terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Ano de 2012 !


Hoje, dei comigo a pensar que o ano de 2012 teve uma série de acontecimentos relevantes na minha vida. E isso aconteceu porque a minha máquina se avariou e tive que entregá-la ao meu mecânico para descobrir o que se passava com ela e tratar de reparar o mal que pudesse ter. Os anos vão passando sem darmos por eles e pensando nisso já lá vão 6 anos que a comprei - ano de 2012.


Mas, voltando ao início, a primeira coisa importante que aconteceu em 2012 foi o «Cinquentenário» da minha incorporação na Armada que eu quis comemorar e para isso dei-me a um trabalho gigantesco para localizar os cerca de 300 "mancebos" que comigo iniciaram a recruta, em Vale de Zebro, em Março de 1962. Desses 300 foram comigo para Moçambique 40, incorporados na Companhia 2 de Fuzileiros e mais de metade, desses 40, compareceu no convívio do «Cinquentenário», como se pode ver na foto que aparece acima.


Em Abril, desse mesmo ano, comprei este computador portátil que tem sido o meu companheiro desde então e uma janela para o mundo que me permite estar em contacto convosco todos os dias, ler os vossos e.mails, apreciar as apresentações em Powerpoint que me enviam às carradas e fazer outras coisas, no que respeita à administração da minha vida pessoal.


E nestes 6 anos que se completam em Março próximo, já alguns camaradas que comigo comemoraram os 50 anos do início da recruta nos fuzileiros, receberam "Guia de Marcha" para se apresentarem perante o S. Pedro e darem contas do que andaram a fazer neste mundo. Espero que tenham garantido um bom lugar e guardem um tão bom como o deles para nós quando formos ter com eles.

Rachas e rachadelas !

Ontem, enquanto esperávamos que o jogo do Porto com o Estoril recomeçasse, o que acabou por não acontecer, para alívio dos portistas que estavam a perder por 1 a 0, e com pena minha por não ver concretizada a derrota dos dragões, começou uma conversa sobre as subtilezas da Língua Portuguesa.


A páginas tantas, diz o locutor da Sport Tv:
- Há uma racha na bancada do Estoril.
Na mesa ao lado daquela em que eu me sentava, surge logo uma voz discordante:
- Uma não, há muitas.
E outra voz, na mesma mesa, levanta a voz para desmentir a primeira:
- Já lá não está nenhuma, fugiram todas para o relvado.
Eu quis ajudar à missa que é como quem diz, atirar lenha para a fogueira, e disse-lhes assim:
- Se o locutor tivesse dito rachadelas já não havia lugar a esta conversa.
E logo alguém acrescentou, mesmo ali ao lado:
- Com a racha delas é que faríamos uma festa, enquanto esperamos que os jogadores regressem ao relvado.
Percebi logo que a conversa ia baixar de nível e preferi tirar o meu team de campo. Eles lá continuaram com piadas e risinhos a respeito das rachadelas da bancada e de todas as outras que há por aí e eu paguei a minha despesa e vim-me embora. Ao fim de 45 minutos à espera, percebi logo que não haveria mais jogo e não valia a pena continuar ali a coçar o cu na cadeira.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Bronca no Estoril !


O FCP vai tentar que a Liga lhe dê a vitória no jogo de hoje, alegando que a culpa é do Estoril, por não se ter conseguido terminar o jogo e que não será possível realizá-lo de novo, por causa de sobrecarga de calendário. Problemas de segurança estiveram na origem da interrupção do jogo e se lhe for dada razão o Porto ganhará por 3 a 0, como se tivesse havido falta de comparência do adversário.
Vou ficar à espera que o Sporting reclame, pois está em causa a sua permanência no 1º lugar.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Que dia chato !

Estou a regressar a casa depois de um dia muito cansativo. Festas de família que, supostamente, são para juntar a família em «alegre convívio» acabam por juntar pessoas que não conhecemos de lado nenhum e terminam numa "chatura" que só visto. Entre primos e primas, tios e sobrinhos, irmãos e cunhados é um nunca mais acabar de gente, metade da qual nunca se viu na vida. E para terminar, é-se convidado a contribuir "voluntariamente" para a despesa que não fica nada barata.
No regresso, parei para tomar um cafezinho e aproveitei para ver o jogo do Sporting que saiu de campo com uma vitória folgada. Três golos marcados pelo suspeito do costume, aquele holandês feio e esgrouviado que tem cara de quem passa fome e um nome que não lembra nem ao diabo. O Rúben que se mudou de Vila do Conde para Lisboa, foi metido no jogo pelo JJ e para pagar a confiança do treinador pôs a bola direitinha na cabeça do holandês para ele inaugurar o marcador. Depois ainda molhou o pincel mais duas vezes, isto para ver se apanha o Jonas na lista dos melhores marcadores que eu bem o entendo.


