domingo, 22 de janeiro de 2017

Ah, malvados!

Que me fizeram sofrer durante 59 minutos, até o «homem das pizzas» chegar e furar as redes dos homens do Caramulo. Felizmente, não demorou muito a bisar no jogo e permitir que eu respirasse fundo e deixasse sair todo o ar que retinha no peito e quase me sufocava. É que agora temos os morcões do FCP a morder-nos as canelas e a rezar para termos um deslize que lhes permita ficar ali mesmo juntinho de nós e não podemos facilitar. Como diz o Rui Vitória, não conhecemos outra conversa que não seja ganhar, ganhar, ganhar.
No fim, conseguimos um resultado fantástico de 4 a 0, com um golo de belo efeito do Rafa, o seu primeiro no Benfica, e ainda um outro do Jonas na transformação de uma grande penalidade. Que seja sempre assim, não peço mais.
Agora resta-nos aguardar pelo fecho do mercado de inverno e ver quem sai, quem fica e quem entra. Podemos dizer que temos soluções para cobrir qualquer saída, mas há sempre ajustamentos a fazer na equipa e pode acontecer que nem tudo corra tão bem como se espera. Lá para o fim do mês que vem, saberemos com que linhas nos podemos coser.
Do Sporting e do JJ já nem vale a pena falar, abriram demais a boca, falharam em toda a linha e agora não encontram um buraco onde se esconder. Se os "nabos" que governam a Alvaláxia resolverem correr com o seu treinador, ficar-se-á ele a rir e com 20 milhões no bolso. Não lhe quero mal por isso.
Carrega Benfica, rumo à vitória final!

sábado, 21 de janeiro de 2017

A Seca!


No verão de 2011, passei na barragem da Venda Nova (na estrada Braga-Chaves) e, como se pode ver, não abundava a água. Tenho quase a certeza que se lá passasse agora a cena não seria muito diferente. Da maneira que a chuva anda afastada das nossas vidas não é coisa de se estranhar.


E a previsão para a próxima semana promete-nos umas pingas, mas não muitas. Vamos ter que esperar até Fevereiro para ver se as coisas mudam. Lembro-me de ouvir dizer, nos bons velhos tempos, que na Venezuela um litro de água custava mais que um litro de gasolina. E se acontecesse isso aqui na nossa santa terrinha? 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Uma luzinha de esperança!

Para terminar da melhor forma o T-Day, deixo aqui estas palavras da jornalista Graça Franco que, de certa forma, subscrevo.

«Vamos acreditar que nem tudo será mau. Trump é sobretudo um homem totalmente imprevisível. Mas se defini-lo assim já se tornou um lugar comum, então talvez se enganem os que têm a certeza que dele só virão desgraças. Quem sabe acabaremos tão surpreendidos quanto desiludidos face ao fracasso de Obama que entra na história sobretudo pelo primeiro dia na sua presidência. Pelo carisma da mais mobilizadora oratória e a vitória de toda a humanidade espelhada na cor da sua pele. Não é pouco, mas podia ser mais.»

O dia T!

Desde meados do Século XX que se comemora o «Dia D» que corresponde ao desembarque na Normandia, em 6 de Junho de 1944, dia que podemos considerar como o primeiro do fim da II Guerra Mundial. Depois da tremenda derrota sofrida na Rússia e da Invasão da Normandia já não restava outra solução a Adolf Hitler  senão dar um tiro nos miolos que foi, exactamente, o que ele fez.
Nós, os mais velhos, que nascemos antes ou durante essa tremenda guerra que destruiu metade da Europa, convivemos com os problemas do pós-guerra que impuseram aos portugueses grandes sacrifícios, muito embora Portugal se tenha mantido neutral durante a guerra.
Hoje, passados que são quase 72 anos desde o armistício que pôs fim à guerra, somos capazes de compreender e quantificar os malefícios que vieram a este mundo por causa das loucuras de um único homem (aquele que vêem na imagem aqui ao lado).
O que não somos capazes de adivinhar são as consequências do «T Day) que, a partir de hoje, fará parte da História dos Estados Unidos da América e, dependendo daquilo que o presidente deste país fizer, do resto do mundo, 20 de Janeiro de 2017, o dia em que Donald Trump entrou na Casa Branca.


