domingo, 12 de julho de 2020

O pior canto do mundo!

Uma nova “pneumonia desconhecida”, mais fatal do que a covid-19, matou mais de 1.700 pessoas este ano no Cazaquistão, na Ásia Central, segundo um aviso emitido pelas autoridades chinesas na quinta-feira.


Fala,se, muitas vezes, nos quatro cantos do mundo, mas na escola ensinaram-nos que o mundo é redondo. Assim fica difícil perceber onde ficam esses cantos. A maioria do português comum só ouviu falar do Cazaquistão por causa dos jogos de futebol que a nossa selecção, assim como os clubes que participam nas provas europeias, tem lá ido jogar. E dizem que é longe, uma viagem cansativa que deixa as equipas de rastos. Olhando para o mapa acima, podemos ver que fica a meio caminho entre Portugal e o Japão. E não é um país pequeno, assim à primeira vista, só a Rússia e a China são maiores.
Depois de sabermos onde fica o país a que a notícia se refere, torna-se mais fácil abordar o assunto. Quem difundiu a notícia foi a China - não querem ser os únicos a espalhar doenças pelo mundo - e os cazaques negam que seja verdade. Depois do Sars-cov2, a peste negra, cada uma pior que a outra, para as cabecinhas pensadoras de chinês isso já lhes basta, está na hora de passar a bola a outro.
Sem saber se a notícia é verdadeira, ou não passa de fake news, tudo que podemos desejar é que seja mesmo mentira e não nos apareça por aí outro vírus pior que o Covi.

Aspecto da cidade de Astana

O Cazaquistão tem uma longa história, nomeadamente pelo domínio do grande Genghis Khan e seu povo, durante três longos séculos. Antes disso só havia nómadas que viviam da pastorícia e depois vieram os cazaques que tomaram conta do país até hoje. Claro que pelo meio vieram os russos e puseram-lhe a pata em cima, coisa que teve o seu fim com o advento da Perestroika de Gorbatchev. Há já 30 anos que são livres como um passarinho e mandam na sua própria vontade, fazendo aquilo que lhes apetece.

1 comentário:

  1. Acho que está muito bem. De que cada um seja dono da sua casa. Ninguém tem o direito de se apropriar da propriedade do outro. Quem o fizer, ao dono deve ser reconhecida legitimidade para o pôr de lá para fora. Enquanto houver paises invasores as guerras jamais terão fim. Olhando para a imagens. Faz lembrar a Retunda do Marquês de Pombal. Só lá falta o Marquês, ao lado do leão. Que representa valentia. Onde o Benfica costuma fazer os festejos quando ganha o campeonato. O que este ano não acontece devido à pamdemia e não só!

    Bom Domingo.

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