Hoje, portanto, toca ao marido da Elvira fazer a festa e, durante as próximas 24 horas, tem o seu Sporting está em primeiro lugar na classificação geral. Se ele souber rezar e tiver um santo que vá à bola com ele, o FCP amanhã perde e ele fica em primeiro lugar, pelo menos, mais uma semana.
Até a mim me fazia jeito!

Repórter da meia-noite !

Tanta conversa para nada. Afinal o Benfica ainda é o campeão, o maior de Portugal (e arredores) e por mais barulho que os lingrinhas do Porto e Sporting armem por aí, lá continua a ganhar e a impor a sua categoria, desde o Minho até ao Algarve. Bem se pode ferrar todo o Sérgio (e já agora também o Jesus) que o Benfica continua de pedra e cal na luta pelo título de campeão nacional e ai deles se se descuidam. Infelizmente dependemos deles para os ultrapassarmos, precisamos que percam um ou dois jogos. E algo me diz que isso vai acontecer, mais dia menos dia.
Quanto ao jogo de hoje, na pedreira, se corresse como eu gosto teríamos metido meia dúzia de golos. E o Braga também participaria na festa que eu não sou invejoso. Antes de começar o jogo, 3 a 1 foi o meu prognóstico (talvez mais um desejo que outra coisa), muito discutido na roda de amigos que se preparavam para assistir e alvo de algumas piadas daqueles que defendem outras cores. Mas acabou por acontecer e fiquei todo satisfeito.
Não vou perder tempo a descrever o que se passou em campo, pois quem viu já sabe como as coisas se passaram e quem não viu é porque não estava interessado. O Varela fez uma saída em falso - para não deitarem as culpas todas ao Svilar - e "comeu" um frango. O Jonas cumpriu o seu dever e acrescentou mais um golo à sua marca pessoal, de modo a manter-se na frente dos marcadores. O Raúl jogou os últimos 20 minutos e assinou também um belo golo para justificar o salário que leva para casa ao fim do mês. O outro golo, por acaso o primeiro, foi cozinhado pelo André Almeida e enfiado na baliza pelo Sálvio, como verdadeiro malabarista que é.
Agora vamos esperar, calmamente, pelo mês de Fevereiro, altura em que o Porto e o Sporting terão que jogar duas vezes por semana, enquanto o Benfica descansa. Espero que entre lesões e castigos alguém fique para trás, de modo que o Benfica tenha uma chance de os ultrapassar. Se não for assim terá que ser resolvido nos derbys e isso é mais complicado.
Vamos esperar, passo a passo se faz o caminho!

sábado, 13 de janeiro de 2018

Pernas para que vos quero !


Agora que as minhas pernas estão boas para pôr no museu com a legenda, «Estas já deram tudo que tinham para dar», é que me estão a desafiar para ir até ao Hawai e subir os 3922 degraus da escadaria que (dizem eles) sobe até ao céu. Na minha juventude não arranjei tempo nem dinheiro para esses passeios, nesta idade já não tenho pernas para isso, portanto estar a desafiar-me não serve para nada.


E eu que julgava que no Hawai só havia praias, coqueiros e morenas com uma mini-saia de palha a abanar o capacete para gáudio dos turistas! Que enganado eu andava!
Como se vê por estas imagens, há muita montanha naquelas ilhas e bem bonitas por sinal. É, de facto, uma pena eu não poder partir, agora, à descoberta desse mundo. Parece que o clima do Hawai é ameno e eu sempre deveria ter direito a uma água de coco e uma hawaiana de 20 anos a dançar o Hula-Hoop só para mim.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Descobriu-se o segredo !


Estava aqui a pensar que palavras usar como legenda para esta foto. Se fosse o Eduardo faria uma bela quadra, eu não sei por onde lhe pegue. Uma senhora bonita, bem vestida, de lindos cabelos loiros, qualquer homem se curvaria à sua passagem.
Mas isso foi só até as hélices do heli começarem a girar, depois ...!

Será que é desta que eles vão zangar-se?



Porto e Sporting finalistas da Taça de Portugal.
A taça só chega para um, o outro vai ficar a chuchar no dedo.
Pergunto-me se vão manter-se como aliados mesmo assim.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

João Lourenço, um homem de sorte !


