Esta noite, ninguém dormiu, em Caracas!
O Trump tentou convencer o Maduro a sair para onde lhe apetecesse e viver dos rendimentos que deve ter acumulado, desde a morte do Chavez, mas ele preferiu armar-se em herói e ficar. Talvez convencido que a amizade entre Trump e Putin jogasse a seu favor, mas com gente como esta não é de fiar esbardalhou-se e arrastou a família para o buraco.
Segundo as últimas notícias, o Maduro e a mulher foram capturados e levados para parte incerta. Logo veremos se o presidente americano fica por aqui ou se o enfia em Guantánamo, tal como fazia com os terroristas da Al Quaeda. Ele quer, em primeira mão, que haja eleições livres e democráticas na Venezuela, mas também pode acontecer que entregue o poder a quem foi oposição ao Chavismo.
Essa coisa da amizade com o Putin dá-me que pensar. Eu seria capaz de jurar que Trump faria outro tanto, em Moscovo, como fez esta noite, em Caracas, se não fosse pelas 5.500 ogivas nucleares que o seu (suposto) amigo tem espalhadas por todo o mundo. Por isso chamam às armas nucleares "armas de dissuasão" que é como quem diz, não te metas comigo senão podes sair chamuscado.
Lembram-se como ele mandou os sus bombardeiros especiais irem até à capital do Irão e despejar umas quantas ameixas na cabeça dos Aiatolas? Com as encrencas que o Putin tem arranjado por causa da Ucrânia que ele cismou que sempre foi russa e tem que voltar a ser, Trump tem motivos mais que suficientes para fazer o mesmo no Kremlin. Uma bojarda que arrasasse aquilo tudo mereceria o aplauso de meio mundo.
O outro meio encolheria os ombros, pois não partilha desse amor ou desamor pelo comunismo. E para nós, europeus, seria um alívio ver o governo russo a trabalhar em prol do seu povo, em paz e harmonia. Todos sairiam a ganhar com isso, em particular os russos que poderiam vender aquilo que têm a quem lhes oferecesse o melhor preço. Agora entregam isso a chineses e indianos, quase por favor e ao preço que os compradores estabelecem.
Quanto à Venezuela e ao seu governo vamos esperar algumas horas para ver como se portam os militares que o Chavismo sempre teve do seu lado pelas benesses que lhes oferecia. Se eles não levantarem cabelo, talvez vejamos aquela senhora que foi a Estocolmo receber o Nobel da Paz, entrar em Caracas aos ombros do povo que sempre lutou ao seu lado e contra o Maduro!

Um relato da actualidade que desconhecia e obrigado por seres um ponto de informação!
ResponderEliminarBeijos e uma boa tarde
ResponderEliminarEra de prever. Já vários socialistas expressaram o blá blá do costume para defenderem o colega: entre eles o Seguro, o Costa e até o kasapiano Vieira da Silva. Hoje milhares dos nossos compatriotas na Venezuela irão festejar o fim (?!) do socialismo e hoje milhares de portugueses ficaram a saber que o Maduro vai ser julgado mais depressa que o Sócrates. Da minha parte - OBRIGADO TRUMP!
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