Há muita gente ansiosa por mudanças, na América e no mundo, pois sabemos que a continuar assim o mundo está condenado. E também há muita gente com medo que Trump faça aquilo que não deve, ou seja, piorar as coisas mais ainda. Mas convenhamos que a sua subida ao poder é a grande oportunidade de dar um pontapé nos grandes interesses instalados e abrir a porta a uma mudança que pode ser histórica, Assim Deus o ajude, metendo um pouco de bom senso naquela cabeça de vento.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Coisas menos importantes!

Os anos começam a pesar e as memórias da juventude vão-se esfumando ou perdendo interesse à medida que o tempo passa. Não admira, portanto, que os assuntos que vou abordando no meu blog tenham mais a ver com a actualidade do que com "os velhos tempos". Daí as muitas publicações versando o futebol, em geral, e o Benfica, em particular.


A Guerra do Ultramar que foi o episódio mais marcante da minha geração tende a ser esquecida, conforme vão morrendo os ex-combatentes. Os últimos a embarcar para África fizeram-no em 1974 e os mais novos (voluntários) teriam 18 ou 19 anos, somando-lhe os 42 anos entretanto decorridos, já todos estão para lá dos 60, ou seja, com o prazo de validade perto do fim.
Além da guerra, da Marinha e dos Fuzileiros, eu dedicava-me à caça e à pesca, se é que me entendem, mas já não tenho físico nem pachorra para isso. Resta-me o futebol e o Benfica, o que já é alguma coisa, além da família, claro, mas esse é um assunto privado que entendo não dever ser trazido para a praça pública.
Os afazeres diários e coisas relacionadas com a saúde vão aparecendo por aqui, de vez em quando, mas acredito que sejam de interesse muito reduzido para a maioria dos leitores que não me conhecem pessoalmente. Pelas razões que acabo de enumerar, não se admirem que o meu Benfica seja cada vez mais um assunto recorrente neste blog.
E viva o velho!!!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Mais uma corrida, mais uma viagem!

Embarquem, senhores e senhoras, meninos e meninas no carrocel mágico para uma nova viagem, uma nova aventura!


Desta vez foi meia-dúzia, mas podia bem ser uma dúzia completa que não pareceria mal. Tantas bolas perdidas dentro da área, tantos remates ao lado, tantos passes falhados que já me estava a dar um nervoso miudinho. Se pudesse puxar as orelhas àquela malta era o que faria com muito gosto.
O Rui Vitória teve oportunidade de testar uma equipa com algumas alterações e ainda de fazer umas substituições diferentes daquilo que vem sendo hábito. Deixou o Zivkovic e o Carrillo jogar os 90 minutos, o que achei muito bem para provar se têm ou não pulmão para aguentar e dar descanso aos outros.
Agora espera-nos o Estoril, nas meias-finais e se a lógica ainda for o que sempre tem sido, é um jogo para ganhar sem grandes dificuldades. Pelo menos assim espero. A diferença entre os dois plantéis é de tal modo gritante que não posso esperar outra coisa. E convém-nos ir averbando umas vitórias caseiras, pois em breve começarão os jogos para a Liga dos Campeões e aí a música é outra. Tudo o que vier daí é lucro, mas confesso que não tenho grandes expectativas. Quando chegar a altura logo veremos.
No próximo domingo, defrontamos a equipa que ocupa o último lugar da classificação e teremos mais facilidade em somar os 3 pontos aos que já temos do que o FCP que recebe o Rio Ave, ou o Sporting que tem que amanhar-se com os madeirenses no estádio dos Barreiros. Mas sempre com muito cuidadinho para não acontecer o mesmo que aconteceu no jogo com os panteras do Boavista.
Carrega Benfica!!!

Ofereço-me para ajudar!

Como bom benfiquista que sou, eu devia estar feliz da vida e a preparar-me para ajudar a enterrar o leão que está quase a dar as últimas. Mas não, não é por esse caminho que eu vou. Para o Benfica ser um grande campeão precisa de adversários fortes que lhe dêem luta e aumentem a sua glória quando sair vencedor das competições em que entra.