Nas notícias de ontem escrevia-se que o último membro do clã «Dos Santos» tinha sido exonerado do seu cargo. Quer dizer que em pouco mais de 100 dias que leva de governo, já conseguiu livrar-se da herança deixada pelo seu antecessor e sem fazer correr sangue, o que em África é uma espécie de milagre.
Nas notícias de hoje, afirma-se que o petróleo está a chegar aos 70 dólares e é expectável que ultrapasse esse preço. Quando o preço chegou aos 40 dólares, li em qualquer lado que o custo de extracção em Angola andava pelos 60 dólares por barril, tendo como resultado uma perda de 20 dólares em cada barril que tiravam do fundo do mar. E tiraram milhões de barris e perderam muitos milhões de dólares. Azar para o povo angolano, pois se pouco tinham com menos ficaram.
A ser verdade tudo isso, estão agora a lucrar 10 dólares por barril que chupam do fundo do Atlântico. Como estamos a falar de cerca de 1,8 milhões de barris/dia, representa um acréscimo de 18 milhões de dólares a pingar no mealheiro da Sonangol a cada dia que passa. Se eu perguntar o que vai acontecer a esse dinheirinho, a resposta é simples, é para pagar a dívida entretanto contraída para compensar as perdas da era do petróleo barato.
E o povo angolano vai ver a sua situação melhorada? Não, de certeza que não. As receitas não chegam para pagar as despesas e para melhorar a vida dos angolanos seria preciso fazer mais despesas ainda, o que não pode ser, pois não há dinheiro para isso. Nos anos passados, em que petróleo andou acima dos 100 dólares é que teria sido a altura certa para investir na melhoria das condições de vida, mas alguém se abotoou com os dólares.


Se fizesse uma lista dos familiares do José Eduardo dos Santos e dos membros do MPLA e das suas respectivas fortunas, seria fácil perceber a quem deve o povo angolano a sua miséria. O presidente João Lourenço tem andado a pensar nisso, mas será que vai ter coragem (ou que vão deixá-lo) continuar por esse caminho? Sinceramente não sei responder a essa pergunta!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Observatório de meteorologia !

Como não tenho nada mais importante para fazer e a conversa a respeito do Benfica já mete nojo, pus-me a observar o tempo. Sol bonito, chuveiros repentinos e pesados, alternando durante toda a manhã e eu de olho neles e a pensar se as albufeiras do Alentejo já começaram a encher. Sim, porque a chuva só é boa se cair no local certo e na hora certa.
Ontem, li no JN que a albufeira da Barragem de Fagilde, a tal que esteve a ser enchida por camiões-cisterna, no fim do ano passado, já está a 100%. Posso dizer que não acredito? Com a pouca chuva que caiu até agora isso é completamente impossível. Na redacção do jornal deve ter havido um erro e puseram um zero a mais. Há um mês estava completamente vazia, caíram umas pingas e ficou a 10%, assim bate certo.
Fartei-me de reclamar que a comunicação social não passa cartão a este assunto e finalmente, ontem, lá fizeram uma reportagem a mostrar algumas barragens e falar sobre o assunto. Fartaram-se de chorar lágrimas de crocodilo, quando elas estavam vazias, seria lógico que agora fizessem uma festa e atirassem foguetes ao vê-las encher. Estou certo ou estou errado?
Conhecem teoria história dos 12 primeiros dias do ano relacionados com o tempo que vai fazer em cada um dos doze meses? Então hoje é dia 10 e corresponde ao mês de Outubro, querendo dizer que vai ser tempo de chuveiros alternando com boas abertas. E se não for assim que seja como o S. Pedro quiser. Eu aceito tudo.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Rise and shine !

Acordar, esfregar os olhos, saltar da cama e partir para a luta com uma vitória como alvo. É assim que deve ser a cada dia da nossa vida, pois dos falados não reza a História.


Lembrei-me desta expressão muito usada pelos britânicos quando querem ser auspiciosos em qualquer situação. E há vários casos, mencionados em notícias recentes que me vão servir de exemplo para justificar esta abordagem.
O primeiro caso e que está a ser objecto de tiradas hilariantes dos humoristas americanos é o «check up» que o Trump vai fazer ao seu corpo. Eles, com alguma razão, perguntam:
 - Porquê fazer um exame geral ao corpo se é a mente dele que está doente?
Preciso acrescentar mais alguma coisa?
O segundo caso tem a ver com a nova lei que o presidente de Angola está a pensar publicar para obrigar os angolanos que têm riquezas no estrangeiro a levá-las de volta ao seu país. Ele bem promete que ninguém vai ser penalizado ou condenado, nem lhe vão fazer perguntas sobre a origem do dinheiro, mas quem acredita nisso? Vocês estão a ver a Isabelinha dos Santos a passar para o Estado Angolano a propriedade das empresas que detém em Portugal? Eu não, nem em sonhos!
O terceiro caso tem a ver com a ronda de conversações que está a decorrer entre as duas Coreias. O mundo inteiro gostaria que fizessem as pazes, que se juntassem de novo e acabassem com aquela loucura do atrasado mental que governa a parte do norte e é amigo de russos e chineses. Alguém acredita que esse sonho se vai realizar algum dia? Como diz o brasileiro:
- Ma isso é nunquinha mêmo!
O quarto caso refere-se à legalização da Cannabis que vai ser levada à discussão no Parlamento, em breve. Já estou a ver a quantidade de gente que esfrega as mãos de contente por, finalmente, não ter que fazer a viagem até Marrocos para comprar o "fumo". E as farmácias a imaginarem o crescimento dos seus ganhos, tão reduzidos que foram com a introdução dos genéricos. Venda sem receita médica, é favor não esquecer, para tornar a vida mais fácil para todos.

