quarta-feira, 1 de junho de 2016

Finalmente o calor!

Começa hoje o mês de Junho e alguma coisa tenho que escrever para marcar presença. Não interessa que seja importante, basta que saibam que continuo por aqui e a respirar a plenos pulmões.
De manhã entretive-me com outras coisas e por volta das 10 horas tive que acompanhar a patroa às compras. Ela mexe-se de um lado para o outro e eu limito-me a segui-la com o olhar. Na hora de pagar a conta, dou um passo em frente e ... pimba, lá vai barão! Aproveitamos para almoçar por lá, pois o tempo já não dava para acender o lume e cozinhar qualquer coisinha.
E depois, usando e abusando do motorista privativo que lhe pus à disposição, despejou-me à porta de casa e seguiu viagem, sabe Deus para onde. Eu aproveitei para me esticar ao comprido, tirei um cochilo e eis-me na vossa companhia que é onde me sinto melhor.
Viva o dia da criança! E também o resto dos dias do ano, pois é sempre dia de qualquer coisa!

terça-feira, 31 de maio de 2016

Marcha à ré!

A Língua Portuguesa é muito complicada, mas por isso também muito rica. Se perguntar a alguém o significado da palavra ré, a maior parte das pessoas responderá que é uma mulher acusada ou julgada por um crime qualquer. Poucos se lembrarão que também se dá esse nome à parte traseira de um navio, popa ou ré.
Para indicar movimento diz-se, em bom português, andar para a frente ou para trás. Nos automóveis o movimento de recuo chama-se marcha-atrás. Pois, meus caros amigos, na Marinha diz-se tudo de modo diferente. A parte da frente de um navio chama-se proa e a de trás chama-se ré. E andar para a frente diz-se "marcha à vante" e para trás "marcha à ré". Bem, para dizer a verdade, a quem não andou na Marinha isto não interessa nada, mas interessa para entender o título que dei a esta mensagem.


Refiro-me ao Convívio de Vila Real 2016. Entre ontem e hoje, recebi um mail e dois telefonemas e, como resultado, tive que riscar 8 pessoas da minha lista de presenças confirmadas. A isto é que eu chamo de andar para trás, em menos de um fósforo foram-se 10% dos convivas. Espero não receber muitas mais notícias destas, ou ainda corro o risco de ter que comer por dois, para dar cabo da comida que a D. Fátima vai cozinhar para nós. E isso não posso, pois o médico mandou-me emagrecer 20 Kilos e ainda só me livrei de 2. É uma questão de um zero a mais ou menos, mas quando este é posto à direita de qualquer outro número, faz uma diferença do catano.
Amanhã começa o mês de Junho e depois é sempre a acelerar. Não tarda nada já estaremos a falar de como a festa foi bonita e a sonhar com a do próximo ano. Por isso é importante aproveitar estes 18 dias que faltam da melhor maneira. Falar no assunto, fazer planos, dar importância  a um assunto que só a nós diz respeito, fazer subir a adrenalina para o gozo ser maior.
Vamos a isso?

segunda-feira, 30 de maio de 2016

A dança dos nomes!

