sexta-feira, 1 de maio de 2026

Revolut, o banco lituano!

 Conhecem o Revolut? Está na moda, especialmente entre os jovens!

Os meus filhos e netos abriram conta no REVOLUT e eu que não sou de ficar para trás ... fiz o mesmo!!!

Dizem eles que é:

  • Mais rápido
  • Mais fácil
  • Mais barato
  • Mais funcional

Que qualquer outro banco da nossa praça. E que pode ter, ou não, um número de IBAN português para regularizar as contas com o fisco se tal for necessário. Para andarilhar por esse mundo também dizem ser o melhor, como diz o meu neto mais velho que, hoje, está no Tadjiquistão em visita profissional. Técnico de Multimédia é o que ele diz ser e uma câmara de filmar e um computador são as suas únicas ferramentas. E o cérebro, claro, pois sem ele as máquinas não funcionam.

 No meu caso, de português descontente com tudo que se faz por aqui, vou usar os serviços do Revolut para gerir a minha carteira de investimentos, pois estou farto da CGD e do seu carrancismo. Na última visita que fiz ao balcão da minha zona perguntei ao meu gestor de conta para quando seriam de esperar melhorias no softwear da negociação nos mercados financeiros. Nunca, disse-me ele, as ordens de Paulo Macedo são para nos concentrarmos noutras coisas e esquecer isso.

Isso foi o pontapé de saída para eu seguir o exemplo dos netos e entrar no banco lituano a sério. Já abri a conta, pedi e recebi o cartão Visa, já lá depositei 5.000€ para as primeiras brincadeiras. Com esse dinheiro comprei ouro (1000€) e acções diversas, quase todas americanas daquelas que sobem e descem 20% duma vez só. Na primeira semana foram logo 500€ ao ar, mas a esbracejar dentro de água é que se aprende a nadar!

Como não tenho mais nada "engraçado" para fazer e a inspiração não está muito virada para a escrita vou dar uma de day trader no mercado novaiorquino. Desejem-me sorte! O outro desporto é mais barato e só se pratica na Primavera e Verão, tratar da horta, para onde vou agora, logo que desligue esta maquineta que me prende a vós!

1 comentário:

  1. Conheci a antiga república soviética do Tadjiquistão o ano passado mas fico sempre baralhado porque todos os países da região terminam em 'Stan'... Mas lembro-me de estar em Dushambé a capital que fica a uns 200kms da fronteira com o Afghanistão, Uma cidade interessante com marcas visiveis de influência soviética. Com um nível de vida barato, as luzes nos edificios públicos, parques e pontes lembra uma Feira Popular Gigante. Imagino é a conta da luz paga... pelos contribuintes!

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