Melhor que ir ao teatro !


Até dentro do Benfica já há quem critique o treinador, quanto mais os de fora. Já atacaram o LFV forte e feio, mas ele não responde aos ataques e deixa-os a falar sozinhos. Talvez por isso se tenham decidido a mudar de alvo, atacar alguém mais fraco e ver se conseguem os seus objectivos.
Esta táctica faz-me lembrar a selva africana e o modo como o leão escolhe a sua vítima quando vai à caça. Em grupo, os leões rodeiam a manada mostrando-se ostensivamente para criar pânico. Depois vão andando à sua volta até localizar alguma cria, ou animal que mostre alguma debilidade e desferem o ataque que raras vezes falha.
O caso dos e.mails e outras parvoíces não tem dado o resultado esperado, o Benfica continua firme na perseguição aos dois dianteiros e eles começam a perder a paciência. Então decidiram atacar a equipa técnica do Benfica e ver se lhe fazem alguma mossa. Já que no campo não conseguem nada - ambos empataram nos respectivos derbys - vão tentar com a guerra de palavras deitar-lhes a moral abaixo.
Anteontem, vi o Sérgio Conceição à beira de um ataque de nervos e tenho a certeza que ele se vai descontrolar, se lhe sair na sorte um resultado menos favorável. Só não consigo adivinhar qual será a sua atitude para com o Jesus, se e quando o Sporting o ultrapassar. Mas vou ficar atento, bem instalado no meu sofá, à espera que isso aconteça. Deixá-los provar uma dose do seu próprio veneno parece-me boa ideia. 

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Cuidado com a língua !

Passou-se dos carretos!
Como, ontem, não fui ver o Benfica, aproveitei para ver o Porto, depois do jantar. Tinha alguma curiosidade sobre o desempenho do Guimarães, se eles iriam dar luta ou abririam a Via Verde para o Porto passar. E queria ver também o comportamento do Sérgio Conceição, porque sei que ele é um bocado acelerado e quando as coisas não correm ao seu contento, está o caldo entornado.
Quer dizer, acabei por ver o que fazia o treinador em vez de olhar para o que faziam os jogadores que são os verdadeiros artistas em campo. A cara que ele fez quando o Guimarães meteu o primeiro golo foi como o tiro de partida para uma prova de fundo. Cerrou os punhos, os olhos faiscaram, parecia uma fera pronta a atacar.
O Porto viu-se a perder, no seu terreno, coisa que já ninguém se lembrava de ter visto. E a cara do treinador era o espelho disso mesmo. Depois a "Bouba" inventou um remate à queima-roupa, cercado pelos defesas do Guimarães, furou as redes e a face do Sérgio desanuviou-se. Pode dizer-se mesmo que um ligeiro sorriso distendeu os cantos da sua boca. Já não estava a perder e, portanto, já estava livre de ver o Sporting ultrapassá-lo na classificação. Tudo o que mais queria era não perder.
Depois foi o argelino Brahimi que é um verdadeiro mago da bola, a descobrir uma maneira de furar até à baliza e enganar o guarda-redes metendo o segundo golo. Aí os olhos do treinador faiscaram, viu-se o alívio nas feições dele. E o abraço que trocou com o pessoal do seu staff contaram-me o resto da história, já dava a vitória como garantida. O terceiro golo marcado pelo Marega libertou os sentimentos do Sérgio e daí em diante foi só sorrisos.
Eu achei que para mim já era suficiente e pus-me a caminho de casa. Demorei aí uns dez minutos a chegar e ligar a televisão. O jogo tinha acabado e com mais um golo para cada lado. É sempre assim, apanham-me de costas e desatam a fazer aquilo que não fizeram enquanto eu estava a olhar.
Mas o melhor foi a conferência de imprensa do treinador do FCP depois do jogo. Notou-se bem a pressão a que esteve sujeito, durante todo o jogo, e quando os jornalistas lhe puxaram pela língua foi o bom e o bonito. Não sei muito bem porquê, atirou-se ao Rui Vitória como gato a bofe. Hoje, á noite, vou estar atento ao programa desportivo para ver se descubro o que motivou tal atitude. Chamar boneco (comandado) ao treinador do Benfica parece-me um bocado demais. Além de tudo o mais é muita falta de educação.

Benfiquista deve ser !


Lá vamos, cantando e rindo!
Ganhámos apenas por 2 a 0, mas num estádio como o do Moreirense já não é nada mau. O que conta é não ficar para trás na corrida. Porto e Sporting também ganharam de forma que continua tudo na mesma, no topo da classificação geral. Em primeiro o Porto, depois o Sporting, o Benfica e o Braga.
Está terminada a primeira volta, não correu tão bem como nós desejaríamos, veremos agora como vai correr a segunda. Haja esperança e fé!

domingo, 7 de janeiro de 2018

Eu, o futebol e o cinema !

