É verdade que domingo é o 3º dia depois da sexta-feira, mas sempre me fez confusão, porque é uma forma arrevesada de pôr as coisas. De sexta à tarde até domingo à tarde vão apenas 48 horas, ou seja, dois dias e fazia-me uma enorme confusão ver os padres a celebrar a Missa da Ressureição no sábado à noite. Cristo morreu às 3 da tarde de sexta, ainda mal arrefeceu o corpo, pensava eu, e já o querem ressuscitado!
Coisas da infância, pois claro, tempo em que não ligava grande coisa aos pormenores, pois domingo é de facto o 3º dia, depois de sexta-feira! E ao terceiro dia não é a mesma coisa que 3 dias depois. Este ano, por causa da guerra contra o Irão, a Páscoa não será como as anteriores. O profeta de uns não é o profeta dos outros e cada um dos povos acha que o seu é que é o verdadeiro e o melhor dos dois.
O mais antigo patriarca do povo judeu foi Abraão e, praticamente, começa aí a religião católica e o seu misticismo. Desde esse tempo que Deus (Jeová) prometia enviar um mensageiro do céu para guiar o seu povo pelos escabrosos atalhos da vida. Mas passaram-se muitos anos antes que isso acontecesse. Ainda sobreveio uma grande fome que levou os filhos de Jacob para o Egipto, de onde regressaram, muitos anos depois, guiados por Moisés.
E muitos mais anos passaram ainda, desde essa viagem através do deserto do Sinai até Jesus nascer, em Belém por obra e graça do Divino Espírito Santo. E outros 600 anos passaram também até ao nascimento de Maomé, o "cromo" muçulmano que veio a este mundo para azarar a vida dos cristãos. Ele nasceu em má altura, aos 6 anos de idade já era órfão de pai e mãe e sabe Deus o que terá sofrido para chegar à idade adulta e encontrar o seu próprio caminho.
Nessa altura já o Judaísmo e o Cristianismo estavam espalhados um pouco por todo o mundo e ele nunca contestou essas religiões, limitou-se a dizer (para quem o quis ouvir) que essas duas religiões tinham sido corrompidas e Alá, o único e verdadeiro Deus, o tinha enviado para corrigir esse desvio. Em vez disso, só fez piorar as coisas, espalhou o ódio contra quem não aceitasse a sua palavra e a razão por que tinha vindo ao mundo.
E assim continuam as coisas na presente data. Os maometanos (ou muçulmanos) continuam a gritar "morte aos infiéis" e em vez de os convencer que vão pelo caminho errado preferem degolá-los. O Irão é, hoje, o berço do Islamismo, embora seja Meca o sítio das peregrinações que um bom muçulmano deve fazer, pelo menos, uma vez na vida. Mas uma vez mais, como já aconteceu várias vezes ao longo da História, os sauditas desviaram-se do bom caminho e os iranianos assumiram o papel de guias do povo que adora e venera o profeta.
E estamos nessa, eles enfrentam-se e matam-se como se não houvesse amanhã. E o Irão que tem muito dinheiro, vindo do negócio do petróleo, paga aos seu vizinhos mais pobres para infernizar a vida dos judeus e outros seguidores de Cristo que se deixou imolar na cruz para remissão dos nossos pecados. Netanyahu e Trump personificam, na actualidade, esse inimigo que nega a veracidade do seu profeta que dizem ser o único e verdadeiro.
Os cristãos reaparecerão amanhã com a alma lavada e prontos a espalhar o amor por esse mundo fora, enquanto que os maometanos que não celebram a Páscoa continuarão com a sua alma mais negra que nunca e a espalhar o terror nas terras em que vivem e na dos seus vizinhos!

A europa socialista irá-se-á arrepender até às entranhas de ter aberto as portas a credos & culturas que nos querem destruir... Excelente texto.
ResponderEliminarBom dia
ResponderEliminarComo habitual mais um texto para ler e tirar conclusões positivas .
JR
Sentei-me neste banco de escola
ResponderEliminarpara aprender mais e saber
coisas que em tempos de outrora
nunca cheguei a aprender!
E, se aprendi, já esqueci... 🤗
Um texto que nos traz (mais) conhecimento.
ResponderEliminarUm abraço, Tintinaine.