Tinham-me prometido dez dias de sol, mas alguém mudou de ideias e já me avisaram que vem aí um fim de semana de chuva, vento e frio. Paciência, o meu guarda-chuva ainda deve aguentar mais este inverno, no próximo talvez haja dinheiro para comprar um novo.
Custa-me falar no Bruno (Voz de Bagaço), mas não resisto á tentação de dar uma alfinetada na juíza do Barreiro que aumentou de 56 para 57 e, mais tarde, para 101 os crimes de que ele está acusado e mesmo assim decidiu mandá-lo em liberdade. E, ainda por cima, arranjou um popó de vidros fumados, pago com o dinheiros dos contribuintes, para o levar a casa. O pobre do Mustafá é que teve que ir a calcantes, dele ninguém teve pena.

A Primeira Ministra britânica tem-se visto e desejado para dar a volta aos dirigentes da UE e divorciar-se de todos nós, europeus, sem pagar uma factura muito alta. Esta semana deu um passo decisivo para o conseguir, mas os seus adversários políticos estão longe de a apoiar e tudo vão fazer para que ela não seja bem sucedida. E, se puderem, fazer com que o seu governo caia e ela seja substituída no cargo. Este enfatuado súbdito de Sua Majestade que vêem na imagem é um dos mais acirrados adversários do Brexit ao jeito que a UE exige. Para ele tem que ser um divórcio litigioso ao máximo, um HARD BREXIT, como eles dizem.
A investigadora Maria Manuel Mota foi distinguida em Paris, França, com o Prémio Sanofi-Instituto Pasteur 2018, pelos seus estudos sobre o parasita da malária. No entanto, a investigadora, que é também diretora-executiva do Instituto de Medicina Molecular, vai perder o vínculo à Fundação Ciência e Tecnologia (FCT) no final do ano. O seu contrato termina em dezembro.
Uma cara bonita é para mim motivo mais que suficiente para eu lhe dedicar meia dúzia de linhas bem inspiradas, aqui, neste espaço que é só meu e partilho convosco. Mas se além de bonita ela for também uma cientista aplicada que há 20 anos trabalha no sentido de descobrir um remédio que livre o mundo da malária e poupe meio milhão de vidas humanas todos os anos, então ela merece muito mais que meia dúzia de linhas, ele merece o meu entusiástico aplauso. E também teria o meu apoio financeiro, se eu tivesse posses para isso.
O projecto em que está envolvida vai passar a ser financiado pelo banco espanhol LA CAIXA, mas sem vínculo laboral com ela, ou seja, sem salário. E agora? Que vai fazer a nossa menina bonita para resolver a situação? É que sem aquilo com que se compram os melões a vida é muito difícil!