Ana de Araújo, nascida por volta de 1640, é a minha antepassada mais remota que consegui encontrar. Os registos paroquiais, únicos documentos escritos na Idade Média, só começaram a ser feitos em meados do Século XVII e, por conseguinte, tudo aquilo que aconteceu antes dessa data ficou para sempre perdido nas sombras da História.
A atribuição dos apelidos, no decorrer do Século XVIII, era feita (maioritariamente) por linha materna. Se assim se tivesse mantido até hoje, eu seria um Araújo e não um Silva. Pelos vistos, estava condenado a ser uma espécie botânica, pois tal como as silvas que todos conhecem, também a palavra araújo parece ter origem numa árvore de nome araúja. Imaginem uma grande quinta cheia de araújas (árvores), cujo dono se chamava Rodrigo. Em pouco menos de um fósforo começou a ser conhecido pelo nome de Rodrigo de Araújo.
No caso da minha família, o Araújo durou apenas duas ou três gerações. Depois apareceu um Ferreira que impôs o seu nome à família, mas durou apenas duas gerações, pois um dos seus netos, de quem eu descendo, casou com a Illena de Sousa e foi este apelido que chegou até à minha mãe.
A partir do Século XIX, começou a ser regra os filhos herdarem o apelido do pai e assim me calhou perder o Sousa e passar a ser Silva, como o meu pai e avô. De Ferreira e Araújo nem réstea, ficaram esquecidos lá muito para trás e se não me tivesse dedicado a  estudar estas coisas, nem sequer disso teria tido conhecimento.
  1. A palavra Araújo é oriunda do complexo lingüístico galego-português, formado pelo antigo falar do português do Norte e pelo galego. Também se escreve Araujo e significa "argueiro". Possivelmente Rodrigo Anes de Araújo, senhor do Castelo de Araújo, na Galiza, foi o primeiro a adotar o apelido Araújo; e seu bisneto Pedro Anes de Araújo se passou para o Reino de Portugal, em torno de 1375, tendo sido o primeiro Araújo de Portugal.
  2. Deste Rodrigo Anes descenderam os Araújo de Galiza, onde foram senhores de muitos lugares, Vasco Rodrigues de Araújo e de sua mulher, o qual era neto do primeiro Rodrigo Anes, passaram aPortugal, cujos reis serviram e foram progenitores das famílias destes apelidos existentes no Minho ou desta província derivadas.

domingo, 29 de maio de 2016

Tempo instável, chuva e trovoada!

Podia estar a falar do clima, mas não estou. Pior que o clima que nos afecta a todos de uma ou outra maneira, há a «porKa polítiKa» que nos transforma a vida num verdadeiro sarilho. Já não bastavam os problemas internos com que nos debatemos, desde que o Afonso resolveu contrariar a sua mãezinha e fundar este país, temos agora os problemas herdados de uma Europa pouco unida que ameaçam transformar a nossa pacata vida de cidadãos deste «Jardim à beira-mar plantado» num autêntico inferno.
Em breve entraremos no mês de Junho, mês em que os cidadãos do Reino Unido vão decidir se querem continuar connosco (os europeus), ou se vão fechar-se na sua ilha e ser apenas amigos dos outros (os americanos). Em princípio parece uma coisa que só diz respeito a eles e não nos devia preocupar, mas não é assim na realidade. Se acontecer o BREXIT (saída da Grã-Bretanha da UE), isso vai ter custos enormes para a Europa, custos esses que serão repartidos e suportados por todos.
E, como diz o ditado bem português, quando algo corre mal quem se lixa é o mexilhão. Quer dizer, para quem tem dinheiro, mais azar ou menos azar tudo se resolve, mas quem vive a crédito, como nós vivemos, ter que estender a mão de novo e pedir mais dinheiro para dar aos outros, seria a última coisa que podíamos desejar.


Mas é isso que pode acontecer e em breve, se os súbditos de Sua Majestade decidirem votar sim à proposta de afastamento. O Primeiro Ministro que já foi a favor e agora é contra, bem se farta de apregoar (para quem o quer ouvir) que é uma asneira pensar em viver de costas voltadas para a vizinha Europa, mas os velhos conservadores e fleumáticos britânicos acham que estão a pagar um preço demasiado alto para pertencerem ao nosso clube.
A última coisa que eu esperava ver, era o David Cameron a falar ao seu povo em cima de uma pobre palete de madeira. Sinal dos tempos? Talvez. Se não seguirem o seu conselho, talvez os britânicos não fiquem melhor do que estão hoje, mas nós ficaremos pior com toda a certeza. O Reino Unido que tem sido o refúgio de tantos portugueses, pode fechar as portas e tornar a vida mais difícil aos que lá ganham a vida.
Coisas que merecem a nossa atenção, penso eu, neste domingo em que um sol envergonhado, por entre nuvens carregadas de húmidos presságios, está a espreitar à minha janela.

sábado, 28 de maio de 2016

As «Entradas»!

Um jantar bem servido deve ser precedido de umas entradas a preceito. O jantar será servido, mais logo, por volta das 8 da noite, e as entradas souberam-me que nem ginjas.
Estou a falar de futebol, claro, e o prato principal é o nosso CR7 servido em bandeja de prata. Espero que a dorzita que sentiu na perna, no último jogo, não seja mais que isso, pois, hoje, há uma Taça para ganhar e amanhã tem que viajar para Lisboa de modo a dar o seu contributo à Selecção do Engenheiro.


