sexta-feira, 3 de abril de 2026

F.E.A.R !!!

 Continuo com aquela ideia de reorganizar os países vizinhos de Israel encasquetada na cabeça! Dormir mal e passar horas de olhos fitos no tecto, mesmo às escuras, faz milagres com os nossos pensamentos a viajarem como turistas viciados em constantes viagens pelo mundo desconhecido. Sim, obrigatoriamente pelo desconhecido, pois o que já se conhece perde a maior parte da piada. Embora eu conheça pessoas que passam a vida a viajar sempre para o mesmo sítio, mas esses devem ter medo do desconhecido.

Mas, voltando à vaca fria, eu tinha pensado roubar uma fatia à Jordânia para compor o meu novo país. Mas nas minhas deambulações noturnas, achei melhor ideia juntar o país inteirinho. Os jordanos, a começar pelo seu rei e rainha, talvez até ficassem orgulhosos por fazer parte de um país tão grande e que poderia, num futuro próximo, vir a tornar-se no mais influente da região.

Cada um dos 4 países tem as suas particularidades e os seus problemas também. No caso da Jordânia tem sido um milagre como conseguem manter-se neutros em relação a toda a mixórdia política que os rodeia. Será por ser uma monarquia ou por ter no comando gente com mais cabeça que os sírios e os libaneses, sem falar nos judeus que esses são como as cobras, só fechados num açafate de verga é que estão seguros.

 Na foto acima podem ver-se os monarcas jordanos com um ar bem ocidental. Mulher de cabelos ao vento e nada de símbolos árabes por perto. O filho, já casado e com um herdeiro nascido, formou-se nos EUA, o que é uma boa recomendação para suceder ao pai na regência do reino. Ou ao comando do novo país que eu engendrei nos meus mirabolantes pensamentos e que dará pelo modernaço nome de FEAR, ou seja, Federal East Asian Republic.

Em vez do judeu Netanyahu que foi rejeitado pela maioria dos meus leitores (talvez com razão) seriam os monarcas da actual Jordânia e depois o seu filho Hussein e o neto que vai completar 2 anos no próximo verão, a presidir ao novo país que serviria para pacificar toda a região. E para terminar com as quezílias dos curdos que, actualmente, vivem espalhados por 5 ou 6 países diferentes, seria proposto que fosse finalmente criado o Curdistão,

A Turquia, o mais feroz oponente, seria o primeiro a ser convidado a assinar o tratado de cisão da área curda, onde vivem perto de 20 milhões de pessoas desta etnia. Depois o Irão e o Iraque, além da Síria, serão convidados a assinar o mesmo protocolo de libertação das áreas curdas. Há ainda pequenas comunidades curdas que vivem nos países ao redor desta zona de influência e que poderiam convergir para o novo e grande Curdistão, formando uma comunidade de aproximadamente 40 milhões de pessoas felizes.

O rei Abdullah II, por minha ordem, pode começar já a tratar do assunto e convocar todos os interessados para proceder aos aspectos legais no que respeita ao tratado de adesão à FEAR, como o da criação do Curdistão. No meu modo de ver as coisas, tudo poderá estar pronto para entrar em vigor no dia 1 de Janeiro do próximo ano. E tudo na paz de Nosso Senhor Jesus Cristo que hoje entregará a alma ao seu Criador para tornar isto possível. E nada de guerras nem armas compradas ao Trump, pois de vítimas inocentes já estamos fartos!

2 comentários:

  1. Trump mudou de sexo : fazia minete a cabra dele e agora faz broche
    a E. Macron .

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  2. O resultado de alianças com países muculmanos/socialistas é exactamente o mesmo que comprar lacostes na Feira da Malveira... Entretanto quero ver como os europeus/socialistas irão solucionar o problema da NATO sem os dollars do Trump.

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