Quem passa por aqui pode ficar convencido que sou um grande fã de futebol e passei metade da minha vida nos estádios a aplaudir a minha equipa favorita. Nada mais errado, as vezes que entrei num estádio contam-se pelos dedos de uma mão só. Já gostar e falar do Benfica, a toda a hora, é outra conversa. Foi uma mania que começou em 1955 ou 1956, durante o meu primeiro ano como aluno interno do Colégio de Cernache. Todos os colegas (e não eram muitos) pareciam ter um clube predilecto, enquanto que eu não tinha nem fazia ideia nenhuma do que isso queria dizer. Quando me perguntaram de que clube eu era, respondi, de imediato, Benfica. A única explicação que encontro para isso é que o colega que dormia na cama ao lado da minha era da Póvoa de Santa Iria - chamava-se Moita - e passava a vida a falar no Benfica. Entrei para o clube do Moita e nunca me arrependi.
Bem, mas não era de futebol que vinha aqui falar hoje, isto é como uma maldição que se cola na pele da gente e não sai por mais que se lave e esfregue. Só tinha intenção de dizer que hoje não vou ver o jogo, pois é num horário em que não estou disponível, tenho algo diferente para fazer. Mas não morre ninguém por causa disso, alguém se encarregará de me contar o que se passou em Moreira de Cónegos e até sou capaz de passar ao lado do estádio do Moreirense, quando o jogo estiver a decorrer. E se ouvir o famoso «Grupo Organizado de Adeptos», em abreviado GOA, a gritar BENFIIIIIIIICA, o meu ritmo cardíaco vai aumentar uns pontos.
Porra, disse que não era de futebol que queria falar e lá foi mais um parágrafo inteirinho!
Bem o assunto era mais cinema. Ao contrário do que aconteceu com o futebol, passei metade da minha vida em salas de cinema. O primeiro filme que vi foi sobre os pastorinhos de Fátima, no salão da Casa do Povo da minha aldeia, nos anos em que andava na Primária e na Catequese, há muitos anos, portanto.


O segundo filme que retive na minha memória, não posso jurar que tenha sido o segundo filme da minha vida, mas anda lá perto, pois vi-o no colégio, talvez no 1º ano dos meus estudos, foi «O Feiticeiro de Oz», filme típico para crianças.
Depois disso, principalmente depois de abandonar o colégio, em 1959, nunca mais parei de ver filmes, todos os tostõezinhos que conseguia arranjar iam para a bilheteira dos cinemas. Nos 3 anos antes de ingressar na Marinha, eu era cliente do maior cinema que havia na Póvoa, o qual tinha uma série de bancos corridos de madeira, no ponto mais alto, encostados ao telhado, em que o bilhete custava 1$50. 
Os filmes favoritos eram quase sempre de índios e cow-boys. Muitos gritos, muitos tiros, muitos mortos, mas com o «artistinha» a escapar sempre ileso, sem um arranhão. Depois vieram os policiais, os de capa e espada e os de aventuras. Entretanto fui para a Marinha, ainda tive tempo de ver alguns, nos cinemas mais baratos de Lisboa, e parti para Moçambique, onde a festa continuou. Corri os cinemas todos de Lourenço Marques, desde a Baixa até à Avenida de Angola.
Era a fase dos filmes musicais, com o Gianni Morandi, os Beatles ou a Gigliola Cinquenti, uns atrás dos outros marchava tudo. Depois apareceu o James Bond e outros detectives famosos de quem já não recordo o nome. Da Máfia, de gangsters, do Al Capone e outros bandidos vi filmes sem conta.
Já depois de sair da Marinha, especializei-me em filmes sobre a Segunda Grande Guerra. Tudo o que aparecia cá na terra, passava a fazer parte da minha colecção. Na minha curta passagem pela emigração, na Alemanha, tinha um pequeno cinema, na porta ao lado da casa onde eu morava, que era especializado em filmes eróticos, por vezes a puxar um bocadinho para o pornográfico. Lá tive que ir espreitar, algumas vezes, para poder confirmar aquilo que ouvia contar aos outros emigrantes portugueses que viviam naquela cidade.
Como se pode ver, tirei um curso completo nessa matéria, mas em meados da década de 80, do século passado, resolvi construir uma casa, sonho antigo, e todos os tostõezinhos começaram a ser canalizados para comprar tijolos, telhas e outras coisas com que se fazem as casas. A partir daí, o cinema passou à história e eu passei a gritar, como um louco, pelo BENFIIIIIIIIIICA!!!!!!!!!!

sábado, 6 de janeiro de 2018

Planos e projectos para 2018 !