As tais entradas de que gostei muito foram servidas pelas meninas do Benfica que arrecadaram mais uma taça para o Museu Cosme Damião. Campeonato e Taça, a tal dobradinha que o meu povo gosta, mais uma vez como já tinha acontecido no ano passado. Estas meninas preparam-se para ficar na História!

Ganhou, festejou!

Uma equipa de andebol feminino sub 19 dinamarquesa (no Sapo, onde li a notícia, diz que a equipa é alemã, mas estão enganados - devem ter ficado ofuscados com a beleza das catraias e perderam o tino) ganhou o campeonato nacional da modalidade e festejou desta maneira:


Fui dar uma espreitadela para ver o que se dizia deste acontecimento, mas só encontrei literatura em dinamarquês, língua de que não percebo uma palavra. Mas aproveitei para trazer outra fotografia das atletas, desta vez com roupa, para vos provar que são bonitas mesmo vestidas. Para mim podem vir vestidas que não me importo.


Tenho razão ou não? Elas estão a mostrar os músculos para ver se me assustam, mas comigo não têm sorte nenhuma. Quanto parto para o ataque é às cegas!
Bom dia e com tempo melhor do que faz aqui (neste momento chove e troveja) desejo-vos um bom fim de semana!

sexta-feira, 27 de maio de 2016

O «Tolinhas» espreguiça-se!

O membro viril masculino tem uma infinidade de nomes. Nas minhas andanças pelo mundo já lhe ouvi chamar "pai da humanidade", "talha-bestas" (ao jeito alentejano) e outros nomes mais ou menos bonitos que toda a gente já deve ter ouvido também e que me coíbo de repetir aqui. Muito recentemente, num livro que andava a ler, vi chamar-lhe "tolinhas". Esse nome nunca tinha ouvido, mas gostei. Uma vez que tem cabeça e é pequenina, tolinhas é o nome mais adequado que já ouvi, para quem tem medo de usar aqueles palavrões que ferem o ouvido das gentes mais sensíveis.
Pois, contava o autor do tal livro que o homem de meia idade, recentemente divorciado, entrevistava uma jovem senhora que desempenhava as funções de directora de um museu de história natural, numa zona rural dos Estados Unidos da América. A senhora, na casa dos trinta anos, era esbelta e envergava um ligeiro vestido de algodão que deixava adivinhar a quase inexistente roupa interior que usava (ou não) por baixo dele. A páginas tantas, depois de lhe ter mostrado as dependências do museu que se situavam no rés do chão, convidou-o a segui-la até ao primeiro andar, onde, segundo ela, havia coisas muito mais interessantes.
As coisas interessantes ele começou a vê-las mal ela começou a subir a escada na sua frente expondo umas belas nádegas e umas cuequinhas reduzidas que escondiam aquilo que ele mais gostaria de visitar naquele museu. E foi aí que ele sentiu ... o «Tolinhas" a espreguiçar-se!
Depois disto, fico a imaginar a rapaziada da terceira idade, numa consulta de rotina, queixando-se ao seu médico de família:
- Doutor, de manhã, ao acordar, o tolinhas já não se espreguiça como fazia antigamente. Que posso fazer para resolver o problema?

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Bracara Augusta!


Quem quiser aprender um pouco de história sobre a cidade mais antiga do norte peninsular e conviver com um ambiente a imitar a Roma dos primórdios da nossa Era, tem uma grande oportunidade nos próximos dias. O tempo não parece estar de feição para festas de rua e feiras medievais, mas não será difícil evitar algum chuveiro que apareça de surpresa.
Desde 2003 que se vem fazendo esta festa a relembrar as origens da Cidade dos Arcebispos e cada ano tem sido melhor, de acordo com as críticas. Para quem tiver possibilidades de ali se deslocar, é uma visita que recomendo. Há imensos pontos de interesse e será como regressar à Roma dos primeiros séculos, pelo ambiente que se vive nas ruas.
Se as minhas pernas carregassem comigo sem refilar, eu não faltaria!
Ave Caesar!!!