Neste contexto, vou dar a minha opinião (e é apenas uma opinião que ninguém é obrigado a aceitar) sobre o que há a fazer para ultrapassar a crise. Primeiro que tudo, há que identificar os culpados desta situação e isso é tão simples que até dói reconhecê-lo. São 4 esses artistas que começaram a atirar pólvora para a fogueira, desde o princípio da presente época. Ressabiados pela perda do campeonato da época passada, eles acharam que esse era o melhor caminho para congregar a boa vontade dos adeptos leoninos e assim levá-los a apoiar a equipa até ao fim. E eles são, por ordem de importância das responsabilidades que lhes cabem:
1º - O Presidente, a quem cabe ser responsável por tudo o que acontece no clube e manter os outros dentro dos limites que se impõem.
2º - O Director Desportivo, Octávio Machado, que é (ou devia ser) mais responsável pela equipa que o próprio presidente.
3º - O treinador que devia obedecer às ordens dos dois anteriores e deixar-se de propalar aos quatro ventos ideias próprias que prejudicaram o clube que lhe paga, principescamente, em vez de o beneficiar.
4º - O Director de comunicação que na sua sanha anti-benfiquista espalhou pregos no caminho do Sporting, o que nunca poderia ter outro efeito senão levá-lo a furar os quatro pneus e ficar atolado na lama.
E então, qual a solução?
1º - O Presidente, tendo em vista as próximas eleições, deve reunir-se com o candidato que se perfila para o defrontar e chegar a um acordo que leve a que ele retire a sua candidatura. Caso não o consiga deve demitir-se de imediato.
2º - O Director Desportivo, Octávio "Palmelão" Machado, só tem um caminho, demitir-se e regressar ao seu tractor e consequente agricultura de onde nunca devia ter saído.
3º - O Treinador, reconhecido que é um bom treinador e custaria muito caro despedir, deve ficar, mas manter-se com rédea curta.
4º - O Director de comunicação deve ser afastado das funções que provou não ser capaz de cumprir e ser substituído por alguém que seja capaz de apaziguar conflitos em vez de os exacerbar ao máximo, com vem acontecendo desde o início da época.
O segredo está em arranjar um bom Director Desportivo que tenha uma palavra a dizer nas contratações, mantenha o treinador dentro dos seus limites e tire o Presidente do banco de suplentes, onde só complica as coisas sem resolver coisa nenhuma.





E é assim a vida, já provaram que não sabem fazer nada sozinhos, portanto é melhor seguir o conselho de quem sabe.
Tenho dito!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Acabaram-se as munições!

Em Agosto do ano passado, ouvimos o Bruno de Carvalho e o Jorge Jesus dizer que iam caçar todos os títulos que lhe aparecessem pela frente, campeonato, taça, Europa e por aí fora. Pois é, hoje deram o último tiro e falharam o alvo. A esta hora vão a caminho de Lisboa com o saco vazio, não conseguiram acertar um tiro.


Hoje, planeei um jantar melhorado, abri uma garrafa de vinho especial e preparei-me para uma noite que adivinhava especial. Eu tinha depositado todas as esperanças no Chaves para me dar uma ajuda na minha vingança contra o traidor do JJ e não fiquei desiludido. O jantar foi o princípio de tudo e a derrota do Sporting e a humilhação daquele esbirro que cuspiu no prato onde comeu foi a cereja no topo do bolo a que tive direito como sobremesa.
Não imagino o que possa acontecer na cova do leão, depois da derrota de hoje, mas alguma coisa terá que se passar e, no mínimo, tem que significar a saída de um ou outro, presidente e treinador. Um deles tem que assumir as culpas pelo acontecido, fazer a mala e pôr-se a andar. Já quase me sinto vingado só de pensar na ressaca que devem estar a passar, neste preciso momento em que escrevo estas palavras.
Honra aos vencidos, dizia-se em Roma nos velhos tempos das lutas na arena, mas estes não me merecem essas palavras!

Pragas com razão ...!

