quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Finalmente!

 Finalmente, foi encontrado o carro do casal desaparecido, em Soure! E os caudais dos rios desceram bastante, tanto que já deixam as pessoas convencidas de que estaremos livres de cheias até ao próximo inverno. As obras de reparação dos diques do Mondego correm melhor do que seria de esperar, por consequência, os jornalistas, repórteres e "camera men" dos muitos canais de tv vão ter que arranjar outros pontos de interesse que mantenham os seus "clientes" presos ao ecran do televisor.

E voltaram as notícias sobre a guerra da Ucrânia, as pantominas de Netanyahu e as bocas de Kamenei e dos seus esbirros, além das referências constantes ao caso Epstein que a nós não diz nada, mas pôs a casa real britânica em alvoroço. Até o gabinete do PM Keir Starmer tremeu com tantas demissões em tão poucos dias. E o líder do Irão a afirmar que o porta aviões que o Trump enviou para o golfo é poderoso, mas mais poderosa ainda é a arma que o vai meter no fundo do mar.

Trump e as suas "trumpalhadas" continuam como sempre, tentando ajudar o seu parceiro de negócios - ia escrever amigo, mas acho que isso não é - que comanda o Kremlin, tal como ele faz na Casa Branca, ou seja, dando a entender que é ali que tudo se decide e encenam as cenas das novelas políticas que a eles interessa sejam do conhecimento público. Conversações em Genebra que não levam ninguém a lado nenhum e ele a pressionar o Zelensky para entregar o Donbass, seja lá isso o que for, aos russos e acabar com a guerra que, além de muitos mortos, está a causar grandes prejuízos aos interessados (todos menos os ucranianos que para o presidente americano parecem não constar desta equação).

 O comboio de tempestades, como agora é conhecido, deixou Portugal de rastos e o nosso ministro dos carcanhóis já foi avisando que o caminho já era estreito, mas agora ficou ainda mais estreitinho, que é como quem diz, não esperem milagres este ano, em Setembro não haverá bónus para ninguém. O Marcelo e o Montenegro prometeram tudo a todos, pelo menos eles disseram que ninguém ficaria esquecido, e há que reservar alguns (muitos) milhões para cumprir essa promessa. E até o novo e ainda não empossado PR andou por lá a acenar com ajudas que ninguém compreende onde as irá buscar!

Entretanto, já ouvi a notícia de que a governadora do BCE (Banco Central Europeu) não se poderá recandidatar, em Outubro, e terá que entregar o lugar a outro(a). Talvez isso nos ajude de algum modo, seja no preço dos juros a pagar pelos empréstimos, ou na elasticidade com que seremos obrigados a cumprir as ordens que vêm de Bruxelas ou Frankfurt. O Miranda Sarmento, se este governo não cair antes, vai conhecer um novo chefe, antes do fim do ano e isso será bom para o seu futuro, pois alarga o leque dos seus conhecimentos no mundo da alta finança. Nunca se sabe se ele virá a trabalhar no BCE, ou até a chefiá-lo, num futuro não muito longínquo!

Entretanto, os ucranianos tremem de frio e os russos continuam a apontar baterias às suas unidades de produção ou distribuição de energia. Como a malta do IPMA prometeu que vem aí uma vaga de calor que vai chegar aos 30º Celsius, pensei que poderíamos mostrar o nosso espírito de entreajuda e dispensar-lhes metade dessa temperatura estival que nós, por cá, sobreviveríamos, muito facilmente, com os restantes 15º C!!!

Parece que na minha zona não haverá muito calor
para dispensar aos pobres ucranianos!

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