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Esquecimento desastroso!

18 de Junho

Vocês acreditam que pus a carta no correio sem indicação da data do nosso convívio?
É verdade, acontece aos melhores!
Agora fico à espera que me telefonem a perguntar a data do acontecimento.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Só para não ficar calado!

No Niassa havia o rio Lunho
Comer e beber é uma festa
Tendo sono dorme-se a sesta
Em Vila Real a 18 de Junho

Mal inspirado anda o poeta
Pela musa foi abandonado
Mas sabe escrever sem caneta
Batendo com força no teclado

Corvetas há na Marinha de Guerra
Bom chouriço em Trás-os-Montes
Bem fresquinha brota da Terra
A água daquelas fontes

Se mais soubesse mais escrevia
Assim, não sabendo fico calado
Se me deixassem até dormia
Uma bela soneca descansado!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Para os adeptos do GPS

Para quem se pendura nestas modernices, aqui estão as coordenadas para o GPS os levar até aos «Comes&Bebes». Se houvesse disso em Moçambique, quando lá estive, não teria andado perdido durante duas noites e um dia, junto à fronteira do Tanganika.
Ou talvez tenha isso sido a minha sorte, quem sabe!

A Justiça Divina ...!

... não falha!
Todos nós sabemos do passado tortuoso do FCP e quem o tem dirigido nos últimos (muitos) anos. A justiça dos homens não soube, não pôde ou não quis castigá-lo. Escapou sempre dos apitos dourados e de tudo quanto foi feito para tentar apanhá-lo na rede. Mas, lá em cima, está quem nunca se deixa enganar e faz os culpados pagar pelos seus pecados. Acabaram-se os tempos das sobremesas de fruta ou chocolate e chegou a hora de pagar as vacas ao dono.
Este ano de 2016 vai ficar na história como o ano em que o FCP bateu no fundo e viu os seus adversários levarem-lhe todos os troféus que havia em disputa. Sobrou-lhe um lugar nas provas europeias, mas ainda vai ter que lutar para provar que merece lá estar. O Benfica ficou-lhe com o campeonato, pelo terceiro ano consecutivo, e com a Taça da Liga. Ontem, o Sporting de Braga levou-lhe a Taça de Portugal, sem apelo nem agravo, que era o último troféu em disputa.
O treinador do Porto ainda tentou deitar as culpas aos outros, dizendo que o seu clube foi quem jogou melhor, mas esqueceu-se dos dois erros crassos cometidos pelo seu guarda-redes que lhe valeram outros tantos golos que ditaram a derrota. O Helton deve ser um dos tais jogadores que, na boca do seu presidente, não tem caracter para jogar no Porto. Ficarei atento para ver se lhe é entregue, de imediato, a guia de marcha.
Fico a pensar se o Pinto da Costa terá capacidade para fazer um exame de consciência e reconhecer que, nos últimos (poucos) anos tem tomado um montão de decisões erradas que o conduziram a esta situação. O Porto para se levantar de novo precisa de uma grande revolução na sua estrutura. E o primeiro passo deveria passar pela demissão, voluntária ou forçada, do seu presidente. Se não forem por aí, desconfio que não encontrarão o caminho.
Para alegria dos benfiquistas, diria eu para terminar!

domingo, 22 de maio de 2016

Um xi-coração!