... nem ao meu cão!
Assim rezava a minha avozinha quando o assunto eram as pragas que se rogavam aos inimigos por dá cá aquela palha. Que tropeces, caias e partas uma perna, dizia um. Que leves um par de coices do jerico e vás parar ao hospital, dizia outro. E, segundo a minha avó, se a praga fosse merecida, cumpria-se de certeza e por isso ela dizia, com razão nem ao meu cão.


Estava aqui a pensar no que escrever, para cumprir a minha missão diária, e associei esta memória dos meus tempos de criança àquilo que tenho vindo a escrever sobre o Jorge Jesus e o meu mais profundo desejo - é praga mesmo - de que lhe corra tudo mal. Ontem limitei-me a desejar que o Braga ganhasse e despejasse o Sporting do 3º lugar e foi assim mesmo que aconteceu. Só me considerarei vingado quando o vir sair de rastos e debaixo de um coro de assobios dos lagartos que andaram com ele em ombros desde que atravessou a segunda circular e se juntou a eles. Nessa altura ganhou 3 vezes seguidas à equipa até ali treinada por ele, grande feito!


Bem, mudando de assunto, está um frio do caraças e parece que vai piorar. Enquanto não começar a chover, a temperatura não tem maneira de subir e, pelo que se vê na imagem acima, isso só vai acontecer lá para meados da semana que vem. Eu bem rezo para ela vir, mas aí não tenho tido sucesso nenhum, o S. Pedro deve estar zangado comigo e faz orelhas moucas às minhas preces. Estamos a mudar para um clima sub-tropical e, como é sabido, nesse tipo de clima só chove no verão. Basta ver o que se passou no Maputo, no passado fim de semana, onde ficou tudo debaixo de água.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

O assunto é outro!


O tempo não chega para tudo!
Está na hora de servir o lanche à minha doente e daqui a pouco tenho que fazer algo para o jantar, pois às oito quero estar em frente à televisão para ver o Braga enfrentar a equipa que era do Petit e agora já não é. Quero ver como corre o assalto ao 3º lugar que ainda é do Sporting, mas às dez horas da noite pode já não ser.
Para o meu jantar reservei ... esta febra!

4 e 4 faz 8!

Ao fim da primeira volta temos o FCP em segundo lugar, com 38 pontos, perseguido pelo Sporting, com menos 4 e perseguindo o Benfica que lhe leva 4 de avanço. Ainda falta jogar o Braga que, hoje à noite recebe o Tondela e, em caso de vitória ultrapassará o Sporting em 2 pontos.


Para não se perder o interesse no campeonato demasiado cedo, acho que as coisas estão bem assim. Os 4 pontos de avanço que o Benfica leva dão-lhe um certo conforto e, ao mesmo tempo, deixam-lhe um sério aviso para não se distrair, como aconteceu no passado sábado, se não quiser sofrer um desgosto.
A «lagartagem» está à rasca, meteu água de novo, em Chaves, e já falta pouco para rebentar a bronca entre a direcção e o seu treinador dos 4 milhões que prometeu tudo, no início da época e não lhes consegue dar mais que desgostos. Bem feito para quem tem a boca grande demais.
Eles negam tudo, mas diz quem sabe que o presidente foi ao balneário, insultou os jogadores e por pouco escapou de levar uma tareia. Foi posto na rua pelos jogadores, a começar pelo Dost que não gostou de ser chamado chulo, e foi preciso chamar a polícia para pôr ordem na casa. Uma pouca vergonha bem ao jeito a que o Sr. Bruno de Carvalho nos tem habituado.
Chegou-me aos ouvidos que o Valência anda aflito à procura de treinador e que o Jesus foi alvitrado como hipótese para ocupar o lugar. Ainda bem para ele que alguém o quer e se Bruno de Carvalho for esperto aproveita a oportunidade para se livrar de um encargo pesado demais para o clube. Eu sei que lhe vai custar muito reconhecer que fez asneira, mas perde no orgulho e poupa nos euros que é aquilo que é mais importante para o Sporting.
E nós vamos preparar-nos para receber condignamente o Leixões que joga na Luz, na próxima quarta-feira, para a Taça de Portugal. Nada de facilidades, pois quero participar na festa do Jamor e parafraseando o nosso treinador - nós só pensamos em ganhar!

domingo, 15 de janeiro de 2017

Três golos que não deviam ter sido!


