China Syndrome may refer to: "China syndrome", a nuclear meltdown scenario so named for the fanciful idea that there would be nothing to stop the meltdown tunneling its way to the other side of the world ("China")
A ideia é adivinhar quem vive por baixo de nós, do outro lado do mundo. Se espetarmos um estilete de ferro num globo terrestre e furarmos até ao outro lado vamos dar à China. Mais ou menos, digo eu, pois também podemos ir parar à Austrália, a enorme ilha, no Pacífico que por si só é um continente.
Não conheço muito da História deste continente, mas sempre ouvi dizer que houve portugueses que ali arribaram muito antes dos holandeses que são, oficialmente, quem descobriu aquela terra austral. Depois vieram os ingleses e reclamaram aquilo como deles e começaram por instalar ali uma colónia penal para se verem livres da bandidagem que infestava Londres e os outros portos do sul de Inglaterra.
Mais tarde houve o boom das minas e chegaram emigrantes de todo o lado para tentar a sua sorte na busca do metal amarelo que fez e continua a fazer a felicidade de muita gente. Por falar nisso, a cotação do ouro já ultrapassou os 5 mil dólares por onça e, agora, por conta da guerra de Trump contra o Irão já caiu para a casa dos 4.700. Talvez desista de investir em acções e me mude para o ouro (vil metal)!
Mas, hoje, o que motivou a minha abordagem a este tema foi um comentário deixado na minha publicação de ontem pelo Valdemar, camarada fuzileiro e filho da escola do meu irmão David que também foi mencionado nessa publicação. Diz ele que nunca ouviu falar de austrálias (árvores muito frequentes na faixa litoral norte de Portugal) e eu vou deixar-lhe aqui uma imagem da dita. Mimosas e austrálias são árvores invasoras que tramam a vida a quem apenas queria ver pinheiros e eucaliptos nos seus terrenos, mas são uma beleza, quando floridas no início da primavera.


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