Nesta idade a que eu já cheguei, quase a fazer 74, já não se fazem planos nem há projectos a realizar. Acordar vivo a cada manhã e viver um dia de cada vez, é o único plano a que tenho direito. Já todos sabemos que para continuar vivo temos que andar com uma saca de medicamentos atrás de nós e deixar metade da reforma na farmácia todos os meses. Felizmente, com a chegada dos genéricos a conta diminuiu bastante, o que é de louvar.
Há dias, li que um medicamento para tratamento do cancro custa 60€ e o genérico da mesma droga apenas 2€. Custa-me a crer que haja tamanha ladroagem no mundo das farmacêuticas. Se o governo não abrir os olhos e forçar esses "gringos" a pôr cá fora o genérico de cada medicamento que é usado para o tratamento das doenças crónicas, estaremos bem arranjados.
Hoje, de manhã, estava plantado em frente à televisão a ver as notícias sobre o nevão que assola os Estados Unidos e o temporal que se abateu sobre a costa da Europa, a norte do Golfo da Biscaia, sem esquecer o nevão que está a cair nos Alpes dificultando a vida de franceses, suíços e italianos. E a pensar na sorte que nós temos, a viver sossegadinhos, neste jardim à beira-mar, a gozar de um sol que já faz sonhar com a Primavera.
Neste mundo, por aquilo que me é dado ver, está tudo mal repartido. Umas poucas centenas de sortudos têm tanta riqueza como o resto da humanidade. A uns sobra a comida, nem os cães a aproveitam (comem ração) e outros continuam a morrer à fome, por esse mundo fora. Se a uns faz falta a chuva, outros morrem nas avalanches de lama provocadas por chuvas torrenciais. Há quem sonhe ver a neve cair e percorra centenas de quilómetros para realizar esse sonho, enquanto que outros bem dispensavam o sacrifício de, a cada manhã, abrir à pazada um carreiro para poder sair de casa. Ou olhar para o automóvel que ficou preso debaixo da neve e ir para o trabalho a calcantes.


Costuma dizer-se que este é um mundo cão, significando que é difícil viver nele e sofrer como um cão. Olho para o meu cão, deitado a meu lado e a fazer asneiras como de costume (desta vez apanhou o fato do Pai Natal e resolveu fazê-lo em tiras) e não me parece que a vida dele seja muito má. De vez em quando leva um par de chibatadas, para aprender a comportar-se, mas tirando isso leva uma vida de rei.
Ah, e também ele não faz planos para coisa nenhuma. Depois de encher a barriguinha só tem que esperar pela próxima refeição!

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Sentimento de perda !

Não vou falar de futebol, mas aquilo que vou escrever começa no estádio da Luz, depois de terminado o jogo com o Sporting que o Benfica queria, podia e devia ganhar, mas não ganhou. Qualquer benfiquista, como eu, ao virar as costas ao estádio e dirigir-se para sua casa deve ter-se sentido, como eu me senti, naquele longínquo dia 9 de Janeiro de 1965.
O «Terrorismo», assim se chamava às acções levadas a cabo pelos guerrilheiros da Frelimo, dava ainda os primeiros passos e o pelotão de fuzileiros, destacado no distrito do Niassa para garantir a segurança do posto de rádio de Metangula, pouca importância lhe dava. Ouvia-se falar que andavam por ali uns "comunas" a tentar convencer as populações a revoltar-se contra os portugueses e a PIDE tinha todos os postos administrativos sob rigoroso controlo.
No dia 8 de Janeiro desse ano, chegou a Metangula um agente da PIDE, acompanhado de um Cipaio que, ouvi dizer, era especialista em interrogatórios e conhecedor do dialecto Nyanja. Comunicou ao Administrador do posto ao que vinha e reuniu com o comandante do Posto de Rádio da Marinha, pedindo a sua colaboração para levar a cabo a operação que tinha em mente.
Nós, a arraia miúda, só soubemos do caso quando nos mandaram preparar para embarcar e levantar ferro às 7 da matina do dia seguinte. Uma secção completa, comandada pelo sub-tenente que comandava o pelotão de fuzileiros destacado em Metangula, a tripulação da Lancha Castor e acima de todos, o comandante do Posto de Rádio, um oficial de Marinha com o posto de 1º Tenente. A este grupo de pessoal da Marinha juntava-se o tal PIDE e mais o seu Cipaio de quem não recordo o nome.