O terceiro talvez o mais escandaloso de todos, pois um fora de jogo posicional pressupõe que o jogador nessa posição não manifesta intenção de ir à bola e foi esse mesmo jogador que, além se se esforçar por a interceptar, acabou por finalizar a jogada empurrando a bola para o fundo da baliza. E a razão parra ser considerado fora de jogo é simples, a defesa ao ver o jogador movimentar-se na direcção da bola fica estática à espera do apito do árbitro.
Dos outros dois golos nem vale a pena falar. As faltas que os precedem são daquelas que vemos todos os dias passarem diante dos olhos dos árbitros e que uns marcam e outros não transformando o resultado numa autêntica roleta russa. É por isso que os árbitros estão na berlinda, em vez de apitar as faltas põem-se a pensar se será caso para apitar ou não e entretanto passa a oportunidade e está o caldo entornado. Senão veja-se o caso da falta sobre o Rafa.
Feliz do Benfica que já tinha amealhada uma boa vantagem e os dois pontos não são cruciais para se manter no topo da classificação, mas poderão ainda vir a fazer falta, porque ainda temos pela frente a segunda volta inteirinha.
E já agora, tenho que atribuir alguma culpa ao treinador pelo modo como constituiu a equipa. Acho que menorizou o Boavista ao entrar em campo com uma equipa de segundo nível e arriscou-se a sofrer uma derrota que seria uma nódoa na sua carreira. O Benfica tem um banco excelente, mas tem que jogar sempre com os melhores, de modo a garantir que a vitória não lhe fuja. E isso tanto se aplica frente ao Porto ou ao Sporting como a qualquer outro, pois as surpresas surgem de onde se não esperam.
E, para terminar, gostei de ver o Sportinga (e especialmente o seu treinador) levar mais uma grande amolgadela em Trás-os-Montes. A frio! 

sábado, 14 de janeiro de 2017

O «Rancheiro»!

Não custa muito ser rancheiro na Marinha. Ir à cozinha buscar o rancho, ao paiol buscar o vinho e distribuí-los pelos camaradas de mesa. No fim, lavar e arrumar a palamenta, deixar a mesa e os bancos limpos e arrumados até à próxima refeição. Durante uma semana inteirinha, seguia-se uma rotina ligeiramente diferente dos demais, com dispensa das formaturas antes das refeições e um pouco menos de tempo livre após estas. Acabada a semana, acontecia a rendição dos rancheiros e durante dois meses não se repetia a tarefa.
Aqui e agora é um pouco diferente. Na segunda-feira não haverá rendição deste rancheiro e lá terei que continuar a tarefa e ... cara alegre. Acumular a tarefa de cozinheiro é que é um pouco mais trabalhoso. É preciso começar uma hora antes de passar o serviço ao rancheiro e nessa altura é só tirar o barrete de "mestre cuca" e colocar o guardanapo no braço esquerdo para começar a servir o repasto.
E mais diferente é ainda porque depois vem a formatura dos serviços. E nem sequer há sargento-dia para distribuir as tarefas, tenho que ser eu a fazê-lo. E, depois de distribuída, dar um passo em frente e ir executá-la. Por fim, dispenso o trabalho de passar revista, só para diminuir um pouco o horário de trabalho.
E tudo com um sorriso na cara, pois o marinheiro é limpinho, arrumadinho e que de tudo é capaz!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A minha sexta-feira 13!