Li em qualquer lado que hoje é o «Dia do Abraço» - agora há dias para tudo - e então começo o dia enviando um grande abraço para todos que passarem por aqui, a começar por aqueles que me fazem companhia todos os dias do ano. Nem preciso citar nomes, eles sabem quem são!
Os meus dias têm sido um tanto ou quanto cinzentos, desde que fui operado. Uns dias melhorzinhos e outros para esquecer. A tensão arterial descontrolou-se e não a consigo normalizar, o que me provoca dores de cabeça que se eu pudesse trocar por euros me encheriam a conta bancária. Já não me chegavam as dores nos pés e joelhos, agora gripou também o cotovelo direito, aquele que ficou feito em estilhas quando levei com uma bala de pistola Walter de 9 m/m, em Moçambique. Eu já andava admirado de ele não me ter doído nunca. Pois, chegou a hora de se mostrar solidário com o resto dos meus ossos e desatar a doer também ... para mal dos meus pecados.
Na sexta-feira passada, andei num corrupio para fazer o correio e despachá-lo, avisando sobre o convívio aqueles que não querem saber da internet ou se dão mal com os computadores. É uma tarefa que não pode ser evitada, pois há dados que não podem ser transmitidos num simples telefonema. Esquemas de estradas, números de IBAN e coisas dessas têm que ficar bem registados, preto no branco, para evitar erros. Agora resta-me esperar e roer as unhas, até ao dia 18 do mês que vem, para ver se tudo corre como deve ser. Esperemos que sim.
E, fora isso, haja alegria que tristezas não pagam dívidas. Amanheceu um dia bonito e cheio de sol, o que faz a alegria de todos os poveiros, pois hoje é dia de peregrinação à Senhora da Saúde (no Monte de S. Félix) e depois das celebrações religiosas há piquenique, bem comido e bem bebido, nas matas em redor da igreja.
Um abraço também para eles e que se divirtam ao máximo!!!

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Eu já vos tinha dito!


Julgavam que era o JJ que ganhava todas as taças da Liga? Não, puro engano, ganhavas-as era o Benfica! Casualmente o JJ estava lá como treinador. Assim como poderia lá estar outro qualquer, pois o que conta é o poderio e qualidade da equipa que está por detrás do treinador. Não se viu hoje outra vez? O JJ virou as costas a quem o guindou à posição de vencedor, azar dele e sorte do Rui Vitória que começou a amealhar títulos. E já lá vão dois! E o outro, o parvo, a chupar no dedo!
Grande festa viveram hoje os benfiquistas, no Estádio Cidade de Coimbra, celebrando mais uma vitória do Glorioso SLB. Foi o prémio merecido para coroar uma época difícil, por não ter começado da melhor maneira, mas por isso mesmo mais saboroso foi o sucesso conseguido com a vitória do campeonato e agora também a Taça da Liga.
Agora são horas de ir para férias e dar descanso ao físico que daqui a 40 dias quero toda a gente de volta ao trabalho, fresca como uma alface, para começarmos tudo de novo. Nova corrida, nova viagem e um título lá no fim para ser conquistado. Como diz o Rui Vitória, connosco não há outro objectivo, é sempre para ganhar!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Falta de tempo!

Tenham paciência!
Não houve tempo para mais!
Até amanhã!

A comunicação!

Camaradas e amigos:
Como já sabem, o encontro deste ano é em Vila Real de Trás-os-Montes para dar hipótese a toda a gente de poder conhecer o «Túnel do Marão» por dentro. O lugar é um bocado complicado de encontrar, por se tratar de uma casa particular, mas com o sentido de orientação dos fuzileiros e uma pequena ajuda minha, sei que todos lá chegarão a tempo e horas.
Pouco depois do meio dia serão servidas as «Entradas» e mais ou menos uma hora depois o «Almoço» que constará de sopa, dois pratos, sobremesa e café, com bebidas à discrição. Como sempre, antes da despedida, haverá o bolo comemorativo.
O preço mantém os habituais 27.50€ para adultos e 12.50€ para crianças. Embora compreenda a reclamação de alguns, foi impossível arranjar melhor preço.
Embora sabendo que há sempre uma meia dúzia que não consigo convencer, mais uma vez repito o pedido para que façam o pagamento por transferência via “Multibanco” (para o IBAN PT50.0018.0234.00200028632.23) para me evitar o trabalho de andar armado em cobrador no dia da festa. Peço encarecidamente que compreendam e atendam este meu pedido. Para aqueles que não usam este meio de pagamento, podem remeter um cheque ou vale postal para a minha morada e em nome da minha mulher (Maria Emília Silva), pois é a conta com menos movimentos e mais fácil de conferir.
O ponto de referência, para mais fácil localização do sítio do convívio, é a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) que aparece em tudo o que é rotunda, á entrada de Vila Real.
Para quem vem do sul, pela A24 (Coimbra-Viseu-Vila Real), sai em direcção a Vila Real no cruzamento com a A4. Para quem sobe do Porto, sai para Vila Real depois de passar o Túnel e a ponte sobre o rio Corgo. Depois de passarem por duas ou três rotundas, sempre a descer, chegarão à grande rotunda que fica em frente à UTAD. E daí até ao local que fica na Quinta da Veiga, Lote 1, ou Rua de N. Senhora dos Prazeres, Nº 1 é um instantinho.
Vejam o esquema abaixo. Seguir o trajecto entre o Ponto 1 (Rotunda da Universidade) e o Ponto 4 que marca o local do salão de festas.