Saímos de Metangula, já o sol ia alto, e rumámos a norte. Com a Castor a todo o vapor, passámos em frente ao Cobué e continuámos para norte. O nosso destino era o Lipoche, pequena aldeia indígena, relativamente próxima da fronteira com o Tanganika, onde o PIDE garantia que tinha havido o tal contacto dos guerrilheiros com a população e queria tirar isso a limpo, interrogando os moradores dessa aldeia.
Chegámos ali por volta das 11 horas e recorrendo a um pequeno bote de alumínio, único recurso da Castor para o desembarque, onde era difícil acomodar 4 homens, foi desembarcada a secção de fuzileiros que se dispôs na praia para garantir a segurança. Eu era um dos 9 fuzileiros que compunham aquela secção e posso garantir que íamos completamente à vontade, sem qualquer espírito de guerra, como se fôssemos ver um jogo do Benfica ao estádio da Luz. Levávamos a G3 connosco mais por hábito do que por sentir que nos podia fazer falta, ela era uma espécie de prolongamento natural do nosso braço direito.
Na última viagem do pequeno bote, desembarcou o sub-tenente, o PIDE e o seu Cipaio. A tripulação da lancha Castor estava toda no convés a assistir àquilo, como se fosse uma festa que nunca tinham visto. Mal o bote tocou com a quilha na areia da praia começaram a zumbir balas, à nossa volta, como se fossem abelhas enfurecidas. Tivessem os atiradores da Frelimo sido mais bem treinados e teria sido uma carnificina do nosso lado.
A primeira reacção de todos foi procurar protecção. Quem estava na praia procurou uma pedra ou um desnível do terreno, onde se pudesse abrigar. Na lancha desapareceu toda a gente do convés e o marinheiro artilheiro que fazia parte da tripulação agarrou-se, com unhas e dentes, aos manípulos da Oerlikon. Do lado norte da pequena praia onde aproáramos a lancha, havia um grande monte de pedregulhos cobertos de árvores de pequeno porte. Tinha sido aí instalada uma metralhadora que, pelo seu cantar se notava não ser uma arma ligeira, que dirigia sucessivas rajadas contra a lancha. Por sorte nossa, essa metralhadora não devia ter ângulo para disparar sobre quem estava na praia. Do alto de um monte, em frente à praia, outra metralhadora fazia chover balas sobre toda a zona da praia.
Por acaso, ou por destino, eu e os 3 camaradas que comigo compunham uma esquadra de fuzileiros, tínhamos ficado do lado sul da praia, o mais acidentado e que, por conseguinte, nos oferecia melhor protecção. Alguns minutos depois de ter começado o tiroteio já tínhamos percebido de onde vinha o poder de fogo do inimigo e abrigados do lado norte, para fugir ao fogo da metralhadora que estava muito próxima da água do lago, começámos a amarinhar pelo monte acima tentando caçar os que de lá de cima fustigavam a praia e os camaradas que lá continuavam acaçapados.
É claro que a Oerlikon ia despejando metralha e fazendo estragos entre as hostes da Frelimo e, aproveitando um momento de acalmia, ouvi que me chamavam da praia. Pelos vistos, o rádio do sub-tenente deu nega, pois aquele que eu carregava como chefe de esquadra nunca piou, e á falta de outro recurso ele berrava o meu nome. Ele não fazia ideia se estávamos vivos ou mortos e tudo o que pretendia era que alguém lhe respondesse. Depois ouvi-o gritar "alto-fogo" e "vamos reembarcar".
Não tive outro remédio senão ordenar aos meus companheiros que retrocedessem em direcção à praia e, ouvindo balas a zumbir à nossa volta e a traçar os pés de mandioca pelo meio dos quais corríamos, depressa cobrimos os cerca de 200 metros que nos tínhamos afastado. Depois foi um reembarque atrapalhado e pela ordem inversa do desembarque. Quem estava em terra fazia fogo para proteger os que, com a arma às costas, tentavam subir para a lancha. A tripulação tinha pendurado cabos com nós por onde, á força de pulso, se trepava para o convés. A minha esquadra foi a última a sair da praia, com os carregadores vazios e a arma atravessada nas costas. Correr pela areia até ficar sem pé e depois nadar até agarrar um dos cabos.
Com os últimos pendurados nos cabos, o mestre da lancha fez marcha à ré e alinhou a lancha com a praia, de modo a ficarmos escondidos de quem disparava. E, numa manobra cuidadosa, foi-se afastando da praia até estarmos todos fora de perigo. No cabo a que me agarrei, tinha alguém por cima de mim que me dificultava a subida para bordo. Fiquei à espera que alguém o ajudasse a sair de lá para eu poder subir também.  Soube depois que era o Cipaio que tinha sido atingido com duas balas e ali tinha morrido, tão perto que esteve da salvação.
E nós, sem munições nem confiança para ir em perseguição dos "turras", virámos as costas ao Lipoche e rumámos ao Cobué, onde deixamos o morto. Gastámos o resto do dia às voltas sem sentido, pelo menos eu não percebi o que andámos a fazer, e à noite estávamos de volta a Metangula. O sentimento com que fiquei, ao abandonar a luta e regressar a casa com um morto às costas, foi o mesmo -  e recordo-o como se estivesse a acontecer agora - que ao sair do estádio da Luz sem ganhar ao Sporting, o nosso eterno rival.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Palhais, 1965 !