Para mim já funcionou. E custou-me 130€, nada mais , nada menos. A bomba de água que montei no meu poço serviu-me fielmente durante os últimos 13 anos. Com a sua ajuda lavei e reguei, principalmente durante o verão, tudo aquilo que precisava de ser lavado ou regado. Como todas as máquinas da nossa vida, algum dia teria que avariar. Pois escolheu, precisamente, o dia de hoje para lhe dar o abafa.Será que foi por ser dia 13?
O remédio foi comprar uma nova e aí aconteceu-me outra peripécia engraçada. Eu sabia que o preço da bomba andava aí pelos 100€. Fiquei admirado quando o empregado da casa (onde já tinha comprado a primeira) me disse que o preço era de 198.00€. Disse-lhe que tinha visto bombas em várias lojas (uma pequena mentira) e nenhuma chegava aos 100€. Resultado acabou por ma vender por 93€, menos de metade do preço inicial. Sem mais comentários, paguei o que me pediu e saí porta fora.
O picheleiro que é responsável pela manutenção cá em casa tratou de a pôr a funcionar e levou um obrigado pela prontidão do serviço e o resto para perfazer os 130€ da despesa do dia das bruxas. Agora, só espero que a sexta-feira 13 não dê azar à pobre da bomba e, consequentemente, ao meu bolso. Se durar outros 13 anos, como a primeira, já não me deve calhar a mim pagar a próxima. 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A punheta!

Durante todo o ano de 1967 que passei em Metangula transformei-me num verdadeiro adepto da punheta. Isso, ouviram bem, da punheta. mas não de qualquer punheta rasca feita de improviso, nas sim uma daquelas bem trabalhadas e envolvendo o fiel amigo vindo dos mares frios do Atlântico Norte. Lá em baixo, naquela faixa de terreno que fica entre as bombas de água e o cais de acostagem das lanchas, tínhamos uma machamba onde cultivávamos de tudo um pouco, mas principalmente tomates, pimentos e alfaces. Juntando a isso um par de cebolas cortadas às rodelas e uma boa posta de bacalhau, sem esquecer um azeite português de reconhecida fama e um espirro de vinagre de vinho, aí estava punheta pronta a ir para a mesa. Para os de paladar mais apurado, uns pozinhos de pimenta do reino para finalizar.


Com a minha mulher dispensada de todo o serviço, tenho que pôr a cabeça a funcionar para recordar as experiências vividas na Marinha e garantir que assim não passarei fome. Hoje, ao almoço, apareceu a filha com dois frangos de churrasco, mas não fiquei muito satisfeito com tal petisco e não me apetece repetir a experiência.
Grande cozinheiro não sou, limito-me a fazer uma sopinha, tal como fazia o saudoso António Assunção naquele papel de frade que ia de terra em terra cozinhando a sua sopa de pedra. Eu faço como ele, dispenso a pedra e meto tudo o resto que me vem à ideia (e existe no frigorífico) para dentro da panela. Depois sento-me pacientemente, à espera que coza e sem esquecer o sal tenho a minha sopa pronta para enganar a fome.
Um bacalhauzinho com todos ou um bife número dois (depois dou-vos a receita se pedirem com muito empenho) é quase tudo o que me arrisco a fazer para além da sopa. A punheta, não sei explicar porquê, parece-me uma coisa mais de homens e não é coisa que a minha mulher aprecie, por isso ainda não pus as mãos a trabalhar nisso. Mas acontecerá no dia em que ela me pedir uma posta de pescada cozida, petisco que dispenso. Deixo a mulher a contas com a pescada e para mim ... punheta, pois claro!

Atenção, atenção!

Vendo-vos isto pelo preço que comprei, ou seja, de borla!
Pediram-me para divulgar e cá estou eu a fazê-lo.

Estrasburgo, França.

Por unanimidade, o Tribunal líder mundial dos Direitos Humanos estabeleceu, textualmente, que "não existe o direito ao casamento homossexual".
Os 47 juízes dos 47 países do Conselho da Europa, que integram o pleno do Tribunal de Estrasburgo (tribunal mais importante do mundo dos direitos humanos) emitiram uma declaração de grande relevância, que tem sido surpreendentemente silenciada pelo progressismo informativo e sua área de influência.
Na verdade, por unanimidade, os 47 juízes aprovaram o acórdão que estabelece que "não existe o direito ao casamento homossexual".
A sentença foi baseada num sem número de considerandos filosóficos e antropológicos baseados na ordem natural, senso comum, relatórios científicos e, claro, no direito positivo. Dentro deste último, principalmente, a sentença foi baseada no artigo n ° 12 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos. Dito é equivalente aos artigos dos tratados de direitos humanos, como no caso do 17 do Pacto de San José e n.º 23 do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos.
Nesta histórica, mas nada divulgada, Resolução, o Tribunal decidiu que a noção de família não só contempla "o conceito tradicional de casamento, ou seja, a união de um homem e uma mulher", mas também que não devem ser impostas a governos a "obrigação de abrir o casamento a pessoas do mesmo sexo".
Quanto ao princípio da não-discriminação, o Tribunal também acrescentou que não existe qualquer discriminação, já que "os Estados são livres de reservar o casamento apenas a casais heterossexuais."

