... para a outra margem. Não sei quem disse isto - faz parte da letra de uma canção, acho eu - mas não há dúvida que é uma verdade indiscutível.
Por estes dias, por causa das cheias do Tejo, na zona de Santarém, tem-se falado muito na Ponte da Rainha D. Amélia e eu nem sonhava que ela existia. Lá tive que recorrer ao meu velho amigo Google que nunca me deixa ficar mal e eis o que descobri:
A Ponte Rainha D. Amélia, também conhecida por Ponte D. Amélia, é uma antiga ponte ferroviária portuguesa, que foi convertida para uso rodoviário. Inaugurada em 14 de Janeiro de 1904, foi substituída, em 2001, pela Nova Ponte D. Amélia.
Na minha memória, de Lisboa para montante, eu só tinha a de Vila Franca e depois a de Santarém, pontes que atravesse várias vezes. Depois foi construída a de Almeirim, incorporada no trajecto da A13, por onde já passei também por diversas vezes. Da D. Amélia é que eu não sabia e muito menos que tinha sido uma ponte ferroviária no passado, desde 1904, agora transformada em ponte rodoviária a pedido dos moradores das duas margens do Tejo. E foi muito bem feito, já que a estrutura estava lá, porque não aproveitá-la e facilitar a vida a quem precisava de atravessar o rio.
Ainda há poucos anos passei em Salvaterra e, se tivesse sabido da existência desta ponte, atravessava para o Cartaxo e num pulinho punha-me em Santarém. Não faz mal, fica para a próxima.


