Como a Elvira é visita obrigatória neste espaço, vou deixar aqui esta foto que foi tirada atrás da «Seca do Bacalhau» de Palhais, no verão de 1965, pouco antes de eu embarcar para Moçambique para a minha segunda comissão de serviço na CF8. Pode ser que ela, se olhar com atenção, aviste a sua "seca" por cima do mastro da falua que está acostada ao cais.
Isto, porque durante dois ou três dias é proibido falar de futebol.
E também porque o ano de 1965 - ano em que este rapaz atingiu a maioridade - é um ano cheio de memórias para mim, a maior parte inconfessáveis, pelo que não posso satisfazer-vos a curiosidade. Paro aqui e vocês dêem liberdade a vossa imaginação e pensem aquilo que vos parecer mais próprio. Ou olhem para dentro de vós mesmos e pensem se não teremos feito as mesmas coisas.
Querem saber a última notícia?
É quinta feira, dia 4 de Janeiro, e só faltam 361 dias para acabar o ano de 2018!!!

Fomos roubados indecentemente !

O golo do Sporting foi em fora de jogo.
De 3 penalties claros a favor do Benfica só foi marcado 1.
O Coentrão fez p'raí 10 faltas para cartão amarelo e não levou nenhum.
O resultado com um golo para cada lado não é mau de todo, tendo em vista a história recente das exibições do Benfica, mas custa sair de campo sem os 3 pontos. Fica-se o FCP a rir que se afasta mais 2 pontos de cada um dos seus perseguidores e começa já a preparar a festa do título.
O Benfica jogou muito mais do que eu esperava, o que, até certo ponto, me deixa satisfeito. A bola foi levada muitas vezes até à área do Sporting, mas não apareceu nenhum jogador capaz de fazer um remate digno desse nome, durante todo o jogo. Nota-se que falta poder de fogo na equipa do Benfica.
Com este resultado o Rui Vitória ganha algum fôlego para resistir à crítica crescente que se vai ouvindo do lado da massa adepta que está habituada a ganhar sempre. O futuro a Deus pertence, mas olhando para o jogo que o Porto fez hoje, na Vila da Feira, qualquer coisa pode acontecer, de um momento para o outro, que inverta esta situação. E aí teremos o Sporting na frente com o Benfica a pisar-lhe os calcanhares. Todos os cenários são possíveis, em teoria. Ainda falta muito campeonato!

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O peso da camisola !

De repente, dei comigo a pensar que o clube que alinhar com mais jogadores portugueses é que vai ganhar o derby de hoje. Isto, porque os jogadores estrangeiros nunca sentem, verdadeiramente, o peso das camisolas que envergam. O que os move, em primeiro lugar, é o número de zeros à direita do primeiro algarismo diferente de zero que compõe o seu ordenado. Com os jogadores portugueses a história é outra, quase todos têm uma inclinação clubística (excepto o Coentrão que parece ser hermafrodita) e é raro vê-los a jogar num clube que não seja o seu. Esses sim, sentem o peso da camisola que vestem.
Claro que fui a correr conferir a lista dos convocados por cada treinador com medo daquilo que iria encontrar. Assim de repente, usando apenas a memória recente, parecia-me que o Sporting tem mais que o Benfica, mas depois de olhar para a lista de convocados levanta-se outro problema. Os convocados são 20 e quem são os que jogam e os que vão para o banco? Resposta indisponível.

Lista de convocados do Benfica
Guarda-redes: Svilar e Bruno Varela;
Defesas: Lisandro, Grimaldo, Eliseu, Jardel, André Almeida e Rúben Dias;
Médios: Fejsa, Samaris, Zivkovic, Salvio, Krovinovic, Pizzi, Cervi, Rafa e João Carvalho;
Avançados: Raúl Jiménez, Jonas e Seferovic.

Bruno Varela, André Almeida, Rúben Dias e Pizzi são apenas 4, pouca gente para os meus gostos. No decorrer do jogo podem ainda entrar Eliseu, Rafa e João Carvalho, mas dificilmente todos ao mesmo tempo.
Do Sporting não encontrei a lista dos convocados, mas depois da saída de João Mário e Adrien Silva e as contratações sonantes do Jorge Jesus, o grupo de atletas lusos ficou bastante reduzido. Assim de repente, vejo o Rui Patrício na baliza, o William no meio campo e o Gelson na frente, são apenas 3, sem contar com o Coentrão, o tal que ora é verde, ora é vermelho. Espero que lhe dêem uma trancada nas canetas e o mandem para o estaleiro, a ver se ganha juízo.
Bem, não vale a pena cansar o bestunto a pensar em todas as possibilidades, mais vale ir dar uma volta, almoçar, dormir a sesta (não a cesta, como há um cristão que escreve sempre no Facebook) e logo à noite se verá o que acontece.