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Dia de controlo!


Hoje calhou-me ir ao controlo do "grilo" que me meteram debaixo da clavícula para não deixar adormecer o coração. Uma coisa fácil e tão rápida que deixa um homem admirado. Tal como fazem com o motor de um Mercedes ou BMW, ligam-nos ao computador, fazem uns pequenos ajustes e está pronto até à próxima revisão, dentro de seis meses ou um ano. No meu caso são seis meses, pois sou ainda novato no assunto.
Segunda a médica que me atendeu está tudo nos conformes e posso continuar a gozar a vida sem mais preocupações. Ainda lhe perguntei se não tinham um modelo de pacemaker para aplicar nas pernas que, tal como aconteceu com o coração, se recusam a obedecer às ordens do dono, mas disse-me que não e que supõe que ainda não foi inventado. Azar o meu!
Além disso, tive que cozinhar umas «costeletas de porco à minha moda» para o nosso almoço, aprender a lidar com a máquina de lavar a loiça e servir de enfermeiro à minha doente que não pode ficar abandonada à sua sorte. Tudo coisa pouca, se não fosse pelas dores nos pés que preferem estar quietinhos dentro das pantufas. Com isso e mais a ida ao hospital estou aqui que nem posso. Se houver algum voluntário a quem possa passar este frete ... dê um passo em frente!

Sempre a aviar!

Pelo menos no futebol é sempre a aviar. Hoje foram só dois, com uma equipa bastante alterada, mas poderiam ter sido meia-dúzia de golos, até um penalty foi desperdiçado, aquele malandro do Pizzi merecia um puxão de orelhas. A estrelinha do Rui Vitória continua a brilhar e faço votos para que assim continue por muito tempo. Ele fez eclipsar todos os outros treinadores da I Liga, sem apelo nem agravo. Ah, valente, vê-se que vem da terra dos touros, não há nada que lhe meta medo.


Quanto ao resto a música é outra, já não bastava eu andar meio "perneta", agora está a minha cara-metade perneta de todo. Vou ter que fazer das minhas fraquezas forças para lhe dar uma ajuda até ela se poder mexer e fazer as suas coisas.
Com o problema de osteoporose que ela tem foi um milagre não ter partido a bacia. Deve ter-lhe valido medir apenas um metro e meio de altura, pois a distância até ao chão é assim mais pequena. Ela caiu desamparada para trás, bateu com o cu no chão e depois com a cabeça, ficando toda dorida. E se calhar, amanhã vai doer-lhe mais ainda, mas espero que passe depressa e não fique nenhuma mazela para o futuro.
Tive ainda tempo para ver metade do jogo que pôs frente a frente Mourinho e Marco Silva. Um treinador conceituado contra uma promessa a que muitos auguram um grande sucesso. O Mourinho acabou por ganhar 2 a 0, mas os rapazes do Marco portaram-se muito bem e chegaram ao intervalo empatados a zero. Gostei de ver.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Falei cedo demais!

Ontem disse que estava a correr tudo bem e ... catrapumba, mulher no hospital!
Durante as abluções matinais deu uma palhaça de todo o tananho e de acordo com o Raio X não partiu nada, mas as dores são do outro mundo.
Logo mais vou ver o Benfica e depois voltamos a conversar.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Lá vamos...!

... cantando e rindo!


É mesmo verdade que os anos bissextos são mesmo um problema. No ano passado tudo me correu mal, conforme se devem lembrar pelo que aqui vos contei. Pelo contrário, este ano de 2017 que não é bissexto nem coisa que o pareça, está a correr às mil maravilhas, basta olhar para a classificação do Benfica.
Vamos ver como correm as coisas, amanhã, em Guimarães, mas pela embalagem que levamos não me admirava nada que ganhem o jogo, "sem espinhas".