleiros atravessar o Estreito de Ormuz.
Do petróleo faz-se quase tudo e não apenas os combustíveis que aparecem como primeiro grande problema para os que dependem do seu carrinho para ir trabalhar todos os dias. A indústria têxtil, a Agricultura e até as Farmacêuticas param se lhes faltar a matéria prima de onde retiram os seus produtos. A vida já estava complicada por causa da Guerra da Ucrânia, com os países ocidentais a gastarem rios de dinheiro para ajudar o presidente Zelensky a defender-se dos russos. Esta nova situação no Golfo Pérsico veio multiplicar o problema por dois.
A cabeça de Donald Trump é como uma ventoinha, nunca sabemos para que lado está virada. E assim, a tarefa dos mediadores que pretendem acabar com o conflito não vai ser pera doce. Toda a gente ficaria beneficiada com o fim do conflito, inclusivé os americanos que estão a gastar rios de dinheiro com a guerra, mas podem existir interesses escondidos que ninguém adivinha e podem fazer gorar as negociações em curso.
Todos esperamos que não e que surja uma luz de esperança, lá do lado do sol nascente. Abrir o trânsito marítimo no Estreito, com passagem livre para toda a gente, é o que nós precisamos e assim tem sido, há muito tempo. E evitar mais bombardeamentos e destruição no Irão que não fazem a felicidade de ninguém. É hora de dar um descansozito ao Deus da Guerra!

Oxala que resolvão o assunto para dar paz no mundo!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
Os problemas com o Irão muçulmano já vem de longe. Lembro-me de dois casos: um em 79 quando atacaram a Embaixada dos USA em Teerão onde + de 50 americanos ficaram reféns por + de 1 ano resultando na derrota de Jimmy Carter e prestígio do Aiatolá. Em 83 o ataque aos Quartel de Fuzileiros em Beirute deixou quase 300 mortos e feridos. Tendo sido a maior mortandade de Fuzileiros americanos desde a batalha de Iwo Jima... Negociar com muçulmanos ou socialistas é uma completa perda de tempo. God bless America & Donald Trump!
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