terça-feira, 17 de maio de 2016

Trajecto em Vila Real!


Antes de desligar a máquina, ainda vos deixo este esquema:
1) Rotunda da UTAD
A partir daí fazer o trajecto de 1 a 5, lugar onde fica a casa da chaminé preta.

Finalmente está feito!





A negociação foi difícil e esteve por um triz a mudança para um novo local. A dona da casa não estava pelos ajustes, mas valeu o seu marido que resolveu aceitar o preço que lhe ofereci e prometeu que não me iria arrepender. Todos os anos tenho lutado para o preço não passar dos 27.50€ por pessoa, mas começa a ser difícil encontrar quem alinhe comigo. Ainda visitei um segundo restaurante que me aconselharam, mas a questão da ocupação da sala depois das 16.00 horas foi de novo o pomo da discórdia e tive que pôr a ideia de lado.
Assim, vamos realizar o evento no salão de festas do Sr. Lopes e não haverá problemas de horário. A ementa (que para mim não é o mais importante) constará das habituais entradas, duma sopinha, dum prato de bacalhau à moda da casa (gratinado) e de uma vitelinha assada para terminar. Bebidas à discrição e uma sobremesa e café, para adoçar o bico, como ponto final. Antes da despedida haverá ainda o bolo comemorativo, como tem sido hábito todos os anos.
A direcção do local é:
Quinta da Veiga, Lote 1 ou Rua de N.Senhora dos Prazeres, local não muito difícil de encontrar, relativamente próximo da UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) que fica logo à saída da autoestrada. Para quem viaja do Porto pela A4, atravessa o túnel e a ponte sobre o rio Corgo e sai logo a seguir em direcção a Vila Real. Para quem vem do sul pela A24, sai no cruzamento com a A4, seguindo por esta em direcção a Vila Real e saindo antes de entrar na ponte.
Na carta que farei o possível por escrever amanhã ou depois e será enviada por mail a todos que usam este meio, tentarei fazer um esquema para o trajecto da UTAD (rotunda) até ao salão de festas.
O NIB para as transferências é o mesmo dos anos anteriores (para quem o guardou) e o preço os tais 27.50€ por pessoa ou 55.00€ por casal e podem começar quando quiserem que o Banco está ansioso por ver  o pilim a entrar. Não esquecer que agora é obrigatório usar o IBAN em vez do NIB, mas é uma questão de acrescentar PT50 no princípio.
E por hoje já chega, vou dormir que estou estourado, foi muito para quem passou os últimos 5 dias de cama.

Já fui e já voltei!

Carvalho de Araújo, o herói marinheiro

O meu companheiro de viagem

A casa da chaminé preta

Mais logo vos contarei os pormenores, para já é só para saberem que já cheguei a casa e que o meu motorista particular se portou lindamente, levando-me onde precisava de ir e trazendo-me a salvamento.
Na foto de baixo podem ver a casa do Sr. Lopes, lugar onde vai ser servido o nosso repasto. Fica na Rua de N. Senhora dos Prazeres, logo à entrada da rua, do lado esquerdo. Memorizem esta imagem para reconhecerem o lugar mal lá cheguem no dia 18 de manhã.

Olha o túnel, lá adiante!


Pensam que estou aqui, mas é mentira, já vou a caminho de Amarante para atravessar o túnel num instante. O Lopes não se dá bem com computadores nem internet e obrigou-me a meter os pés ao caminho para provar os petiscos e passar revista ao local da festa.
Logo à noite, depois da missão cumprida, conto-vos tudo. Por agora tenho que me pôr com atenção à estrada e ao motorista que contratei que é ainda um maçarico.